Basta o cheiro de café para melhorar nota nas provas

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Cheiro mágico de café

Beber café tem várias vantagens. Além do estímulo físico, o café pode diminuir nosso risco de doenças cardíacas, diabetes e demência. O café pode até nos ajudar a viver mais.

Agora, há mais uma boa notícia: Só o cheiro do café pode ajudar as pessoas a se saírem melhor nas provas.

O efeito foi atestado usando o “Teste de Aptidão de Pós-Graduação”, uma espécie de vestibular realizado por faculdades de negócios nos EUA.

“Não é só que o cheiro de café tenha ajudado as pessoas a se saírem melhor em tarefas analíticas, o que já seria interessante. Mas [as pessoas] também acreditaram que se sairiam melhor, e demonstramos que essa expectativa era pelo menos parcialmente responsável pelo melhor desempenho delas,” disse Adriana Madzharov, do Instituto de Tecnologia Stevens (EUA).

Para resumir os resultados, sentir o aroma do café – que não tem cafeína – teve um efeito semelhante ao de beber café.

Os pesquisadores ainda não sabem dizer se o cheiro tem um efeito fisiológico ou se existe algo como um efeito placebo do cheiro de café.

“O olfato é um dos nossos sentidos mais poderosos,” disse Madzharov. “Os empregadores, arquitetos, construtores de edifícios, gerentes de loja e outros podem usar aromas sutis para ajudar a moldar a experiência dos empregados ou ocupantes com o seu ambiente. É uma área de grande interesse e potencial.”

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Filmes de natureza melhoram sua autoimagem

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Natureza e autoimagem

Já havia sido comprovado que passar um tempo em espaços verdes – incluindo parques urbanos – ajuda a promover uma imagem corporal positiva, que inclui respeitar o próprio corpo e rejeitar ideais rígidos quanto à aparência.

Mas talvez nem seja precisa deslocar-se de sua casa para conseguir esses benefícios: Assistir a programas de TV com o tema de natureza pode ter o mesmo efeito.

Voluntários assistiram a dois filmes de três minutos, mostrando ambientes naturais e urbanos, filmados a partir de uma perspectiva em primeira pessoa, produzidos por uma equipe da Universidade Anglia Ruskin (Reino Unido) e Universidade Perdana (Malásia).

O filme mostrando as ruas da cidade não teve qualquer efeito – positivo ou negativo – na apreciação corporal dos participantes. Mas o filme de uma região natural teve efeitos similares aos obtidos no estudo anterior, envolvendo caminhar de fato por uma área verde.

Fascinação suave

“Há uma série de explicações possíveis para os nossos resultados, incluindo a ideia de que os ambientes naturais promovem a ‘fascinação suave’, que é um estado de quietude cognitiva que estimula a autoestima e ajuda os indivíduos a terem uma visão mais compassiva de seu corpo. A visão de rios e árvores também é desprovida de qualquer lembrança do materialismo, e assim permite que o espectador deixe de pensar no consumo e na imagem.

“No entanto, mais pesquisas ainda precisam ser feitas para entender exatamente como a exposição a ambientes naturais promove melhorias na imagem corporal, como também como os nossos resultados aqui se traduzem em como as pessoas veem filmes de natureza fora do laboratório. Por exemplo, se assistirmos [um filme de natureza] no sofá, ao mesmo tempo em que verificamos o nosso feed do Twitter, é possível que as cenas naturais possam não ter o mesmo efeito imersivo.

“No entanto, nossos resultados sugerem que pode haver uma solução simples e direta, e de baixo custo, para promover uma imagem corporal mais saudável, especialmente para indivíduos que podem não ter acesso fácil a ambientes naturais reais, por exemplo se moram no centro da cidade ou têm problemas de mobilidade,” disse o professor Viren Swami, coordenador da pesquisa.

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Diferentes técnicas de meditação têm diferentes efeitos no cérebro

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Mente-corpo-cérebro

Uma variedade de programas baseados em meditação tem sido desenvolvida nos últimos anos para reduzir o estresse e os sintomas médicos, inclusive do câncer, e para promover o bem-estar em geral, reforçando a saúde e o sistema imunológico.

Uma questão que se coloca quando se vê tantos estudos é até que ponto esses programas e técnicas de meditação são semelhantes ou diferentes.

Para tentar responder a essa questão, uma equipe liderada por pesquisadores do Hospital Geral de Massachusetts (EUA) fez uma colaboração com dois dos principais institutos norte-americanos que trabalham com programas mente-corpo para redução do estresse.

