Proteja a sua aura

Uma constante troca de energia circula entre as pessoas e os lugares. Conheça sete práticas para você se defender das energias que podem prejudicar seu bem-estar.

000Texto Keila Bis | Design Larice Peskir | Ilustrações Greg

Esta cena é corriqueira e de fácil identificação. Uma pessoa teve uma ótima noite de sono. Acorda se sentindo bem, feliz e cheia de disposição. Ao chegar ao trabalho, no entanto, depois de pouco tempo, as coisas começam a mudar. O clima está tenso, os colegas irritados e ansiosos. Ela vai sentindo toda sua disposição diminuir. No fim do dia, o mundo parece pesar em seus ombros, tem dor de cabeça, de estômago e volta para casa com um humor completamente diferente do que tinha quando saiu. A pergunta é: como é possível perder todo aquele bem-estar em tão pouco tempo?

Segundo os profissionais que estudam o campo de energia humana, ou aura, isso ocorre porque vivemos num oceano de energia – que tem diferentes nomes nas mais diversas culturas, como energia vital, em português; prana, em sânscrito; pneumo, em grego –, com o qual se está em constante interação. Técnicas de proteção da aura:

Para se proteger de pessoas e lugares estressantes e tristes

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Como fazer: cruzar braços e pernas.

Por que fazer: para tornar a aura mais densa, compacta, menor.
Quando fazer: quando se sentir mal, cansado depois de lidar com certa pessoa, como se ela tivesse sugado sua energia; diante de vendedores agressivos, que desejam persuadi-lo a comprar algo desnecessário; quando estiver em lugares estressantes; em lugares como hospitais, velórios e delegacias de polícia, onde há grande energia de sofrimento e de dor.
Observação: em uma reunião ou diante de um superior, não é indicado o uso da posição de fechamento total (braços e pernas) para não ser mal interpretado. Portanto, nessas ocasiões, cruze as pernas e coloque as mãos juntas no colo. Dessa forma, a posição é de receptividade e cooperação.

Para curar relacionamentos conturbados

02Como fazer: concentre-se nos chacras do coração e da coroa (no topo da cabeça) durante todo o processo. Levante ambas as mãos em posição de bênção. Visualize à sua frente a pessoa que deseja abençoar. Diga, suavemente, o nome da pessoa três vezes. Projete bondade e amor e entoe as palavras “a paz esteja com você” por cerca de 3 minutos. Repita o procedimento duas ou três vezes por semana ou até quando achar necessário.
Por que fazer: para repelir e transmutar pensamentos negativos que lhes são dirigidos; para curar relacionamentos conturbados.
Quando fazer: quando se indispuser com pessoas durante discussões, em brigas de casal ou com os filhos, enfim, quando desejar transformar a energia negativa em positiva e para que a calma se instale.

Fortalecimento da aura em qualquer ocasião social

03Como fazer: sentado ou de pé, conecte a língua ao céu da boca e feche as mãos na frente do corpo, com a mão esquerda sobre a mão direita.
Por que fazer: para aumentar o nível de energia no corpo e fortalecer a aura.
Quando fazer: em qualquer ocasião social, como ir a um restaurante, coquetel, reunião, vernissage.
Observação: você pode usar outras formas de fechamento das mãos. Algumas delas são: fechar as duas mãos com os polegares dobrados para dentro e colocá-las nos bolsos para que outras pessoas não vejam; colocar as mãos atrás das costas e fechar a mão esquerda com o polegar dobrado para dentro e depois segurá-la com a mão direita.

Para fazer em encontros com pessoas estressadas

04Como fazer: sentado ou de pé, imagine uma rosa de frente para você na distância de um braço estendido. Essa rosa, com a flor na altura de seu rosto, deve ter uma cor muito vibrante. O caule desce até a altura do seu cóccix e deve ser repleto de folhas e espinhos. Imagine agora esse caule vindo ao encontro de seu corpo e entrando nele até o chacra básico (no cóccix). De lá, esse caule desce e enraíza no chão.
Por que fazer: para se proteger de ambientes e pessoas perniciosos.
Quando fazer: durante encontros com pessoas estressadas; em lugares onde prevalece o nervosismo.
Observação: essa técnica foi desenvolvida pela pesquisadora científica Karla McLaren.

