Relógio biológico humano é alimentado eletricamente

08.10.2012 ]

Bioeletricidade

Biólogos descobriram como os neurônios que compõem o nosso relógio biológico utilizam a bioeletricidade para ajudar a manter nossos ritmos e comportamentos em ordem.

Os resultados sobre o chamado ritmo circadiano também apontam para novos rumos para as pesquisas e os tratamentos sobre os distúrbios do sono e problemas relacionados.

“Esse processo ajuda a explicar como nossos relógios biológicos mantêm uma temporização surpreendentemente eficaz,” disse Justin Blau, professor adjunto na Universidade de Nova Iorque, coordenador do estudo.

Blau explica que os resultados podem oferecer novos caminhos para desenvolver tratamentos para distúrbios do sono porque a pesquisa elucida as partes do nosso relógio biológico que “podem ser particularmente sensíveis ao tratamento ou mudanças em diferentes momentos do dia.”

Canais de potássio

Em um estudo anterior, a mesma equipe havia descoberto que o ritmo na expressão de um canal de potássio (Ir) ajuda a vincular o relógio biológico com a atividade dos chamados neurônios marcapassos.

Mas o IR não funciona como um simples mostrador do relógio – o canal também serve como realimentador para regular o núcleo do relógio.

Manipulando a atividade dos neurônios marcapassos, os pesquisadores mostraram que mudanças na atividade elétrica dos neurônios do relógio produzem grandes mudanças na expressão dos genes circadianos.

Ligando e desligando atividade genética

Aumentando a atividade elétrica à noite, quando os neurônios do relógio biológico são normalmente bastante inativos, os pesquisadores mostraram que esses neurônios passam a apresentar um perfil de expressão gênica mais tipicamente encontrado durante a manhã.

Ao contrário, a diminuição na atividade elétrica pela manhã faz a expressão genética assumir o perfil noturno.

Em outras palavras, o estado elétrico de um neurônio-relógio pode afetar drasticamente a expressão do gene circadiano.

“O que é mais notável nesses resultados é a coordenação entre o disparo dos neurônios e a expressão gênica”, observou Blau. “Este é um dos processos extraordinários que ajudam a manter os neurônios-relógio sincronizados e funcionando com tanta precisão.”

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br

É realmente possível ver aura das pessoas

Energias humanas

Cientistas da Universidade de Granada, na Espanha, afirmam ter comprovado cientificamente que é possível enxergar a aura das pessoas.

A aura seria um campo de radiação luminosa que circunda uma pessoa como se fosse um halo.

Embora a aura seja usada em processos de cura por místicos desde a Antiguidade, poucos cientistas se aventuraram na área justamente pelo temor de serem associados ao misticismo, por definição algo diametralmente oposto à ciência.

Contudo, à medida que os sensores e a capacidade de medir campos de energia mais tênues vão se aprimorando, as pesquisas realmente científicas na área têm avançado, sobretudo no campo do magnetismo, embora ainda devidamente enquadradas no padrão oficial da ciência acadêmica.

Aura e efeito placebo

Segundo Emilio Gómez Milán e seus colegas, algumas pessoas, geralmente conhecidos como “curandeiros”, de fato conseguem perceber um campo de energia ao redor das pessoas.

Isto, segundo a pesquisa, se deve a um fenômeno já bem conhecido dos cientistas, chamado sinestesia, um fenômeno neuropsicológico que parece mesclar os sentidos.

Segundo o grupo, isto pode explicar cientificamente a alegada prática virtuosa dos curandeiros: sua visualização geraria um “significativo efeito placebo” nas pessoas doentes, dizem os cientistas, que de fato as leva à cura.

Sinestesia

Nas pessoas sinestetas – que apresentam a sinestesia – as regiões do cérebro responsáveis pelo processamento de cada estímulo sensorial são fortemente interconectadas.

Ou seja, os sinestetas têm mais conexões sinápticas do que as pessoas “normais”.

“Essas conexões extras fazem com que elas automaticamente estabeleçam associações entre áreas do cérebro que normalmente não são conectadas,” explica o professor Gómez Milán.

Desta forma, os sinestetas podem ver ou tatear um som, sentir sabor das cores, ou formatos das palavras, entre outras inúmeras possibilidades.

O que as pessoas que conseguem visualizar auras possuem é o que os cientistas chamam de sinestesia emocional.

Qualidades de um místico curador

Os cientistas espanhóis afirmam que “nem todos os curandeiros são sinestetas, mas há uma elevada prevalência desse fenômeno entre eles. O mesmo ocorre entre pintores e artistas, por exemplo”.

Eles estudaram um médium espanhol chamado Esteban Sánchez Casas, mais conhecido como “O homem santo de Baza”.

Segundo a análise dos cientistas, a capacidade de Esteban Casas ver a aura das pessoas “é, de fato, um caso claro de sinestesia”.

Ainda segundo o artigo, o místico apresentaria quatro elementos básicos que explicariam seu “poder de cura”.

O primeiro é a sinestesia face-cor, na qual a região do cérebro responsável pelo reconhecimento facial é associada com a região de processamento de cores.

O segundo é a sinestesia toque-espelho, quando o sinesteta, ao observar uma pessoa que está sendo tocada ou que está sentido dor, consegue sentir a mesma coisa.

O terceiro é uma elevada empatia, a capacidade de sentir o que as outras pessoas estão sentindo.

Finalmente, o místico teria esquizotipia, um conceito psicológico amplo, que descreve um contínuo de características de personalidade que vão desde estados dissociativos normais e estados imaginativos, até extremos como a psicose e a esquizofrenia.

Explicações fisiológicas

“Estas habilidades fazem com que os sinestetas tenham a capacidade de fazer com que as pessoas se sintam compreendidas, o que lhes proporciona uma emotividade especial e uma capacidade de perceber a dor [dos outros],” escrevem os cientistas em seu artigo, publicado na revista Consciousness and Cognition.

À luz de suas explicações, os cientistas concluem que, “embora alguns curadores realmente tenham a capacidade para ver a aura das pessoas e sentir a dor dos outros devido à sinestesia”, seus efeitos curadores devem-se unicamente a um “significativo efeito placebo”.

http://www.diariodasaude.com.br

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Medicina Bioenergética

O Dr, Jorge Carvajal é médico cirurgião da Universidade de Andaluzia, Espanha (pioneiro da Medicina Bioenergética). – Fonte: http://www.sintergeticabrasil.com

Qual adoece primeiro: o corpo ou a alma?

