Exercício ativa gene que protege contra Parkinson

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Alfa-sinucleína

Já havia sido constatado que exercícios vigorosos feitos em uma esteira diminuem o ritmo de progressão da doença de Parkinson nos pacientes já diagnosticados.

Agora, uma equipe da Universidade do Colorado (EUA) descobriu como a coisa funciona – o exercício interrompe o acúmulo da proteína neuronal alfa-sinucleína nas células cerebrais.

Acredita-se que os aglomerados de alfa-sinucleína desempenham um papel central na morte celular cerebral associada com a doença de Parkinson.

Gene DJ-1

Assim como ocorre entre os humanos, os animais de laboratório usados no experimento começaram a ter os sintomas de Parkinson na meia-idade, quando então as rodas de corrida foram colocadas nas suas gaiolas.

Nos animais que passaram a praticar exercícios, houve um aumento na expressão cerebral e muscular de um gene protetor chamado DJ-1. Os raros seres humanos que nascem com uma mutação que inibe seu gene DJ-1 apresentam uma forma grave de Parkinson em uma idade relativamente jovem.

“Depois de três meses, os animais que passaram a correr mostraram movimentação e função cognitiva muito melhores em comparação com os animais transgênicos de controle [que não se exercitavam],” afirmaram Wenbo Zhou e Curt Freed, responsáveis pelo experimento.

A equipe acrescenta que as avaliações com animais têm implicações muito reais para os seres humanos.

“Nossos experimentos mostram que o exercício pode chegar ao coração do problema na doença de Parkinson,” disse Freed. “Pessoas com doença de Parkinson que se exercitam têm maior probabilidade de evitar que suas células cerebrais morram”.

Os resultados foram publicados na revista científica PLOS ONE.

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Atividade física reduz fortemente risco de glaucoma

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Exercícios para os olhos

Pessoas que praticam atividade física de moderada a vigorosa podem reduzir significativamente seu risco de desenvolver glaucoma.

O glaucoma é uma das principais causas de cegueira e é mais comum em pessoas com mais de 40 anos de idade. O tratamento pode retardar sua progressão, mas não há cura.

A boa notícia é a constatação de um declínio de 73% no risco de desenvolver a doença entre as pessoas mais fisicamente ativas, em comparação com as menos ativas.

Até hoje não havia nenhuma suspeita de que questões do estilo de vida desempenhassem um papel no glaucoma, uma doença que é tipicamente descrita como de origem genética, ou hereditária. Contudo, os experimentos mostraram que a atividade física influencia a pressão ocular, que é um importante fator de risco para a doença.

Foi por isso que a Dra Victoria Tseng, da Universidade da Califórnia em Los Angeles (EUA), decidiu estudar uma possível conexão direta entre atividade física e glaucoma.

Glaucoma e atividade física

Usando dados de milhares de pessoas de um estudo nacional que monitora a atividade física desde os anos 1960, Victoria definiu atividade moderada a vigorosa em termos de velocidade de caminhada e número de passos por minuto, medido por um pedômetro. Assim, 7.000 passos por dia todos os dias da semana foram considerados equivalentes a 30 minutos por dia de atividade física durante pelo menos 5 dias da semana.

Para cada aumento de 10 unidades na velocidade da caminhada e no número de passos dados por minuto, o risco de glaucoma diminuiu 6%. Quando medido por tempo de exercício, para cada aumento de 10 minutos na atividade física semanal o risco de glaucoma diminuiu 25%.

“Nossa pesquisa sugere que não é apenas o ato de se exercitar que pode estar associado ao risco de glaucoma, mas que as pessoas que se exercitam com maior velocidade e mais dão mais passos de caminhada ou corrida podem reduzir ainda mais seu risco de glaucoma em comparação com as pessoas que se exercitam em menor velocidade com menos passos,” disse Victoria.

