Confirmada conexão entre mês de nascimento e 55 doenças

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Doença e mês de nascimento

Cientistas encontraram uma relação consistente entre o mês de nascimento e o risco de doença de uma pessoa. Longe das previsões da astrologia, a análise mostrou que a influência parece estar ligada às condições climáticas e ambientais de cada estação do ano.

Vários estudos já haviam apontado indícios dessa ligação entre mês de nascimento e saúde – sabe-se, por exemplo, que o mês do nascimento afeta o temperamento das pessoas – mas sempre houve críticas sobre as dimensões da amostra, que deveria ser grande o suficiente para ser estatisticamente significativa.

Por isso, os pesquisadores da Universidade de Colúmbia (EUA) usaram um novo algoritmo para analisar as bases de dados médicos da cidade de Nova Iorque.

Eles descobriram que nada menos do que 55 doenças se correlacionam com a estação de nascimento.

A boa notícia é que é possível contrabalançar os efeitos negativos da data de nascimento com mudanças de hábitos, cujos efeitos são maiores.

Meses e estações

É importante observar que todos os resultados dizem respeito ao hemisfério Norte, cujas estações são invertidas em relação ao hemisfério Sul.

No geral, o estudo indica que as pessoas nascidas em maio (meio da primavera no hemisfério Norte) têm o menor risco de doenças, e os nascidos em outubro (meio do outono) o maior risco de doenças.

“Estes dados podem ajudar os cientistas a descobrir novos fatores de risco das doenças,” justifica o Dr. Nicholas Tatonetti, coordenador do trabalho.

A equipe planeja agora replicar a análise com dados de outros locais nos EUA e no exterior para ver como os resultados variam com a mudança das estações e com fatores ambientais nesses lugares.

55 doenças

A equipe comparou 1.688 doenças com as datas de nascimento e histórico médico de 1,7 milhão de pacientes atendidos no Hospital Presbiteriano de Nova Iorque entre 1985 e 2013.

A análise descartou mais de 1.600 associações, mas confirmou 39 ligações previamente relatadas na literatura médica. Também surgiram 16 novas associações, incluindo nove tipos de doença cardíaca, elevando para 55 o total de doenças para as quais há associações que não podem ser atribuídas ao acaso.

Pesquisas anteriores sobre doenças individuais, tais como asma e TDAH (hiperatividade), já haviam sugerido uma ligação com a estação de nascimento e incidência. Estas ligações foram confirmadas pelos novos dados.

Sem motivos para preocupação

O que mais chamou a atenção foi a conexão entre mês de nascimento e nove tipos de doenças cardíacas, uma das maiores causas de mortalidade nos países desenvolvidos.

As pessoas nascidas em março (fim do inverno) enfrentam o maior risco para a fibrilação atrial, insuficiência cardíaca congestiva e distúrbio da válvula mitral.

Mas parece não haver motivos para grandes preocupações, como alertam os próprios pesquisadores.

“É importante não ficar excessivamente nervoso sobre estes resultados, porque mesmo que tenhamos encontrado associações significativas, o risco global de doença não é tão grande,” observa o Dr. Tatonetti. “O risco relacionado ao mês de nascimento é relativamente menor quando comparado a variáveis mais importantes, como a dieta e os exercícios físicos.”

O estudo foi publicado no Journal of American Medical Informatics Association.

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Passear pela floresta pode reduzir o risco de câncer

12206_390719091009244_1505955207_nJá há muitos anos que a Agência Florestal do Japão aconselha à sociedade nipônica o “banho” florestal como prática de relaxamento.

O contato com a natureza reduz os níveis de adrenalina e cortisol no organismo, substâncias que se encontram aumentadas durante o stress e ansiedade. Mas esta prática também poderá reduzir o risco de câncer.

A prática do “Shinrinyoku” (passeio pela floresta) é aconselhada por muitos médicos japoneses como prevenção de problemas de saúde.

Recentemente, a sociedade Internacional da Natureza e Medicina Florestal (Infom), sediada no Japão, foi mais longe: dado que o estresse é um dos fatores que diminui a produção de “natural killer celles”, decidiram fazer a sua medição sanguínea ao fim de três dias ao passear num bosque.

As “natural killer cells” (células exterminadoras naturais) são um tipo de glóbulos brancos responsáveis, no nosso corpo, pelo combate às infecções virais e às células tumorais responsáveis pelos cânceres.

O estudo concluiu que ao fim de três dias a passear pela floresta as “células exterminadoras naturais” aumentavam no sangue dessas pessoas até 56%.