A alma não pode adoecer, porque é o que há de perfeito em ti, a alma evolui, aprende. Na realidade, boa parte das enfermidades são exatamente o contrário: são a resistência do corpo emocional e mental à alma. Quando nossa personalidade resiste aos desígnios da alma, adoecemos.
A Saúde e as Emoções.

Há emoções prejudiciais à saúde ? Quais são as que mais nos prejudicam?

70% das enfermidades do ser humano vêm do campo da consciência emocional. As doenças muitas vezes procedem de emoções não processadas, não expressadas, reprimidas. O medo, que é a ausência de amor, é a grande enfermidade, o denominador comum de boa parte das enfermidades que temos hoje. Quando o temor se congela, afeta os rins, as glândulas suprarrenais,os ossos, a energia vital, e pode converter-se em pânico.

Então nos fazemos de fortes e descuidamos de nossa saúde?

De heróis os cemitérios estão cheios. Tens que cuidar de ti. Tens teus  limites, não vás além. Tens que reconhecer quais são os teus limites e superá-los, pois, se não os reconheceres, vais destruir teu corpo.

Como é que a raiva nos afeta?

A raiva é santa, é sagrada, é uma emoção positiva, porque te leva à autoafirmação, à busca do teu território, a defender o que é teu, o que é justo. Porém, quando a raiva se torna irritabilidade, agressividade,ressentimento, ódio, ela se volta contra ti e afeta o fígado, a digestão, o sistema imunológico.

Então a alegria, ao contrário, nos ajuda a permanecer saudáveis?

A alegria é a mais bela das emoções, porque é a emoção da inocência, do coração e é a mais curativa de todas, porque não é contrária a nenhuma outra. Um pouquinho de tristeza com alegria escreve poemas. A alegria com medo leva-nos a contextualizar o medo e a não lhe darmos tanta importância.

A alegria acalma os ânimos?

Sim, a alegria suaviza todas as outras emoções, porque nos permite processá-las a partir da inocência. A alegria põe as outras emoções em contato com o coração e dá-lhes um sentido ascendente. Canaliza-as para que  cheguem ao mundo da mente.

E a tristeza?

A tristeza é um sentimento que pode te levar à depressão quando te deixas envolver por ela e não a expressas, porém ela também pode te ajudar. A tristeza te leva a contatares contigo mesmo e a restaurares o controle interno. Todas as emoções negativas têm seu próprio aspecto positivo.Tornamo-las negativas quando as reprimimos.

Convém aceitarmos essas emoções que consideramos negativas como parte de nós mesmos?

Como parte para transformá-las, ou seja, quando se aceitam, fluem, e já não se estancam e podem se transmutar. Temos de as canalizar para que cheguem à cabeça a partir do coração. Que difícil! Sim, é muito difícil. Realmente as emoções básica são o amor e o medo (que é ausência de amor), de modo que tudo que existe é amor, por excesso ou deficiência. Construtivo ou destrutivo. Porque também existe o amor que se aferra, o amor que superprotege, o amor tóxico, destrutivo.

Como prevenir a enfermidade?

Somos criadores, portanto creio que a melhor forma é criarmos saúde. E, se criarmos saúde, não teremos que prevenir nem combater a enfermidade, porque seremos saúde.

E se aparecer a doença?

Teremos, pois, de aceitá-la, porque somos humanos. Krishnamurti também adoeceu de um câncer de pâncreas e ele não era  alguém que levasse uma vida desregrada. Muita gente espiritualmente muito valiosa já adoeceu. Devemos explicar isso para aqueles que creem que adoecer é fracassar.

O fracasso e o êxito são dois mestres e nada mais. E, quando tu és o aprendiz, tens que aceitar e incorporar a lição da enfermidade em tua vida.. Cada vez mais as pessoas sofrem de ansiedade. A ansiedade é um sentimento de vazio, que às vezes se torna um oco no estômago, uma sensação de falta de ar. É um vazio existencial que surge quando buscamos fora em vez de buscarmos dentro. Surge quando buscamos nos acontecimentos externos, quando buscamos muleta, apoios externos, quando não temos a solidez da busca interior. Se não aceitarmos a solidão e não nos tornarmos nossa própria companhia, sentiremos esse vazio e tentaremos preenchê-lo com coisas e posses. Porém, como não pode ser preenchido de coisas, cada vez mais o vazio aumenta.

Então, o que podemos fazer para nos libertarmos dessa angústia?

Não podemos fazer passar a angústia comendo chocolate ou com mais calorias,ou buscando um príncipe fora. Só passa a angústia quando entras em teu interior, te aceitas como és e te reconcilias contigo mesmo. A angústia vem de que não somos o que queremos ser, muito menos o que somos, de modo que ficamos no “deveria ser”, e não somos nem uma coisa nem outra. O stress é outro dos males de nossa época. O stress vem da competitividade, de que quero ser perfeito, quero ser melhor, quero ter uma aparência que não é minha, quero imitar. E realmente só podes competir  quando decides ser um competidor de ti mesmo, ou seja, quando queres ser único, original, autêntico e não uma fotocópia de ninguém. O stress destrutivo prejudica o sistema imunológico. Porém, um bom stress é uma maravilha, porque te permite estar alerta e desperto nas crises e poder aproveitá-las como oportunidades para emergir a um novo nível de consciência.

O que nos recomendaria para nos sentirmos melhor com nós mesmos?

A solidão. Estar consigo mesmo todos os dias é maravilhoso. Passar 20 minutos consigo mesmo é o começo da meditação, é estender uma ponte para a verdadeira saúde, é aceder o altar interior, o ser interior. Minha recomendação é que a gente ponha o relógio para despertar 20 minutos antes, para não tomar o tempo de nossas ocupações. Se dedicares, não o tempo que te sobra, mas esses primeiros minutos da manhã, quando estás rejuvenescido e descansado, para meditar, essa pausa vai te recarregar, porque na pausa habita o potencial da alma.

O que é para você a felicidade?