Para se proteger antes de sair de casa

05Como fazer: de pé ou sentado, feche os olhos e tome consciência do seu chacra básico (na altura do cóccix). Conecte a língua ao céu da boca. Inspire vagarosamente em sete tempos, segure a respiração em um tempo e expire vagarosamente em sete tempos. Visualize uma lâmpada de forma elíptica de cor laranja à sua frente. Imagine-se pequeno entrando nessa lâmpada e depois imagine-se dentro dela envolto nessa luz laranja. Sinta o quanto esse escudo é forte. Visualize agora esse escudo áurico etérico com uma cor metálica laranja que envolve toda a luz laranja. Mentalmente afirme: “Estou escudado e protegido de todos os ataques e contaminações psíquicas, protegido de todo mal e perigo. Esse escudo ficará comigo durante 12 horas”.
Por que fazer: esse escudo protege o corpo físico e mantém o equilíbrio interior e a clareza mental.
Quando fazer: antes de sair de casa, para pessoas que moram em grandes cidades, onde o estresse é muito alto; em situações de violência física; durante um assalto; quando se sabe que vai visitar uma área perigosa.

Para fazer em locais em que há briga. Também para proteger os filhos de bullying

06Como fazer: de pé ou sentado, feche os olhos e tome consciência do seu chacra do coração. Inspire vagarosamente em sete tempos, segure a respiração em um tempo e expire vagarosamente em sete tempos. Visualize uma lâmpada de forma elíptica (formato de uma lâmpada) cor-de-rosa à sua frente. Imagine-se pequeno entrando nessa lâmpada e depois imagine-se dentro dela envolto nessa luz rosa. Sinta o quanto esse escudo é forte. Visualize agora esse escudo astral com uma cor rosa metálica que envolve toda a luz cor-de-rosa. Mentalmente afirme: “Estou escudado e protegido de todos os ataques e contaminações psíquicas, protegido de todo mal e perigo. Esse escudo ficará comigo durante 12 horas”.
Por que fazer: para melhorar a eficácia do escudo etérico, a fim de conseguir paz interior e calma emocional nas situações que sejam psicologicamente perturbadoras.
Quando fazer: em lugares onde há brigas, como em residências onde o casal discute muito; os pais podem fazer esse escudo para proteger os filhos que sofrem bullying na escola.
Observação: pessoas com problemas cardíacos não devem usar essa técnica, pois ela pode piorar a condição.

Para fazer no trabalho

07Como fazer: de pé ou sentado, feche os olhos e concentre-se no chacra ajna (entre as sobrancelhas). Inspire vagarosamente em sete tempos, segure a respiração em um tempo e expire vagarosamente em sete tempos. Visualize uma lâmpada elíptica amarela à sua frente. Imagine-se pequeno entrando nela e depois imagine-se dentro dela envolto nessa luz amarela. Sinta como o escudo é forte. Visualize o escudo mental com uma cor amarela metálica que envolve a luz amarela. Mentalmente afirme: “Estou escudado e protegido de todos os ataques e contaminações psíquicas, protegido de todo mal e perigo. Esse escudo ficará comigo durante 12 horas”.
Por que fazer: para obter clareza mental a fim de não ser atingido por pensamentos criados por muitas pessoas durante um período considerável de tempo.
Quando fazer: no trabalho, para se manter concentrado sem se distrair com as formas mentais alheias; em caso de um ataque psíquico intencional, quando desejam influenciar seu comportamento.

O que é a aura?

“Nossa aura nada mais é do que uma irradiação de energia, invisível a olho nu, que emana do corpo físico e está imersa num outro campo energético que nos circunda. Como a aura é penetrável, estamos o tempo todo nos relacionando com a energia exterior, vinda de outras pessoas e lugares, que pode ser positiva ou não”, explica Sandra Garabedian Shannon, professora, tradutora, curadora prânica e presidente da Associação Cura Prânica, no Rio de Janeiro.