Os investigadores questionaram-se depois em saber se a produção dessas células poderia ser estimulada unicamente pelos aromas produzidos pela natureza, mesmo inalados fora dela.

Convidaram 12 pessoas a passarem três noites fechadas em quartos individuais, em que metade dos quartos foram permanentemente vaporizados com óleo de hinoki (uma espécie de cipreste).

No fim da estadia, os participantes dos quartos vaporizados apresentavam um aumento de 20% das “células exterminadoras naturais”, enquanto que os participantes dos quartos não-vaporizados tinham o valor das suas células inalterado.

Também os finlandeses estão a apostar nos efeitos da floresta para melhorar a saúde, projeto liderado pelo Finnish Forest Research Institute.

O ambiente florestal impulsiona as proteínas intracelulares anticancerígenas dos linfócitos e aumenta a atividade destas células durante um período de sete dias depois da realização da caminhada, por isso aconselha-se a realização de um passeio pela floresta uma vez por semana e nas cidades, caminhar sempre que possível perto de árvores.

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Teorias e Técnicas de Radiestesia – Como o pêndulo se move?

penduloMuitas teorias foram elaboradas para explicar os movimentos dos pêndulos e das varetas de prospecção. No passado muitos acreditavam que o fenômeno radiestésico ocorria sob a ação de forças sobrenaturais e, muitas vezes, a Igreja considerou a radiestesia uma heresia, pois o pêndulo e a vareta “eram movidos pelo demônio”. Em 1939, com uso da câmara fotográfica lenta, se demonstrou que o radiestesista cria inconscientemente o movimento pendular através de uma ação neuromuscular.

Na década de 60 os russos passaram a pesquisar cientificamente a radiestesia e a dominaram Método dos Efeitos Biofísicos ou simplesmente E B F. Inicialmente os cientistas russos utilizaram o E B F em pesquisas hidrominerais, mas hoje já pesquisam seu emprego na medicina, na criminalística e em outras áreas. Finalmente a radiestesia foi desmistificada!

Na França, também na década de 60, o físico Yves Rocard aplicou o método científico para estudar a radiestesia. Este brilhante radiestesista, professor da Faculdade de Ciências de Paris, é ex-diretor do laboratório de física da Escola Normal Superior. Rocard descobriu que o corpo humano possui sensores magnéticos que podem detectar variações de campos magnéticos da ordem de 5 gamma, o que equivale a 10.000 vezes menos que o potencial do campo terrestre (50.000 gamma = 0,5 Gauss). Em 1983 Rocard publicou o resultado de suas pesquisas no livro “Lê Pendule Explorateur”.

Agora sabe-se que a radiestesia funciona do seguinte modo: os sensores magnéticos registram as variações do geocampo e enviam um sinal ao cérebro e este, por uma ação reflexa neoromuscular, promove uma micro-concentração das miofibrilas dos dedos, movimentando o pêndulo.

Esta explicação não serve, entretanto para a telerradiestesia, pois o objeto a pesquisar e as alterações do campo magnético que ele possa determinar estão longe do alcance dos sensores do radiestesista.

Existem duas grandes tendências na prática radiestésica: a física e a mentalista.

Fonte: http://www.blog.mataverde.org

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A Radiestesia da Pré-História à Idade Média

42d30e_93ee1106b40f8015adecc1e506f7256c.jpg_256Pode-se dizer que a radiestesia é tão velha quanto o próprio homem. Em seu livro “Two Years in Peru” (Londres – 1873), Thomas J. Hutchinson cita documentos arqueológicos peruanos, datados de pelo menos 9.000 a.C., que mostram indícios do uso da radiestesia.
Em 1949 foram descobertos nas cavernas de Tassili, próximo ao Monte Atlas (Noroeste da África), quatro painéis pré-históricos. O teste do carbono 14 demonstrou que estas pinturas rupestres têm mais de 8.000 anos. Num dos painéis vê-se um feiticeiro, rodeado por seus companheiros, supostamente fazendo prospecção de água com uma vareta.

Um baixo relevo da época da dinastia Han, encontrado na província chinesa de Shandong, mostra o imperador King Yu com um instrumento semelhante a um diapasão. Yu, que nasceu em torno do ano de 2.205 a.C. e foi o fundador da dinastia Hsia, era tido como grande conhecedor das águas subterrâneas, cujos veios descobria facilmente para seu povo. A Bíblia faz numerosas alusões ao uso da vareta radiestésica, chamada pelos hebreus de “Vara de Jacó”. O mais famoso radiestesista bíblico foi Moisés, que no deserto de Sinai encontrou água em Horeb com seu cajado.