É a essência da vida. É o próprio sentido da vida. Estamos aqui para sermos felizes, não para outra coisa. Porém, felicidade não é prazer, é integridade. Quando todos os sentidos se consagram ao ser, podemos ser felizes. Somos felizes quando cremos em nós mesmos, quando confiamos em nós, quando nos empenhamos transpessoalmente a um nível que transcende o pequeno eu ou o pequeno ego. Somos felizes quando temos um sentido que vai mais além da vida cotidiana, quando não adiamos a vida, quando não nos alienamos de nós mesmos, quando estamos em paz e a salvo com a vida e com nossa consciência. Viver o Presente.

É importante viver no presente? Como conseguir?

Deixamos ir-se o passado e não hipotecamos a vida às expectativas do futuro quando nos ancoramos no ser e não no ter, ou a algo ou alguém fora. Eu digo que a felicidade tem a ver com a realização, e esta com a capacidade de habitarmos a realidade. E viver em realidade é sairmos do mundo da confusão.

Na sua opinião, estamos tão confusos assim?

Temos três ilusões enormes que nos confundem:

Primeiro cremos que somos um corpo e não uma alma, quando o corpo é o instrumento da vida e se acaba com a morte.

Segundo cremos que o sentido da vida é o prazer, porém com mais prazer não há mais felicidade, senão mais dependência.. Prazer e felicidade não são o mesmo. Há que se consagrar o prazer à vida e não a vida ao prazer.

Terceiro ilusão é o poder; desejamos o poder infinito de viver no mundo. E do que realmente necessitamos para viver? Será de amor, por acaso?
O amor, tão trazido e tão levado, e tão caluniado, é uma força renovadora. O amor é magnífico porque cria coesão. No amor tudo está vivo, como um rio que se renova a si mesmo. No amor a gente sempre pode renovar-se, porque ordena tudo. No amor não há usurpação, não há transferência, não há medo, não há ressentimento, porque quando tu te ordenas, porque vives o amor, cada coisa ocupa o seu lugar, e então se restaura a harmonia. Agora, pela perspectiva humana, nós o assimilamos com a fraqueza, porém o amor não é fraco.
Enfraquece-nos quando entendemos que alguém a quem amamos não nos ama. Há uma grande confusão na nossa cultura. Cremos que sofremos por amor, porém não é por amor, é por paixão, que é uma variação do apego. O que habitualmente chamamos de amor é uma droga. Tal qual se depende da cocaína, da maconha ou da morfina, também se depende da paixão. É uma muleta para apoiar-se, em vez de levar alguém no meu coração para libertá-lo e libertar-me. O verdadeiro amor tem uma essência fundamental que é a liberdade, e sempre conduz à liberdade. Mas às vezes nos sentimos atados a um amor. Se o amor conduz à dependência é Eros. Eros é um fósforo, e quando o acendes ele se consome rapidamente em dois minutos e já te queima o dedo.Há amores que são assim, pura chispa. Embora essa chispa possa servir para acender a lenha do verdadeiro amor. Quando a lenha está acesa, produz fogo. Esse é o amor impessoal, que produz luz e calor.

Pode nos dar algum conselho para alcançarmos o amor verdadeiro?

Somente a verdade. Confia na verdade; não tens que ser como a princesa dos sonhos do outro, não tens que ser nem mais nem menos do que és. Tens um direito sagrado, que é o direito de errar; tens outro, que é o direito de perdoar, porque o erro é teu mestre. Ama-te, sê sincero contigo mesmo e leva-te em consideração. Se tu não te queres, não vais encontrar ninguém que possa te querer. Amor produz amor. Se te amas, vais encontrar amor. Se não, vazio. Porém nunca busques migalhas, isso é indigno de ti. A chave então é amar-se a si mesmo. E ao próximo como a ti mesmo. Se não te amas a ti, não amas a Deus, nem a teu filho, porque estás apenas te apegando, estás condicionando o outro. Aceita-te como és; não podemos transformar o que não aceitamos, e a vida é uma corrente permanente de transformações.

http://www.nenossolar.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=625:entrevista-com-o-dr-jorge-carvajal-medico-cirurgiao-da-universidade-de-andaluzia-espanha-pioneiro-da-medicina-bioenergetica-&catid=31:noticias&Itemid=32

 

Modulações de campo energético biológico

O corpo humano produz uma forma de energia que é fator preponderante para o desenvolvimento de câncer

Por Geraldo Medeiros Jr.

Resumo:

Estados incomuns na saúde humana freqüentemente são diagnosticados como distúrbios genéticos ou bioquímicos, conduzindo o indivíduo a diversos tipos de patologia.

No entanto, tem-se descoberto fatores bioenergéticos que estão intimamente ligados à patogenia em si, e que antecedem as alterações genéticas e bioquímicas. Tais alterações bioenergéticas recebem a denominação de Bioenergopatia (disfunção da energia que promove a vida no ser humano).

O presente trabalho tem quatro objetivos principais:

1) Apresentar evidências importantes sobre a existência de uma forma de energia no complexo orgânico, atualmente denominada psicobioenergia, e que antecede as manifestações bioelétricas, biomagnéticas e bioquímicas.
2) Apresentar formas subjetivas e objetivas (instrumentalizadas) de mensuração da psicobioenergia – vetores de observação.
3) Evidenciar que a psicobioenergia antecede à energia bioelétrica.
4) Incluir evidências de que a psicobioenergia, quando potencializada, altera processos de reações bioquímicas.

A estabilização de tal energia, quando detectada, quantificada e interpretada adequadamente, pode prevenir não só a formação de células cancerosas, como também diversas outras patogenias.

Histórico

Ao longo da história da humanidade, várias culturas tentaram descobrir e conceituar a provável existência de uma forma de energia existente no organismo humano que o possibilitava de se expressar.

Tal qual o corpo humano permaneceu intocável por centenas de anos devido à interferência da crença religiosa e filosófica, impossibilitando assim a medicina de descobrir detalhes anatômicos e fisiológicos, o estudo sistematizado da energia que promove movimento ao corpo humano também sofreu deste eclipsamento intelectual, impossibilitando a metodização observacional específico sobre o complexo bioenergético humano.

Houve tentativas ao longo da história de possíveis explicações sobre a existência de uma forma de energia no corpo humano, diferente da energia bioelétrica. A primeira tentativa surgiu de um grande filósofo, pesquisador e conselheiro estadista russo na época do Império de Alexandro III, Dr. Alexander Aksakof (nascido em S. Petersburgo em 1838 e falecido em 1903) que pesquisou nacional e internacionalmente sobre o que denominou energia anímica. Porém, suas obras ficaram esquecidas e sem conclusões mais profundas a respeito de suas descobertas.

