Inseticida Natural Feito com Folha de Tomate

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By João Monge Ferreira

Os vilões mais conhecidos da horta são os pulgões, vermes e lagartas. Quando infestam, estas pragas realmente dão trabalho para serem controladas. Pesticidas não devem ser empregados em hortas orgânicas, eles eliminam as pragas, mas contaminam o solo e as plantas. O uso de inseticidas orgânicos/ecológicos/naturais é o mais indicado. Para nossa sorte, a mãe natureza tem o remédio para todos os males. A solução para o controle de pragas está dentro de sua própria horta.

As folhas do tomateiro são ricas em alcalóides, que repelem pulgões, vermes e lagartas. A receita do inseticida caseiro é bem simples:

MATERIAL

– Luva
– 2 copos cheios de folhas de tomates picadas
– 2 copos de água

MODO DE PREPARO

Misture as folhas picadas com a água, cubra o recipiente com um pano e deixe descansar por no mínimo 12 horas. Depois é só usar a substância para pulverizar a sua horta.*

*A folha do tomate é tóxica e pode provocar alergias. Sempre que for fazer podas no tomateiro use luvas.

Parceiro:Horta Urbana

http://novosrurais.com/2017/06/13/inseticida-natural-feito-com-folha-de-tomate/

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Primeira confeitaria segura para celíacos e vegana do Brasil abre em Curitiba

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A primeira confeitaria vegana e sem glúten do Brasil abriu na terça, 8 de agosto, no bairro Bom Retiro, em Curitiba. A confeitaria Doces & Cores é única no Brasil por não ter risco de contaminação cruzada, enquanto outros negócios similares operam apenas sob encomenda ou exibem um alerta sobre o consumo não ser seguro para celíacos. Endereço: Rua Albino Silva, 501, Bom Retiro, Curitiba, CEP: 80520210.

Para garantir que todos pudessem provar seus bolos e salgadinhos, a confeiteira Isis Freitag fez questão de comprar todos os equipamentos novos para que não tivessem contato nem com glúten, laticínios ou ovos, e que a cozinha fosse construída do zero. “Escolhi um imóvel que nunca teve cozinha. Era um escritório e aproveitamos as divisórias de vidro para montar nossa cozinha no segundo andar. Tudo transparente, para que o cliente veja”, explica Isis. Há duas mesas de frente para a cozinha: uma de centro, com duas poltronas e uma mesinha com duas cadeiras. É possível ver toda a movimentação na parte fria dos preparos, como a finalização de bolos e confeitos.

Até a máquina de café é zerada: o vaporizador de leite só tocou no leite de coco, o que garante segurança também para quem tem alergia à proteína do leite. Por causa desses cuidados, as janelas da confeitaria exibem a frase “favor não entrar com alimentos”.

No primeiro andar fica o balcão com os bolos do dia (no mínimo três tipos, R$ 14,90 a fatia), brigadeiros de biomassa com cacau 70% e amaranto (R$ 4,50 a unidade), trufas e docinhos tipo sonho-de-valsa (R$ 4). No cardápio, porções de mini-coxinha (R$ 18,90, 12 unidades de jaca ou palmito), croquete de grão-de-bico ou lentilha (R$ 18,90, 12 unidades), batata salteada com biomassa e alecrim (R$ 19,50), bolinha de queijo vegetal (R$ 18,90, 12 unidades) e pistache (R$ 15,50, 100 g). Na estufa ficam as coxinhas grandes (palmito ou brócolis), quiche com massa de grão-de-bico e a minipizza individual com queijo vegetal, tomate e azeitonas (R$ 8,90).

Os salgados são servidos com o molho da casa, feito com tomate seco, tomate fresco, maçã, goji berry e vinagre de maçã. A dica é pedir a pimenta da casa, feita com cambuci e dedo-de-moça, mais saborosa que picante.

A Doces & Cores tem capacidade para 17 pessoas sentadas e abre de terça a sábado das 11h30 às 19h30. Às sextas, a confeitaria estende o horário de funcionamento até as 21h para happy hour. No futuro, servirá almoço.

