Vêm aí as culturas epigeneticamente modificadas

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Epigenética

Acaba de ser dado o primeiro passo para uma nova forma de modificar as plantas – ou os animais – para obtenção de culturas mais produtivas e, eventualmente, menos controversas.

As modificações são feitas através de um processo chamado de modificação epigenética – eventualmente inaugurando a categoria dos OEMs, organismos epigeneticamente modificados, em contraposição aos OGMs, organismos geneticamente modificados.

Nas últimas décadas, os cientistas descobriram que muitas características dos seres vivos são controladas não apenas pela sua genética – o que está escrito no código do seu DNA -, mas também por processos fora do DNA que determinam se, quando e o quanto os genes são expressos. Esta descoberta levou ao desenvolvimento de um campo de pesquisas conhecido como epigenética.

Esse controle externo dos genes abriu a possibilidade de criar maneiras totalmente novas de manipular as características de plantas e animais. Ativando e desativando seletivamente a expressão de genes, os cientistas podem criar novas variedades e cultivares sem alterar os genes das plantas, por exemplo.

Culturas epigeneticamente modificadas

Agora, pesquisadores norte-americanos e chineses identificaram mais de 500 genes que são modificados epigeneticamente entre variedades de algodão selvagem e algodão domesticado, alguns dos quais são conhecidos por relacionar-se com características agronômicas e de domesticação.

Esta informação vai ajudar a selecionar características que os biotecnologistas querem alterar, como o rendimento de fibras ou a resistência à seca, calor ou pragas. Por exemplo, variedades de algodão selvagem contêm genes que as ajudam a responder melhor à seca, mas essas características foram silenciadas epigeneticamente no algodão domesticado devido à irrigação.

“Este entendimento nos permitirá complementar a criação genética com a criação epigenética. Como sabemos agora como as alterações epigenéticas afetam a floração e as respostas ao estresse, você pode reativar genes responsivos ao estresse no algodão domesticado,” exemplificou o professor Jeffrey Chen, da Universidade do Texas em Austin, que fez o estudo em colaboração com colegas da Universidade Agrícola de Nanjing, na China.

Metiloma do algodão

O resultado do trabalho da equipe é um “metiloma” do algodão – uma lista de genes e elementos genéticos que foram ligados ou desligados através de um processo natural chamado metilação do DNA.

O metiloma fornece pistas importantes para as empresas de biotecnologia que desejarem adaptar as culturas através de modificações epigenéticas.

Este metiloma cobre a forma de algodão mais cultivada no mundo, conhecida como Upland ou algodão do México (Gossypium hirsutum); do seu primo, o Pima ou algodão egípcio; e dos seus parentes selvagens. Segundo a equipe, o mapa consegue mostrar como essas plantas mudaram ao longo de mais de um milhão de anos.

“Sabendo como o metiloma mudou durante a evolução e a domesticação ajudará a aproximar esta tecnologia da realidade,” disse Chen.

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Seres humanos estão evoluindo para se tornar vegetarianos?

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Evolução alimentar

Se você acha que o vegetarianismo é um fenômeno recente, é melhor pensar de novo.

Na verdade, parece que a humanidade está lentamente traçando seu caminho de um passado carnívoro para um futuro mais próximo ao vegetarianismo.

Mudanças na dieta dos povos europeus após a introdução da agricultura, há mais ou menos 10.000 anos, levaram a adaptações genéticas que favoreceram as tendências alimentares da nova época.

Antes da Revolução Neolítica, que começou há cerca de 10 mil anos, as populações europeias eram caçadoras-coletoras que ingeriam dietas de origem animal e alguns frutos do mar. Mas, após o advento da agricultura, que surgiu no sul da Europa há cerca de 8 mil anos e depois se espalhou para o norte, os agricultores europeus mudaram para as dietas primordialmente centradas em vegetais.

E isto alterou sua genética.

