Música afeta fortemente as mulheres grávidas

02.06.2014 ]

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As mulheres grávidas respondem à música com alterações fisiológicas mais fortes na pressão arterial do que outras pessoas.

A música pode ser suave ou agitada, pode nos fazer dançar ou nos trazer melancolia.

Em qualquer caso, a música afeta o corpo de formas diferentes, atuando sobre a pressão arterial, os batimentos cardíacos, a respiração e até mesmo a temperatura do corpo.

Isto vale para qualquer um.

Mas o que se descobriu agora é que a música provoca reações físicas especialmente fortes nas mulheres grávidas.

Música baixa pressão

Durante uma série de experimentos, as mulheres grávidas avaliaram as músicas como agradáveis ou desagradáveis de forma mais intensa, o que foi confirmado fisiologicamente verificando-se maiores alterações na pressão arterial das grávidas do que nas não-grávidas.

O Dr. Tom Fritz e seus colegas do Instituto Max Planck para Cognição Humana e Ciências do Cérebro (Alemanha), responsáveis pelo estudo, levantam a possibilidade de que essa influência especialmente forte da música sobre as mulheres grávidas pode estar relacionada com um condicionamento pré-natal do próprio bebê.

A música afetou de modo particularmente forte a pressão arterial das mulheres grávidas.

Músicas mais suaves produziram uma queda particularmente acentuada da pressão arterial, enquanto músicas agitadas elevaram a pressão arterial em apenas 10 segundos, mas caindo após 30 segundos.

“Assim, a música desagradável não causa um aumento geral da pressão arterial, ao contrário de alguns outros fatores de estresse,” diz o Dr. Fritz. “Em vez disso, a resposta do corpo é tão dinâmica quanto a própria música.”

Música para o bebê

De acordo com os resultados, a música é um estímulo muito especial para as mulheres grávidas, ao qual elas reagem fortemente.

Mas exatamente por que a música tem essa forte influência fisiológica durante a gravidez ainda permanece desconhecido.

Os pesquisadores suspeitam que os fetos respondam à percepção musical ainda no útero.

Na 28ª semana, ou seja, no início do terceiro trimestre da gravidez, a frequência cardíaca do feto já muda quando ele ouve uma música familiar. A partir de 35 semanas há até mesmo uma mudança em seus padrões de movimento sob influência da música.

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É possível curar câncer sem medicamentos? apenas diminuindo o estresse?

“Os níveis de estresse são uma das principais causas do corpo se tornar ácido, o que significa que o estresse é uma das principais causas de todas as doenças.”

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Para reduzir o estresse e o pH do corpo, ouça músicas contra o estresse.

Se pudesse recomendar apenas uma coisa para eliminar o estresse, seria escutar CDs de redução do estresse. Deve usar fones de ouvido ao utilizar esta música criada especialmente para estimular o cérebro, liberando hormônios com propriedades curativas e liberando o estresse que se encontra enclausurado no organismo.

Os níveis de pH no corpo podem ser radicalmente alterados numa questão de minutos com estes importantes instrumentos. O dr. Coldwell tratou mais de 35.000 pacientes de câncer em fase terminal e conseguiu a maior taxa de cura de câncer na Alemanha. Como ele curou tantas pessoas que tinham câncer? Apenas reduzindo o estresse, sem medicamentos e sem cirurgias.

(do livro “Curas naturais que eles não querem que você saiba, de Kevin Trudeau, pp.168-169)

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Poesia e música se equivalem para a mente

06.11.2013 ]

Poesia e música se equivalem para a menteUma nova tecnologia de imageamento cerebral está ajudando os pesquisadores a preencher a lacuna entre a arte e a ciência.

Os estudos sobre os efeitos da música sobre o cérebro já são bastante numerosos – já se sabe, por exemplo, que ouvir música faz o cérebro inteiro se iluminar.

Agora, para reforçar essa ponte entre ciências e arte, pesquisadores acabam de mapear as diferentes formas com que o cérebro responde à leitura de textos escritos em poesia e em prosa.

Rede de leitura

Os pesquisadores usaram a última palavra em tecnologia de ressonância magnética funcional (fMRI), que lhes permite visualizar quais partes do cérebro são ativadas para processar diferentes atividades.

A equipe identificou atividades no que eles chamaram de “rede de leitura” do cérebro, uma região que é ativada em resposta à leitura de qualquer material escrito.

Mas eles também descobriram que a escrita emocionalmente mais carregada desperta várias regiões do cérebro fora dessa rede, que normalmente são ativadas quando a pessoa ouve música.

Estas áreas, predominantemente no lado direito do cérebro, já foram previamente responsabilizadas pelos “arrepios na coluna” causados por uma reação emocional à música.

