Andar 10 minutos compensa horas sentado no escritório

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Conforme a tecnologia gera um aumento nos estilos de vida sedentários, o impacto sobre a saúde vascular de ficar sentado muito tempo tornou-se uma preocupação. O problema é particularmente grave entre os funcionários de escritório, que ficam sentados durante a maioria das oito horas de trabalho diárias.

Mas uma boa notícia está vindo pelos experimentos da equipe do professor Jaume Padilla, da Universidade de Missouri (EUA). Eles garantem que uma caminhada de apenas 10 minutos depois de um período prolongado sentado é capaz de restaurar a saúde vascular da pessoa.

“Nosso estudo descobriu que, quando você se senta por seis horas seguidas, ou a maioria de um dia de trabalho de oito horas, o fluxo de sangue para as pernas é bastante reduzido. Também descobrimos que apenas 10 minutos de caminhada depois de se sentar por um tempo prolongado reverte as consequências prejudiciais,” disse Padilla.

Função vascular

A equipe comparou a função vascular de 11 homens jovens saudáveis antes e após um longo período sentados. Os resultados indicaram que o fluxo sanguíneo na poplítea – uma artéria na parte inferior da perna – foi muito reduzido depois de seis horas sentado.

Contudo, bastou uma curta caminhada, de 10 minutos ao ritmo de cada um, para restaurar a função vascular prejudicada e levar o fluxo sanguíneo ao nível anterior ao do período sentado.

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Atletas só devem ingerir líquidos quando tiverem sede

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Hiponatremia

Pelo menos 14 mortes recentes de atletas foram atribuídas a uma condição chamada hiponatremia associada à atividade física, que resulta de beber muita água ou isotônicos, as chamadas “bebidas esportivas”.

Mas há uma maneira fácil de prevenir a hiponatremia, de acordo com novas diretrizes elaboradas por um painel internacional de especialistas: basta beber somente quando você está com sede.

“Usar o mecanismo inato da sede para orientar o consumo de líquidos é uma estratégia que deve limitar a ingestão de líquidos em excesso e o desenvolvimento da hiponatremia, proporcionando água suficiente para prevenir a desidratação excessiva,” afirmam as orientações, publicadas no Clinical Journal of Sport Medicine por um painel de 17 especialistas em medicina esportiva.

Hiponatremia Associada a Exercícios

A hiponatremia associada a exercícios (HAE) ocorre quando a ingestão excessiva de líquidos supera a capacidade dos rins de excretar o excesso de água. O sódio no organismo torna-se diluído, levando ao inchamento das células, o que pode se tornar uma condição fatal.

Os sintomas da HAE Leve incluem tontura, vertigem, náusea, inchaço e ganho de peso durante um evento esportivo. Os sintomas da HAE Grave incluem vômitos, dor de cabeça, estado mental alterado (confusão, agitação, delírio etc.), convulsões e coma.

A HAE já foi registrada durante as mais diversas competições, como maratonas, triatlos, futebol, canoagem e natação, além de exercícios militares, caminhadas e até mesmo ioga e boliche.

Insolação e cãibras

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É comum que os atletas sejam erroneamente aconselhados a “empurrar fluidos” ou beber mais do que sua sede determina – por exemplo, beber até que sua urina fique clara ou beber seguindo horários preestabelecidos.

Mas a ingestão excessiva de líquidos não previne a fadiga, as cãibras musculares ou a insolação.

“As cãibras musculares e a insolação não estão relacionadas à desidratação,” esclarece o Dr. James Winger, da Universidade de Loyola (EUA) e um dos membros do painel. “Você tem insolação porque você está produzindo muito calor.”

As orientações estabelecem que a hiponatremia associada a exercícios pode ser tratada administrando uma solução salina concentrada com 3% de sódio – cerca de três vezes mais elevada do que a concentração de uma solução salina normal.

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Casal vegano em seus 60 e 70 anos corre 1 Maratona por Dia, 366 Dias Seguidos

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Esse simpático casal, em seus 60 e 70 anos de idade, realizaram um feito impressionante, e agora são detentores de um recorde mundial. Eles completaram uma volta ao redor da Austrália, correndo uma maratona por dia durante 366 dias consecutivos. E qual foi a dieta escolhida para lhes fornecer nutrientes e energia durante esse desafio esportivo extremo? Frugivorismo, uma vertente mais saudável do crudivorismo vegano.