O projeto, que resultou na documentação dos diferentes efeitos que as diversas práticas mente-corpo têm no cérebro, acaba de ser publicado na revista médica Psychosomatic Medicine.

Atenção e aceitação

As diversas técnicas de redução do estresse baseadas em meditação podem ser agrupadas em duas vertentes principais. Uma delas é baseada na resposta de relaxamento, que se concentra em provocar um estado fisiológico de repouso profundo – o oposto da resposta ao estresse de “lutar ou fugir”.

A outra é a técnica de redução do estresse baseada na atenção, que enfatiza uma atitude particular, sem julgamento, denominada “mente alerta”, como chave para a redução do estresse.

Embora ambas as intervenções sejam baseadas na meditação, as filosofias científicas e as tradições meditativas que embasam cada uma delas são diferentes, e essas diferenças são refletidas nas instruções e nos exercícios ensinados aos pacientes.

Para entender melhor as semelhanças e diferenças entre os programas, a equipe mediu a atividade cerebral durante uma técnica de meditação comum aos dois programas – uma “varredura do corpo”, na qual a atenção é movida sequencialmente por todo o corpo para desenvolver consciência corporal. Enquanto o programa de relaxamento instrui os participantes a relaxar deliberadamente cada área do corpo à medida que se tornam conscientes dela, o programa de atenção plena apenas enfatiza o estar consciente de cada parte do corpo e a aceitação sem qualquer tentativa de mudar nada.

Controle e percepção

Os resultados mostraram que a força da interação neural entre as regiões cerebrais associadas à percepção do momento presente e à atenção corporal aumentou durante os dois tipos de meditação. Mas cada atitude também mostrou padrões únicos de atividade cerebral, de acordo com as diferentes orientações teóricas de cada programa.

A varredura do corpo pela técnica de relaxamento fortaleceu o acoplamento entre as regiões neurais comumente associadas ao controle deliberado, incluindo o giro frontal inferior e as áreas motoras suplementares. Por outro lado, a varredura consciente do corpo fortaleceu o acoplamento entre as regiões neurais associadas à percepção e à consciência sensorial, incluindo a ínsula e o cingulado anterior pré-lingual.

“Estes resultados indicam que os programas estão funcionando por meio de diferentes mecanismos neurais,” resumiu o professor Gunes Sevinc. “O programa de resposta ao relaxamento está funcionando mais através de mecanismos de controle deliberados, enquanto o programa de atenção plena está funcionando mais através de mecanismos de percepção sensorial. É mais ou menos análogo ao treinamento físico com pesos versus exercício aeróbico – ambos são benéficos, mas cada um tem seu mecanismo e contribuição únicos.”

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Falta de vitamina D causa síndrome metabólica em mulheres

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Vitamina D na menopausa

Pesquisadores da UNESP (Universidade Estadual Paulista) descobriram uma forte associação entre a deficiência de vitamina D e a síndrome metabólica – um conjunto de condições que aumentam o risco de doença cardíaca, de acidente vascular cerebral e de diabetes – em mulheres no período de pós-menopausa.

A síndrome metabólica foi detectada em 57,8% das mulheres analisadas com insuficiência (níveis entre 20 e 29 nanogramas por mililitro de sangue) ou deficiência de vitamina D (menor que 20 ng/ml). Para as que tinham vitamina D suficiente (30 ng/ml ou mais), apenas 39,8% apresentavam síndrome metabólica. Estima-se que a síndrome metabólica afete 50% da população na faixa etária de 50 anos.

Em um período de dois anos, foram acompanhadas 463 mulheres entre 45 e 75 anos. Todas as participantes estavam há pelo menos 12 meses na pós-menopausa e sem nenhum problema cardíaco aparente.

“Paralelamente à dosagem da vitamina D no sangue, avaliamos se aquelas mulheres apresentavam parâmetros indicativos de síndrome metabólica. Notamos que, quanto menor o valor sérico [no sangue] da vitamina D, maior foi a ocorrência de síndrome metabólica,” disse a Dra. Eliana Aguiar Nahas, uma das autoras do estudo.

Síndrome metabólica

Entre os parâmetros para avaliar se a paciente apresenta síndrome metabólica estão: circunferência da cintura acima de 88 centímetros, hipertensão arterial (acima de 130 por 85 mmHg), nível elevado de açúcar no sangue (glicemia de jejum maior que 100 mg/dL) e níveis anormais de triglicerídeos (acima de 150 mg/dL) e colesterol HDL (abaixo de 50 mg/dL). Mulheres que apresentam pelo menos três desses cinco parâmetros são diagnosticadas com síndrome metabólica.