Bebidas

Os cafés são da Illy Coffee e a partir deles a barista prepara desde espresso (R$ 6) a cappuccino (R$ 8,50 o grande) e opções geladas, como cold brew (R$ 8) e espresso com tônica e gelo (R$ 12). São 15 compondo a carta de cafés, com adicional de chantilly (R$ 4). O leite usado é de coco e há opção de café descafeinado.

Outras bebidas são vinho tinto em taça ou garrafa (R$ 12,90 a taça e R$ 48 a garrafa), kombucha, chá gelado, achocolatado da Annora, suco e cervejas sem glúten (Lake Side Beer e Germânia).

Sobre Isis Freitag e a confeitaria

Isis Freitag é a mulher por trás das centenas de coxinhas que esgotavam em duas horas durante as primeiras edições do Festival da Coxinha da Veg Veg Empório Vegetariano. Ela também adoçou muitos aniversários desde 2011, quando começou a trabalhar com bolos e salgadinhos sob encomenda e passou os últimos três anos pesquisando a demanda para abrir sua primeira loja física.

No último ano, a confeiteira auto-didata testou e elaborou o cardápio. “A massa de bolo foi a mais complicada de fazer sem glúten, porque eu queria atingir a excelência que a confeitaria exige”, diz. Com um investimento de aproximadamente R$ 50 mil, a reforma levou um mês e meio, durante o qual Isis meteu a mão na massa (e tintas). A decoração e iluminação é toda assinada por Isis, que também é fotógrafa. “Mas fiz as vezes de designer e arquiteta”, ri.

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Beber café, mesmo descafeinado, aumenta expectativa de vida

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Beba café e viva mais

Aqui está outro motivo para começar o dia com uma xícara de café: As pessoas que bebem café vivem mais tempo.

O consumo de café foi associado a um menor risco de morte devido a doenças cardíacas, câncer, acidente vascular cerebral, diabetes e doenças respiratórias e renais.

Partindo de uma população de centenas de milhares de pessoas e acompanhando-as durante quase duas décadas, as pessoas que consumiam uma xícara de café ao dia mostraram-se 12% menos propensas a morrer no período em comparação com aquelas que não bebiam café. Esta associação foi ainda mais forte para aquelas que bebiam de duas a três xícaras por dia – uma chance de morrer 18% menor.

E há outra novidade: A mortalidade menor mostrou-se presente independentemente de as pessoas beberem café comum ou café descafeinado, sugerindo que a associação não está ligada à cafeína.

E talvez ainda mais importante: Todos estes resultados foram agora aferidos para a maioria dos grupos étnicos, incluindo afro-americanos, japoneses-americanos, latinos e brancos.

“Não podemos dizer que beber café prolongará sua vida, mas vemos uma associação. Se você gosta de tomar café, beba! Se você não é um bebedor de café, então você precisa considerar se você deve começar,” disse a professora Veronica Setiawan, da Universidade Sul da Califórnia (EUA).

Café é bom para todos

O estudo, publicado na revista médica Annals of Internal Medicine, utilizou dados do Estudo de Coesão Multiétnica, um esforço colaborativo entre o Centro de Câncer da Universidade do Havaí e a Faculdade de Medicina da USC envolvendo mais de 215 mil participantes.

Uma das grandes novidades deste estudo foi atestar os resultados para várias etnias.

“Até agora, poucos dados estavam disponíveis sobre a associação entre consumo de café e mortalidade em não-brancos nos Estados Unidos e em outros lugares,” escreveram os pesquisadores. “Essas investigações são importantes porque os padrões de estilo de vida e os riscos de doenças podem variar substancialmente em diferentes origens raciais e étnicas, e os resultados em um grupo podem não se aplicar necessariamente a outros”.

