Mecânico faz motocicleta funcionar com água no lugar de gasolina

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Joseph Vaesken é um mecânico paraguaio, que produziu um dispositivo que permite que as motocicletas funcionem utilizando água como combustível. Ele não deseja receber dinheiro pela invenção, só quer ser admitido na faculdade de Química.

O jovem, nativo de Guaira, entrou em contato com a Universidade Nacional de Assunção (UNA), a fim de levar a Direção Geral de Investigação Científica planos e instruções para construir uma célula para geração de hidrogênio e oxigênio para motocicletas. Os responsáveis, pegos de surpresa, receberam a proposta para análise.

Os documentos entregues à UNA são uma ilustração gráfica do gerador, e fotocópias de cerca de três folhas de caderno, de papel quadriculado, em que ele marcou em instruções manuais para a fabricação do dispositivo e método para fixação na motocicleta.

O funcionamento do gerador se baseia no processo de electrólise. Uma vez que o mecanismo está instalado, algumas alterações devem ser feitas, como o aumento da tensão da motocicleta e ajustar o ponto de ignição do motor.

Funcionamento: hidrogênio e oxigênio

A base de funcionamento do gerador criado por Vaesken é a electrólise, processo no qual uma corrente eléctrica separa o hidrogênio e oxigênio que compõem a água. O oxigênio atua como comburente, e o hidrogênio faz o papel de combustível, produzindo juntos a combustão que põe o veículo em movimento.

Uma vantagem no aspecto das emissões de gases, é que o que emite um motor que funciona por este método é simples vapor, em vez de monóxido de carbono.

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Segundo estima Vaesken, a modificação de uma moto para que funcione com água em vez de gasolina não deve custar mais do que 600 mil Guarani.

De acordo com José Vallinotti, o advogado que apoia Vaesken no caso, esta é uma ideia que tem surgido em várias partes do mundo, mas por alguma razão nunca pode ser patenteada, pois a cada tentativa surge um empecilho que impede o processo.

O próprio Vaesken testou o desempenho de sua moto movida a água com uma viagem de 250 km e outra de 200 km, consumindo cerca de 8 litros de água.

Como contribuição para o meio ambiente, se produz menos dano a camada de ozônio uma vez que o motor emite apenas vapor de água.

Vaesken apresentou os documentos de sua invenção como uma doação e deixou bem claro que não deseja receber dinheiro em troca de seu invento. Tudo o que ele deseja é ingressar na universidade para estudar ciências químicas.

http://www.labioguia.com

Veja o vídeo:

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