Modulações de campo energético biológico

O corpo humano produz uma forma de energia que é fator preponderante para o desenvolvimento de câncer

Por Geraldo Medeiros Jr.

Resumo:

Estados incomuns na saúde humana freqüentemente são diagnosticados como distúrbios genéticos ou bioquímicos, conduzindo o indivíduo a diversos tipos de patologia.

No entanto, tem-se descoberto fatores bioenergéticos que estão intimamente ligados à patogenia em si, e que antecedem as alterações genéticas e bioquímicas. Tais alterações bioenergéticas recebem a denominação de Bioenergopatia (disfunção da energia que promove a vida no ser humano).

O presente trabalho tem quatro objetivos principais:

1) Apresentar evidências importantes sobre a existência de uma forma de energia no complexo orgânico, atualmente denominada psicobioenergia, e que antecede as manifestações bioelétricas, biomagnéticas e bioquímicas.
2) Apresentar formas subjetivas e objetivas (instrumentalizadas) de mensuração da psicobioenergia – vetores de observação.
3) Evidenciar que a psicobioenergia antecede à energia bioelétrica.
4) Incluir evidências de que a psicobioenergia, quando potencializada, altera processos de reações bioquímicas.

A estabilização de tal energia, quando detectada, quantificada e interpretada adequadamente, pode prevenir não só a formação de células cancerosas, como também diversas outras patogenias.

Histórico

Ao longo da história da humanidade, várias culturas tentaram descobrir e conceituar a provável existência de uma forma de energia existente no organismo humano que o possibilitava de se expressar.

Tal qual o corpo humano permaneceu intocável por centenas de anos devido à interferência da crença religiosa e filosófica, impossibilitando assim a medicina de descobrir detalhes anatômicos e fisiológicos, o estudo sistematizado da energia que promove movimento ao corpo humano também sofreu deste eclipsamento intelectual, impossibilitando a metodização observacional específico sobre o complexo bioenergético humano.

Houve tentativas ao longo da história de possíveis explicações sobre a existência de uma forma de energia no corpo humano, diferente da energia bioelétrica. A primeira tentativa surgiu de um grande filósofo, pesquisador e conselheiro estadista russo na época do Império de Alexandro III, Dr. Alexander Aksakof (nascido em S. Petersburgo em 1838 e falecido em 1903) que pesquisou nacional e internacionalmente sobre o que denominou energia anímica. Porém, suas obras ficaram esquecidas e sem conclusões mais profundas a respeito de suas descobertas.

Atualmente a psicobioenergia já pode ser verificada através de vetores biológicos e bioelétricos para ser possível a observação. Trata-se de um estudo amplo e profundo cuja ciência responsável pela averiguação e metodização observacional é a recentemente fundada no Brasil, a Bioenergologia (do grego: bio = vida, en-ergo = energia, logos = estudo).

Sobre a Psicobioenergia

Trata-se de uma forma de energia, diferente da bioeletricidade e do biomagnetismo, que irradia do interior das células, porém com mais intensidade das células eucariotas, a partir da cromatina, gerando um campo denominado psicobiocampo.

A psicobioenergia normalmente irradia de todo o corpo de maneira isotrópica, gerando ao redor do mesmo o psicobiocampo, numa extensão que varia de pessoa para pessoa, chegando a atingir uma emanação de 5 a 40 centímetros a partir da superfície da pele.

Pode ser observada por aparelhos especialmente projetados e por aparelhos de medição elétrica cuja verificação é interpretada através de variações elétricas, na ordem de mili a microvoltagem.

Sobre a terminologia

Psicobioenergia (do grego psi = sopro de vida, bio = vida, en-ergo = energia, movimento). O termo é bastante apropriado visto ser possível verificar que o corpo humano passa a irradiar esta energia de maneira mais ou menos intensa dependendo das alterações emocionais do indivíduo. As variações do potencial psicobioenergético podem ser observadas através da mensuração do psicobiocampo.

