Shiatsu para aliviar dores crônicas

shiatsu

Técnica melhora o sono, aumenta o equilíbrio e diminui as dores em pacientes com fibromialgia

O shiatsu, técnica de massagem japonesa que prioriza a pressão em certos pontos do corpo, pode ajudar a melhorar dores crônicas em pessoas com fibromialgia. É o que revela uma pesquisa1 realizada na Universidade de São Paulo (USP) que investigou se essa terapia complementar era eficaz ou não para aliviar as dores de um grupo de pacientes com dor, sono, ansiedade, equilíbrio e qualidade de vida. Os resultados foram promissores.

“No início do estudo, 70.6% dos pacientes do grupo elegido para passar por sessões de shiatsu estavam severamente comprometidos em sua qualidade de vida por causa da fibromialgia. Após o tratamento, essa porcentagem caiu para 29,4%”, comenta Susan Lee King Yuan, fisioterapeuta responsável pela pesquisa, que foi sua dissertação de mestrado em ciências da reabilitação pela Faculdade de Medicina da USP.

Já a Universidade de Alberta, no Canadá, produziu um estudo2 sobre shiatsu autoaplicado. Os pesquisadores acrecitam que essa técnica pode ser efetiva para melhorar o sono em pacientes com dores crônicas. A ideia do trabalho foi encontrar um tratamento de baixo custo, sem uso de medicamentos e que, por não ser agressivo, não assusta os pacientes. O trabalho dos pesquisadores canadenses também pretende ajudar pessoas com dor crônica a dormir melhor.

O indivíduo portador de fibromialgia possui uma dor crônica e generalizada. Essas pessoas sofrem com dores em pontos específicos do corpo, chamados “tender points”, que apresentam mais dor quando tocados. Na maior parte dos casos, o diagnóstico é realizado através do histórico do paciente, descartando-se outras possíveis hipóteses com exames, pois não há um teste específico para a patologia.

Efeito de duas sessões semanais

A pesquisa na USP teve a duração de dois anos e foi realizada com 34 pessoas, entre 33 e 62 anos, divididas em dois grupos: o grupo shiatsu (GS), que realizou sessões da técnica corporal com duração de 50 minutos, duas vezes por semana, durante oito semanas; e o grupo controle (GC), que recebeu apenas orientações educativas sobre a fibromialgia através de uma cartilha. Os grupos foram avaliados após quatro e oito semanas. Os pesquisadores mediram a intensidade e o limiar das dores, a qualidade de sono, a ansiedade, a confiança no equilíbrio e a qualidade de vida dos dois grupos. Em todos esses aspectos, exceto ansiedade, a diferença entre os indivíduos que receberam sessões de shiatsu e os ques não receberam foi significativa. As figuras abaixo mostram a evolução dos dois grupos no decorrer do tratamento:

Menos risco de quedas

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Sono de melhor qualidade

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Melhora no Quadro Geral

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Ansiedade

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Como mostram os dados, apenas no índice sobre ansiedade o valor do grupo shiatsu e do grupo controle foram iguais, com 35,3% das pessoas apresentando baixa ansiedade, e 64,7%, alta ansiedade. Em todos os outros quesitos, os pacientes que receberam shiatsu tiveram uma evolução significativa.

Pacientes satisfeitos

Após a conclusão das sessões, 29,4% das pessoas do grupo shiatsu revelaram estar “muito satisfeitas” com o tratamento, 64,7% se disseram “satisfeitas” e apenas 5,9% afirmou não estar “nem satisfeito, nem insatisfeito”.

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Terapia complementar segura

Os resultados positivos mostram que o shiatsu trouxe benefícios, mas Yuan reconhece que o estudo ainda tem limitações, pois seriam necessárias mais pesquisas clínicas e com um grupo maior de pacientes para garantir com toda certeza que a terapia com shiatsu é benéfica para pacientes com fibromialgia no geral. “Entretanto é uma terapia alternativa e complementar segura, com um grande potencial para melhorar o quadro do paciente com fibromialgia em diversos aspectos e, portanto, vale a pena ser aplicada”, afirma a fisioterapeuta.

