Significado psicológico dos alimentos

Para compreender melhor o significado psicológico dos alimentos, se faz necessário explicar que toda criação da Natureza – aqui compreendidos os reinos animal, vegetal e mineral, inclusive os sistemas planetários – tem personalidade própria. Personalidade é a força motriz que determina a qualidade interna e a exterioriza através de formas e comportamentos. Na verdade, a personalidade é a máscara com a qual nos apresentamos, desenvolvida durante os primeiros anos de nossa vida, segundo os mecanismos de defesa inconscientes. E assim se faz necessário para que possamos exteriorizar os desejos de nossa alma para a sociedade quando adultos. Sabemos, com isso, que a nossa personalidade pode ser lapidada pela nossa consciência, a partir do momento em que passarmos a compreender que essa máscara pode ser redesenhada pelo autoconhecimento e pela força de vontade em querer transformar-se.

Os seres humanos conseguem viver em grupos graças à sua identificação com outros seres semelhantes, seja pelo comportamento, seja pelo habitat em que vivem. Da mesma forma como nos sentimos atraídos por pessoas que pensam como nós, assim também acontece com relação a determinados alimentos que possuem personalidade semelhante à nossa.

Para sabermos mais sobre nós mesmos, basta observar o que comemos com mais freqüência e analisar as características desse alimento, comparando-o com nossa personalidade ou com o nosso estado emocional atual: somos o que comemos e comemos o que somos.

Paulo de Tarso, especialista e auto-intitulado “ajudador” em Nutrição Avançada, garante:

Através das preferências alimentares de uma pessoa, podemos traçar o seu perfil psiconutricional e assim restabelecer a saúde e a emoção, aplicando orientações alimentares e chás de equilíbrio emocional, dentro dos hábitos alimentares, orçamento doméstico e gustatividade terapêutica.

Por aí podemos afirmar que, ao compreendermos que estamos sendo arrastados para o consumo de determinados alimentos, em função de nosso estado emocional, temos condições de interferir, através do livre-arbítrio, modificando essa preferência psicológica, optando por alimentos que elevem a nossa alma, auxiliando-nos no aperfeiçoamento de caráter. Querido leitor, conheça-se melhor através dos exemplos dos significados psicológicos dos alimentos indicados a seguir e seja determinado em fazer mudanças em sua conduta para ser feliz. Mesmo que você não tenha condições de seguir certas dietas que resultariam em sua transformação, você pode mudar seus pensamentos, suas palavras e seu comportamento. É só querer, e tudo o que se aproximar de você lhe será benéfico, tanto no que diz respeito aos alimentos, quanto no relacionamento pessoal ou situações. Acredite!

Os exemplos a seguir transcritos foram gentilmente cedidos para esta obra por Paulo de Tarso, por quem tenho um carinho todo especial e respeito pelo seu trabalho de recuperação de enfermos. Com seu maravilhoso método de nutrição avançada, ele analisa o paciente pelo que ele come e, baseado em observações, ensina-lhe uma nova conduta alimentar. Com esse procedimento já restituiu a saúde física ou o reequilíbrio emocional de muitos os que o procuraram. O leitor que quiser aprofundar-se nesse campo encontrará, ao final deste livro, o endereço desse profissional com o qual poderá fazer contato. Veja, agora, o significado psicológico dos alimentos, segundo Paulo de Tarso.

Carne suína

Basta “ler” o animal: o suíno come qualquer matéria, sem critério quantitativo ou qualitativo. Alguns humanos buscam satisfazer todos os prazeres ao mesmo tempo, sem qualquer critério, o que os predispõem à uma arteriosclerose, ao alto colesterol e, principalmente, à não saciedade alimentar, ao desinteresse sexual e profissional.

Ainda sobre o suíno devemos observar que a concentração de gordura desse animal se assemelha às pessoas que desejam concentrar riquezas e atenção, porém não se permitem ingerir somente o necessário ao seu organismo, desequilibrando-se energeticamente por estarem consumindo além do necessário.

Carne bovina

A vaca come raízes e alimenta os humanos. Assim, pessoas que precisam se doar e receber necessitam de alimentos lácteos. Todo sentido humano passa por suas preferências alimentares. Quando uma pessoa consome em demasia a carne vermelha está revelando a necessidade de fixar-se em suas atividades, assim como indica insegurança em buscar novos horizontes. São pessoas regradas, temerosas e impacientes para com os “diferentes”.