Anteriormente aos hebreus, os egípcios já se utilizavam da radiestesia, como atestam os pêndulos e varetas encontrados em sarcófagos do Vale dos Reis. Entre os romanos a vareta radiestésica, que eles chamavam de “vírgula divina” (vara divinatória), foi usada para descobrir águas subterrâneas para suas tropas na Gália e na Germânia. Supõe-se que as fontes termais romanas tenham sido descobertas por métodos radiestésicos.

No século 5 a.C. o historiador Heródoto escreveu sobre o uso da vara divinatória pelos citas. Este povo nômade iraniano errava pelas estepes da Transcaucásia (hoje Rússia Meridional) e, em suas prospecções de água, utilizava varas de salgueiro. O historiador latino Ammianius Marcellinus, autor de uma obra sobre a história de Roma, refere que as varas de salgueiro eram muito usadas pelos alanos, ilírios e hunos.

Na Idade Média a radiestesia foi bastante usada na prospecção de minérios. Em 1556 o médico alemão Georgius Agrícola (latinização de Georg Bauer – as palavras Bauer e agrícola significam camponês) publicou em latino o livro “De Re Metallica” (Dos Metais) sobre prospecção mineral. Neste livro Agrícola diz que os mineiros usavam varas de diferentes árvores para a busca de minérios: aveleira para a prata, freixo para o cobre, pinheiro negro para o chumbo e o estanho. Para o ouro e a prata muitos mineiros preferiam as varetas de ferro.

O uso da vareta na prospecção mineral e na busca de água foi condenado pela igreja e pela ciência durante muito tempo. Tal atitude foi devida à incompreensão do mecanismo intrínseco na radiestesia e ao fato de, na época, se atribuir aos rabdomantes a manipulação e envolvimento com forças sobrenaturais e espíritos diabólicos. Entretanto diversos padres se voltaram ao estudo da “vírgula divina”, entre eles citamos o jesuíta alemão Athanasius Kircher (1602-1680) Kircher criou sua própria vareta para prospecção mineral à qual denominou “virgula metalloscopica” (vareta detectora de metais). Este jesuíta com seu colega padre Bernard Caesius, era de opinião que a vara não podia se mover por si mesma e, portanto, o próprio operador é que de algum modo inconsciente a movimentava.

fonte: Curso Básico de Radiestesia – FDL

Fonte: http://www.blog.mataverde.org/archives/73

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O que é Radiestesia?

Introdução

MesarTudo no universo é uma fonte de energia que ressoa a uma certa freqüência ou em uma combinação de freqüências com outros elementos, ou, em múltiplas freqüências harmônicas. Nosso corpo é feito de um número incontável de átomos e moléculas representando vários elementos. Cada molécula elementar ou átomo ressoa em harmonia com outra quanto estamos em perfeito estado de saúde.

Nossos corpos na realidade também atuam como receptores biológicos, nós reagimos, talvez subconscientemente, a freqüências de energia que são irradiadas de outras fontes. Portanto, nossas emoções são formadas pelo modo como os neurônios ativam nosso cérebro que cria ou corrige o balanço químico que a partir daí governa nosso humor e nossas emoções. Isto é porque freqüentemente não temos consciência do que nos causou uma certa experiência de humor ou emoção.

A todo momento estamos exposto a ondas de rádios, TV e elas passam sobre nossos corpos, da mesma forma que somos afetados pela radiação do sol, da lua, da terra e como sabemos das outras pessoas.

Mesmo pensamentos criam energias que se irradiam através de nossos corpos. Os humores e atitudes de um grupo de pessoas pode afetar-nos se estivermos cientes deles e, formos suficientemente sensitivos.

Freqüentemente durante o dia, respondemos fisiologicamente, ou emocionalmente e intelectualmente de alguma forma às diferentes radiações que nos impactam vindas de várias fontes.

Radiestesia nada mais é do que uma ferramenta para ampliar estas reações sutis que experimentamos, através da qual nos é fornecido uma reação física que se usada corretamente pode ser benéfica, após identificada a fonte dessas radiações.
Na realidade, a radiestesia pode ser dividida em três aspectos:

 Reação física para freqüências e radiações universais de elementos ou combinações de elementos naturais ou artificiais que existem no nosso ambiente físico.
 Reação emocional dos pensamentos, condições e atitudes de outros individualmente ou coletivamente e, de nós próprios.
 E freqüentemente intuitivamente a eventos que estão fora de nossa percepção linear do tempo, consciência física ou realidade.

