Correr causa mesmo estímulo no cérebro que fumar maconha

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Quem diz que praticar esportes dá barato parece ter razão

Por Giselle Hirata

Pesquisadores da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, descobriram que exercícios de longa duração, como maratonas, fazem com que o corpo produza um neurotransmissor que causa sensação de euforia e de relaxamento.

Surpresa: não é a endorfina. A substância química liberada durante as atividades físicas é a anandamida, que estimula os receptores canabinoides dos neurônios – os mesmos ativados quando alguém fuma maconha.

Testes realizados em ratos mostraram que aqueles que corriam apresentavam menos stress e sensibilidade à dor.

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Como você pode retardar o envelhecimento

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Novo estudo revela que exercícios de alta intensidade podem rejuvenescer as células do corpo humano

Por Marina Demartini

Pesquisadores norte-americanos podem ter descoberto uma maneira bem prática (até demais) de retardar o envelhecimento. Eles concluíram que exercícios de alta intensidade podem deixar uma pessoa nove anos mais jovem do que a idade apresentada em sua certidão de nascimento.

O estudo, publicado no periódico Preventative Medicine, relaciona o envelhecimento do ser humano com os telômeros das células. A principal função dessa estrutura é impedir o desgaste do material genético e manter o cromossomo estável. O problema é que, cada vez que uma célula se reproduz, os telômeros encolhem e quanto mais eles diminuem de tamanho, mais uma pessoa envelhece.

Para saber o que influencia o encolhimento dos telômeros, os cientistas examinaram os dados de 5.823 adultos que participaram da Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição, do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). Uma das informações fornecidas foi o comprimento do telômero.

De acordo com a pesquisa, os voluntários com telômeros mais curtos – ou seja, com sinais de envelhecimento celular maiores – também tinham um estilo de vida sedentário. Já as pessoas que faziam exercícios físicos de alta intensidade tinham os telômeros mais compridos e, consequentemente, mais jovens.

Não é novidade que um estilo de vida mais saudável retarda a deterioração das células. No entanto, não basta fazer exercícios leves duas vezes por semana para manter seus telômeros compridos. Na realidade, homens precisam se exercitar cinco vezes por semana por 40 minutos ao dia e as mulheres necessitam de 30 minutos diários.

“Adultos que fazem exercícios de alta intensidade têm uma vantagem de envelhecimento biológico de nove anos sobre adultos sedentários”, segundo o estudo. “A diferença no envelhecimento celular entre aqueles com alta e baixa atividade também foi significativa (8,8 anos)”. Os cientistas não encontraram diferenças consideráveis entre os telômeros de quem tinha uma rotina de exercícios mediana e de quem não se exercitava.

Mais estudos

Além do telômero, outra célula parece ter um papel importante no envelhecimento do corpo humano. Outro grupo de cientistas norte-americanos descobriu recentemente que as mitocôndrias e os ribossomos também podem influenciar na “idade” das células.

Ribossomos são conhecidos por produzir as proteínas das células e as mitocôndrias realizam a respiração celular, um processo necessário para que a célula obtenha energia. À medida que o ser humano envelhece, a capacidade das mitocôndrias de gerar energia diminui.

Segundo os pesquisadores, é possível reverter esse quadro com exercícios de alta intensidade alternado com períodos de descanso, também conhecido como treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT).

Para chegar a esse resultado, os cientistas recrutaram 36 homens e 36 mulheres e os dividiram em dois grupos: um com idades entre os 18 anos e os 30 anos e outro com idosos entre os 65 anos e 80 anos. Depois, os pesquisadores dividiram as equipes em três times de idade mista: um precisou fazer exercícios intenso com intervalos, o segundo fez musculação e o outro fez uma combinação dos dois.

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Idosa de 87 anos muda de postura e de vida após começar a praticar yoga

Idosa de 87 anos muda de postura e de vida após começar a praticar yoga 1

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Sempre é tempo de aprender algo novo. E a norte-americana Anna Pesce, de 87 anos, é a prova do bem que uma atividade física pode fazer para o corpo em qualquer idade. Há dois anos, a neta dela a apresentou a instrutora de yoga Rachel Jesien, de 28 anos, e a vida dela mudou.

Numa entrevista ao jornal “NY Post”, Anna Pesce afirmou que em novembro de 2014, ao visitar os filhos, ela quase teve um colapso tentando subir as escadas.

“Eu tinha essa dor horrível nas minhas costas. Eu tive que ser levada até as escadas e colocada numa cadeira de rodas pelo resto da minha estadia”, contou.

Idosa de 87 anos muda de postura e de vida após começar a praticar yoga 2

Ela tinha uma corcunda e a especialista começou a tratá-la. Anna sofria de hérnia, escoliose e osteoporose.