Como a associação foi registrada em quatro etnias diferentes, Setiawan e seus colegas afirmam que agora é seguro dizer que os resultados se aplicam a todos os grupos.

http://www.diariodasaude.com.br

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Comprovado: as bactérias do seu intestino afetam suas emoções

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Pela primeira vez a ausência ou presença de um único tipo de bactéria no sistema digestivo se provou suficiente para mudar estruturas cerebrais

Por Bruno Vaiano

Anda triste? Meio deprê? Chegou a hora de tomar um Yakult cheio de lactobacilos vivos. OK, não é bem assim. Mas uma experiência inédita encontrou conexões entre o nosso estado de humor e as bactérias que moram no nosso intestino – e descobriu que essas colônias microscópicas de estimação são responsáveis por muito mais do que uma simples mãozinha na digestão.

É a primeira vez que a ausência ou presença de um único tipo de micróbio no sistema digestório se provou suficiente para alterar padrões de atividade cerebral. O primeiro passo do estudo foi analisar a composição das fezes de 40 voluntárias, que tinham entre 18 e 55 anos. Com os resultados em mãos, os médicos as dividiram em dois grupos: algumas carregavam mais bactérias do gênero Bacteroides – em outras, dominava o gênero Prevotella.

(Pausa para um fato científico: o primeiro grupo é mais comum em dietas com grande concentração de proteína de origem animal. O segundo, por sua vez, domina os intestinos de pessoas que consomem mais pães, massas e outros alimentos com farinha. Em outras palavras, é provável que você possa controlar quem são seus hóspedes – é só ficar de olho no prato).

Depois – e isso já está virando um clichê científico – todas elas fizeram uma visita à máquina de ressonância magnética. Os cérebros das mulheres ficaram sob observação enquanto elas eram expostas a imagens de teor positivo, neutro ou negativo.

Resultado: o team Bacterioides tinha áreas do cérebro como o córtex frontal e a ínsula mais espessos. Essas regiões são essenciais para a memória de longo prazo, a introspecção e outras habilidades complexas. Os hipocampos, responsáveis pela memória de curto prazo, também eram mais ativos nesse grupo – o gênero das bactérias previu as características do cérebro dessas voluntárias em 66,7% dos casos. Essas mulheres não reagiram com intensidade às imagens consideradas negativas.

O team Prevotella, por sua vez, ficou em um estado de espírito pior após a experiência. A explicação provavelmente está nas conexões entre as amígdalas e a região dos gânglios basais – associados à emoção – com outras regiões como o giro occipital superior, muito importante para a visão. Essa é uma simplificação, é claro: o cérebro é uma estrutura orgânica, e as funções de cada área, que muitas vezes se sobrepõem, ainda não são completamente compreendidas pela neurociência.

Os pesquisadores levantaram a hipótese de que o hipocampo, além de sua lista de funções já bem grande, também contribua com a regulação de emoções. Nesse caso, pessoas com hipocampos mais gordinhos (e portanto mais Bacterioides no intestino) suportariam melhor variações de humor. “O menor volume do hipocampo (…) no grupo com alta concentração de Prevotella é consistente com maior reatividade a estímulos afetivos”, afirma o artigo científico.

Isso significa que, no limite, você é o que você come: suas opções alimentares, muitas vezes impostas por questões culturais e condições socioeconômicas, podem realmente influenciar a arquitetura do seu cérebro e a maneira como você reage ao mundo. Essas conclusões ainda são limitadas, mas abrem as portas para um novo nicho de pesquisa, que pode revolucionar a medicina e gerar novos métodos de tratamento.

Não é de hoje que a ciência busca a cura pela barriga. No ano passado, a própria SUPER deu uma capa sobre o sistema digestório chamada Seu segundo cérebro, que registrou, entre outras pesquisas curiosas, os efeitos de bactérias da espécie Lactobacillus rhamnosus (encontradas em iogurtes) no comportamento de ratos de laboratório. Pesquisadores da Irlanda dividiram os ratinhos em dois grupos, alimentados com dois tipos de iogurte: um com essa bactéria e outro sem. Camundongos normais nadam por 4 minutos, em média, antes de desistir de lutar contra a água – eles simplesmente boiam depois disso. Os bichos que tomaram iogurte com L. rhamnosus nadaram 50% mais.

http://super.abril.com.br

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Farinha de trigo, açúcar e cocaína

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Esse foi um dos melhores textos que já li nos últimos tempo, escrito por Denis Russo Burgierman. Muito verdadeiro, sem papas na língua, sem querer agradar ninguém, simplesmente um texto que mostra a realidade alimentar atual de forma real (e triste).