Nos primórdios do século 20, até mesmo no meio científico o tema já despertava a curiosidade. O dr. Victor Inyushin, da Universidade de Kazakh, na Rússia, por exemplo, investigador do assunto desde a década de 50, descobriu que esse campo de energia é formado por íons, prótons e elétrons e é diferente dos quatro conhecidos estados da matéria: sólido, líquido, gasoso e plasma. Deu a ele o nome de energia bioplasmática, o quinto estado da matéria. Entre as décadas de 30 e 50, foi a vez do psiquiatra alemão Wilhelm Reich, amigo de Sigmund Freud, usar os mais potentes equipamentos da época, como avançados microscópios, para descobrir que uma energia – que ele nomeou de orgone – se irradiava no céu e de todos os objetos orgânicos, inanimados, pessoas, micro-organismos…

Por que é importante protejer a aura?

Se tudo e todos estão, portanto, numa constante troca de energia, que interpenetra nossa aura, como se defender das contaminações energéticas negativas externas? Em 1999, uma importante obra sobre o assunto, Autodefesa Psíquica Prática – Em Casa e no Trabalho, editada pela Ground, foi lançada no Brasil. De autoria do mestre Choa Kok Sui (1952-2007), filipino estudioso das ciências ocultas e da cura paranormal, o livro ensina diferentes e simples técnicas de proteção áurica – algumas delas apresentadas nesta reportagem nas próximas páginas. “A importância dessas técnicas é que elas podem ser feitas de forma rápida e simples diariamente. Quando protegemos nossa aura, evitamos entrar em contato com a energia negativa externa, que pode afetar nosso comportamento e nosso bem-estar”, explica Sandra, discípula do mestre Choa. Além dos fatores externos, como o ambiente onde vivemos e trabalhamos e as pessoas com que nos relacionamos, a qualidade negativa da saúde física contribui muito para o enfraquecimento da aura. “O campo de energia está intimamente associado à saúde. Se a pessoa não for sadia, o campo de energia ficará desequilibrado ou com uma energia estagnada”, explica a ex-pesquisadora da Nasa e curadora prânica Ann Brennan, autora do livro Mãos de Luz.

Mas não é só isso. “O medo, a culpa, a baixa autoestima, enfim, a qualidade das emoções, pensamentos e sentimentos também enfraquece o campo energético”, alerta Marta Ricoy, professora de ioga e terapeuta de aura soma, sistema terapêutico de cura por intermédio das cores. Por outro lado, existem inúmeras ações que fortalecem nossa aura e não permitem o rápido e fácil envolvimento com essa energia externa. Elas estão em sintonia com a qualidade de nosso estilo de vida. Praticar qualquer tipo de atividade física é uma delas, pois aumenta a concentração de prana na aura. “Meditar também, pois alivia o estresse, que tem um efeito danoso para a qualidade da aura. E a oração purifica as emoções negativas, elevando a frequência vibracional”, explica Sandra.

Essas ações, associadas às técnicas de proteção áurica, podem provocar uma grande mudança na vida de quem as pratica. “Eu achava que era muito azarada. Estava sempre perdendo algo, me machucando. Bastava entrar em um lugar com muitas pessoas, como num ônibus ou restaurante, para me sentir cansada. Conforme fui treinando os exercícios de proteção áurica, isso melhorou muito”, conta a bancária Marina Salvador. Mas existe uma premissa para que eles funcionem: “Devem ser feitos com convicção. Acreditar é fundamental para se beneficiar das técnicas”, alerta Sandra. Porém seríamos nós espécies de fantoches à mercê do destino, da energia dos lugares e das pessoas? Marta Ricoy acredita que todo esse trabalho – como os exercícios de proteção áurica ou as mudanças no estilo de vida para ter o campo áurico mais fortalecido – deve ser acompanhados por ações e reflexões sobre nosso posicionamento perante a vida.

“Quando estamos conectados com nosso ser, não ficamos vulneráveis, à mercê de tudo. Não importa se estamos num hospital ou num velório, onde a energia é mais densa, ou com pessoas que, como ‘vampiros’, desejam roubar a nossa energia”, explica ela. Essa conexão é um treino a ser feito diante das situações desagradáveis que surgem. Mas, para isso, é importante estar no presente. “Estando no presente você consegue escolher o seu estado de ser, ou seja: ‘Vou ficar irritado porque o outro está irritado?’ Coloque limites dizendo para si mesmo: ‘Isso não vai me invadir’.”