Chocolate

Quando se deseja muito, basta observar que assim como o chocolate, que tem o mesmo sabor do início ao fim, está protegido por um invólucro, que tem como componente especial o leite, doado pela mãe vaca que nada pede em troca. São pessoas que não estão carentes, mas insatisfeitas com seus atuais prazeres e buscam o prazer contínuo sem mudanças ou interrupções, principalmente não existindo a necessidade de retribuir.

Laranja

Fruto uno de casca, suspenso e de fonte oxigenadora. Assim, quando uma pessoa busca ter fôlego para suportar pressão emocional, desejando estabilidade material e psicológica, agrada-se muitíssimo deste fruto íntegro, porém não tem paciência com semelhantes que oscilem muito em seu comportamento: um dia triste, outro “mais ou menos”, ou muito feliz e amanhã “quem sabe?”

Massas

Pessoas que agem sempre da mesma forma e atingem sempre os mesmos resultados não arriscam o novo mesmo que seja prazeroso, evitam a mudança enquanto não estiverem seguras que não terão de correr riscos ou que não serão questionadas. A massa tem formas distintas, porém sempre com o mesmo paladar, a despeito de estar recobertas com molhos ou roupagens diferentes: tudo será igual do início ao fim. Pessoas previsíveis, com atitudes indutíveis, têm muito prazer em comer massas.

Mel

Sendo um forte bactericida, também tem alto poder cicatrizante e os antecessores de Hipócrates usavam-no em suturas pós-cirurgicas como cicatrizador sem deformidades. Também o mel tem o poder de renovador celular e vaso dilatador quando usado através de unção sobre o peito, na região cardíaca, para que as coronárias tenham maior elasticidade, permitindo o fluxo de plasma necessário. Há que se considerar que pessoas “amargas” e muito sensíveis necessitam da docilidade energética do mel para que os sentimentos tornem-se docilizados, principalmente quanto à vida amarga, à insatisfação e à falta de vontade.

Caldo de feijão, Pão de centeio e queijo branco

Para atenuar situações de sofrimento, use este calmante natural de fácil acesso: caldo de feijão, pão de centeio e queijo branco, em uma posologia semanal alternada, conforme o biotipo do beneficiado.

O feijão significa o desejo forte de estar presente à vida, porém sem se expor ao outro. O pão, a vontade de compartilhar e fazer parte das “formas sentimentos” sem ter de “fazer parecer”, para poder ser aceito. O queijo branco, por sua vez, representa o sentimento de doação sem esperar frutos, pois a “mãe vaca” doa o leite sem pedir nada em troca.

Esse método de nutrição avançada, transcrito linhas atrás, deve ser interpretado como mais um auxílio para a nossa evolução e não como “milagre”, pois quem cura o corpo é a mente que deseja se curar.

Utilize todas as formas de ajuda para a sua recuperação com amor e gratidão. Lembre-se que somos parte de um Universo perfeito e por essa razão devemos nos esforçar para buscar esse Universo em nosso âmago melhorando nossas atitudes diante de outras pessoas, familiares e quando nos depararmos com situações desagradáveis. Aprenda a soltar os acontecimentos e os rancores. Deixe a compaixão fazer parte de todos os seus passos e sinta sua alma descarregada, aliviada e plena de amor. Quando você, leitor, conseguir olhar as pessoas e percebê-las, também, buscando sua própria felicidade, ainda que seja através de atos desajustados e incompreensíveis, então você estará curado de todo o mal da terra e a verdadeira jornada de sua vida se apresentará clara aos seus olhos.

Reaja! Não se deixe impressionar pela aparência dos problemas e entenda que eles são, apenas, sombras de seus pensamentos. Pense alegre e passivo e perdoe os atos e palavras, seja de quem for, pois muitas vezes nós também magoamos alguém e nem sempre ficamos sabendo o que fizemos ou falamos, mesmo porque, no nível em que nos encontramos nesta terra, torna-se inútil alguém apontar nossos deslizes, pois ainda estamos cegos para o autoconhecimento profundo. Tudo o que podemos fazer é aceitar, docilmente, que ainda temos muito a aprender sobre a vida e sobre nossa própria alma que carrega a eternidade e o próprio poder cósmico. Ame, apenas ame e não se preocupe com o tempo!

Deixe sua criança interna brincar com a vida, deixe-a sorrir mais. “Se não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus” (Jesus Cristo). Perdoe sempre! Perdoar é olhar o outro com igualdade perante o grande barco que Deus construiu para nos hospedar neste Universo incompreensivelmente infinito.

fonte: Linguagem do Corpo 2 – Beleza e Saude, capítulo 30, Cristina Cairo.

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