Eu achei o texto tão bom, que preferi reproduzi-lo aqui, ao invés de simplesmente colocar um link, porque queria ter a certeza de que vocês o leriam com toda a atenção!

Aproveitem a leitura e reflitam sobre os hábitos alimentarem que querem manter e que querem passar aos seus filhos e netos.

Se um dia alguém resolver erigir um monumento em praça pública às boas intenções frustradas do pensamento científico, podia ser uma estátua monumental de um prato cheio de pó branco. Assim homenagearíamos de uma só vez três enganos cientificistas: a farinha de trigo refinada, o açúcar branco e a cocaína. Três pós acéticos e quase idênticos, três frutos do pensamento que dominou o último século e meio: o reducionismo científico. Três matadores de gente.

Não é por acaso que os três são tão parecidos. Todos eles são o resultado de um processo de “refino” de uma planta – trigo, cana e coca. Refino! Soa quase como ironia usar essa palavra chique para definir um processo que, em termos mais precisos, deveria chamar-se “linchamento vegetal” ou algo assim. Basicamente se submete a planta a todos os tipos de maus-tratos imagináveis: esmagamento entre dois cilindros de aço, fogo, cortes de navalha, ataques com ácido. Até que tenha-se destruído ou separado toda a planta menos a sua “essência”. No caso do trigo e a da cana, o carboidrato puro, pura energia. No caso da coca, algo bem diferente, mas que parece igual. Não a energia que move as coisas do carboidrato, mas a sensação de energia ilimitada, injetada diretamente nas células do cérebro.

Começou-se a refinar trigo, cana e coca mais ou menos na mesma época, na segunda metade do século 19, com mais intensidade por volta de 1870. No livro (que recomendo muitíssimo) “Em Defesa da Comida”, o jornalista Michael Pollan conta como a tal “cultura ocidental” adorou a novidade. Os cientistas ficaram em êxtase, porque acreditavam que o modo de compreender o universo é dividi-lo em pequenos pedacinhos e estudar um pedacinho de cada vez (esse é o tal reducionismo científico). Nada melhor para eles, então, do que estudar apenas o que importa nas plantas, e não aquele lixo inútil – fibras, minerais, vitaminas e outras sujeiras. Os capitalistas industriais também curtiram de montão. Um pó refinado é super lucrativo, muito fácil de produzir em quantidades imensas, praticamente não estraga, pode ser transportado a longuíssimas distâncias. A indústria de junk food floresceu e sua grana financiou as pesquisas dos cientistas, que, animadíssimos, queriam mais.

Sabe por que esses pós refinados não estragam? Porque praticamente não têm nutrientes. As bactérias e insetos não se interessam pelo que não tem nutriente.

Os três tem efeito parecido na gente. Eles nos jogam no céu com uma descarga de energia e, minutos depois, nos deixam despencar. Aí a gente quer mais. Como eles foram separados das partes mais duras das plantas – as fibras – nosso corpo os absorve como um ralo, de uma vez só. Seu efeito eletrificante manda sinais para o organismo inteiro, o metabolismo se acelera. Aí o efeito vai embora de repente. E o corpo é pego no contrapé.

Cocaína, farinha e açúcar eram O Bem no final do século 19. Eram conquistas da engenhosidade humana. Eram a prova viva de que a ciência ainda iria conquistar tudo, de que o homem é maior do que a natureza, de que o progresso é inevitável e lindo. Cocaína era “o elixir da vida”. Nas palavras publicadas numa revista do século 19, “um substituto para a comida, para que as pessoas possam eventualmente passar um mês sem comer.” Farinha e açúcar davam margem a fantasias de ficção científica, como a pílula que dispensaria o humano do ato animal e inferior de comer.