É claro que existem momentos mais difíceis, quando se manter forte exige um esforço maior. “Mas não tem problema. Se você der uma balançada, depois se ajusta e volta para si novamente. Faz algumas respirações e afirmações mentais do tipo: ‘Eu escolho ficar na luz’. Essa conexão com seu poder pessoal faz sua aura brilhar.”
**Técnicas ensinadas no livro Autodefesa Psíquica Prática – Em Casa e no Trabalho, que pode ser adquirido com a revendedora Cida Severini pelo telefone 11/98275-6396.

Fonte: http://casa.abril.com.br

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Eletrohipersensibilidade: A doença da Nova Era

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Por José Joacir dos Santos

Há alguns anos atrás quando publiquei um artigo sobre o perigo da irradiação eletromagnética dos aparelhos celulares causou certo barulho na internet. De ameaças e piadas, recebi muitas, passando por uma carta de um pastor evangélico dizendo que eu iria parar no “fogo dos infernos” por “inventar histórias”. O artigo tinha sido escrito depois de uma mensagem espiritual que tinha recebido. Hoje já se sabe o mal que causa as antenas para aparelhos celulares espalhadas pelas grandes cidades não só do Brasil e por causa da irradiação muitos aparelhos celulares foram “modificados”, mas não corrigidos. Chegaram os digitais, mas continuam irradiando. Estudos indicam que ratos de laboratório se irritam mais com ondas pulsadas do que com ondas analógicas. O assunto já chegou a outras esferas e a médica psiquiátrica Christine Achermann assina um artigo publicado no jornal inglês “The Sunday Telegraph”, de 15/05/2011, afirmando com todas as letras que “a telecomunicação móvel provoca mudanças de comportamento e da personalidade”.

Faz uns oito anos que um aluno meu se queixou de sofrer “distúrbios do sono, falta de motivação, irritabilidade, fadiga constante, problemas de memória, de concentração, baixa imunidade, gripava constantemente, agitação, ansiedade” e que ele suspeitava estar sendo vítima da irradiação causada pelas antenas, pelos radares e equipamentos de controle de aviação sobre a cidade de Brasilia. Profissionais de saúde diziam para ele que eram “questões emocionais”. O aluno não sabia da causa enquanto que os profissionais trocavam figurinhas entre si e diziam que eram “emocionais”, para não chamarem ele de maluco. Mas o meu aluno, que chamo aqui de Zé, passou a apresentar sintomas que somente ocorriam em determinados lugares da cidade. Embora tenha sofrido com o “descrédito” das suas reclamações, disse que “a dor de cabeça era relacionada diretamente com o wifi do meu trabalho”, e de alguns locais onde havia a poluição eletromagnética. Ele sofria de eletrohipersensibilidade e ninguém sabia! “A dor de cabeça era como se tivesse queimando a parte de baixo do crânio. Se eu ficasse muito tempo no local, demorava mais para sair”. Dava a leseira semelhante a quem é exposto a muito calor e não tem forças para sair do local. Os dicionários da Língua Portuguesa não registram a palavra “eletrohipersensibilidade”.

A Dra. Achermann diz, em seu artigo, que “de acordo com minhas observações pessoais na minha prática (médica), há um crescimento nas ocorrências de doenças cognitivas e psicológicas devido à exposição às (aparelhos) telecomunicações”. “Isto inclui disfunções cerebrais também chamadas de “psicossíndromes”. A psicossíndrome pode ocorrer temporária ou cronicamente em resposta à prolongada exposição da pessoa à irradiação eletrônica-eletromagnética (eletrohipersensibilidade) do mesmo jeito que ocorre em casos de danos cerebrais por traumas físicos (acidentes de moto) ou inflamatórios (coma hepático). Eles podem ser reversíveis ou não, depende do caso, porque cada pessoa reage diferentemente a esse tipo de exposição. A mudança de personalidade pode ocorrer “gradualmente, anos depois” à exposição intensiva. A mudança de personalidade se assemelha a motoqueiros que tem traumas de acidente. Em criminosos, outro exemplo, a personalidade muda na medida em que o indivíduo se envolve mais profundamente com o crime (há uma inversão total de valores sociais, crenças etc), chegando a mudar até a forma física do cérebro.