Encontro de culturas

O shiatsu se baseia na medicina tradicional chinesa, que parte da premissa que o corpo possui um fluxo de energia vital, chamado “ki” ou “chi”. Essa energia é essencial à manutenção de saúde em todos os seus aspectos: físico, mental, espiritual e emocional. Ele precisa estar em equilíbrio para que o indivíduo se sinta bem. Os profissionais que executam a prática acreditam que é a interrupção do fluxo de energia vital que proporciona o aparecimento de doenças no ser humano. Essa energia circularia pelo corpo através de canais virtuais, chamados meridianos, que se conectam com pontos na superfície da pele – os mesmos pontos utilizados pela acupuntura.

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A medicina tradicional chinesa é uma técnica milenar que foi introduzida no Japão através do intercâmbio cultural entre os dois países, principalmente de monges budistas e médicos nos séculos 5 e 6. Com o tempo, as técnicas japonesas modificaram a prática chinesa e deram origem a algo novo: o shiatsu.

Benefícios do shiatsu

No shiatsu, o terapeuta pode pressionar esses pontos com os dedos, mãos, cotovelos, joelhos e pés. Essa massagem é feita para desbloquear o fluxo de energia vital e restaurar o equilíbrio do corpo. Como a técnica recebeu influência também da medicina ocidental, ela também estimula a circulação sanguínea e linfática, favorece a oxigenação das células e tecidos, a eliminação de toxinas do corpo, a liberação de hormônios analgésicos, entre eles, a serotonina e a endorfina.

Contribuição do terapeuta

Além dos aspectos técnicos, as terapias complementares podem trazer benefícios por causa de outros fatores. A relação terapeuta/paciente é um componente importante, porque se baseia na continuidade, escuta ativa, confiança e natureza igualitária. Ela atende um aspecto emocional do paciente. As explicações dadas pelos terapeutas durante as sessões favorecem a compreensão da doença e dos processos de cura, mudando o foco do tratamento e proporcionando às pessoas um conhecimento do corpo que vai muito além do aspecto somente físico.

Referências

YUAN, Susan Lee King. Eficácia do shiatsu na dor, sono, ansiedade, nível de confiança no equilíbrio e qualidade de vida de indivíduos com fibromialgia, 2012. Dissertação – Faculdade de Medicina, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2012. Disponível em <http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5163/tde-12122012-150337/en.php&gt; Acesso em: 01 de ago. 2014
Pain pilot explores hand shiatsu treatment as sleep aid. 2014. Disponível em: <http://uofa.ualberta.ca/news-and-events/newsarticles/2014/june/pain-pilot-explores-hand-shiatsu-treatment-as-sleep-aid&gt;. Acesso em: 1 ago.2014.

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Terapias alternativas mudam rotina de presos em Rondônia

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“Essa história de homem passando a mão em mim não podia não.” Essa é a resposta invariável dos presos que frequentam um projeto em Porto Velho onde os detentos aprendem, entre outras coisas, a receber e aplicar massagem uns nos outros.

Reiki, ayurveda, cone chinês, gestalt e eneagrama são alguns dos instrumentos usados por uma ONG de Rondônia com detentos de presídios da capital. Há dois anos, o chá usado no Santo Daime, a religião surgida na Amazônia no século 20, também passou a fazer parte da rotina dos presos.

Os cerca de cem detentos atendidos atualmente pela Acuda (Associação Cultural e de Desenvolvimento do Apenado e Egresso) chegam à sede da ONG em forte escolta policial. Eles vêm de diferentes presídios estaduais, incluindo o de segurança máxima, Aruana.

Por volta das 7h30, todos ficam livres das algemas e restam apenas dois agentes penitenciários, que permanecem do lado de fora da ONG. “Eu ajudo a cuidar dos presos. Os agentes entregam para nós e vão embora”, conta Olívio de Andrade, que trabalha na ONG desde que sua pena progrediu para o regime domiciliar.