O equívoco da cocaína ficou demonstrado mais cedo, já nas primeiras décadas do século 20. De medicamento patenteado pela Bayer, virou “droga”, proibida, enquanto exterminava uma população de viciados. A proibição amplificou seus males, transformando-a de algo que afeta alguns em algo que machuca o planeta inteiro, movendo a indústria do tráfico, que abastece quase todo o crime organizado e o terrorismo do globo.

Levaria muito tempo até que os outros dois comparsas fossem desmascarados. Até os anos 1990, farinha e açúcar ainda eram “O Bem”, enquanto “O Mal” era a gordura, o colesterol. Os médicos recomendavam que se substituísse gorduras por carboidratos e o mundo ocidental se entupiu de farinha e açúcar. Começou ali uma epidemia de diabetes tipo 2, causada pelas pancadas repentinas que farinhas e açúcar dão no nosso organismo. Começou também uma epidemia de obesidade. Sem falar que revelou-se que açúcar e farinha estão envolvidos no complô para expulsar frutas, folhas e legumes dos nossos pratos, o que está exterminando gente com câncer e doenças cardíacas. Como câncer e coração são as maiores causas de morte do mundo urbanizado, chega-se à constatação dolorosa: farinha e açúcar são na verdade muito mais letais do que cocaína. É que cocaína viciou poucos, mas açúcar e farinha viciaram quase todo mundo.

Agora os três pós brancos são “O Mal”. A humanidade está mobilizada para exterminá-los. Há até uma nova dieta vendendo toneladas de livros pela qual corta-se todos os carboidratos da dieta e come-se apenas gordura.

Em 1870, caímos na ilusão de que era possível “refinar” plantas até extrair delas o bem absoluto, apenas para nos convencermos décadas depois de que tínhamos criado o mal absoluto. Mas será que o problema não é essa mania humana de separar as coisas entre “O Bem” e “O Mal” em vez de entender que o mundo é mais complexo que isso e que há bem e mal em cada coisa? Trigo, cana e coca, se mastigados inteiros – integrais – são nutritivos e inofensivos e protegem contra doenças crônicas. Precisamos parar de tentar “refinar” a natureza e entender que ela é melhor integral.

Por Denis Russo Burgierman

http://pat.feldman.com.br

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Dieta vegetariana duas vezes mais eficaz para perder peso

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Menos peso e melhor metabolismo

Embora nosso corpo pareça ter autodefesas contra as dietas, talvez seja possível aumentar suas chances de obter algum sucesso.

Pessoas que fizeram uma dieta vegetariana não apenas perderam peso mais efetivamente do que pessoas com dietas convencionais de baixas calorias, mas também melhoraram seu metabolismo ao reduzir a gordura muscular.

A perda da gordura muscular melhorou o metabolismo da glicose e dos lipídios, o que torna este resultado particularmente importante para pessoas com síndrome metabólica e com diabetes tipo 2.

Foi o que constatou a equipe da Dra. Hana Kahleová, diretora de pesquisa do Comitê de Médicos pela Medicina Responsável (EUA).

Dieta vegetariana

Durante o experimento, 74 indivíduos com diabetes tipo 2 foram aleatoriamente designados para seguir uma dieta vegetariana ou uma dieta antidiabética convencional.

A dieta vegetariana consistiu em vegetais, grãos, legumes, frutas e nozes, com produtos animais limitados a um máximo de uma porção de iogurte com baixo teor de gordura por dia. A dieta diabética convencional seguiu as recomendações oficiais da Associação Europeia para o Estudo do Diabetes (EASD). Ambas as dietas reduziam em 500 quilocalorias por dia a ingestão isocalórica para cada indivíduo.

A dieta vegetariana mostrou-se quase duas vezes mais eficaz na redução do peso corporal, resultando em uma perda média de 6,2 kg, em comparação com 3,2 kg com a dieta convencional de baixas calorias.

Gorduras intramuscular e subfascial

Ambas as dietas causaram uma redução similar na gordura subcutânea. Contudo, a gordura subfascial foi reduzida apenas em resposta à dieta vegetariana, e a gordura intramuscular foi mais reduzida pela dieta vegetariana.