O eletromagnetismo da Terra (hipersensibilidade de algumas pessoas) é mais frequente nos dias de hoje porque os tempos estão mudando, a eletromagnetividade da terra está mudando (há outras implicações em andamento, por exemplo, o Brasil se afasta da Africa 10cm por ano), as pessoas estão mais sensíveis. Informações não confirmadas indicam que  “nos últimos seis anos, o nível de poluição eletromagnética das cidades aumentou 6 mil por cento”.

Meu aluno Zé é tão sensível que se ele sair de casa sem uma proteção na cabeça adoece. Ele também já conseguiu fazer um mapeamento da cidade de Brasília e sabe exatamente onde estão as áreas mais afetadas pela eletromagnetividade, muitas delas sem sequer uma antena de celular instalada mas sobre o forte efeito dos aparelhos eletrônicos de controle da segurança da Aeronáutica. Até pessoas falando ao celular perto dele causam dor-de-cabeça. Mesmo sem estar falando ao telefone mas com ele ligado porque “eles emitem a mesma comunicação constante com as torres de controle”.

Por ter sofrido de descredibilidade, Zé investiu nas pesquisas particulares e hoje já sabe que cada indivíduo sofre ataques em uma ou outra parte do corpo, por exemplo: uns é a cabeça; outros é o estômago. Ele também é fortemente afetado pela frequência de rádio e diz que “não posso morar em apartamento, devido às emissões dos celulares dos vizinhos, dos telefones sem fio, dos roteadores wifi, dos teclados e mouses sem fio, e outros aparelhos transmissores sem fio, a não ser que blindasse as paredes”. Já existem aparelhos que detectam irradiação, veja no final deste artigo.

A Dra. Aschermannn diz que a exposição à irradiação é sentida pelo cérebro e as consequências são: falta de memória temporária, falta de concentração, amnésia, afasia (dificuldade de achar palavras para se expressar) e parapraxia (a pessoa passa a agir diferentemente do que agiria sem a irradiação). Ela cita também que em mais de dez anos de uso dos aparelhos celulares, as pessoas começam a ficar inflexíveis, têm dificuldade de fazer julgamentos positivos, há inversão de valores sociais ocorrendo a todo instante (pessoa defendendo terroristas, criminosos, homofóbicos, nazistas, fogo do inferno), diminuição na  habilidade afetiva (pessoas ficaram mais frias), incapacidade de controlar os impulsos emocionais (explodem e agem como animais raivosos), insensibilidade (matam sem remorso), perdem o sentido dos valores étnicos (colocam na internet a intimidade de pessoas depois que brigam com elas). O que intriga a médica é que alguns desses sintomas acima citados são características também da velhice, conhecidas como cerebroesclerosis, mas está ocorrendo em pessoas muito jovens.

Assim que descobriu, pelo próprio sofrimento, que era sensível ao eletromagnetismo vindo do espaço e estava sofrendo os efeitos eletromagnéticos da irradiação, o meu aluno Zé, que é engenheiro-eletricista (carma ou o universo já encaminhou ele para a própria cura?), criou o seu próprio ambiente doméstico isolado e a saúde melhorou ao ponto de motivá-lo a mudar-se de Brasilia para uma cidade do interior (se Brasília, que é verde, é assim, como serão cidades como São Paulo, com um larga população por metro quadrado?). “É melhor estar em uma rua em São Paulo, desde que não tenha nenhum celular ligado por perto, do que qualquer lugar em Brasília. Talvez porque a cidade é plana, não há obstáculos ou devido ao controle militar aéreo que é intenso”. Quem duvida da eletromagnetividade pergunte a um Mestre Reiki o que acontece depois de um curso de dois dias onde ele inicia pelo menos dez alunos… Exemplo: apaga a bateria dos controles remotos. É a irradiação positiva da Terapia Reiki, que penetra qualquer material físico e não oferece perigo à saúde, muito pelo contrário. Consigo mudar a frequência energética de um cliente apenas com o toque de um diapasão de 4060 hz ou um gongo tibetano de sete metais. Imagine você o que faz uma torre de aparelhos celulares, de tv, ou poderosos radares de aeroportos!