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Exercício aeróbico pode atrasar envelhecimento em mais de uma década

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Os exercícios ajudam em questões de perdas funcionais e doenças crônicas

Manter a forma com exercícios aeróbicos a partir da meia idade pode atrasar o processo do envelhecimento em mais de uma década e prolongar a vida independente, de acordo com uma nova revisão de pesquisas sobre exercícios aeróbicos e dependência em idade avançada.

O Dr. R. J. Shephard da Universidade de Toronto em Ontário, Canadá e seus colegas publicaram um artigo no periódico científico British Journal of Sports Medicine onde revisaram estudos sobre esta questão.

Exercícios aeróbicos regulares aumentam a habilidade do corpo de captar oxigênio e utilizá-lo, mas a capacidade aeróbica máxima de uma pessoa declina com a idade.

De acordo com Shephard, estudos sobre a resposta do treinamento aeróbico em pessoas mais velhas mostraram que se exercitar, especialmente com atividades físicas intensas por períodos mais longos, pode aumentar o poder aeróbico. Em realidade, sete estudos sobre este tipo de exercício descobriram que a capacidade aeróbica das pessoas aumentou 25%, o equivalente a 12 anos de perda de forma física.

Baseado nesta revisão, Shephard concluiu que pessoas mais velhas que fazem treinamento aeróbico progressivo podem manter a independência por mais tempo, pelo fato de atrasarem o relógio biológico na perda da forma aeróbica que ocorre com a idade.

Outros pontos positivos da forma aeróbica incluem a redução de riscos de doenças sérias, recuperação mais rápida depois de ferimentos ou doenças e redução de riscos de quedas devido à manutenção da força muscular, equilíbrio e coordenação.

“Ali se mostra a necessidade de esclarecer a importância da deterioração na forma física relativa com outras causas potenciais de dependência, mas, de um ponto de vista prático, atividade aeróbica regular pode ajudar em muitas questões de ambas as perdas: funcionais e doenças crônicas”, ele escreveu.

http://www.reuters.com/article/us-aerobic-exercise-idUSCOL46400320080424?feedType=RSS&feedName=healthNews

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Exercício físico protege o coração – mesmo o coração doente

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Sempre bom

Há poucos anos, ter uma doença cardíaca era virtualmente uma “condenação” a um repouso absoluto, fugindo de qualquer esforço físico que pudesse representar uma carga adicional para o coração.

Hoje, ao contrário, a prática regular de atividade física tem-se firmado como uma importante forma de tratamento para a insuficiência cardíaca – doença caracterizada pela incapacidade do coração de bombear sangue adequadamente.

Os benefícios vão desde prevenir a caquexia – perda severa de peso e massa muscular – até o controle da pressão arterial, a melhora da função cardíaca e o retardo do processo degenerativo que causa a morte progressiva das células do coração e leva à morte 70% dos afetados pela doença nos primeiros cinco anos.

Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) descobriram agora uma parte dos mecanismos fisiológicos pelos quais o exercício aeróbico protege o coração doente.

“Basicamente, o que descobrimos é que o treinamento aeróbico facilita a remoção de mitocôndrias disfuncionais nas células cardíacas,” contou Júlio César Ferreira, professor do Instituto de Ciências Biomédicas que está orientando o trabalho da pesquisadora Juliane Cruz Campos.

As mitocôndrias são as organelas responsáveis por produzir energia para as células.

“A remoção dessas organelas promove um aumento na oferta de ATP [adenosina trifosfato, molécula que armazena energia para a célula] e reduz a produção de moléculas tóxicas, como os radicais livres de oxigênio e os aldeídos reativos, que em excesso danificam as estruturas celulares”, acrescentou.

Dois mecanismos de limpeza

Em uma pesquisa anterior, a equipe já havia mostrado por meio de experimentos com cobaias que o treinamento aeróbico combate a insuficiência cardíaca reativando um complexo intracelular conhecido como proteassoma – principal responsável pela degradação de proteínas danificadas.