Genética vegetariana

Uma equipe da Universidade Cornell (EUA) reuniu dados de mais de 25 estudos que examinaram o DNA de fósseis e restos arqueológicos (de 30 mil até cerca de 2.000 anos atrás) de antigas populações humanas e compararam com o DNA das atuais populações. O que se verificou é que essas práticas alimentares se refletem nos genes dos europeus.

As adaptações ocorreram em uma importante região genômica que inclui três genes de ácidos graxos dessaturase (FADS). Diferentes versões do mesmo gene FADS1, denominadas alelos, corresponderam aos tipos de dietas que foram adotadas ao longo da história.

“O estudo mostra que a dieta tem desempenhado um papel marcante na evolução das populações humanas,” escrevem Alon Keinan e Kaixiong Ye. “As alterações nas dietas mudaram instantaneamente quais alelos eram vantajosos, um resultado da seleção natural marcada pelo nível que um gene crucial é expresso”.

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Falta de vitamina D na população por excesso de protetores solares

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Os resultados de uma revisão clínica publicada no Jornal da Associação Osteopática Norte-Americana revelam que quase 1 bilhão de pessoas em todo o mundo podem ter níveis deficientes ou insuficientes de vitamina D devido a doenças crônicas e à exposição solar inadequada relacionada ao uso de protetores solares.

“As pessoas estão gastando menos tempo lá fora e, quando saem, costumam usar protetor solar, o que basicamente anula a capacidade do organismo de produzir vitamina D,” disse o professor Kim Pfotenhauer, da Universidade Touro. “Embora queiramos que as pessoas se protejam contra o câncer de pele, há níveis saudáveis e moderados de exposição desprotegida ao Sol que podem ser muito úteis para aumentar a vitamina D.”

O Dr. Pfotenhauer afirma também que doenças crônicas, como diabetes tipo 2 e aquelas relacionadas à má absorção, incluindo doença renal, doença de Crohn e doença celíaca, inibem a capacidade do corpo para metabolizar a vitamina D a partir de fontes alimentares.

Insuficiência ou deficiência de vitamina D

A vitamina D – na verdade considerada um hormônio, e não exatamente uma vitamina – é produzida quando a pele é exposta à luz solar. Existem receptores de vitamina D em praticamente todas as células do corpo humano. Como resultado, ela desempenha um amplo papel nas funções do organismo, incluindo a modulação do crescimento celular, neuromuscular e da função imunológica, e a redução da inflamação.

Os sintomas de insuficiência ou deficiência de vitamina D incluem fraqueza muscular e fraturas ósseas. Pessoas que apresentam esses sintomas ou que têm doenças crônicas que sabidamente diminuem a vitamina D devem ter seus níveis verificados e, se forem baixos, discutir opções de tratamento. No entanto, o rastreio universal não é necessário e nem prudente na ausência de sintomas significativos ou de doenças crônicas, dizem os responsáveis pela meta-análise, que reavaliou todos os estudos científicos disponíveis até o momento.

A boa notícia é que aumentar e manter níveis saudáveis de vitamina D pode ser tão fácil quanto passar de 5 a 30 minutos ao Sol duas vezes por semana. O tempo apropriado depende da localização geográfica de uma pessoa e da pigmentação da pele – peles mais claras sintetizam mais vitamina D do que peles mais escuras. É importante não usar protetor solar durante essas sessões porque fatores de proteção solar iguais ou maiores do que 15 diminuem a produção de vitamina D3 em até 99%.

“Você não precisa ir tomar banho de sol na praia para obter os benefícios,” disse o Dr. Pfotenhauer. “Uma simples caminhada com braços e pernas expostos é suficiente para a maioria das pessoas.”

Níveis saudáveis de vitamina D

Apesar de inúmeros estudos recentes mostrarem que a vitamina D tem mais benefícios do que se imaginava e que os benefícios de tomar Sol superam o risco de câncer de pele, está difícil contrapor o bom-senso a uma divulgação exagerada do uso de protetores solares. Mas parece valer a pena.