Sintomas

Muitos já são os sintomas da hipersensibilidade ou eletro-hipersensibilidade, os quais os profissionais de medicina não estão preparados para checar, ouvir o cliente, examinar a vida do cliente. Se você sofre dos sintomas abaixo, verifique se mora perto de antenas de celulares, de tv, de aeroportos, de rádios, se usa telefone celular constantemente, se passa horas no computador ou na internet, se mora em área comercial onde há muitos eletrônicos ligados o dia todo, se trabalha em loja de eletrodomésticos, se mora perto de aeroportos ou em rota de avião para decolar e decolar, se mora em área muito povoada como os centros das cidades, se tem mediunidade alta, se usa microondas e outros eletrodomésticos com frequência etc. Segundo a “Associação dos hipersensitiveis da Inglaterra”, são os seguintes os efeitos colaterais mais frequentes:

Neurológicos: dor-de-cabeça (depressão), dificuldade de concentração (mesma dificuldade que os viciados em maconha têm e se é viciado e trabalha em computador o dia inteiro e/ou com celular, o problema triplica), ansiedade, dores musculares sem motivo (confusão mental), perda temporária de memória (fadiga, dores nas pernas), tonteira (sensação de fraqueza), náuseas (tremores), irritabilidade sem motivo (espasmos musculares), sintoma de gripe sem estar gripado, sensível a qualquer coisa (com febre), reflexos alterados (deixa cair coisas, comida cai da colher e da boca combinado com insônia), problemas digestivos sem motivo (dores abdominais), sangue pelo nariz sem motivo (sangramento interno), comida engasga na garganta (falta de apetite), doenças imunológicas ou de falta de imunidade (desequilíbrio dos metais internos), impotência;

Cardíacos – palpitações aceleradas ou lentas demais, dor no peito, pressão sanguínea alta ou baixa sem motivo, falta de ar (especialmente à noite, misturada com claustrofobia), dores nos testículos ou nos ovários, perda de cabelo, barulho nos ouvidos. Os eletrocardiogramas podem não indicar nada;

Respiratórios – sinusites, asma, bronquites, pneumonia, inflamação na tireóide, dores nos dentes, alergias desconhecidas, falta de sentir cheiro ou fedor;

Dermatológicos – rachaduras, coceira, sensação de queimação, sede constante, frequência na ida ao banheiro para urinar, aumento inesperado dos níveis de açúcar no sangue;

Oftalmológico – Diminuição da visão noturna, dores e sensação de queimação nos olhos, pressão dos olhos é alta (olho incha), desenvolveu cataratas sem tomar banho de rio ou de se expor a água contaminada, se é sensível à luz, se tem suor noturno, se a língua, a boca e os olhos secam com frequência, especialmente quando dorme.

Muitos dos diagnósticos médicos para doenças sem explicação podem estar relacionadas à exposição à eletromagnetividade ou a pessoa pode ser  hipersensível e não sabe. Nestes casos, é aconselhável a pessoa mudar de trabalho, tirar férias ou mudar de local onde mora. Há alguns anos, uma entidade espiritual alertou o autor deste texto para o fato de que com a Nova Era as pessoas precisavam de práticas como Reiki para se proteger das irradiações que se multiplicariam pelo planeta com uma velocidade incontrolável até a mudança de eixo definitiva da terra, agora em percurso.

“Não existe um aparelho que detecte todas as ondas eletromagnéticas, mas um que mostra um grande espectro é o Acoustimeter. Ele tem esse nome porque emite sons diferentes para diferentes tipos de onda: Wifi (rede de computador wireless), DECT (telefones sem fio), GSM (celular), 3G (celular e internet), etc. Uma coisa que você tem que ter em mente é o seguinte: se o médico usa antigos parâmetros para medicar a sua atual doença, e você não passou por prolongada exposição a estresse e depressão (ou a ameaças de marido, de crime etc) ele pode estar cometendo um erro por desconhecer o desenvolvimento das mudanças eletromagnéticas da Terra e os efeitos colaterais sobre o ser humano.