Atualmente a psicobioenergia já pode ser verificada através de vetores biológicos e bioelétricos para ser possível a observação. Trata-se de um estudo amplo e profundo cuja ciência responsável pela averiguação e metodização observacional é a recentemente fundada no Brasil, a Bioenergologia (do grego: bio = vida, en-ergo = energia, logos = estudo).

Sobre a Psicobioenergia

Trata-se de uma forma de energia, diferente da bioeletricidade e do biomagnetismo, que irradia do interior das células, porém com mais intensidade das células eucariotas, a partir da cromatina, gerando um campo denominado psicobiocampo.

A psicobioenergia normalmente irradia de todo o corpo de maneira isotrópica, gerando ao redor do mesmo o psicobiocampo, numa extensão que varia de pessoa para pessoa, chegando a atingir uma emanação de 5 a 40 centímetros a partir da superfície da pele.

Pode ser observada por aparelhos especialmente projetados e por aparelhos de medição elétrica cuja verificação é interpretada através de variações elétricas, na ordem de mili a microvoltagem.

Sobre a terminologia

Psicobioenergia (do grego psi = sopro de vida, bio = vida, en-ergo = energia, movimento). O termo é bastante apropriado visto ser possível verificar que o corpo humano passa a irradiar esta energia de maneira mais ou menos intensa dependendo das alterações emocionais do indivíduo. As variações do potencial psicobioenergético podem ser observadas através da mensuração do psicobiocampo.

Como a psicobioenergia é formada

A psicobioenergia é formada a partir da respiração descompassada. Pela compressão de membranas ricas em sais iônicos, como o potássio. O diafragma é uma destas membranas que, ao se contrair, gera uma reação semelhante a um cristal piezoelétrico produzindo ionização e deflagrando o surgimento, em segunda estância do campo neutrínico. A produção de campo neutrínico é proporcional à compressão diafragmática. Porém, a potencialização da atividade ionizante do diafragma promove um comportamento inesperado na expressão bioelétrica.

Conforme observado experimentalmente, a psicobioenergia intensificada, acarreta na expansão do psicobiocampo, causando uma depressão na carga bioelétrica, de maneira análoga a atuação dos raios ultravioletas incidentes sobre o campo eletromagnético (efeito fotoelétrico observado por Hallwachs – 1888). Isto ocorre devido ao deslocamento extremamente rápido dos elétrons em relação ao núcleo atômico, promovendo a formação de pulsos de raios x e o subtipo raios gamma.

Um indivíduo alterado emocionalmente, produz um comportamento respiratório que promove incursões respiratórias rápidas e superficiais. Isto aciona o mecanismo de potencialização psicobioenergética, expansão de psicobiocampo, diminuição do potencial bioeletromagnético e produção do campo neutrínico momento em que ocorre a ligação forte com os receptores nervosos.

Características do psicobiocampo

O psicobiocampo pode ser mapeado conforme diagrama abaixo:

Um psicobiocampo é crítico ou ao menos passível de cuidados quando apresenta expansões intensas e crônicas em determinadas áreas (momento angular positivo – MAP) ou retrações acentuadas (momento angular negativo – MAN). Todos nós estamos alterando nossas respirações e promovendo pulsos de psicobioenergia. A expansão é retornada aos níveis normais de irradiação num período que varia entre 1 a 5 minutos. Porém, quando a expansão se cronifica por muito tempo, isto pode ser considerado um risco para o parâmetro metabólico celular.

Momento Angular Positivo – MAP

A psicobioenergia promove alterações em seu fluxo a partir do momento em que é potencializada de maneira intensa. O campo normalmente possui uma isometria global. As expansões cronificadas (alta potência psicobioenergética por tempo prolongado) produzem distorções em partes do corpo com maior suscetibilidade de desintegração iônica, comprometendo a higidez do organismo. O primeiro alerta desta descompensação é caracterizado com uma expansão local ou isotópica, gerando o que é denominado bioenergologicamente de Momento Angular Positivo – MAP.

Estes setores geralmente apresentam baixo potencial elétrico. As células sofrem uma espécie de interferência eletrônica, causando anomalias metabólicas. Geralmente, nestes casos, o sistema genético celular aciona o gene FAS para que a apoptose ocorra. Porém, algumas vezes este mecanismo não é acionado devido a interferência causada. Surge a célula cancerosa. No entanto, na fase MAP, o organismo poderá ainda não ter repercutido com a disfunção psicobioenergética, o que poderá facilitar o processo de sublimação através do procedimento de equalização psicobioenergética. O processo de somatização a partir da detecção de um MAP pode levar vários dias. O tempo dependerá da angulação do MAP. Quanto mais agudo, mais propenso para a retração MAN, indicador do processo de somatização em progresso.

Sintomatologia primária decorrente de um MAP (potencialização da psicobioenergia com decorrente expansão de psicobiocampo):

1) Alteração térmica variando entre 37o C a 38,5o C;
2) Escotomias;
3) Náuseas;
4) Turvamente da visão;
5) Cefaléia;
6) Aceleração de batimento cardíaco
7) Sede compulsiva;
8) Baixa do tônus muscular;
9) Insônia ou sono excessivo;
10) Dificuldades de memorização e relação cognitiva com o ambiente;
11) Lapsos mnemônicos

Momento Angular Negativo – MAN

A retração do psicobiocampo é um indicador de interrupção do fluxo bioenergético (deserto energético). Isto promove interferência atípica, promovendo uma distribuição anisotrópica da psicobioenergia. A falta desta energia em determinados locais do corpo, geralmente caracterizado por um “deserto energético” e elevada carga bioelétrica local, promovendo a falta de identificação dos parâmetros energéticos com as células. Este sistema somático reage sem a orientação básica do modelo estrutural psicobioenergético. Isto produz células mutantes ou uma “entidade nosológica”.

Isto faz se sentir de maneira sintomatológica e crescente.

O processo de produção de células mutantes pode ser prevista através de uma sintomatologia secundária de ordem bioquímica importante.

