Luz verde alivia dores crônicas e enxaquecas

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Cura pelo verde

Experimentos recentes têm demonstrado que a luz verde alivia a fotofobia e a enxaqueca, podendo também atuar contra a insônia quando é aplicada visualmente.

Além disso, várias terapias alternativas recomendam que pessoas com dores de cabeça e mal-estares similares frequentem áreas verdes.

A equipe do professor Mohab Ibrahim, da Universidade do Arizona, decidiu aferir esses resultados e confirmar se a cor verde realmente atua contra a dor crônica. “Parecia uma experiência fácil, então foi isso o que fizemos,” diz ele ao descrever o experimento realizado em laboratório com animais.

Luz verde contra a dor

Os animais foram divididos em três grupos: um foi posto em um ambiente totalmente iluminado com luz verde, outro recebeu lentes de contato especiais que permitiam que eles vissem apenas o componente verde da luz de espectro natural do seu ambiente, e um terceiro grupo recebeu lentes de contato opacas. Todos tiveram indução de dores neuropáticas que simulam as dores crônicas em humanos.

Os dois primeiros grupos se beneficiaram da exposição à luz verde, enquanto aqueles com lentes opacas não.

Os resultados revelaram que os animais “banhados” em verde – do primeiro grupo – apresentaram maior tolerância ao estímulo térmico e tátil do que os ratos que apenas viam a luz verde.

Os efeitos benéficos duraram por quatro dias após a última exposição à luz verde. Não foram observados efeitos secundários da terapia, nem prejuízos ao desempenho motor ou visual dos animais.

“Embora as qualidades de alívio à dor dos LEDs verde sejam claras, exatamente como isto funciona permanece um enigma,” disse o professor Rajesh Khanna, que orientou os experimentos. “Estudos anteriores demonstraram que a luz verde aumenta os níveis de opiáceos endógenos circulantes, o que pode explicar os efeitos de alívio da dor. Se isso será observado em seres humanos ainda não se sabe e exigirá outros trabalhos.”

Na verdade, a equipe já está fazendo isto, embora o trabalho ainda não esteja terminado.

Quero essa luz verde

No estudo em andamento, os pesquisadores estão realizando um ensaio clínico duplo-cego e randomizado para estudar os efeitos da luz verde emitida por LEDs em pessoas com fibromialgia, uma fonte comum de dor crônica. Os participantes receberam uma tira de LEDs verdes para usar em uma sala escura por uma a duas horas por noite, durante 10 semanas.

Os resultados preliminares parecem promissores: dois participantes até mesmo se recusaram a devolver a pulseira de LEDs verdes porque sua dor foi marcadamente diminuída, e um participante escreveu para os pesquisadores – nesse tipo de ensaio restrito não existe identificação dos pacientes que de fato recebem o tratamento – para relatar como a experiência foi positiva – e também pediu a luz de volta.

“Nós precisamos de abordagens mais seguras, eficazes e acessíveis, usadas em conjunto com nossas ferramentas atuais, para gerenciar a dor crônica. Embora os resultados dos LEDs verdes ainda sejam preliminares, eles representam uma promessa significativa para gerenciar alguns tipos de dor crônica,” disse o Dr. Ibrahim.

Os resultados dos experimentos com os animais foram publicados na edição de fevereiro da revista Pain.

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Luz violeta clareia os dentes sem os riscos do gel

Clareamento dental

O clareamento dental feito apenas com a aplicação de luz violeta é tão eficaz quanto os métodos já conhecidos e utilizados pelos dentistas.

A eficácia da técnica de luz foi comprovada por Vitor Hugo Panhóca, pesquisador e do Instituto de Física da USP em São Carlos (SP).

Ao contrário da luz ultravioleta, a violeta é uma luz visível e não ionizante. Isso significa que ela pode ser vista, da mesma forma que se enxerga a luz de uma lâmpada incandescente ou fluorescente.

Riscos do peróxido e hipersensibilidade

Hoje, o clareamento dental pode ser feito de várias maneiras e, apesar de muitas pessoas fazerem o procedimento com métodos caseiros, muitos pacientes optam por realizá-lo em consultórios odontológicos, nos quais a técnica é baseada na aplicação de um LED azul, em conjunto com gel de peróxido de hidrogênio, ou água oxigenada concentrada (H2O2).

Quando é aplicada nos dentes, a luz excita o gel, que libera substâncias responsáveis por quebrar os pigmentos que mantêm os dentes com aquele aspecto amarelado. Mas há o risco de “contato do gel com os tecidos moles, como gengiva e bochecha. A interação do peróxido com esse tipo de tecido pode causar danos irreversíveis, como câncer,” explica Vitor Hugo.

Clareamento com luz violeta

Com o tratamento com luz violeta, dispensa-se o uso do gel. Além da eliminação do risco de contato com a substância, os pacientes livraram-se também da hipersensibilidade que geralmente ocorre como efeito colateral do branqueamento.