Veja que o Japão é o país mais eletromagnético do mundo e agora se pergunte: porque os terremotos (que são ondas eletromagnéticas de alguma forma), têm sido tão frequêntes e terríveis e porque será que no Japão existem tantos jovens doentes com os sintomas dos efeitos colaterais da eletrohipersensibilidade em excesso? Lembre-se que o Brasil está longe de se atualizar sobre esses assuntos da Nova Era porque o povo ainda briga por estações de metro (São Paulo, a cidade mais desenvolvida do país) e ainda defendem deputados homofóbicos.

(*) José Joacir dos Santos é jornalista e psicossomatista

Fonte: http://www.joacir.com/

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Pessoas com alergia a eletricidade ou tecnologia

Ser uma pessoa eletrosensível  é o mesmo que ser excluído da sociedade moderna. O pior é que eletrosensibilidade  ainda é um mistério para os médicos e especialistas.

Muitas pessoas são obrigadas, ainda hoje, a viver à luz de velas. Mas não porque não tem dinheiro para pagar a conta de luz, mas porque são eletrossensíveis, ou seja, tem alergia a eletricidade, ou seja, alergia a campos magnéticos fortes.

Esse enigma da ciência ainda não foi desvendado e é um mistério para a medicina ainda sem cura. Pessoas com esta condição não podem usar um simples telefone celular ou um computador. Para elas a vida social é muito dura, pois se sentem excluídas.

A britânica Petra Smith sofre de sensibilidade elétrica extrema, uma rara condição alérgica que faz o seu cérebro “fritar” e causa insônia e ataques de pânico quando ela está próxima a aparelhos elétricos. Atualmente Petra não pode sequer entrar em um mercado, as pessoas trazem para ela as compras até a porta.

Aos 27 anos, quando foi morar em uma casa com fiação elétrica defeituosa, ela descobri que, ao chegar próxima de uma tomada elétrica, seu coração disparava. Mas ela nunca conseguiu ajuda para combater a sua condição, pois eletrossensibilidade, ou hipersensibilidade elétrica, não é uma doença reconhecida.

Outros acometidos por estes males dizem que a existência de campos elétricos os prejudicam e causam sintomas como dores no quadril, sono irregular, erupções na pele (irritações na pele caracterizadas por um vermelhão ou bolinhas), etc. Eles dizem que sua condição é verdadeira, pois melhoram após instalarem caríssimos filtros elétricos em suas casas e pelo fato de que os nervos no corpo humano respondem a impulsos elétricos vindos do cérebro. Muitos dizem que este é apenas um efeito placebo, mas a verdade é que o surgimento de pessoas que são alérgicas à tecnologia são uma moda real, sendo ou não psicossomática.

Até que a ciência possa derrubar estas afirmações sobre os eletrossensíveis eles possivelmente não conseguirão muita ajuda da sociedade atual. Mas editores de revistas especializadas em alergias dizem que a condição está cada vez mais comum e pessoas que relatam sintomas negativos por causa da eletricidade estão aparecendo a cada dia.

http://hypescience.com/alergia-eletricidade-eletrossensiveis/

Doença impede o uso de celular e computador

[02.11.2008]
Saiba como vivem os eletrossensíveis.

Na Suécia, um dos países mais modernos do mundo, surgiu um movimento de pessoas que se dizem doentes por causa das radiações de computadores, celulares, carros e até da luz elétrica. Mesmo sem comprovação científica, os chamados “eletrossensíveis” conseguiram reconhecimento, e dinheiro da prefeitura da capital, Estocolmo.

À luz de velas, o som da arcaica máquina de escrever destoa da realidade da Suécia, uma das nações mais modernas do mundo. Mas centenas de pessoas se dizem obrigadas a viver como no passado, longe de tudo o que significa tecnologia. Eles são os chamados eletrossensíveis.

– “É uma doença da modernidade”, explicou a doutora Ulrica Aberg, especialista em eletrosensibilidade e também portadora da doença. A moléstia se mostra de várias formas: dor de cabeça, coceira, olhos lacrimejantes, tontura, perda de memória.

Na Suécia são quase 2.500 eletrossensíveis, tanto que já existe uma associação deles. A presidente, Birgitta Knape, explica que os suecos, que vivem no extremo norte do planeta, consomem mais energia elétrica pra iluminar as casas, principalmente no longo e rigoroso inverno. Eles também precisam de aquecedores e outros equipamentos. Isso tudo teria tornado a doença mais comum neste país.