O pátio de terra em torno do qual ficam a administração, o salão terapêutico e os outros espaços da organização é ocupado pelos detentos, que circulam e conversam antes da meditação.

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Após abandonar as sandálias, cada homem posiciona seu colchonete no salão de cimento queimado e, em absoluto silêncio, ouve as instruções para começar mais uma sessão de massagem. A ayurvédica é a que mais desperta resistência nos recém-chegados. A massagem começa com uma hidratação à base de óleo vegetal. Os toques se espalham da coluna até os ombros e passam pelas pernas, pelo peito e rosto. No passado, a mulher de um dos presos queixou-se de que o marido estava ficando meio “boiola”. Ele tinha começado a aplicar a massagem nela após o sexo.

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Banhos de argila e ervas medicinais acontecem mensalmente. De cueca ou sunga, os presos aplicam a lama esbranquiçada usada na terapia nos corpos uns dos outros. Quase um dia é gasto no único momento em que os detentos abandonam o silêncio meditativo habitual.

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Além das terapias, são promovidos encontros que trabalham os conflitos psíquicos e a personalidade dos presos. A gestalt e o eneagrama são as técnicas utilizadas.

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Cultos evangélicos, missas católicas e cerimônias espíritas se revezam a cada semana no mesmo salão onde acontecem as terapias. “Aqui é um espaço aberto e ecumênico. Doutrina espírita, católica, budismo, tudo que vier de bom vai ser aceito”, explica Darci dos Santos, 43, um dos presos que frequenta a ONG.

Todas terapias são ensinadas por voluntários, que escolhem entre os detentos alguns assistentes para supervisionar a aplicação das técnicas. Alguns deles já viraram mestres. “Apesar de ser apenado, a gente pode transmitir essa energia positiva a nossos companheiros que estão na caminhada com a gente”, conta Santos, que virou reikiano e administra algumas sessões da terapia.

O reike busca restabelecer o equilíbrio energético do ser humano através das mãos.

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Depois das terapias, os detentos se distribuem por oficinas de tapeçaria, marcenaria e cerâmica, onde tapetes, móveis, mandalas e máscaras orientais são confeccionados por eles. Tudo o que é produzido segue para a loja da Acuda, onde 80% do valor de cada produto volta para os detentos.

Daime

Mensalmente, de 15 a 20 detentos recebem autorização judicial para participar de um retiro espiritual do Santo Daime. A cerimônia acontece numa chácara em Ji-Paraná, a segunda maior cidade de Rondônia, a 373 km de Porto Velho. A experiência começou há menos de dois anos.

O chá da ayahuasca possui propriedades alucinógenas e é utilizado em vários países da região da Amazônia. Relatos de missionários jesuítas mostram que a planta fazia parte de rituais de populações indígenas antes da colonização. Durante o século 20, movimentos religiosos passaram a utilizar a bebida em seus rituais. Em 2010, uma lei federal regulamentou seu uso para fins religiosos.

Durante o ritual do Santo Daime, é comum que os presos “reencontrem” suas vítimas. “Vi a mulher que matei como se fosse a minha filha”, diz Ceumiro de Almeida. Em uma das experiências que teve, viu-se morto, rodeado no caixão por seus familiares, que choravam. “Ouvi uma voz que me disse: foi desse jeito que você fez muita família sofrer”, conta o detento. “Muitas vezes eu chorei naquele chá, coisa que eu nunca tinha feito.”

Membros do judiciário de Rondônia também frequentam os rituais do Santo Daime e receberam bem a participação dos novos membros nos encontros. “O pessoal do sul, sudeste não tem a concepção de que o Daime aqui para Rondônia faz parte da cultura amazônica. Quando você começa a tomar consciência da história, você vê que é um trabalho sério e que o objetivo é incorporar as plantas de cura que nos temos aqui na amazônia ao homem urbano,” disse Maximiliano Deitos, 42, magistrado do Tribunal de Justiça de Rondônia.