Como a psicobioenergia é formada

A psicobioenergia é formada a partir da respiração descompassada. Pela compressão de membranas ricas em sais iônicos, como o potássio. O diafragma é uma destas membranas que, ao se contrair, gera uma reação semelhante a um cristal piezoelétrico produzindo ionização e deflagrando o surgimento, em segunda estância do campo neutrínico. A produção de campo neutrínico é proporcional à compressão diafragmática. Porém, a potencialização da atividade ionizante do diafragma promove um comportamento inesperado na expressão bioelétrica.

Conforme observado experimentalmente, a psicobioenergia intensificada, acarreta na expansão do psicobiocampo, causando uma depressão na carga bioelétrica, de maneira análoga a atuação dos raios ultravioletas incidentes sobre o campo eletromagnético (efeito fotoelétrico observado por Hallwachs – 1888). Isto ocorre devido ao deslocamento extremamente rápido dos elétrons em relação ao núcleo atômico, promovendo a formação de pulsos de raios x e o subtipo raios gamma.

Um indivíduo alterado emocionalmente, produz um comportamento respiratório que promove incursões respiratórias rápidas e superficiais. Isto aciona o mecanismo de potencialização psicobioenergética, expansão de psicobiocampo, diminuição do potencial bioeletromagnético e produção do campo neutrínico momento em que ocorre a ligação forte com os receptores nervosos.

Características do psicobiocampo

O psicobiocampo pode ser mapeado conforme diagrama abaixo:

Um psicobiocampo é crítico ou ao menos passível de cuidados quando apresenta expansões intensas e crônicas em determinadas áreas (momento angular positivo – MAP) ou retrações acentuadas (momento angular negativo – MAN). Todos nós estamos alterando nossas respirações e promovendo pulsos de psicobioenergia. A expansão é retornada aos níveis normais de irradiação num período que varia entre 1 a 5 minutos. Porém, quando a expansão se cronifica por muito tempo, isto pode ser considerado um risco para o parâmetro metabólico celular.

Momento Angular Positivo – MAP

A psicobioenergia promove alterações em seu fluxo a partir do momento em que é potencializada de maneira intensa. O campo normalmente possui uma isometria global. As expansões cronificadas (alta potência psicobioenergética por tempo prolongado) produzem distorções em partes do corpo com maior suscetibilidade de desintegração iônica, comprometendo a higidez do organismo. O primeiro alerta desta descompensação é caracterizado com uma expansão local ou isotópica, gerando o que é denominado bioenergologicamente de Momento Angular Positivo – MAP.

Estes setores geralmente apresentam baixo potencial elétrico. As células sofrem uma espécie de interferência eletrônica, causando anomalias metabólicas. Geralmente, nestes casos, o sistema genético celular aciona o gene FAS para que a apoptose ocorra. Porém, algumas vezes este mecanismo não é acionado devido a interferência causada. Surge a célula cancerosa. No entanto, na fase MAP, o organismo poderá ainda não ter repercutido com a disfunção psicobioenergética, o que poderá facilitar o processo de sublimação através do procedimento de equalização psicobioenergética. O processo de somatização a partir da detecção de um MAP pode levar vários dias. O tempo dependerá da angulação do MAP. Quanto mais agudo, mais propenso para a retração MAN, indicador do processo de somatização em progresso.

Sintomatologia primária decorrente de um MAP (potencialização da psicobioenergia com decorrente expansão de psicobiocampo):

1) Alteração térmica variando entre 37o C a 38,5o C;
2) Escotomias;
3) Náuseas;
4) Turvamente da visão;
5) Cefaléia;
6) Aceleração de batimento cardíaco
7) Sede compulsiva;
8) Baixa do tônus muscular;
9) Insônia ou sono excessivo;
10) Dificuldades de memorização e relação cognitiva com o ambiente;
11) Lapsos mnemônicos

Momento Angular Negativo – MAN

A retração do psicobiocampo é um indicador de interrupção do fluxo bioenergético (deserto energético). Isto promove interferência atípica, promovendo uma distribuição anisotrópica da psicobioenergia. A falta desta energia em determinados locais do corpo, geralmente caracterizado por um “deserto energético” e elevada carga bioelétrica local, promovendo a falta de identificação dos parâmetros energéticos com as células. Este sistema somático reage sem a orientação básica do modelo estrutural psicobioenergético. Isto produz células mutantes ou uma “entidade nosológica”.