Os resultados mostraram ainda que, no coração de portadores de insuficiência cardíaca, a atividade desse sistema de limpeza diminui mais de 50% e, consequentemente, proteínas altamente reativas começam a se acumular no citoplasma, interagindo com outras estruturas e causando a morte das células cardíacas.

Agora, eles descobriram que a atividade física também regula a atividade de outro mecanismo de limpeza celular conhecido como sistema de autofagia – cuja descoberta rendeu o Nobel de Medicina ao cientista japonês Yoshinori Ohsumi, em 2016.

“Em vez de degradar proteínas isoladas, esse sistema cria uma vesícula [autofagossomo] em volta de organelas disfuncionais e transporta todo esse material de uma só vez até uma espécie de incinerador, o lisossomo. Lá dentro, existem enzimas que destroem o lixo celular. No entanto, observamos que no coração de ratos com insuficiência cardíaca esse fluxo autofágico está interrompido, o que faz com que mitocôndrias disfuncionais comecem a se aglomerar”, explicou Júlio César.

De acordo com o pesquisador, a mitocôndria chega a se dividir, isolando a parte danificada para facilitar sua remoção. Isso foi possível constatar ao analisar a atividade de proteínas relacionadas com o processo de divisão mitocondrial. Porém, o sistema que deveria transportar o material rejeitado até o lisossomo não consegue completar a tarefa.

Trocar exercício por remédio?

Segundo o pesquisador, o objetivo da pesquisa no longo prazo é identificar alvos intracelulares que possam ser modulados por meio de fármacos para promover pelo menos parte dos benefícios cardíacos obtidos com a atividade física.

“Claro que não queremos criar a pílula do exercício, isso seria impossível, pois ele atua em muitos níveis e em todo o organismo. Mas talvez seja viável, por meio de um medicamento, mimetizar ou maximizar o efeito positivo da atividade física no coração.

“Nossos resultados mostram que a atividade física não só previne, como também reverte os danos causados pela insuficiência cardíaca. Nossa hipótese é que o treinamento físico module a expressão e/ou atividade de uma ou mais proteínas-chave envolvidas no processo denominado ‘mitofagia’, a autofagia mitocondrial, restaurando então sua atividade. É o que agora estamos tentando descobrir,” comentou Júlio César.

De acordo com o pesquisador, quando identificados, esses genes e as proteínas por eles codificadas poderiam ser testados como alvos terapêuticos.

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Correr causa mesmo estímulo no cérebro que fumar maconha

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Quem diz que praticar esportes dá barato parece ter razão

Por Giselle Hirata

Pesquisadores da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, descobriram que exercícios de longa duração, como maratonas, fazem com que o corpo produza um neurotransmissor que causa sensação de euforia e de relaxamento.

Surpresa: não é a endorfina. A substância química liberada durante as atividades físicas é a anandamida, que estimula os receptores canabinoides dos neurônios – os mesmos ativados quando alguém fuma maconha.

Testes realizados em ratos mostraram que aqueles que corriam apresentavam menos stress e sensibilidade à dor.

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Como você pode retardar o envelhecimento

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Novo estudo revela que exercícios de alta intensidade podem rejuvenescer as células do corpo humano

Por Marina Demartini

Pesquisadores norte-americanos podem ter descoberto uma maneira bem prática (até demais) de retardar o envelhecimento. Eles concluíram que exercícios de alta intensidade podem deixar uma pessoa nove anos mais jovem do que a idade apresentada em sua certidão de nascimento.

O estudo, publicado no periódico Preventative Medicine, relaciona o envelhecimento do ser humano com os telômeros das células. A principal função dessa estrutura é impedir o desgaste do material genético e manter o cromossomo estável. O problema é que, cada vez que uma célula se reproduz, os telômeros encolhem e quanto mais eles diminuem de tamanho, mais uma pessoa envelhece.

Para saber o que influencia o encolhimento dos telômeros, os cientistas examinaram os dados de 5.823 adultos que participaram da Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição, do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). Uma das informações fornecidas foi o comprimento do telômero.