Sintomatologia secundária de ordem bioquímica (baixa potência de psicobioenergia com decorrente retração do psicobiocampo – MAN)

1) Elevação de glicose no sangue;
2) Aumento de PH sanguíneo;
3) Aumento de Ferro sanguíneo;
4) Deficiência no transporte de oxigênio pelos eritrócitos.

Se por um lado a psicobioenergia, que naturalmente irradia do corpo, envolvendo-o e incorporando -o, possibilitando sua vivificação, ao se desregular poderá causar processos anômalos durante a leitura de replicação genética, anomalias proteômicas.

Água, metal e carbono

São substâncias que veiculam a psicobioenergia de maneira bastante peculiar. A água, bem como o carbono a atraem. Já o metal o acelera. A combinação destas substâncias compõe um sistema integrado. O corpo humano, com sua constituição metálica, como o cromo (Cr) , molibdênio (Mo), vanádio (Va) e principalmente o Cálcio (Ca), promove a formação de circuitos organometálicos que aceleram cationicamente os íons que veiculam a psicobioenergia, tanto dentro quanto fora do complexo orgânico.

Métodos de observação da psicobioenergia

Um dos métodos mais objetivos e diretos para a observação da psicobioenergia é a recentemente criada Bioenergografia, ou assim conhecido Exame BEG. Este exame permite a verificação das modulações bioenergéticas através de uma fotografia, a qual leva 24 horas para ser realizada visto o filme fotográfico necessitar ficar numa câmara fechada com uma amostra ou de cabelo ou unha do paciente, por cerca de 24 horas de exposição. Após este período o filme é revelado e então é possível verificar o porcentual cromático da foto. A psicobioenergia possui uma gradação cromática que varia do amarelo, laranja e violeta. Qualquer pessoa possui um traço de psicobioenergia porém numa carga normal nunca excedendo de 5% a 30%. Indivíduos normais apresentam maior quantidade de cor azul. Este método não utiliza qualquer energia secundária como eletricidade ou magnetismo para sensibilizar a película. Trata-se da sensibilização através da radiação natural do cabelo.

Segue abaixo algumas amostras de exames BEG

NORMAL
Azul = 60% a 100%
Verde = 30% a 50%
Amarelo = 05 a 30%
Laranja = 02%
Violeta = 02%

Outra forma de se verificar a presença de modulação intensificada de psicobioenergia é através de instrumentos de medição elétrica. Segue abaixo exemplo comparativo entre um indivíduo normal e um indivíduo expandido:

Outra maneira adicional e importante para se verificar as alterações no processo bioenergético no organismo é através do exame Hemoenergografia (exame HEG) baseado na microscopia de campo escuro.

Podemos notar a diferença entre um indivíduo normal e um indivíduo com baixa carga de psicobioenergia o que promove uma exacerbação do potencial bioelétrico, como segue:

Conclusão

A psicobioenergia é uma forma de energia que vivifica o organismo. Pode ser potencializada através da respiração devido à compressão de membranas iônicas como o diafragma. Influencia o complexo celular. Existe no organismo e é veiculada de acordo com o sistema a base de água, carbono e metal existentes no complexo orgânico. É diferente da eletricidade, de acordo com as seguintes evidências: a) ao ser expandida, o potencial bioelétrico decai rapidamente; b) enquanto a carga de eletricidade promove movimentos quadráticos e espasmódicos na musculatura, a psicobioenergia promove movimentos orbitais; c) a ausência de psicobioenergia eleva o índice de eletricidade no corpo devido às reações bioquímicas combinadas com a carga elétrica existente no ar.A modulação intensa promove disfunções de ordem proteômica, ocasionando problemas na replicação do DNA. Ao contrário disso, a baixa carga desta energia pode elevar sobremaneira os índices bioelétricos, ocasionando disfunções citometabólicas. Estas disfunções são denominadas Bioenergopatia. Através da regulação bioenergética é possível regularizar a potência bioenergética em índices normais e saudáveis ao organismo.

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Biofótons: Laser Biológico

Rafael Couto Melsert – Médico

Resumo

Todas as células vivas emitem uma radiação cuja intensidade é extremamente fraca, mas que possui a natureza característica dos raios LASER. Essa radiação é composta por biofótons.

Texto Completo

Todas as células vivas emitem uma radiação cuja intensidade é extremamente fraca, mas que possui a natureza característica dos raios LASER. Essa radiação é composta por biofótons. A intensidade luminosa com a qual os biofótons são emitidos é comparável àquela que se pode perceber ao observar uma vela acesa a 20 km de distância, caso fosse possível fazê-lo em um ambiente sem a presença de qualquer outra fonte de iluminação.

O prefixo BIO se refere aos fenômenos relacionados à vida e FÓTONS representam as menores quantidades possíveis da existência da LUZ em nosso Universo. Vale realçar que os fótons são os elementos responsáveis por operacionalizarem as interações eletromagnéticas entre a luz e a matéria. Assim, a associação BIOFÓTONS se refere a fótons emitidos pelos organismos vivos. A melhor definição que se tem dos biofótons, no momento, foi elaborada pelo Professor Vladimir Veikov, da Universidade de Moscou. Vejamos:

“Biofóton é uma radiação eletromagnética coerente e ultrafraca, capaz de modular as atividades fisiológicas das células vivas e dos sistemas vivos de ordem superior. A partir deste ponto de vista, os biofótons são pacotes de ondas que contêm valor informacional, o qual é revelado pelos seus efeitos regulatórios sobre os sistemas vivos, que são, justamente, os receptores das mensagens transportadas pelos biofótons.”

Os biofótons parecem ter um importante e decisivo papel nos processos de comunicação e integração entre as células vivas, sendo eles os portadores da energia e da informação necessárias à ocorrência de tais interações. Assim, não é fora de contexto pensarmos que os biofótons também participem em qualquer intercâmbio efetivo de energia e informação entre terapeuta e paciente, em um processo de interação hipnótica, por exemplo.

O paradigma Newtoniano/Cartesiano não consegue explicar o modus operandi e a eficácia de terapias que dependam da interação entre as chamadas energias sutis ou entre a mente e o corpo. Por outro lado, as abordagens holísticas fornecem entendimento a tais processos terapêuticos, mas, muitas vezes, carecem de uma explicação com validade científica.