Telefones, segundo os eletrossensíveis, são venenosos. Aliás, os que realmente precisam de um celular fazem assim: a bateria é instalada somente na hora de falar, e mesmo assim, com fones de ouvido pra ficar o mais longe possível do aparelho.

Em um país gelado como a Suécia, com temperatura média abaixo de dez graus durante o ano, vestir um casaco com capuz é absolutamente normal. Estranho é o uso de uma tela, que é uma mistura de seda com fios de prata que, segundo o fabricante, ajuda a evitar o contato do rosto com a radiação e as microondas emitidas por todo tipo de máquinas e aparelhos, como celulares e até motores de carros.

Há 18 anos a professora Sylvia Lidndheim não sai de casa sem a proteção sobre toda a cabeça. O carro, com motor a diesel, que segundo ela produz menos ondas eletromagnéticas, não é usado à noite para evitar o acendimento dos faróis. Ela trocou o apartamento na cidade por uma casinha no campo. Não tem computador e nem aquecedor elétrico, ela prefere uma lareira. A cama dela é coberta com o mesmo tipo de tela usada pra proteger a cabeça. Parece um mosquiteiro. Com um aparelhinho que mede as ondas eletromagnéticas Sylya mostra que debaixo da proteção ela tem condições de passar a noite mais tranqüila. “Assim eu acordo renovada e posso até manter a minha profissão”, diz a professora.

A direção da escola providenciou uma sala especial para Silvia: nas janelas, cortinas do mesmo tecido usado sobre a cabeça e a cama. O computador dos alunos fica trancado dentro de uma caixa de chumbo. Sylvia não chega a menos de dois metros da tela quando precisa usar a máquina.

O governo sueco ainda espera novos estudos para comprovar se é mesmo doença ou mais uma mania. Mas a prefeitura da capital, Estocolmo, saiu na frente e já reconheceu os eletrossensíveis como pessoas doentes. Com isso, eles passaram a receber benefícios para tentar se proteger.

Maija-Liisa Holmberg ganhou o equivalente a 50 mil reais do município para reformar o apartamento dela. A senhora, que era professora de química, também conseguiu se aposentar por causa da doença. “Sei que muita gente duvida, acha que é frescura. Pensem o que quiserem. Eu que vivo com alergia e dor de cabeça e mal posso ficar em ambiente iluminado por lâmpadas elétricas, sei como é sofrido. Adoraria que ninguém tivesse que passar por isso”, explica Maija-Liisa.

Aqui no Brasil, o Fantástico ouviu especialistas para saber se a exposição à radiação do dia-a-dia faz mesmo mal à saúde. Veja só o que eles dizem:

Hortêncio Borges, diretor do departamento de Física da PUC-RJ participou de congressos sobre o tema e afirma que até agora as pesquisas não provaram que a exposição prejudique o organismo humano. “Toda evidência científica acumulada até o momento não aponta para nenhuma evidência nesse sentido”, explicou.

O professor de Física da Uerj Alberto Santoro, que colaborou na construção do acelerador de partículas LHC, a mais ambiciosa experiência científica de todos os tempos, diz que a radiação dos aparelhos não é suficiente para causar danos. “Os campos eletromagnéticos emitidos eventualmente por esses aparelhos são muito fracos. Eles permeiam toda a face da terra, não é? Você transmite, por intermédio de ondas de rádio, que são ondas eletromagnéticas, pra todos os lugares da Terra, então eles não estão isolados disso. O fato de sair da cidade não tem nenhuma diferença nesse sentido”, explicou Santoro.

“Uma tela metálica reduz a penetração de campos eletromagnéticos pra dentro. Com certeza reduz. Mas a minha questão é se isso tem alguma coisa a ver com a saúde dela. De repente o efeito psicológico é mais importante”, questiona Borges.

“É claro que blindagens de campos existem, mas não esse ponto. Colocar o computador dentro de uma caixa de chumbo, realmente não adianta absolutamente nada”, acrescentou Santoro.

http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL846599-15605,00.html