Estudos anteriores haviam descrito a existência de diversos mecanismos que explicariam o efeito da vitamina D nos componentes de síndrome metabólica. A explicação mais plausível para essa relação seria a influência da vitamina D na secreção e sensibilidade da insulina, hormônio secretado no pâncreas que tem importante papel na síndrome metabólica.

“O receptor de vitamina D é expresso em células pancreáticas secretoras de insulina e em tecidos-alvo periféricos, como músculo esquelético e tecido adiposo. A deficiência de vitamina D pode comprometer a capacidade das células de converter a pró-insulina em insulina”, escreveram os pesquisadores, ressaltando que mais estudos serão necessários para confirmar essas hipóteses.

Vitamina D e câncer de mama

Os mesmos pesquisadores também analisaram a relação entre a deficiência de vitamina D e o câncer de mama em mulheres na pós-menopausa: Mulheres com insuficiência ou deficiência de vitamina D tiveram uma maior proporção de tumores com grau avançado ou metastático.

“Reconhecidamente, a vitamina D é importante para a massa óssea, principalmente para ajudar a absorver o cálcio para o osso. Agora, estamos estudando os efeitos extraósseos da vitamina D no sistema cardiovascular e na mama, que são os dois focos do nosso estudo atual. Nos últimos anos, a associação entre a deficiência da vitamina D com inflamação e doenças cardiometabólicas foi proposta. No entanto, ainda faltam informações sobre a associação entre vitamina D e marcadores cardioinflamatórios na população em geral,” disse Eliana.

Ela explica que o envelhecimento é um fator importante para a baixa de vitamina D. “Quando nos expomos ao sol, existe uma pré-vitamina D no tecido adiposo, embaixo da pele. Porém, quando envelhecemos perdemos não apenas massa muscular, mas ocorrem alterações na composição corporal e perdemos também essa pré-vitamina. Por isso, normalmente, mesmo que o idoso se exponha ao sol, produz menos vitamina D,” disse.

Infelizmente, diversos estudos têm alertado sobre a ineficácia dos suplementos de vitamina D em várias situações, além do que o exagero no uso de protetores solares diminui a produção de vitamina D na população em geral.

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Música ajuda no tratamento contra hipertensão arterial

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Música contra hipertensão

Além de se programar para tomar corretamente os medicamentos anti-hipertensivos prescritos pelos cardiologistas nos horários indicados e adotar hábitos e estilos de vida saudáveis, os pacientes com hipertensão arterial podem incluir uma atividade prazerosa – e benéfica – na rotina do tratamento da doença: ouvir música logo após a medicação.

A música intensifica os efeitos benéficos dos anti-hipertensivos em um curto prazo de tempo após a medicação, concluíram pesquisadores da Universidade Estadual Paulista em Marília, Faculdade de Juazeiro do Norte, Faculdade de Medicina do ABC e Oxford Brookes University (Inglaterra).

“Observamos que a música melhorou a frequência cardíaca e os efeitos de anti-hipertensivos no período de até uma hora após a medicação,” confirma o professor Vitor Engrácia Valenti.

Tocando para o remédio

Os pesquisadores da Unesp de Marília começaram a estudar nos últimos anos o efeito da música sobre o coração em situações de estresse. Uma das constatações que fizeram é que principalmente a música clássica tem o efeito de diminuir a frequência cardíaca.

“Constatamos que a música clássica ativa o sistema nervoso parassimpático [responsável por estimular ações que permitem ao organismo responder a situações de calma, como desaceleração dos batimentos cardíacos e diminuição da pressão arterial e da adrenalina e açúcar no sangue] e reduz a atividade do sistema simpático [que pode acelerar os batimentos cardíacos],” explicou Valenti.

Com base nessa constatação, eles decidiram avaliar o efeito da estimulação musical por meio de um método chamado de “variabilidade da frequência cardíaca” durante situações cotidianas, como no tratamento da hipertensão, em que a terapia musical tem sido estudada como uma intervenção complementar.

Os dados indicaram que a frequência cardíaca dos pacientes diminuiu 60 minutos após serem medicados e ouvirem música. Já quando tomaram o anti-hipertensivo de rotina e não ouviram música na sequência, a frequência cardíaca deles não sofreu alteração tão intensa.