Em Hipnose, de uma forma geral e na Hipnose Ericksoniana, de uma maneira específica, mente e corpo interagem continuamente, o que constitui a base física da operação dos processos terapêuticos, cujos efeitos são, muitas vezes, notáveis e imediatos. O paciente passa de uma condição a outra, como se ele houvesse dado um salto qualitativo e repentino na operação de seu psiquismo. Desta forma, podemos entender que os biofótons podem dar suporte a tais ações terapêuticas, devido à sua natureza quântica e aos seus notáveis efeitos, praticamente imediatos, na transmissão de energia e informação entre mente e corpo.

Está além do âmbito deste texto demonstrar a existência de um campo mental independente da matéria. Uma vez que assumimos a sua existência, podemos pensar na mente como sendo dotada de uma atividade ondulatória e operando através de freqüências distintas de manifestação. Quando algum processo mental (mesmo que inconsciente) é formulado, o campo mental se configura em um padrão específico de vibrações. Se a intenção que inicia o processo mental consegue obter bastante energia, ele pode entrar em ressonância com outros níveis do ser humano e produzir os efeitos que lhes são próprios.

No entanto, a intenção do processo pode ser boa ou ruim. Na prática clínica, observa-se que algumas pessoas tendem (mesmo que inconscientemente) a agredir os outros ou a si mesmos, enquanto outras pretendem acolher e curar. É a quantidade de energia associada ao processo mental que lhe determina a eficácia. O bem e o mal têm, ambos, os seus efeitos observáveis.

A força e a persistência do processo mental determinam a permanência com que a ressonância será induzida, traduzida e mantida em todos os níveis do ser humano e, em conseqüência, especificam a instalação de processos orgânicos de saúde ou de enfermidade. A intenção e a vontade, ainda que de natureza inconscientes, sempre precedem a manifestação no mundo da matéria. O cérebro humano é evolutiva e estruturalmente aperfeiçoado para lidar com tais escolhas e possibilidades e para transmiti-las ao corpo físico, devido às suas múltiplas conexões e redes neurais. No entanto, considerando o campo mental independente, como acima fizemos, há que existir um elemento de ligação a promover o acoplamento entre o campo mental e a matéria. E há: o campo de biofótons.

O Dr. William Tiller, professor emérito de Ciência de Materiais da Escola de Engenharia da Universidade de Stanford e que é um dos consultores do filme “Quem Somos Nós”, pesquisou sobre a ação direta da intenção humana sobre sistemas animados ou inanimados. Ele comprovou, através de experimentos repetidos, que uma intenção humana remota, porém específica, influencia um simples dispositivo elétrico (o qual ele chama IIED – Dispositivo Eletrônico com Intenção Impressa) a produzir os efeitos desejados, seguindo o mais rigoroso protocolo científico.

Bem no início do prólogo de seu livro: Atos Conscientes de Criação. A Emergência de uma Nova Física, ele escreve:

“Este livro assinala uma aguda linha divisória entre velhos caminhos de pensamento científico e velhos protocolos experimentais, nos quais as qualidades humanas de percepção, intenção, emoção, mente e espírito não podem afetar significativamente a realidade física e um paradigma novo, em que elas podem, robustamente, agir assim!”

Os biofótons, portanto, são excelentes candidatos a serem os elementos responsáveis pelas interações entre a mente e o corpo. Eles conduzem, simultaneamente, energia e informação, que são ambas responsáveis pela operacionalização dos processos de comunicação e integração ao nível da célula. Os biofótons são difíceis de detectar, necessitando de equipamento sensível e especializado, mas eles se manifestam na faixa visível do espectro eletromagnético, constituindo o que se chama, comumente, LUZ.

Os biofótons foram descobertos em 1923, nos estudos sobre os processos de divisão celular em células de raiz de cebola conduzidos pelo Professor Alexander G. Gurvitsch, cientista médico russo, que os chamou de raios mitogenéticos. Eles foram redescobertos na década de 1970 pelo biofísico alemão Dr. Fritz-Albert Popp, que comprovou novamente a sua existência, a sua principal fonte de emissão posicionada no interior das moléculas do DNA e também a sua coerência física, nos mesmos moldes que apresenta uma radiação LASER.

O Dr. Popp suspeitou que os biofótons controlam a bioquímica da vida e seguiu em frente com as suas hipóteses e pesquisas, obtendo excelentes resultados. Outros cientistas respeitáveis, como Herbert Frohlich e Ilya Prigogine (laureado com o Prêmio Nobel), confirmaram a importância da descoberta dos biofótons. Os estudos do Dr. Popp indicam que os biofótons podem levar energia e informação pelo organismo inteiro e, também, externamente, habilitando possíveis trocas de energia e informação com outros organismos. A respeito dos trabalhos do Dr. Popp, o Dr. Marco Bischof, outro notável cientista alemão que também estuda os biofótons, assim se manifestou, em 2005:

“O Dr. Popp concluiu que as emissões de luz ultra-fracas (biofótons) orquestram o corpo e que esta comunicação fotônica capacita cada célula a saber o que qualquer outra célula está fazendo, o tempo todo. O campo de biofótons possui natureza holográfica, sendo formado por ondas estacionárias e ele é capaz, através da utilização de um amplo espectro de freqüências de vibração e distintas polarizações e, ainda, em estrita interação com as estruturas materiais, de transmitir sinais com a velocidade da luz para qualquer lugar no organismo e ativar ou inibir processos bioquímicos, organizar a matéria e muito mais.”

Assim, observa-se que a emissão de biofótons fornece informação codificada sobre e para os processos ocorrendo dentro das células. Células do mesmo tipo, umas sadias e outras acometidas por câncer, por exemplo, têm padrões de emissão de biofótons notadamente diferentes. Os biofótons são espontaneamente emitidos por sistemas biológicos, mas também podem ter a sua emissão induzida por exposição à luz de comprimentos de onda diferentes. Os biofótons são armazenados, em grande parte, dentro da dupla hélice das moléculas de DNA, sendo constantemente emitidos e absorvidos durante processos bioquímicos, formando uma rede dinâmica de luz, que controla os processos da vida celular.