É nossa atitude e aproximação ao assunto que nos dirá definitivamente se seremos bem sucedidos ou não, e o quanto podemos desenvolver este precioso presente de que fomos abençoados. Devemos tornar-nos humildes e ter força de submetermos nossas percepções e atitudes para mudar, questionar mesmo nossas mais fortes crenças sobre um assunto específico e também ter vontade de corrigir nossas realidades.

Para alguns isto será somente um meio de trabalhar com reações ou manifestações físicas, tais como procurar água, minerais e outros assuntos relativos à substâncias do universo. Outros, entretanto, podem se sentir confortáveis em trabalhar em áreas relativas à saúde, emoção e espiritual e mesmo procurando pela probabilidade da ocorrência de alguns eventos.

fonte:José Roberto Ruiz

O que é Radiestesia?

A palavra Radiestesia é composta do latim Radius = Radiação e do grego Aisthesis = Sensibilidade. Radiestesia é, portanto, a ciência e a arte pela qual uma pessoa treinada se torna sensível a qualquer tipo de radiação ou freqüência vibratória. Como tudo o que existe é formado de átomos e como os átomos são compostos de ondas vibratórias, podemos concluir que o Radiestesista pode entrar em sintonia com qualquer coisa, através da radiação.

Radiônica já é a ciência e a arte pela qual uma pessoa treinada consegue modificar qualquer coisa através da emissão de energia. Para tanto, usam-se simples aparelhos, gráficos ou formas geométricas.

Há, pois, uma diferença fundamental entre Radiestesia e Radiônica. A Radiestesia é Captação. A Radiônica é Emissão. Pela Radiestesia podemos descobrir os Desequilíbrios Energéticos. Pela Radiônica podemos Equilibrar o que Estava Desequilibrado.

Como vimos, a Radiestesia é a ciência e a arte que nos põe em contato com todo e qualquer tipo de realidade através da sintonia com sua freqüência. A captação da freqüência é feita pela sensibilização do sistema neuromuscular do operador e amplificada pelos movimentos de simples instrumentos, por exemplo, um Pêndulo.

Claro que há pessoas que nascem mais sensíveis que outras, entretanto, com um pouco de sensibilidade e muita exercitação, qualquer pessoa poderá se sintonizar com as freqüências de qualquer objeto. E, quanto mais treinada, mais precisão terá no exercício da Radiestesia.

A Radiestesia, praticada há milênios pelos EGÍPCIOS e CHINESES, pode ser divida em RADIESTESIA MENTAL e RADIESTESIA FÍSICA.

A) RADIESTESIA MENTAL – Parte do princípio de que a MENTE é capaz de tudo e para tanto basta concentrar-se e entrar em sintonia com o que se quer testar. Isso supõe duas coisas:
1 – ORIENTAÇÃO MENTAL = Fazer uma pergunta clara e objetiva, cuja resposta seja sempre SIM ou NÃO.
2 – CONVENÇÃO MENTAL = É a maneira de interpretar os movimentos do pêndulo. Assim, giros positivos (sentido horário) querem dizer SIM, giros do pêndulo negativos (sentido anti-horário) querem dizer NÃO. Quando o pêndulo LIGA dois objetos, nomes ou fotos, quer dizer SINTONIA. Quando CORTA quer dizer FALTA DE SINTONIA .

B) RADIESTESIA FÍSICA – Dá mais importância às radiações e aos instrumentos do que à MENTE. A RADIESTESIA FÍSICA trabalha com a ENERGIA CÓSMICA.

fonte: Curso de Radiestesia e Radiônica – Prof. Hugo H. Antoniazzi

Fonte: http://www.blog.mataverde.org/archives/70

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Vampiros de Energia – Drenam o seu espírito e alma

Vampiros de energia drenam a energia positiva em muitos aspectos, tais como:

emotional-abuse Intrometem-se na em sua vida, ignorando fronteiras e privacidade.

 Vampiros de energia são freqüentemente chamados de “drama queens” porque eles podem transformar uma unha quebrada em uma tragédia shakespeariana.

 Queixam-se constantemente dos seus parceiros, trabalho, filho, má sorte, doenças. Vampiros de energia gostam de desabafar.

 Criticam tudo e todos, não são positivos.

 Não aceitam “não” como resposta, só consideram as suas necessidades.

 São inexoravelmente negativos. Sua energia negativa é implacável, drenam a sua energia positiva, encorajando-o a ser negativo também.

 Culpam os outros pelos seus problemas, não assumem responsabilidades.

Os Vampiros de Energia Precisam de sua Energia Positiva

Sabe-se que se passou um tempo com um vampiro de energia quando saimos de perto de alguem deprimidos, exaustos, ou tristes.