“Observamos que a luz violeta tem energia suficiente para quebrar os pigmentos do dente, da mesma maneira que os géis fazem. A diferença é que, enquanto os géis de peróxido agem de modo mais químico, a luz atua de maneira mais física,” explica o pesquisador.

“É importante ressaltar que o clareamento dental não depende apenas da técnica utilizada, mas, também, do tipo de mancha que o paciente tem. Os pigmentos de manchas orgânicas, causadas por corantes, como o de café, são os mais fáceis de se quebrar”, ressalta Vitor Hugo, acrescentando que as manchas inorgânicas, que podem ser provocadas por contaminação de sangue em caso de trauma dental, são mais difíceis de remover.

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Fotoimunoterapia mata o câncer sem efeitos colaterais

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Técnica usa luz infravermelha para eliminar os tumores sem afetar as células sadias do organismo.

Além de difícil, tratar o câncer também é sofrido: as sessões de quimioterapia e radioterapia têm efeitos colaterais fortes. Mas e se a pessoa pudesse ir ao hospital, tomar uma injeção inofensiva, receber uma aplicação de luz e voltar para casa curada, sem efeitos adversos? Parece até mágica, mas está se tornando realidade. Pesquisadores dos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA desenvolveram uma nova técnica, a fotoimunoterapia, que utiliza raios de luz infravermelha (invisível a olho nu) para destruir tumores.

Funciona assim. Primeiro o paciente recebe uma injeção com versões modificadas dos anticorpos HER2, EGFR ou PSMA, que têm a capacidade de “grudar” nas células cancerosas. Sozinhos, eles não fazem nada contra o tumor. Só que esses anticorpos são turbinados com uma molécula chamada IR700 – é a microbomba que irá destruir o câncer. Em seguida, o paciente recebe raios infravermelhos emitidos por uma máquina. Eles penetram no corpo e chegam até a IR700, que é ativada e libera uma substância que ataca a célula cancerosa. Ou seja: é como se fosse uma microquimioterapia, que só mata o tumor e não afeta as células sadias.

Testes em camundongos de laboratório tiveram resultados animadores: o tratamento se mostrou eficaz contra tumores de mama, pulmão, pâncreas, cólon e próstata. “Acreditamos que esse método tenha potencial para subtituir vários tratamentos de quimioterapia, radioterapia e cirurgia”, diz Hisataka Kobayashi, líder do estudo.

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Equipamento pode detectar e tratar câncer de pele

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Terapia fotodinâmica

Um equipamento totalmente brasileiro, desenvolvido com o apoio da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) promete ajudar o Brasil a lidar melhor com o câncer de pele.

Chamado Lince, o sistema inovador é capaz de avaliar a doença e iniciar o tratamento no mesmo dia, evitando biópsias invasivas e dolorosas.

O equipamento utiliza a terapia fotodinâmica (TFD), um tratamento à base de luz, para o tratamento do câncer de pele, além de uma técnica de fluorescência para evidenciar as lesões.

O equipamento é o único no mundo com duplo sistema na mesma plataforma, que permite o diagnóstico e o tratamento de câncer no mesmo equipamento.

Diagnóstico e tratamento por luz

O processo de diagnóstico e tratamento é composto por duas fases – fonte de luz e medicamento – e pode ser feito no próprio consultório médico.

A fonte de luz contida no equipamento emprega LEDs como emissores, tanto para o tratamento quanto para evidenciar a extensão do câncer. Um outro conjunto de LEDs ultravioletas reconhece as lesões tumorais por meio da fluorescência óptica.

O tratamento pode começar poucas horas depois de diagnosticada a doença. É aplicada no paciente uma espécie de pomada específica que reage com a fonte de luz LED vermelha de alta potência, gerando uma fotorreação que leva as células cancerígenas à morte.

Desenvolvido por pesquisadores do Instituto de Física de São Carlos, da USP, o aparelho já foi autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e será comercializado por cerca de R$ 13 mil pela empresa MMOptics.

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Luz verde nos olhos contra a insônia

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Cromoterapia

Muitos pesquisadores estão desconfiando que luz artificial demais pode estar nos deixando doentes.

Por isso pode parecer estranho que pesquisadores da Universidade de Buffalo (EUA) estejam usando luz verde diretamente nos olhos para ajudar a tratar insônia.

Na verdade, os experimentos têm demonstrado um enorme potencial para a cromoterapia, que trata do uso da luz como medicamento.

Ocorre que nem toda luz é igual – sobretudo nem todas as cores de luz são iguais.

Melatonina e cortisol

A professora Grace Dean decidiu abordar o uso da luz contra a insônia em pacientes particularmente sensíveis ao problema.

“O sono é importante para os pacientes com câncer porque ele é crítico para o funcionamento do sistema imunológico, do aprendizado e da memória, e para a qualidade de vida em geral,” explica ela.

Os pacientes estão testando óculos terapêuticos que disparam uma luz verde sobre os olhos – sem qualquer componente ultravioleta -, por uma hora, durante seus afazeres diários.

Quando a luz atinge os olhos, ela aciona neurotransmissores no cérebro que incentivam a produção de melatonina, um hormônio que influencia o sono, e aumenta os níveis de cortisol, um hormônio que nos mantém alertas.