Sentido fisiológico da arte

Quando os voluntários leram uma de suas passagens favoritas de poesia, as áreas do cérebro associadas com a memória foram estimuladas mais fortemente do que a “rede de leitura”, indicando que a leitura de uma poesia de que se gosta é uma espécie de lembrança.

Em uma comparação específica entre poesia e prosa, a equipe encontrou evidências de que a poesia ativa áreas do cérebro – como o córtex cingulado posterior e lobos temporais mediais – associadas com a introspecção.

“Algumas pessoas dizem que é impossível conciliar ciência e arte, mas as novas tecnologias de imagens do cérebro estão nos dando um crescente corpo de evidências sobre como o cérebro responde à experiência da arte,” disse o professor Adam Zeman, da Universidade de Exeter (Inglaterra).

“Este foi um estudo preliminar, mas é parte de um trabalho que está nos ajudando a ter um sentido psicológico, biológico e anatômico da arte,” concluiu o pesquisador, cujo trabalho foi publicado no Journal of Consciousness Studies.

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Sons precisos durante o sono melhoram a memória

15.04.2013 ]

Musicoterapia-250Oscilações lentas na atividade cerebral, que ocorrem durante o chamado sono de ondas lentas, parecem ser essenciais para a retenção das nossas memórias.

Estudos já indicaram que o cérebro é capaz de aprender durante o sono e que podemos “acordar” nossas memórias enquanto dormimos, o que talvez explique porque ficar sem dormir para estudar não dá bons resultados.

Agora, pesquisadores descobriram que, quando estamos dormindo, ouvir uma “música” cujos sons são sincronizados com o ritmo das oscilações cerebrais lentas aumenta essas oscilações, reforçando a memória.

Isso mostra que pode haver uma maneira fácil e não-invasiva para influenciar a atividade do cérebro humano para melhorar o sono e a memória.

“A beleza está na simplicidade de aplicar a estimulação auditiva em baixa intensidade – uma abordagem que é prática e ética, se comparada, por exemplo, com a estimulação elétrica – e, portanto, cria uma ferramenta simples para ambientes clínicos para melhorar o sono,” disse o Dr. Jan Born, da Universidade de Tübingen (Alemanha).

Os pesquisadores conduziram os testes em 11 indivíduos em noites diferentes, durante as quais eles foram expostos a estímulos sonoros precisos ou a estímulos “falsos”, sem conexão com o ritmo das ondas neurais.

Quando os voluntários foram expostos aos sons que estavam em sincronia com o ritmo das oscilações lentas do cérebro, eles conseguiram se lembrar mais de associações de palavras que tinham aprendido na noite anterior. A estimulação fora de fase com o ritmo do cérebro não produziu melhorias na memória.

Os pesquisadores acreditam que essa abordagem também possa ser usada para melhorar o sono, e não apenas a memória.

“Além disso, ela poderá ser usada até mesmo para otimizar outros ritmos cerebrais, com óbvia significância funcional – como ritmos que ocorrem durante a vigília e estão envolvidos na regulação da atenção,” disse o Dr. Born.

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br

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Músicas inspiradoras melhoram capacidade mental

21.03.2013 ]

Cerebral e emocional

cerebro-brilhanteMúsicas inspiradoras, como as Quatro Estações, de Vivaldi, induzem um estado do alerta mental mais aprimorado.

No caso das Quatro Estações, particularmente o primeiro movimento, capaz de gerar enlevo e “elevação”, resultou em uma melhoria tanto do estado de atenção quanto da memória.

O aspecto mais importante dos dados neurológicos coletados dos voluntários foi que a música deu origem a um aprimoramento de um aspecto cerebral relacionado com a capacidade de resposta emocional.

“O movimento da Primavera reforça a atividade global no interior do cérebro, mas teve um efeito exagerado sobre a área do cérebro que é importante para o processamento emocional. Parece que ele gera imagens especiais no cérebro e evoca sentimentos positivos e de satisfação que se traduziram em níveis mais elevados de funcionamento cognitivo,” diz o Dr. Leigh Riby, da Universidade Northumbria (Reino Unido).

O estilo da música parece ser crucial para o resultado: quando ouviam a Primavera, a média do tempo de resposta dos voluntários às tarefas foi de 393 milissegundos, número que passou para 413 milissegundos quando ouviam o mais melancólico Outono.

“Nosso estudo mostra que há um efeito indireto da música sobre a cognição que é criado por meio do humor, do alerta e da emoção,” diz o pesquisador.

“Este experimento mostra que a capacidade cognitiva melhora quando são introduzidos estímulos agradáveis e estimulantes,” disse ele.