Isto faz se sentir de maneira sintomatológica e crescente.

O processo de produção de células mutantes pode ser prevista através de uma sintomatologia secundária de ordem bioquímica importante.

Sintomatologia secundária de ordem bioquímica (baixa potência de psicobioenergia com decorrente retração do psicobiocampo – MAN)

1) Elevação de glicose no sangue;
2) Aumento de PH sanguíneo;
3) Aumento de Ferro sanguíneo;
4) Deficiência no transporte de oxigênio pelos eritrócitos.

Se por um lado a psicobioenergia, que naturalmente irradia do corpo, envolvendo-o e incorporando -o, possibilitando sua vivificação, ao se desregular poderá causar processos anômalos durante a leitura de replicação genética, anomalias proteômicas.

Água, metal e carbono

São substâncias que veiculam a psicobioenergia de maneira bastante peculiar. A água, bem como o carbono a atraem. Já o metal o acelera. A combinação destas substâncias compõe um sistema integrado. O corpo humano, com sua constituição metálica, como o cromo (Cr) , molibdênio (Mo), vanádio (Va) e principalmente o Cálcio (Ca), promove a formação de circuitos organometálicos que aceleram cationicamente os íons que veiculam a psicobioenergia, tanto dentro quanto fora do complexo orgânico.

Métodos de observação da psicobioenergia

Um dos métodos mais objetivos e diretos para a observação da psicobioenergia é a recentemente criada Bioenergografia, ou assim conhecido Exame BEG. Este exame permite a verificação das modulações bioenergéticas através de uma fotografia, a qual leva 24 horas para ser realizada visto o filme fotográfico necessitar ficar numa câmara fechada com uma amostra ou de cabelo ou unha do paciente, por cerca de 24 horas de exposição. Após este período o filme é revelado e então é possível verificar o porcentual cromático da foto. A psicobioenergia possui uma gradação cromática que varia do amarelo, laranja e violeta. Qualquer pessoa possui um traço de psicobioenergia porém numa carga normal nunca excedendo de 5% a 30%. Indivíduos normais apresentam maior quantidade de cor azul. Este método não utiliza qualquer energia secundária como eletricidade ou magnetismo para sensibilizar a película. Trata-se da sensibilização através da radiação natural do cabelo.

Segue abaixo algumas amostras de exames BEG

NORMAL
Azul = 60% a 100%
Verde = 30% a 50%
Amarelo = 05 a 30%
Laranja = 02%
Violeta = 02%

Outra forma de se verificar a presença de modulação intensificada de psicobioenergia é através de instrumentos de medição elétrica. Segue abaixo exemplo comparativo entre um indivíduo normal e um indivíduo expandido:

Outra maneira adicional e importante para se verificar as alterações no processo bioenergético no organismo é através do exame Hemoenergografia (exame HEG) baseado na microscopia de campo escuro.

Podemos notar a diferença entre um indivíduo normal e um indivíduo com baixa carga de psicobioenergia o que promove uma exacerbação do potencial bioelétrico, como segue:

Conclusão

A psicobioenergia é uma forma de energia que vivifica o organismo. Pode ser potencializada através da respiração devido à compressão de membranas iônicas como o diafragma. Influencia o complexo celular. Existe no organismo e é veiculada de acordo com o sistema a base de água, carbono e metal existentes no complexo orgânico. É diferente da eletricidade, de acordo com as seguintes evidências: a) ao ser expandida, o potencial bioelétrico decai rapidamente; b) enquanto a carga de eletricidade promove movimentos quadráticos e espasmódicos na musculatura, a psicobioenergia promove movimentos orbitais; c) a ausência de psicobioenergia eleva o índice de eletricidade no corpo devido às reações bioquímicas combinadas com a carga elétrica existente no ar.A modulação intensa promove disfunções de ordem proteômica, ocasionando problemas na replicação do DNA. Ao contrário disso, a baixa carga desta energia pode elevar sobremaneira os índices bioelétricos, ocasionando disfunções citometabólicas. Estas disfunções são denominadas Bioenergopatia. Através da regulação bioenergética é possível regularizar a potência bioenergética em índices normais e saudáveis ao organismo.

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