Os biofótons são considerados como uma via principal de comunicação e integração nos organismos vivos. Os fenômenos que acompanham a morte celular, por exemplo, cursam com importante liberação dos biofótons armazenados, os quais transportam a informação da morte celular às células adjacentes. Devido à sua coerência, os biofótons podem produzir padrões de interferência, como os feixes LASER fazem, possibilitando o entendimento de processos no cérebro, tais como consciência, percepção ou memória, cuja natureza holográfica e não-local foi postulada pelo neurofisiologista americano Karl Pribram e pelo neurocirurgião e neurocientista brasileiro, Dr. Francisco Di Biase. As energias de ativação necessárias à ocorrência de quaisquer reações bioquímicas podem ser entregues por biofótons no lugar certo e no tempo exato para a ocorrência de cada reação específica. Os fótons térmicos comuns não podem servir de gatilho para reações bioquímicas em um organismo. Portanto, somente os biofótons têm as propriedades necessárias ao controle da fisiologia das células.

A emissão de biofótons pelo corpo humano está sendo estudada em proporção crescente, devido à sua importância mais imediata no diagnóstico. No entanto, os pesquisadores não perdem, nunca, o foco nas tecnicamente distantes, porém infinitas possibilidades terapêuticas.

Concluindo, vale realçar que são exatamente os fótons emitidos pelo Sol que tornam possíveis os processos de fotossíntese nas células vegetais e que é a energia por elas armazenada que torna possível a vida na Terra.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

Artigos

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http://www.mherickson-petropolis.com.br

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Bioenergia e bioeletrônica

Sinopse do programa REDES, veiculado pela Televisão Espanhola Internacional

A luz é uma das maiores energias que movem o mundo. E, nesse sentido, o descobrimento das emissões biofotônicas significou um passo muito importante. Os fótons têm sido denominados “a luz das células”. Não é por acaso, são luzes débeis emitidas pelos organismos vivos, por meio dos quais se comunicam entre si. Entre outras coisas, os fótons são imprescindíveis para conseguir qualquer reação química em um sistema biológico.

Todos os organismos vivos, incluindo as células, se comunicam através de campos eletromagnéticos, emitindo fótons que são captados pelo resto. Dessa maneira, graças à comunicação celular, se ativam as ordens para formar os órgãos dos organismos vivos. Trata-se de uma réplica a nível microscópico da comunicação que também se dá entre as comunidades de animais.

O biofísico alemão e vice-presidente do Instituto Internacional de Biofísica, Fritz-Albert Popp, será nosso convidado do programa. Popp, que foi nomeado ao Prêmio Nobel pelo descobrimento da luz fotônica celular ou biofotônica, conversará com Eduard Punset e, provavelmente, nos fornecerá novos e interessantes dados sobre o mundo da bioenergia e da bioeletrônica.

Entrevista com FRITZ ALBERT

POPPEDUARD PUNSET: No ano passado vi pela primeira vez, graças ao microscópio de dois fótons, células em movimento. Células de verdade movendo-se. E obviamente estavam se comunicando entre si. Nos anos oitenta você começou a descobrir e a afirmar que todos os organismos vivos, incluídas as células, emitem uma luz ultra-débil, os fótons, e que, graças a estas emissões, se comunicam entre si. É assim mesmo?

FRITZ ALBERT POPP: Sim. Na verdade, com apenas uns poucos fótons se produzem efeitos quânticos, não falo de efeitos clássicos. Tem a ver com uma radiação coerente. E a radiação faz com que as interferências no espaço que existe entre as células sejam maiores, mas aqui a radiação é uma radiação na qual se utilizam as interferências como uma forma de comunicação. Os fótons emitidos pelas diferentes células interferem e fazem com que as interferências sejam maiores entre as ondas que as células emitem. As amplitudes dos campos elétricos provocam, principalmente, interferências destrutivas, assim, a radiação entre os sistemas, neste caso as células, desaparece, enquanto que, por outro lado, a intensidade dentro dos sistemas é maior porque se tem que conservar a energia. Esta é a forma de comunicação entre as células. Todas as células se comunicam com padrões ondulatórios específicos. Observam-se estruturas de interferência específicas, e se as células são idênticas, se diz que têm o mesmo padrão de freqüência. Isto é como dizer, mais ou menos, que têm o mesmo padrão de interferência. E esta também é uma forma de identificação entre elas: cancelar a luz entre elas é a melhor maneira que existe para comunicar-se, porque criam algo assim como um canal, criam uma “zona de quietude” ou, dito de outro modo, criam uma zona livre de som entre elas, de modo que quando qualquer pequena perturbação surge, elas a percebem imediatamente como um sinal entre elas. O que digo não é uma especulação, é o resultado de uma experimentação que foi realizada em profundidade.

EP: Se nos comunicamos através de campos eletromagnéticos, que são os mesmos para todo mundo, como os fótons são únicos? Isto quer dizer que abrimos a possibilidade de que as árvores possam comunicar-se com os humanos, que os humanos possam comunicar-se com os animais, ou as árvores entre si?

FAP: Claro, podemos observá-lo a um nível celular. Também podemos observá-lo entre os animais. Por exemplo, entre as Dáfnias observam-se claros efeitos de luz e criação de canais dependentes da distancia, de modo que usam esta possibilidade para produzir populações. E o mesmo efeito ocorre também entre as células de um organismo, por exemplo, entre nossas células, em nosso corpo. Este tipo de comunicação é responsável pela formação dos órgãos, do fígado, do rim, etc, porque as células utilizam esta forma de comunicação também para criar estas forças que as atrairão entre si ou para dizer o que é que têm que fazer. A informação se manifesta desta maneira. Inclusive dentro de uma mesma célula… Tem-se que produzir cerca de 1.000 reações químicas por segundo em cada célula, e ainda a informação sobre o lugar e o momento exato em que estas reações químicas deverão se produzir, e isso é realizado através de uns poucos fótons, que são ligados entre si, e como são ligados podem provocar melhores interferências para transmitir uma quantidade tão grande de informação.

EP: Sempre pensamos que uma doença era o resultado de uma desordem bioquímica, mas, de acordo com seu raciocínio, pode parecer que uma doença seja também, ou ao invés disso, o resultado de uma desordem eletromagnética. Uma desordem nas ondas de fótons. É assim mesmo?