Uma análise que seria interessante de ser feita consistiria em comparar o uso dos óculos com luz verde e uma ida a um parque pleno de verde pelo mesmo período. Essa comparação ainda não está nos planos da equipe.

Para o que a cama serve

Os testes ainda estão em andamento, mas a pesquisadora acredita que a cromoterapia poderá ser um tratamento mais eficaz e sem os efeitos colaterais dos medicamentos contra a insônia.

Outra recomendação que a pesquisadora dá aos seus voluntários é que a cama seja restrita a apenas duas atividades: dormir e fazer sexo, segundo ela para dizer ao seu cérebro para que exatamente a cama serve, e evitar distrações que levem à insônia, como ler, assistir TV ou usar o celular.

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Depressão pode estar ligada a exposição de luz artificial no escuro

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Pesquisadores da Ohio State University Medical Center testemunharam mudanças comportamentais em hamsters – bastante parecidas ao comportamento de pessoas depressivas – após expô-los por 4 semanas a luzes artificias como às provenientes de monitores e televisores.

A pesquisa surgiu a partir da coincidência entre a exposição a luzes artificiais nos últimos 50 anos com o aumento de pessoas depressivas. Segundo os estudiosos, as mulheres possuem 2 vezes mais chance de desenvolverem a doença que os homens.

Os resultados da pesquisa mostraram mudanças no hipocampo similares a de pessoas com depressão e a produção de uma proteína chamada de Fator de Necrose Tumoral, que é produzida apenas quando o corpo está ferido, infectado ou inflamado, com o fim de curá-lo. Já foi comprovada relação entre inflamações crônicas e depressão.

Além disso, os hamsters se tornaram menos ativos e perderam o interesse em beber água com açúcar, o que também se assemelha a comportamento de pessoas deprimidas. Ao retornar os animais a ambientes com luz natural ou escuro os níveis da proteína caíram e eles voltaram ao normal em duas semanas.

Fonte: Reuters

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Luz artificial demais está nos deixando doentes? – Parte 1

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Sono e relógio biológico

Faz pouco mais do que um século que a humanidade começou a ter iluminação artificial. E, agora, a maioria das pessoas está sob luz artificial em grande parte do tempo, inclusive durante o dia. E isso não parece estar fazendo bem para a saúde, afetando sobretudo o ciclo natural de vigília e sono e o relógio biológico humano.

“Está claro que a iluminação típica está afetando nossa fisiologia,” confirmam Richard Stevens (Universidade de Connecticut) e Zhu Yong (Universidade de Yale).

“Mas a iluminação pode ser melhorada. Estamos aprendendo que uma iluminação melhor pode reduzir esses efeitos fisiológicos. Com iluminação melhor queremos dizer comprimentos de onda mais longos à noite e evitar o azul brilhante dos leitores eletrônicos, tablets e celulares inteligentes,” disse Stevens.

Luz artificial e doenças

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Quando usados à noite, esses aparelhos emitem luz azul suficiente para suprimir o hormônio melatonina, que induz o sono, e perturbar o ritmo circadiano do corpo, o mecanismo biológico que permite um sono reparador. Além disso, o tipo específico de luz azul-violeta dos celulares pode prejudicar a visão.

“Não sabemos ao certo ainda, mas há cada vez mais indícios de que as implicações a longo prazo disto têm ligações com o câncer de mama, obesidade, diabetes e depressão, e, possivelmente, outros tipos de câncer,” afirmam os dois pesquisadores.

Como smartphones e tablets tornaram-se parte da vida moderna, os pesquisadores recomendam uma conscientização geral de como o tipo de luz emitida por estes aparelhos afeta nossa biologia.

Mas a diferença é bastante sutil, e mesmo tons diferentes de azul produzem resultados antagônicos: por exemplo, já se demonstrou que uma luz azul muito menos brilhante do que a das telas dos aparelhos eletrônicos combate a fadiga de dia e de noite e é capaz de regular o relógio biológico de trabalhadores noturnos.

Daí o alerta que os pesquisadores fazem sobre a quantidade e a qualidade da luz.

Luz quente e suave

“Tem a ver com a quantidade de luz que você está recebendo, à noite,” ressalta Stevens. “Isso não significa que você tenha que desligar todas as luzes às 8 da noite, significa apenas que, se você tem uma escolha entre um leitor eletrônico e um livro de papel, o livro é menos prejudicial para o seu relógio biológico. À noite, o melhor é uma luz mais fraca e, acredite ou não, mais vermelha, como uma lâmpada incandescente.”

Estudos já demonstraram que as lâmpadas fluorescentes, que substituíram as incandescentes em nome da economia de energia, podem causar danos à pele e outros problemas de saúde – nos EUA, hospitais já estão substituindo as lâmpadas fluorescentes por outras menos problemáticas.

http://www.diariodasaude.com.br

Veja também a Parte 2:

Luz artificial demais está nos deixando doentes? – Parte 2

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