“A ciência tem tentado encontrar uma correspondência um-para-um entre os níveis de vitamina D e doenças específicas,” disse o Dr. Pfotenhauer. “Dado o papel geral da vitamina D no corpo, eu acredito que a vitamina D em níveis suficientes tem mais a ver com a saúde geral.”

Atualmente, a insuficiência de vitamina D no organismo é definida como entre 21 e 30 ng/ml (nanogramas por decilitro) e a deficiência é considerada abaixo de 20 ng/ml.

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Rezende desiste de quimioterapia e se entrega a tratamento alternativo

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Daniel Castro e Luciano Guaraldo

O apresentador Marcelo Rezende, 65 anos, desistiu de fazer quimioterapia, considerado o tratamento mais eficiente no combate ao câncer. Segundo uma pessoa muito próxima ao jornalista, que pediu anonimato, Rezende está animado com um tratamento alternativo, baseado na alimentação.

Difundida no Brasil pelo cardiologista, nutrólogo e autor de livros de autoajuda Lair Ribeiro, a dieta que Rezende está seguindo é rica em proteínas e gorduras. Sem carboidratos, visa “matar as células de fome”, reduzindo o fornecimento de glicose.

De acordo com os princípios da dieta cetogênica propagada por Ribeiro, as células cancerígenas só gostam de açúcares e não se alimentam de outra coisa. Cortar o consumo de glicose, portanto, faria os tumores regredirem.

Rezende enfrenta um câncer no pâncreas e no fígado. O anúncio foi feito em uma entrevista ao Domingo Espetacular, da Record, em 14 de maio, uma semana após ele se afastar do comando do Cidade Alerta. “Eu não tenho medo da morte. Tem gente que tem, mas eu não. Porque o homem que tem fé não tem medo, ele sabe que vai vencer”, disse ele na entrevista.

O jornalista parou de fazer quimioterapia logo após revelar a doença publicamente. Como o tratamento tem muitos efeitos colaterais, é normal que seja realizado em ciclos, com até três semanas de descanso após sete dias de químio. Rezende completou o primeiro ciclo, mas não voltou após o descanso. A amigos, diz que não voltará a fazer químio, que prefere se arriscar num tratamento alternativo.

Nos últimos 30 dias, o apresentador do Cidade Alerta foi algumas vezes à região de Juiz de Fora, em Minas Gerais. A última viagem foi ontem (11). Na estrada, ele postou um vídeo em uma rede social dizendo que vai iniciar a terceira etapa de seu tratamento.

“Estou indo para o que eu chamo de ‘Farmácia de Deus’, um local onde estou sendo acolhido, cuidado e, mais do que isso, caminhando no sentido da cura”, disse, visivelmente abatido e aparentemente mais magro.

“Não adianta você curar o físico sem ter à frente o espiritual. E eu cuido muito do lado espiritual, porque quem está fazendo essa travessia da cura é Deus, é Ele quem me conduz”, afirmou o apresentador.

Antes, em 23 de maio, Rezende já havia publicado outro vídeo na estrada, ao lado do apresentador Geraldo Luís, seu amigo pessoal, e da filha Patrícia Andriessen, que mora na Holanda mas veio para o Brasil para ficar com o pai.

Na mensagem, ele anunciava que ia começar a busca pela cura espiritual: “Nós vamos ficar a semana inteira em oração, pedindo a Deus que nos abençoe. Eu agradeço o tanto que vocês estão orando por mim, é isso que me deixa forte para seguir em frente”.

Uma semana antes, o apresentador fez um retiro espiritual, no qual ficou sete dias “apenas em oração, leituras de textos sagrados e reflexões sobre a vida”. “Só não fiz jejum porque as drogas que me aplicam mais parecem que vão me matar do que me salvar”, desabafou, em outra gravação.

Há cinco dias, Geraldo Luis postou uma foto na internet do livro Anticâncer – Prevenir e Vencer Usando Nossas Defesas Naturais, do médico francês David Servan-Schreiber (1961-2011).