Certamente existe muitas duvidas com respeito ao Frugivorismo, mesmo com respeito ao crudivorismo, ou veganismo, mas esse casal de senhores atletas prova que não há limitações ordinárias quando o tema é performance atlética de alto nível, deixando muitos atletas de elite impressionados com seu vigor e forma física.

E mais, ela curou-se de um câncer através de uma alimentação natural crudívora!

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Veja o vídeo:

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Longevidade se adquire ao longo da vida

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Estilo de vida saudável

Um estilo de vida saudável durante os primeiros anos da idade madura – incluindo controle de peso, exercícios regulares e não fumar – é um fator fortemente associado a uma maior probabilidade de viver até os 90 anos, de acordo com estudo publicado na revista Archives of Internal Medicine.

Outro artigo na mesma edição mostra que, embora alguns indivíduos vivam até os 100 anos ou mais por evitar doenças crônicas, outros centenários vivem com essas condições por vários anos.

75% são opções de cada um

O artigo menciona também estudos com gêmeos mostrando que 25% da variação de longevidade humana é atribuída a fatores genéticos. Os outros 75% são atribuídos a fatores de risco modificáveis.

A equipe de Laurel Yates, do Hospital da Mulher de Brigham, em Boston, nos Estados Unidos, avaliou um grupo de 2.357 homens, cuja participação começou entre 1981 e 1984. Os voluntários, com idade média de 72 anos, forneceram informações sobre variáveis demográficas e de saúde, incluindo peso, altura, pressão sangüínea, níveis de colesterol e freqüência de atividades físicas.

Duas vezes durante o primeiro ano de participação e uma vez a cada ano até 2006, os voluntários completaram um questionário sobre as mudanças de hábitos, estado de saúde e capacidade para realizar tarefas cotidianas.

Fatores modificáveis

Um total de 970 homens (41%) viveu até 90 anos ou mais. Vários fatores modificáveis, biológicos e comportamentais, foram associados com essa longevidade excepcional. “Tabagismo, diabetes, obesidade e hipertensão reduziram significativamente a probabilidade de vida até os 90 anos, enquanto exercícios vigorosos e regulares a aumentaram consideravelmente”, destacaram os autores.

“Homens com duração de vida acima dos 90 anos demonstraram melhores funções físicas, bem-estar mental e autopercepção de saúde no fim da vida, em comparação com os que morreram mais cedo. Fatores adversos associados com menor longevidade – tabagismo, obesidade e sedentarismo – também foram associados com pior estado funcional no fim da vida”, descreveram.

De tabagismo a exercícios físicos

A pesquisa estima que um homem de 70 anos que não fuma e tem pressão sangüínea e peso normais, não tem diabetes e se exercita de duas a quatro vezes por semana tem uma probabilidade de 54% de viver até os 90 anos.

Com os fatores adversos, sua probabilidade de viver até essa idade se reduz nas seguintes proporções:

Estilo de vida sedentário: 44%
Hipertensão (pressão alta): 36%
Obesidade: 26%
Tabagismo: 22%
Três fatores reunidos, como sedentarismo, obesidade e diabetes: 14%
Cinco fatores somados: 4%

Capacidades funcionais

No segundo estudo, a equipe de Dellara Terry, da Escola de Medicina da Universidade de Boston e do Boston Medical Center, estudou 523 mulheres e 216 homens com 97 anos ou mais. Os voluntários responderam questionários sobre histórico de saúde e capacidade funcional para escrever e-mails ou telefonar.

Os participantes foram divididos em grupos por sexo e pela idade na qual desenvolveram doenças normalmente associadas ao envelhecimento: doença pulmonar obstrutiva crônica, demência, diabetes, doença cardíaca, hipertensão, osteoporose, doença de Parkinson e derrame. Os que desenvolveram essas condições após os 85 anos foram classificados como retardatários, enquanto os que as desenvolveram antes foram denominados sobreviventes.

Sobreviventes e retardatários

Entre os participantes, 32% eram sobreviventes e 68% retardatários. “Os centenários que desenvolveram doenças coronárias ou hipertensão antes dos 85 anos e sobreviveram até os 100 demonstraram níveis funcionais semelhantes aos dos retardatários”, disseram os autores.

Apesar de as mulheres terem sobrevivido mais até idades extremas, os homens centenários no estudo demonstraram melhores funções físicas e mentais que as mulheres. “Uma explicação para isso pode ser que os homens precisam estar em excelente saúde e funcionalmente independentes para chegar a uma idade tão extrema”, indicaram.

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Estudo sueco revela segredos para chegar aos 100 anos

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Nos últimos 50 anos, pesquisadores da Universidade de Gotemburgo (Suécia) têm acompanhado a saúde de 855 homens nascidos em 1913.