FAP: Sim. Os campos e a matéria vão muito unidos em um sistema vivo. O avanço de um depende da reação do outro. Para conseguir uma reação química se necessita de um fóton. Um dos componentes desta reação química tem que ser estimulado ou excitado por ondas eletromagnéticas.Devem excitar os estados eletrônicos do sistema. Esta excitação só pode se dar mediante a absorção de um fóton. De fato, este é um acontecimento muito comum que pode ser encontrado nos livros de química. Este é o motivo pelo qual a velocidade de reação das reações químicas aumenta em função da temperatura: se aumentamos a temperatura, se consegue um aumento do número de reações químicas por segundo, porque se produzem mais fótons disponíveis. Mas a principal diferença é que em um sistema biológico não se produz radiação calorífica nessa pequena reação, mas sim biofótons. Produz-se um pequeno número de fótons, e não é necessário ter muitos deles para se conseguir um grande número de reações químicas. Por que isso ocorre?Porque enquanto se dá uma reação química, o fóton é devolvido ao campo, e nesse campo biofotônico os fótons não são termalizados, quer dizer, não desaparecem como radiação calorífica, como calor, mas sim são armazenados, para que desta forma estejam sempre disponíveis para a próxima reação. Para esse campo biofotônico, com seu baixo número de fótons, não lhe é muito difícil assumir toda a atividade que se dá em uma célula, ainda que seja muito elevada. A informação sempre fica armazenada no campo e pode ser utilizada por outras células em outra ocasião. Pode-se dizer que nos sistemas biológicos existe uma espécie de matrimônio entre o campo fotônico e a matéria bioquímica: um é necessário para entender o comportamento do outro, é impossível separar seu estudo. Caso se leve em conta só uma das partes, se cometem muitos erros.

EP: O descobrimento das emissões biofotônicas nos levaria a confirmar alguns métodos convencionais de cura baseados no conceito da auto-regulação de organismos vivos, como a homeostase, por exemplo, ou inclusive a acupuntura? Existem muitas investigações que correlacionam propriedades da emissão fotônica com anomalias biológicas, ou padrões de crescimento, ou diferenciação de células no processo de morfogênese. Isto está correto?

FAP: Eu gostaria de concretizar que pode parecer muito simples afirmar que esses fenômenos podem ser observados apenas dizendo que existem ondas eletromagnéticas aplicadas neles. É muito difícil fazer uma idéia exata do que ocorre na acupuntura ou na homeopatia, por exemplo. Todavia, são só especulações. Como eu disse antes, é muito difícil encontrar evidências experimentais de forças elétrica em tais dimensões, porque nossos instrumentos não são o suficientemente sensíveis para detectar esses padrões de sensibilidade tão complexos e de tão baixa amplitude.

EP: Passemos a outro tema muito diferente, mas que tem muito a ver com sua teoria da vida. Vou citar textualmente o Prêmio Nobel Erwin Schroedinger, quando chamou à atenção ao afirmar que estávamos equivocados ao tentar medir a qualidade da comida, por exemplo, das coisas que comemos… “Estamos nos fixando nos aspectos equivocados” disse. E você disse algo muito similar. Afirmou, por exemplo, que depois de haver investigado, pode afirmar que a comida que foi exposta a uma radiação, ou que tem muitas bactérias (em comparação com a comida normal), a emissão de fótons é mais fraca se comparada com a da comida fresca. De algum modo, nas suas palavras e na de Schroedinger, a comida poderia estar refletindo uma determinada quantidade de ordem, e se a comida reflete desordem, não está em bom estado. É isso?

FAP: Schroedinger descobriu que a qualidade da comida tem que ser medida em termos de sua capacidade organizativa, ele a chamava “megantropia da comida”: os humanos e os animais são mais ou menos “ladrões de ordem”. Nossa idéia era medir esta capacidade organizativa da comida mediante a interação de fótons, porque as plantas vivem da luz do sol. A luz do sol é uma comida natural das plantas, e também dos humanos e dos animais, no sentido de que se alimentam de plantas que têm fótons armazenados. Por exemplo, se separamos a glicose – o açúcar – em CO2 e H2O, ambos são componentes moleculares do açúcar, mas ambos contém luz do sol, armazenam luz do sol, e nosso corpo aproveita o CO2 e o H2O do açúcar, e o resto é luz do sol, que permanece em nosso corpo enquanto o CO2 e o H2O desaparecem. Portanto, também vivemos da luz e temos que encontrar como se realiza esta conexão entre a capacidade de armazenagem da comida e sua qualidade. É muito provável que a qualidade da comida seja melhor quanto maior seja sua capacidade de armazenar luz, e por isso medimos sua capacidade de armazenar luz. Isto parece muito simples explicado assim, mas é muito mais complexo.

EP: Estamos nos aproximando do dia em que chegaremos a saber qual é a dieta exata que deveríamos seguir, as coisas que deveríamos comer e as que não deveríamos? Por exemplo, você diz que não é tanto uma questão de quantidade, é sim uma questão da potência do campo bioelétrico, das interações entre diferentes produtos. Estamos nos aproximando do momento no qual conheceremos a dieta ideal para cada pessoa?

FAP: Espero que seja assim. Mas existem também muitos componentes subjetivos que não podem ser medidos com os biofótons ou com o que quer que seja. O tema da saúde é muito evidente se observarmos algumas doenças em diferentes culturas ou nações: os norte-americanos por exemplo, levam uns 40 anos alimentando-se de conservas e comida preparada, e isso está lhes causando muitos problemas. Enquanto os chineses, que não podem permitir-se a comida preparada, simplesmente por motivos econômicos, mantêm uma saúde muito forte, inclusive quando mais velhos.

EP: Tem havido uma mudança radical na percepção do universo, em direção a uma espécie de desmaterialização. E, conseqüentemente, sua aproximação bioenergética está nessa linha. Você acredita que sua investigação está nos levando a uma futura teoria da vida, que seria muito diferente da concepção químico-molecular que tínhamos antes?

FAP: Os sistemas vivos, comparados com outros sistemas, se diferenciam no fato de que a interação com a matéria é muito estreita, são dependentes um do outro, ambos se influenciam entre si. E este é um aspecto completamente novo. Está muito longe da visão da vida do ponto de vista de que a interação entre as moléculas é baixa. É claro que é necessário saber que as moléculas estão envolvidas, porque podem chegar a influenciar todo o campo, mas não é suficiente. Seria como se você tratasse de descrever uma moeda só por uma de suas caras. Tem-se de olhar ambos os lados para se ter uma imagem completa.

Fonte: RTVE

http://espiritualidadeeciencia.blogspot.com/2007/12/fritz-albert-popp-e-comunicao-celular.html