Na obra, o autor conta a própria história: diagnosticado com câncer no cérebro, seguiu o tratamento com químio e radioterapia, que fizeram o tumor regredir. Porém, com a reincidência da doença, buscou tratamentos alternativos, com mudanças alimentares e de hábitos de saúde.

O livro de Servan-Schreiber segue muitos dos preceitos de Lair Ribeiro adotados por Marcelo Rezende nessa nova fase, inclusive a sugestão de cortar açúcar e carboidratos da dieta e iniciar o hábito de meditação.

O francês, no entanto, pregava que os tratamentos alternativos não poderiam substituir a medicina tradicional, mas complementá-la. Ou seja, Rezende deveria continuar o tratamento quimioterápico e aliá-lo à nova alimentação e às preces.

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Sono profundo funciona como fonte da juventude na terceira idade

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À medida que envelhecemos, nossas noites são mais frequentemente marcadas por momentos acordados, mais idas ao banheiro e outros incômodos, à medida que parece perdermos a capacidade de chegar ao sono profundo e restaurador que desfrutávamos antes.

Mas isso não significa que seja assim necessariamente e menos ainda que os idosos precisem de menos sono, alerta uma equipe de neurocientistas da Universidade da Califórnia em Berkeley (EUA).

Eles argumentam que um sono ruim entre os idosos eleva o risco de perda de memória e uma ampla gama de distúrbios mentais e físicos.

“Quase todas as doenças que nos matam na vida adulta têm um nexo causal com a falta de sono. Nós fizemos um bom trabalho aumentando nossa longevidade, mas um trabalho ruim em estender nosso período de saúde. Agora vemos o sono, e um sono melhor, como um novo caminho para ajudar a remediar isso,” disse o professor Matthew Walker.

Sono com remédio não é sono bom

Ao contrário da maioria dos indicadores cosméticos do envelhecimento, como rugas e cabelos grisalhos, a deterioração do sono tem sido associada a condições como a doença de Alzheimer, doenças cardíacas, obesidade, diabetes e acidente vascular cerebral.

Embora as pessoas mais velhas comumente relatem mais problemas de sono do que as pessoas mais novas, numerosos estudos do cérebro revelam como um sono ruim nos deixa cognitivamente debilitados.

Mais do que isso, passar de um sono profundo na juventude para um sono irregular e insatisfatório pode começar tão cedo quanto por volta dos 30 anos, abrindo caminho para doenças cognitivas e físicas relacionadas na meia-idade. “As partes do cérebro que se deterioram mais cedo são as mesmas regiões que nos dão o sono profundo,” disse o pesquisador Bryce Mander, principal autor desta nova análise.

E, enquanto a indústria farmacêutica está arrecadando bilhões de dólares atendendo aos insones, o professor Walker alerta que os comprimidos projetados para nos ajudar a pegar no sono são um substituto ruim para os ciclos naturais de sono que o cérebro precisa para funcionar bem.

“Não se deixe enganar pensando que a sedação é um sono real, não é”, disse Walker.

Neuroquímicos

Uma das deficiências que surgem conforme envelhecemos é a incapacidade de regular os compostos neuroquímicos que estabilizam o nosso sono e nos ajudam na transição do sono para os estados de vigília. Estes neuroquímicos incluem a galanina, que promove o sono, e a orexina, que nos ajuda a ficar acordados. Mas se é o sono ruim que os desregula ou se é sua desregulação que atrapalha o sono é algo ainda por ser elucidado.

Naturalmente, nem todos são vulneráveis às mudanças do sono na vida adulta e essa não é uma necessidade fisiológica natural.

“Assim como algumas pessoas envelhecem mais do que outras, algumas pessoas dormem melhor do que outras à medida que envelhecem, e essa é outra linha de pesquisa que pretendemos explorar,” disse o professor Mander.

Os resultados deste estudo inicial foram publicados na revista Neuron.