Agora que o estudo está sendo finalizado, eles verificaram que 10 dos indivíduos atingiram os 100 anos de idade.

Assim, e graças ao rigor do estudo, foi possível tirar algumas conclusões sobre os segredos dessa longevidade.

Vida depois dos 80 anos

Vários exames e entrevistas foram feitos com os voluntários quando eles atingiram as idades de 54, 60, 65, 75, 80 e 100 anos, permitindo identificar os fatores que parecem promover a longevidade – os primeiros levantamentos foram realizados em 1963.

Um total de 27% (232) do grupo original viveu até a idade de 80 anos; 13% (111) viveram até os 90 anos. E 1,1% dos indivíduos chegaram ao seu 100º aniversário.

De acordo com o estudo, 42% das mortes após os 80 anos foram ocasionadas por doenças cardiovasculares, 20% por doenças infecciosas, 8% por acidente vascular cerebral (derrame), 8% por câncer, 6% por pneumonia e 16% por outras causas.

Um total de 23% do grupo acima de 80 anos foram diagnosticados com algum tipo de demência.

Como viver bem dos 50 aos 100 anos

O estudo permitiu identificar alguns fatores que influenciaram a sobrevivência após a idade de 50 anos deste pequeno número de indivíduos.

“Nossa recomendação para as pessoas que aspiram ao centenarianismo é não fumar, manter níveis saudáveis de colesterol e limitar-se a quatro xícaras de café por dia,” disse o Dr. Lars Wilhelmsen, ele próprio envolvido no estudo ao longo dos últimos 50 anos.

Também ajuda se você mora em uma boa casa ou apartamento a partir dos 50 anos – indicando bom nível socioeconômico -, tem boa capacidade de trabalho e sai-se bem em um teste de bicicleta aos 54 anos, ou seja, se entra na velhice com um bom estado físico geral.

Menos genética, mais estilo de vida

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Nascer de uma mãe que viveu muito ajuda, mas menos do que os fatores de estilo de vida – além disso, outros estudos mostraram que os “genes da longevidade” aumentam apenas a vida não saudável.

“Nossos resultados mostram que há uma correlação com a longevidade materna, mas não paterna. Mas também descobrimos que este ‘fator genético’ é mais fraco do que os outros fatores. Portanto, fatores que podem ser influenciados são importantes para uma vida longa,” concluiu o Dr. Wilhelmsen.

Isto corrobora análises feitas em outras partes do mundo, incluindo a longevidade nas ilhas gregas, assim como as raízes culturais da longevidade japonesa.

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Exercícios não emagrecem, comer menos sim

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A atividade física tem um papel relativamente pequeno no controle do peso, e a atenção de políticas públicas contra a obesidade deveria estar na qualidade da alimentação – é o que defende um artigo assinado por médicos no British Journal of Sports Medicine.

“A atividade física regular reduz o risco de desenvolver doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, demência e algumas formas de câncer em até 30%” – mas não a perda de peso – escrevem os pesquisadores.

Eles dizem querer desfazer o que chamam de “mitos” sobre exercício e obesidade: “A atividade física não promove a perda de peso”, argumentam.

Propaganda enganosa

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O texto, assinado por três especialistas da Grã-Bretanha, Estados Unidos e África do Sul, põe a culpa do problema da obesidade no alto consumo de açúcar e carboidratos nas dietas modernas.

E ataca a indústria alimentícia por incentivar a percepção equivocada de que o exercício possa compensar os efeitos negativos da má alimentação.

“A Coca-Cola, que gastou US$ 3,3 bilhões em publicidade em 2013, empurra a mensagem de que ‘toda caloria vale’; eles associam seus produtos com o esporte, sugerindo que está tudo bem consumir suas bebidas desde que você se exercite”, escrevem. “A ciência nos diz que isto é enganoso e equivocado. O que é crucial é a origem das calorias. As calorias do açúcar promovem depósitos de gordura e fome. As calorias da gordura promovem saciedade.”

Mau hábito

Os cientistas dizem que até 40% dos indivíduos com peso considerado normal enfrentarão anormalidades metabólicas associadas com a obesidade por causa de hábitos alimentares inadequados.

Também observam que a obesidade representa “apenas a ponta do iceberg” dos efeitos adversos da má alimentação na sociedade: “Segundo o relatório sobre o peso global das doenças da (publicação científica) Lancet, uma dieta pobre já gera mais doenças que a inatividade física, o álcool e o fumo juntos.”