As respostas dos medicamentos também foram mais intensas sobre a pressão arterial dos voluntários quando ouviram música após serem medicados, em termos de desaceleração dos batimentos cardíacos e diminuição da pressão arterial.

Uma das hipóteses levantadas pelos pesquisadores é que, ao ativar o sistema parassimpático, a música causa um aumento na atividade gastrointestinal dos pacientes hipertensos, acelerando a absorção de medicamentos anti-hipertensivos e intensificando os efeitos na frequência cardíaca.

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Auriculoterapia é eficaz no tratamento de chikungunya

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Auriculoterapia contra chikungunya

A febre chikungunya, transmitida pelo pernilongo Aedes aegypti, traz efeitos de longo prazo, incluindo dores intensas nas articulações dos pés, das mãos e do corpo todo, impedindo até mesmo hábitos saudáveis, como caminhadas.

Essa fase crônica, que atinge cerca de metade dos pacientes atingidos pela doença, fez com que hoje a chikungunya seja considerada mais grave que a dengue e zika.

Ainda não existe um tratamento específico para essa fase crônica da chikungunya.

Mas uma terapia alternativa está dando resultados promissores no alívio dos sintomas.

É a auriculoterapia, uma técnica derivada da acupuntura, mas que não usa agulhas, e sim sementes fixadas em diversos pontos na orelha do paciente. A terapia complementar vem da cultura chinesa e já foi usada para o tratamento de várias doenças.

“Devido ao baixo custo e ao relato na literatura científica sobre a sua efetividade no tratamento das dores musculoesqueléticas, o resultado foi positivo. A medida que a demanda de pacientes aumentou na nossa unidade, nós sentimos a necessidade de fazer também uma capacitação de profissionais do Núcleo de Apoio a Saúde da Família (NASF) para essas práticas integrativas,” detalhou Bernardo Diniz Coutinho, da Universidade Federal do Ceará.

As aplicações são feitas de acordo com a situação de cada paciente.

“O paciente que procura o nosso serviço, normalmente, já vem com histórico de dor intensa, e isso acaba comprometendo a qualidade do seu sono, do seu estado de humor, as suas relações sociais no trabalho, o desempenho de atividades em casa. Um paciente com histórico de meses de dor, sem melhora com o uso do tratamento de medicamentos, com a auriculoterapia ele relata melhora, com redução da intensidade da dor no corpo, melhora da qualidade do sono e na hora que a gente avalia a capacidade física dele, de exames de testes clínicos confiáveis, nós percebemos também a melhora a parte funcional do corpo a partir da segunda sessão”, destacou Bernardo.

A auriculoterapia é uma das 29 Práticas Integrativas Complementares oferecidas pelo SUS.

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Música de fundo feliz melhora a criatividade

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Música ou silêncio?

Está precisando de inspiração? Uma música de fundo feliz pode ajudar a atrair as musas e lhe dar os impulsos criativos que você procura.

“Pessoas em muitos contextos usam a música para ajudá-las a trabalhar,” afirma Sam Ferguson, da Universidade de Tecnologia de Sidnei (Austrália), que já havia demonstrado que música de alto astral ajuda as pessoas a se sentirem felizes.

Agora ele se juntou à sua colega Simone Ritter, da Universidade Radboud (Holanda), uma especialista em criatividade, em busca de uma melhor compreensão de como os diferentes tipos de música afetam a criatividade.

Para isso, eles compararam diversos tipos de música com o silêncio.

Ser criativo com música

A dupla distribuiu 155 voluntários em cinco grupos. Quatro deles ouviam diferentes tipos de música durante uma série de testes, enquanto o quinto grupo fazia os testes em silêncio.

Os testes foram projetados para avaliar dois tipos de pensamento: o pensamento divergente, que descreve o processo de geração de novas ideias, e o pensamento convergente, que é o meio que usamos para encontrar a melhor solução para um problema.

As pessoas se mostraram mais criativas quando ouviam música que elas próprias classificavam de positiva, apresentando ideias mais exclusivas do que as pessoas que trabalhavam em silêncio.

“Nós também testamos outros trechos musicais que eram tristes, ansiosos e calmos, e não percebemos esse efeito,” conta Ferguson. “Parece que o tipo de música presente é importante, e não apenas qualquer música.”

Resolver problemas em silêncio

No entanto, a música feliz – neste caso, a Primavera, de Antonio Vivaldi – apenas melhorou o pensamento divergente.

Nenhum tipo de música ajudou a melhorar o pensamento convergente, sugerindo que é melhor tentar resolver problemas em silêncio.

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