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Milhares de plantas medicinais sem uso por falta de catalogação

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Plantas para medicamentos

Enquanto a indústria farmacêutica se queixa de que são necessários bilhões de dólares para desenvolver um único medicamento, mais de 28 mil espécies de plantas em todo o mundo têm um uso médico, mas ainda não estão adequadamente catalogadas.

Uma documentação criteriosa permitiria que as pessoas tirassem proveito dos benefícios dessas plantas medicinais para sua saúde.

O recado está sendo dado por uma equipe de 128 cientistas de 12 países, que afirmam que seus dados ainda são “muito conservadores” – isto é, o número de plantas medicinais deve ser muito maior.

O relatório mostra que existem 28.187 espécies registradas de plantas com uso medicinal, embora apenas 16% delas sejam citadas em publicações médicas e muitas espécies tenham nomes diferentes, causando confusão e gerando risco de uso inadequado.

Plantas para alimentos

Mais de 1.700 novas plantas medicinais foram descritas cientificamente apenas no ano passado. Entre elas estão nove novas espécies da trepadeira Mucuna, usada no tratamento da doença de Parkinson.

E o “tesouro inexplorado” inclui também uma série de espécies que poderiam ajudar a fornecer alimentos para a população.

Entre a 1.730 novas espécies estão cinco novos tipos de plantas do gênero Manihot, parentes selvagens da mandioca, descobertos aqui mesmo no Brasil, o que poderia ajudar a desenvolver novas variedades do terceiro cultivo alimentar mais importante nos trópicos – plantas desse gênero são resistentes a condições mais secas e a doenças.

Também foram descobertas sete novas espécies do gênero Aspalathus, que dá origem ao chá-de-rooibos, e uma nova espécie de chirívia, uma parente da cenoura, cultivada há milênios na Europa e na Ásia.

Alimentos silvestres

A pesquisadora Kathy Willis afirma que a descoberta de parentes silvestres de alimentos conhecidos é importante porque as culturas modernas foram aprimoradas para maior produtividade, o que muitas vezes significa perder a diversidade genética e a resistência à seca e às pragas.

“Os parentes selvagens das plantas cultivadas podem não ter produtividade, mas eles sobreviveram milhares de anos em condições climáticas múltiplas e, em seus genomas, eles têm os genes que permitirão a resiliência. Precisamos ser capazes de pegar esses genes e inseri-los de volta em nossas culturas para fazer cultivares resistentes no futuro,” disse ela.

O relatório “Estado das Plantas do Mundo” foi publicado pelo Jardim Botânico Real (Reino Unido).

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Esta escola substituiu a suspensão por meditação e o resultado foi incrível

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Projeto escolar reúne meditação de atenção plena com profissionais especialistas em comportamento

Não existe detenção na escola Robert W. Coleman, em Baltimore, nos EUA. Em vez de dar broncas nos alunos ou mandá-los para casa, os professores enviam os alunos mais agitados para uma sala de meditação.

Trata-se de um programa escolar chamado Holistic Me, uma iniciatiava em parceria com a ong Holistic Life Foundation que reúne meditação de atenção plena com profissionais especialistas em comportamento. O resultado foi tão impressionante que, desde que implantou o projeto há dois anos, a escola de Baltimore não realizou uma única suspensão.

A ótima estatística da escola é semelhante àquela obtida em uma prisão do Alababa. Em uma entrevista ao jornal The New York Times, o presidente da prisão, Ron Cavanaugh, afirmou que desde que iniciaram um projeto de meditação, os detentos se tornaram aptos a controlar a raiva. A história pode ser vista no documentário The Dhama Brothers.

No dossiê especial sobre meditação, a bióloga do Instituto do Cérebro do Hospital Israelita Albert Einstein Elisa Kozasa afirmou a GALILEU: “Quem medita com regularidade tende a evitar respostas impulsivas”. Veja as fotos do programa escolar.

http://revistagalileu.globo.com

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