“Eu tentei de tudo: acupuntura, fisioterapia e um quiroprático. Eu me sentia bem temporariamente, mas ficava com dor novamente pouco tempo depois”, disse.

Após um mês de aulas semanais, Anna voltou a andar.

“Depois de dois meses, um outro grande marco foi que ela já sabia como lidar com as dores habituais dela”, afirmou a instrutora Rachel Jesien.

No quarto mês, ela já ficava de cabeça para baixo com os pés encostados na parede.

Com os treinos, Anna Pesce ficou cada vez maios forte.

“Eu me sinto maravilhosa porque agora eu posso dirigir e fazer as coisas que eu não era capaz de fazer antes. Recomendo”, afirmou Anna Pesce ao “NY Post”.

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Quer um cérebro jovem? Fique na escola e suba escadas

Quer um cérebro mais jovem? Mantenha-se na escola e use as escadas. Quanto mais lances de escada uma pessoa sobe rotineiramente, e quanto mais anos de escola uma pessoa tiver concluído, melhor será seu desempenho cognitivo.

Estudar tem tudo a ver com um cérebro mais afiado, mas subir escadas normalmente é associado com manter o corpo forte e saudável – não o cérebro.

Mas uma nova pesquisa mostrou que escalar os degraus também melhora a saúde do cérebro. E quanto mais degraus, melhor.

Idade do cérebro

Os pesquisadores descobriram que a “idade do cérebro” diminui em 0,95 ano para cada ano de educação, e de 0,58 ano para cada subida diária de um lance de escadas – isto é, uma escada ligando dois andares consecutivos em um edifício.

“Já existem muitas campanhas do tipo ‘Use as escadas’ em ambientes de escritório e centros de transporte público. Este estudo mostra que essas campanhas também devem ser expandidas para adultos mais velhos, para que eles possam trabalhar para manter seus cérebros jovens,” disse Jason Steffener, da Universidade Concórdia (Canadá).

Massa cinzenta

Steffener e seus colegas utilizaram imagens de ressonância magnética (MRI) para examinar de forma não invasiva os cérebros de 331 adultos saudáveis, com idades variando de 19 a 79 anos.

Eles mediram o volume de massa cinzenta nos cérebros dos participantes porque seu declínio, causado pelo encolhimento neural e pela perda neuronal, é uma parte muito visível do processo de envelhecimento cronológico.

Os resultados foram claros: quanto mais lances de escadas os voluntários subiam, e quanto mais anos tinham permanecido na escola, mais jovem era seu cérebro.

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Subir escadas ajuda a deixar o cérebro mais jovem

Trocar o elevador pelas escadas tradicionais é um ótimo jeito de economizar energia e ainda melhorar a saúde.

Trocar o elevador e as escadas rolantes pelas escadas tradicionais é um ótimo jeito de economizar energia e ainda melhorar a saúde. Além de fortalecer os músculos da perna e o coração, cientistas descobriram que essa simples prática também pode ajudar a rejuvenescer o cérebro.

O estudo, realizado na Universidade de Concordia, em Montreal, avaliou o impacto da atividade física decorrente da subida de escadas e também da educação nas funções cerebrais. Para a pesquisa, foram convidadas 331 pessoas saudáveis, com idade entre 19 e 79 anos.

O grande ponto observado no experimento foi a quantidade de massa cinza no cérebro, fator usado na medicina como um bom marcador biológico para determinar a idade cerebral. As duas atividades consideradas, o estudo e a subida de escadas, colaboraram para o rejuvenescimento dos participantes.

De acordo com o estudo, cada ano de educação representa uma redução na idade do cérebro de 0,95 ano. Já as subidas de escada acrescentadas aos hábitos diários, têm poder para rejuvenescer o cérebro em 0,58 ano.

Para os cientistas, a descoberta serve como um incentivo. Subir escadas é uma atividade simples e acessível a qualquer pessoa com boas condições de mobilidade. O melhor de tudo é que o hábito não requer muitas mudanças na rotina e nem necessita de muito tempo de dedicação.

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Correr faz o cérebro criar novos neurônios

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Por Felipe Germano

Se você está afim de exercitar o cérebro, mas não quer enfiar a cara nos livros, aí vai uma sugestão: corra. E se for para uma biblioteca isso pode ser ótimo para a educação, mas, no caso, o seu destino nem é tão importante assim. O principal aqui é que você use a corrida como exercício.

Pesquisadores da Universidade de Jyväskylä, na Finlândia, estão afirmando que correr pode aumentar o número de células cerebrais – pelo menos em ratos. Os cientistas colocaram os roedores para malhar em três equipes diferentes: a primeira corria, outra levantava peso, e a última fazia um treinamento de alta intensidade – um crossfit para ratinhos. A conclusão foi que, enquanto o primeiro grupo demonstrou uma multiplicação nas células do cérebro, os outros dois times não tiveram nenhuma mudança significativa.