De acordo com a pesquisa, os voluntários com telômeros mais curtos – ou seja, com sinais de envelhecimento celular maiores – também tinham um estilo de vida sedentário. Já as pessoas que faziam exercícios físicos de alta intensidade tinham os telômeros mais compridos e, consequentemente, mais jovens.

Não é novidade que um estilo de vida mais saudável retarda a deterioração das células. No entanto, não basta fazer exercícios leves duas vezes por semana para manter seus telômeros compridos. Na realidade, homens precisam se exercitar cinco vezes por semana por 40 minutos ao dia e as mulheres necessitam de 30 minutos diários.

“Adultos que fazem exercícios de alta intensidade têm uma vantagem de envelhecimento biológico de nove anos sobre adultos sedentários”, segundo o estudo. “A diferença no envelhecimento celular entre aqueles com alta e baixa atividade também foi significativa (8,8 anos)”. Os cientistas não encontraram diferenças consideráveis entre os telômeros de quem tinha uma rotina de exercícios mediana e de quem não se exercitava.

Mais estudos

Além do telômero, outra célula parece ter um papel importante no envelhecimento do corpo humano. Outro grupo de cientistas norte-americanos descobriu recentemente que as mitocôndrias e os ribossomos também podem influenciar na “idade” das células.

Ribossomos são conhecidos por produzir as proteínas das células e as mitocôndrias realizam a respiração celular, um processo necessário para que a célula obtenha energia. À medida que o ser humano envelhece, a capacidade das mitocôndrias de gerar energia diminui.

Segundo os pesquisadores, é possível reverter esse quadro com exercícios de alta intensidade alternado com períodos de descanso, também conhecido como treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT).

Para chegar a esse resultado, os cientistas recrutaram 36 homens e 36 mulheres e os dividiram em dois grupos: um com idades entre os 18 anos e os 30 anos e outro com idosos entre os 65 anos e 80 anos. Depois, os pesquisadores dividiram as equipes em três times de idade mista: um precisou fazer exercícios intenso com intervalos, o segundo fez musculação e o outro fez uma combinação dos dois.

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Idosa de 87 anos muda de postura e de vida após começar a praticar yoga

Idosa de 87 anos muda de postura e de vida após começar a praticar yoga 1

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Sempre é tempo de aprender algo novo. E a norte-americana Anna Pesce, de 87 anos, é a prova do bem que uma atividade física pode fazer para o corpo em qualquer idade. Há dois anos, a neta dela a apresentou a instrutora de yoga Rachel Jesien, de 28 anos, e a vida dela mudou.

Numa entrevista ao jornal “NY Post”, Anna Pesce afirmou que em novembro de 2014, ao visitar os filhos, ela quase teve um colapso tentando subir as escadas.

“Eu tinha essa dor horrível nas minhas costas. Eu tive que ser levada até as escadas e colocada numa cadeira de rodas pelo resto da minha estadia”, contou.

Idosa de 87 anos muda de postura e de vida após começar a praticar yoga 2

Ela tinha uma corcunda e a especialista começou a tratá-la. Anna sofria de hérnia, escoliose e osteoporose.

“Eu tentei de tudo: acupuntura, fisioterapia e um quiroprático. Eu me sentia bem temporariamente, mas ficava com dor novamente pouco tempo depois”, disse.

Após um mês de aulas semanais, Anna voltou a andar.

“Depois de dois meses, um outro grande marco foi que ela já sabia como lidar com as dores habituais dela”, afirmou a instrutora Rachel Jesien.

No quarto mês, ela já ficava de cabeça para baixo com os pés encostados na parede.

Com os treinos, Anna Pesce ficou cada vez maios forte.

“Eu me sinto maravilhosa porque agora eu posso dirigir e fazer as coisas que eu não era capaz de fazer antes. Recomendo”, afirmou Anna Pesce ao “NY Post”.

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