Há vampiros de energia de todas as formas e tamanhos: barulhentos e agressivos, de fala mansa e tímida, charmosos e sedutores, agressivos e arrogantes. Muitas vezes os vampiros de energia nem sequer percebem que estão a drenar a sua energia. Poderão ter sofrido algum trauma ou tido alguma crise, seja na infância ou na idade adulta, e estão a tentar compensar a falta de energia que tem.

Vampiros de energia não são deliberadamente maliciosos ao roubar a sua energia positiva, mas eles definitivamente não estão contribuindo para o seu bem.

Maneiras de se Proteger de Vampiros de Energia

 Limite a quantidade de tempo que gasta com os vampiros de energia. Quanto menos tempo estiver junto, menos energia positiva vai perder.

 Aprenda maneiras eficazes para acabar com as conversas. Por exemplo, “eu só tenho dez minutos para falar. ”

 Mantenha-se calmo e indiferente a eles. Não deixe que a sua energia negativa o(a) consuma.

 Abstenha-se de tentar resgatá-los ou corrigir-los dos problemas. – Limite o contato visual com eles.

 Evite estar em espaços estreitos (elevadores, carros, etc.). A energia negativa é contagiosa.

 Defina e guarde o seu espaço pessoal.

Texto de: Renata Porto

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Termografia desfaz mito da excitação feminina e cria Efeito Pinóquio

05.12.2012 ]

Efeito Pinóquio

Termografia desfaz mito da excitação feminina e cria Efeito PinóquioCientistas confirmaram aquilo que estão chamando de “Efeito Pinóquio”.

Embora seu nariz não cresça, ele fica mais quente quando você diz uma mentira.

A elevação de temperatura envolve a área ao redor do nariz e o músculo orbital, no canto interno do olho.

Por outro lado, quando fazemos um esforço mental considerável, a temperatura do nosso rosto cai.

Finalmente, quando temos um ataque de ansiedade, a temperatura da nossa face se eleva.

Termografia

Emilio Gómez Milán e Elvira Salazar López, da Universidade de Granada (Espanha), são pioneiros no campo da termografia.

A termografia é uma técnica que estuda a temperatura do corpo utilizando câmeras que captam a radiação infravermelha – o calor – através das chamadas câmeras de visão noturna.

O mecanismo envolve a ínsula, um componente do sistema de recompensa do cérebro que só é ativado quando experimentamos emoções reais (chamadas de “qualias”).

Ocorre que a ínsula também está envolvida na detecção e na regulação da temperatura do corpo.

Portanto, há uma forte correlação negativa entre a atividade na ínsula e o aumento da temperatura corporal: quanto mais ativa a ínsula (mais forte a sensação), menor será a variação da temperatura, e vice-versa.

Contágio emocional

Isso torna a termografia útil para o estudo das emoções e das sensações, já que o padrão termal do corpo – mais especificamente do rosto – varia de emoção para emoção.

Os cientistas estão especialmente interessados no que eles chamam de “contágio emocional”.

Por exemplo, quando uma pessoa com grande empatia vê outra pessoa levando um choque no braço – um choque leve disparado intencionalmente pelos pesquisadores – a pessoa empática é “infectada” pelo sofrimento do outro e a temperatura do seu antebraço também se eleva.

A equipe também descobriu que a termografia pode ser usada no diagnóstico de algumas doenças neurológicas, como a esclerose múltipla, quando o corpo deixa de regular adequadamente a temperatura do corpo, algo que pode ser detectado facilmente com a câmera infravermelha.

Mito da excitação feminina

Agora os cientistas espanhóis estão começando a usar a técnica no campo da psicologia, fazendo estudos mais objetivos, que não dependem das declarações dos participantes.

Por exemplo, o desejo e a excitação sexuais podem ser identificados pela termografia tanto no homem quanto na mulher, uma vez que eles induzem um aumento na temperatura no tórax e na área genital.

Este estudo demonstrou pela primeira vez que, ao contrário da crença geral, homens e mulheres excitam-se ao mesmo tempo, ainda que as mulheres afirmem que não estão excitadas ou estão apenas levemente excitadas.

A realidade é facilmente denunciada pela elevação da temperatura do corpo, que segue o mesmo ritmo temporal conforme voluntários homens e mulheres são submetidos a estímulos visuais semelhantes.

Os pesquisadores também determinaram o rastro termal dos exercícios aeróbicos e de diferentes modalidades de dança – dançar flamenco eleva a temperatura dos antebraços e diminui a temperatura do bumbum.

Segundo eles, isso poderá ajudar no desenvolvimento de programas de treinamentos e atividades físicas para otimizar a perda de peso.

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br