Isso é importante porque o aumento da gordura subfascial em pacientes com diabetes tipo 2 tem sido associado à resistência à insulina, ou seja, sua redução pode ter um efeito benéfico sobre o metabolismo da glicose. Além disso, a redução da gordura intramuscular pode ajudar a melhorar a força muscular e a mobilidade, o que é importante particularmente em pessoas mais velhas ou obesas.

“As dietas vegetarianas provaram ser as dietas mais eficazes para a perda de peso. Entretanto, nós também demonstramos que uma dieta vegetariana é muito mais eficaz na redução da gordura muscular, melhorando assim o metabolismo. Esse resultado é importante para as pessoas que estão tentando perder peso, incluindo aquelas que sofrem de síndrome metabólica e/ou diabetes tipo 2. Mas também é relevante para qualquer pessoa que leve seu controle de peso a sério e queira permanecer magra e saudável,” disse Dr. Kahleová.

Os resultados foram publicados no Journal of the American College of Nutrition.

http://www.diariodasaude.com.br

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Vêm aí as culturas epigeneticamente modificadas

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Epigenética

Acaba de ser dado o primeiro passo para uma nova forma de modificar as plantas – ou os animais – para obtenção de culturas mais produtivas e, eventualmente, menos controversas.

As modificações são feitas através de um processo chamado de modificação epigenética – eventualmente inaugurando a categoria dos OEMs, organismos epigeneticamente modificados, em contraposição aos OGMs, organismos geneticamente modificados.

Nas últimas décadas, os cientistas descobriram que muitas características dos seres vivos são controladas não apenas pela sua genética – o que está escrito no código do seu DNA -, mas também por processos fora do DNA que determinam se, quando e o quanto os genes são expressos. Esta descoberta levou ao desenvolvimento de um campo de pesquisas conhecido como epigenética.

Esse controle externo dos genes abriu a possibilidade de criar maneiras totalmente novas de manipular as características de plantas e animais. Ativando e desativando seletivamente a expressão de genes, os cientistas podem criar novas variedades e cultivares sem alterar os genes das plantas, por exemplo.

Culturas epigeneticamente modificadas

Agora, pesquisadores norte-americanos e chineses identificaram mais de 500 genes que são modificados epigeneticamente entre variedades de algodão selvagem e algodão domesticado, alguns dos quais são conhecidos por relacionar-se com características agronômicas e de domesticação.

Esta informação vai ajudar a selecionar características que os biotecnologistas querem alterar, como o rendimento de fibras ou a resistência à seca, calor ou pragas. Por exemplo, variedades de algodão selvagem contêm genes que as ajudam a responder melhor à seca, mas essas características foram silenciadas epigeneticamente no algodão domesticado devido à irrigação.

“Este entendimento nos permitirá complementar a criação genética com a criação epigenética. Como sabemos agora como as alterações epigenéticas afetam a floração e as respostas ao estresse, você pode reativar genes responsivos ao estresse no algodão domesticado,” exemplificou o professor Jeffrey Chen, da Universidade do Texas em Austin, que fez o estudo em colaboração com colegas da Universidade Agrícola de Nanjing, na China.

Metiloma do algodão

O resultado do trabalho da equipe é um “metiloma” do algodão – uma lista de genes e elementos genéticos que foram ligados ou desligados através de um processo natural chamado metilação do DNA.

O metiloma fornece pistas importantes para as empresas de biotecnologia que desejarem adaptar as culturas através de modificações epigenéticas.

Este metiloma cobre a forma de algodão mais cultivada no mundo, conhecida como Upland ou algodão do México (Gossypium hirsutum); do seu primo, o Pima ou algodão egípcio; e dos seus parentes selvagens. Segundo a equipe, o mapa consegue mostrar como essas plantas mudaram ao longo de mais de um milhão de anos.

“Sabendo como o metiloma mudou durante a evolução e a domesticação ajudará a aproximar esta tecnologia da realidade,” disse Chen.

http://www.inovacaotecnologica.com.br

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