As conclusões não parecem tão surpreendentes quando se leva em conta as descobertas mais recentes de que o próprio cérebro usa uma espécie de música para processar os sinais neurais, e que a música é capaz até mesmo de sincronizar os cérebros de duas pessoas.

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br

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A música pode, sim, aumentar a produtividade no trabalho!

18.08.2012 ]

Os fones de ouvido às vezes são ótimos aliados em um escritório. Seja para escapar de um ambiente que é muito barulhento – ou muito quieto – ou para fazer um trabalho repetitivo se tornar um pouco mais agradável. Muitas pessoas também costumam utilizar a música para ajudar com a criatividade ou para não perder o foco com distrações do ambiente ao seu redor.

Biologicamente falando, a melodia ajuda na liberação da dopamina – um dos responsáveis pela sensação de prazer e de motivação – em nosso cérebro. Ou seja, a música pode ter um efeito muito semelhante a comer um chocolate, sentir um aroma agradável ou ver uma bela imagem.

Em entrevista ao The New York Times o Dr. Amit Sood , médico da Mayo Clínic, disse que “a mente das pessoas tende a vagar”, e nós sabemos que mente vazia muitas vezes é sinônimo de infelicidade. “A maior parte do tempo estamos focando as imperfeições da vida. A música pode nos trazer de volta ao momento presente”, completa o Dr. Sood.

Já a Dra. Teresa Lesiuk é professora assistente no programa de terapia musical na Universidade de Miami e trabalha em uma pesquisa que visa mostrar como a música afeta o desempenho no trabalho. Em um estudo envolvendo especialistas de TI, ela descobriu que aqueles que ouviam música concluíam suas tarefas mais rapidamente, além de terem ideias melhores do que aqueles que não tinham esse hábito. E é claro que a música ainda melhora o humor do trabalhador.

“Quando você está estressado pode tomar uma decisão precipitada, você tem um foco muito estreito”, disse ela. “Quando você está em um estado de espírito positivo, você é capaz de pensar em mais opções”. Durante seu estudo, a Dra. Lesiuk também descobriu que pessoas mais velhas tendem a ouvir menos música no trabalho.

E para você, qual a trilha sonora perfeita para embalar suas horas de trabalho?

Fonte: http://canaltech.com.br

 

Música de Mozart ajuda a curar doenças graves

19.03.2008 ]

Especialistas do Instituto de Neurologia de Londres afirmam que a música de Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) pode funcionar melhor que remédios tradicionais no tratamento de diversos males, até mesmo de doenças complexas como a epilepsia.

Segundo artigo publicado nesta quarta-feira (19) no jornal inglês “Independent”, os pesquisadores suspeitaram das qualidades terapêuticas da obra do compositor austríaco quando trataram um paciente de 46 anos que sofria de graves ataques epilépticos e não havia reagido bem a sete tipos de terapias (à base de remédios avançados), e nem mesmo a uma intervenção cirúrgica no cérebro.

Após uma acentuada e inexplicável melhora, os médicos descobriram que o paciente havia começado a escutar a música de Mozart durante cerca de 45 minutos por dia e que seu bem-estar vinha deste novo hábito.

A Universidade de Illinois (Estados Unidos) também relatou, após o caso do paciente inglês, uma situação parecida envolvendo uma criança portadora da síndrome de Lennox-Gastaut (variante rara da epilepsia).

Inteligência

Seguindo os indícios, os médicos descobriram que “doses” de Mozart aumentariam a capacidade matemática e visual, reduziriam o estresse e dores de artrite, além de produzir efeitos positivos no coração e em fetos, no caso de gravidez (estimulando o cérebro do bebê).

Em testes com ratos e carpas, verificou-se melhora no senso de orientação e humor (especialmente com as notas de “Eine Kleine Nachtmusik”).

A causa dos efeitos ainda não é tão clara, mas muitos especialistas afirmam que a zona do cérebro que recebe e processa a música é a mesma da percepção espacial, por exemplo. Os estímulos provocados pela complexa e refinada música de Mozart, sobretudo a sonata K448, teriam, portanto, um impacto benéfico na massa cinzenta, organizando e estimulando células nervosas precárias, em um processo comparável a impulsos elétricas.

Em testes com voluntários humanos, verificou-se que, ao escutar a sonata K448 para dois pianos, o quociente de inteligência do grupo cresceu entre oito e nove pontos. Sobre a exclusividade da música de Mozart, e não de outros compositores, os médicos arriscam que as composições do austríaco trazem uma peculiar técnica de construção musical, baseada em temas circulares com intervalos fixos e variações moduladas do motivo principal.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u383766.shtml

 

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