Para o cardiologista Aseem Malhotra, da Academy of Medical Royal Colleges, na Grã-Bretanha – um dos médicos que assinam o artigo – “uma pessoa obesa não precisa fazer nenhum exercício para perder peso, só precisa comer menos. Minha maior preocupação é que a mensagem que está sendo transmitida ao público sugere que você pode comer o quanto quiser, desde que se exercite.”

“Isto não tem base científica. Você não pode compensar os efeitos de maus hábitos alimentares fazendo exercício,” finalizou.

Equilíbrio

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Para outros médicos e pesquisadores, contudo, o equilíbrio não precisa ser só na dieta: uma boa dieta e uma quantidade razoável de atividade física é o melhor caminho para o fim da obesidade e a garantia de uma melhor saúde.

A preocupação é que posicionamentos como o defendido pelos três médicos possa desencorajar as pessoas a se exercitarem, abrindo mão dos benefícios que a prática física traz à saúde.

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Exercício físico e estimulação cognitiva podem reverter Alzheimer

19.07.2013 ]

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por Simone de Moraes

Exercício físico, estimulação cognitiva e interação social têm efeitos benéficos em doenças neurodegenerativas como Alzheimer. Esta é a conclusão de um estudo coordenado pelo Conselho Superior de Investigação Científica (CSIC), da Espanha em que participou a investigadora portuguesa Cátia Teixeira. Realizado em ratos, o estudo, feito nos últimos dois anos, averiguou que os danos de neurônios granulares, associados à doença de Alzheimer, são reversíveis.

“A doença de Alzheimer esta associada a uma degeneração das funções do hipocampo, sendo o hipocampo uma estrutura do cérebro importantíssima para a formação de memórias. O hipocampo tem várias sub-regiões todas elas envolvidas no processamento de memórias. O giro dentado hipocampo, constituído por células granulares, é uma dessas regiões. É no giro dentado que nascem novos neurónios durante toda a vida. Ao contrário do que se pensava antigamente, nascem novos neurónios no cérebro adulto”, explica Cátia Teixeira.

No laboratório, foram usados ratos transgénicos que viviam dentro de jaulas em grupos de dez animais. Estas jaulas tinham, por exemplo, dois andares conectados por umas escadas, rodas para eles correrem, e um conjunto de brinquedos que eram substituídos a cada dois dias por brinquedos diferentes. A este processo de estimulação chama-se “enriquecimento ambiental”.

Cátia Teixeira explica que “neste estudo usámos ratos mutantes que sobre-expressam uma proteína chamada GSK3-ß. Esta proteína é sabido estar envolvida em Alzheimer e anteriormente tinha sido demonstrado que a sua sobre-expressão leva a deficits comportamentais”.

Os investigadores pretendiam visualizar e datar os neurónios que nasciam no giro dentado destes animais por isso “injectámos nesta região vírus modificado para expressar uma proteína verde fluorescente, desenhada para só marcar neurónios que nasçam na altura da injecção. Fizemos esta marcação em três grupos de animais, animais wild-type (não mutantes), animais que sobre-expressam GSK3 e animais que sobre-expressam GSK3 mas que foram colocados em condições de enriquecimento ambiental quatro semanas depois da marcação dos neurónios”.

Paralelamente à análise dos ratos, foram realizadas análises morfológicas de neurónios do giro dentado de amostras de cérebro de humanos com Alzheimer e sem Alzheimer.

A conclusão retirada é “em primeiro lugar que a sobre-expressão de GSK3 leva a deformações neuronais semelhantes às observadas em Alzheimer e em segundo lugar verificámos que essas deformações não estavam presentes em ratos que mesmo sobre-expressando GSK3 foram mantidos num ambiente mais estimulante”, explica Cátia Teixeira.

A principal conclusão a retirar é então que o enriquecimento ambiental, ou seja interacção social, exercício e estimulação cognitiva, permitiam que os neurónios se desenvolvessem normalmente mesmo sobre-expressando GSK3.

A investigadora sublinha que “estudos em humanos têm também sugerido que um ambiente cognitivamente estimulante pode pelo menos atrasar a deterioração cognitiva que ocorre naturalmente com a idade e a progressão do Alzheimer. E isto são medidas que podem ser tomadas por todos, já”.

Cátia Teixeira, na altura do estudo, era investigadora do Departamento de Biologia Molecular da Universidade de Barcelona, um laboratório membro do CSIC. Atualmente, a cientista portuguesa está trabalhando na Universidade de Columbia, em Nova Iorque, Estados Unidos da América.

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