Os exercícios foram adaptados para o corpo dos animais. Para o time da corrida, uma pequena esteira foi colocada para os ratos, que corriam por meia hora durante três dias da semana. No caso dos que levantavam peso, amarraram pequenos pesos aos rabos dos roedores e os fizeram subis escadas. O terceiro grupo fazia o rato correr com arrancadas maiores e depois diminuir a velocidade, mas aplicando choques para fazer o animal correr sempre no seu limite.

De acordo com a pesquisa, o estresse pode estar relacionado com o fato das células não se reproduzirem nos outros casos. Tanto o levantamento de peso, quanto o treinamento de alta intensidade deixavam os ratos mais estressados. “Estresse é comumente considerado um inibidor na neurogênese adulta”, explica o texto. Por outro lado, os ratos que resolveram correr na esteira por livre e espontânea vontade foram os que registraram o maior número de células cerebrais.

Apesar de não mostrar um aumento no número de células, Miriam Nokia, autora da pesquisa, afirma que os benefícios cerebrais de levantar peso podem existir, só que ainda não foram notados. “Os efeitos do treino anaeróbico sobre o cérebro são algo que eu quero estudar mais”, disse Nokia em entrevista ao site norte-americano Fastcoexist.

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Estilo de vida saudável reduz incidência de câncer

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Segundo o Inca, o câncer de mama será o mais recorrente em mulheres ao longo de 2016

Reduzir os fatores de risco para o câncer — em especial, o tabagismo e a obesidade — é condição principal para diminuir a incidência da doença e, consequentemente, o número de mortes que ela causa. Foi este o lema lançado pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca), ontem, data em que foi lembrado o Dia Mundial do Câncer.

Os últimos dados do instituto mostram que, no ano de 2013, foram 189.454 mortes causadas por algum tipo de câncer no Brasil. E, para 2016, a estimativa é de que sejam registrados mais de 596 mil casos da doença no país. Entre os homens, são esperadas 295.200 novas ocorrências, e, entre as mulheres, 300.870. O tipo de câncer mais incidente em ambos os sexos será o de pele não melanoma, correspondendo a 29% do total estimado. Em seguida, para os homens, os cânceres mais comuns serão os de próstata, pulmão, cólon e reto. Entre as mulheres, as maiores incidências serão de cânceres de mama, cólon e reto e colo do útero.

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Mas segundo Ronaldo Corrêa, oncologista do Inca, é possível reduzir em 40% o número de casos de câncer controlando apenas os fatores de risco. Por isso, ele destaca que é importante investir mais em prevenção, com mudança no estilo de vida. “Os países de alta renda, com mais tecnologia, conseguiram diminuir a mortalidade nos últimos anos, mas não conseguiram diminuir a incidência. Isso é preocupante, porque casos novos continuam surgindo. E aí a possibilidade de reduzir a mortalidade de câncer só com tratamento é muito pequena. A discussão no mundo inteiro, hoje, é se com investimento em tecnologia e avanço científico, sozinhos, é possível reduzir as ocorrências de câncer e os índices de mortalidade. E pesquisas mundo afora têm mostrado que isso não é possível, sem reduzir os fatores de risco”, analisa.

O médico destaca que um investimento conjunto em prevenção deve ter objetivos de longo prazo.

“ É preciso reverter a priorização dos recursos, que hoje em dia vão quase sempre para a busca de novos tratamentos, e trabalhar mais sobre os fatores de risco. O problema é que, para isso, é necessário brigar com a indústria farmacêutica, a indústria de alimentos, a do tabaco, a de álcool, a dos automóveis. Além disso, o investimento na prevenção só começará a render frutos 15 anos depois. Então, é preciso que haja uma conscientização da sociedade de que esse tipo de ação tem que ser política de estado, independentemente de qual governo está no poder”.

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Atualmente, 8,2 milhões de pessoas morrem de câncer no mundo a cada ano, de acordo com o Inca. E, segundo a Associação Americana de Câncer, existem 28 milhões de sobreviventes da doença no mundo. “Hoje em dia, praticamente 80% dos tumores sólidos, como o de próstata e o de mama, são curáveis. Mas alguns cânceres, como o de esôfago, fígado, pâncreas e certos tipos de câncer de pulmão, permanecem com prognóstico ruim mesmo depois de 40, 50 anos do início das pesquisas. A sobrevida, em geral, ainda é curta, e a mortalidade é alta. No futuro, veremos que o tratamento custará muito mais do que investir em prevenção”, afirma o especialista.

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