Ambulatório do Boldrini usa terapia alternativa e reduz internações por dor

reiki boldrini

Setor de medicina integrativa, em Campinas, foi aberto em 2014 na unidade. Pacientes com doenças no sangue associam alívio aos métodos diferentes.

Um ambulatório especializado em dor e medicina integrativa reduziu em 25% a quantidade de pacientes internados no Centro Infantil Boldrini, em Campinas (SP), em virtude dos sintomas causados por doenças do sangue. O hospital filantrópico é referência mundial neste tratamento.

Com métodos alternativos associados ao atendimento convencional, o setor aberto em 2014 lida com o desafio de reduzir o sofrimento de crianças e adolescentes com anemia e leucemia falciforme, além de garantir mais qualidade de vida ao evitar que permaneçam hospitalizados.

Até o início deste mês, o Boldrini tratava 883 portadores de hemoglobinopatias. Além disso, anualmente a unidade médica recebe média de 50 novos casos de anemia falciforme – doença genética caracterizada por alterações nas hemácias, ou glóbulos vermelhos do sangue, responsáveis principalmente por transportar oxigênio dos pulmões até os tecidos do corpo.

“É uma experiência nova nessa minha prática aqui dentro do hospital, então realmente foi uma surpresa muito boa e que a gente espera conseguir mais resultados”, destaca a coordenadora do ambulatório, Andrea Ray.

A diretora do Boldrini, Silvia Brandalise, também se entusiasma.

“O que melhora o espírito, melhora o corpo. Eles se sentem mais confortáveis.”

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Diferenciais

No ambulatório, os pacientes recebem suporte para cuidar do corpo e mente.

“Tem a prática do reiki, feita pelos voluntários de terapias complementares. É ensinado meditação, nossa sala cheira lavanda e usamos aromoterapia para relaxar, além de música”, explicou Andrea.

O reiki é usado como terapia alternativa no Japão há quase um século. Através da imposição das mãos, acredita-se que é possível canalizar e transmitir a energia para promover bem estar.

O estudante Maurício Lopes tem anemia falciforme, uma doença que interfere a passagem do sangue nos vasos. Quando o caminho é reduzido, a dor é inevitável. “Te incomoda a todo o momento, você não suporta, você quer fazer de tudo para que passe logo”, descreve o jovem.

Os tratamentos não curam a doença em si, porém, fazem bem para quem os recebe.

“Às vezes a dor incomoda muito, você toma um remédio e a dor não vai embora, só que com o reiki melhorou bastante”, explica o estudante Carlos Lessa Santana Júnior.

Os pacientes até se esquecem por algum tempo que estão no hospital. “Chega um momento que você perde as esperanças, mas essas coisas novas tem nos ajudado”, ressalta Lopes.

http://g1.globo.com

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