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“Tudo começou quando o Ministério Público nos chamou para dar emprego aos presos”, explica Luiz Marques, 56, presidente da Acuda e diretor em Rondônia do SEST-SENAT (Sistema Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte).

Depois da reunião, foi criado um programa de qualificação profissional para ex-detentos e um outro com terapias e acompanhamento psicológico. “A luta não foi só com a sociedade, mas com os presos também. Eles não acreditavam na gente. Onde se viu dar massagem para preso? Dar reiki, banho de argila, afeto. Era só porrada. Era só pancada. Como é que você dá amor e consciência espiritual para alguém que só conheceu a sombra e as trevas?”, conta Marques.

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“De 10 leprosos só ficou curado um. Se com o próprio Jesus foi assim, imagina eu com problema de preso.” Luiz Marques, presidente da ONG.

Mudanças para melhor

Mortes, brigas e rebeliões fizeram parte da rotina do sistema prisional de Rondônia. De acordo com números do Ministério da Justiça de 2013, havia 7,7 mil presos para 4,9 mil vagas nas penitenciárias do Estado.

Há mais de uma década os presídios de Rondônia são observados internacionalmente por organizações de direitos humanos. Em 2002, Porto Velho foi palco da segunda maior chacina do país, quando 27 detentos foram mortos por outros presos durante um motim no presídio Urso Branco.

Os juízes da Vara de Execuções Penais de Porto Velho que visitam a ONG ficam surpresos quando percebem que serras, martelos e outras ferramentas usadas nas oficinas ficam disponíveis para os presos sem que a entidade tenha enfrentado rebeliões ou homicídios. Mais de dois mil homens já passaram pelo projeto desde a sua criação, em 2001.

A Secretaria de Justiça de Rondônia (Sejus) e o Banco da Amazônia são os principais financiadores da ONG desde a sua criação. “No começo houve resistência dos próprios agentes penitenciários. Eles diziam ‘Eu não recebo massagem, mas os presos recebem?’”, disse a secretária-adjunta de Justiça de Rondônia, Sirlene Bastos.

Há menos de um ano foi aberta uma oficina de mecânica no projeto, onde agentes penitenciários deixam suas motos sob os cuidados dos detentos. A convivência pacífica entre presos e agentes de segurança é garantida por Rogério Araújo, 43, ex-detento e atual coordenador da ONG.

"Minha mãe saiu do Pará para me visitar e não acreditava que eu tinha saído do crime" Rogério Araújo, ex-detento e coordenador da ONG.

“Minha mãe saiu do Pará para me visitar e não acreditava que eu tinha saído do crime” Rogério Araújo, ex-detento e coordenador da ONG.

Nascido na cidade de Marabá, no Pará, Araújo se envolveu desde jovem com conflitos em áreas de garimpo. “Quando jovem, a concepção que eu tinha de respeito era que era preciso matar alguém para ser respeitado”. Após deixar a região, se envolveu com o tráfico de entorpecentes em Rondônia, onde foi condenado a 15 anos de prisão. Araújo foi um dos primeiros a participar do projeto terapêutico da ONG e fez o ensino fundamental e médio no presídio enquanto frequentava a entidade.

Depois de terminar de cumprir sua pena, Araújo não quis voltar para o Pará e se tornou o coordenador do projeto. Recentemente, escolheu como seu auxiliar Jefferson de Souza, 23, um detento que cumpre medida protetiva de internação psiquiátrica após ser diagnosticado com esquizofrenia. “Li uma vez que os loucos às vezes são mais organizados que o pessoal normal. Por isso trouxe o Jefferson para cá. Tem coisas que ele sabe sobre a Acuda mais do que eu”.

"Sempre andei com o trafico. Eu nunca fiquei tanto tempo num canto como estou hoje." Pedro Lima, ex-detento e coordenador terapêutico da ONG.

“Sempre andei com o trafico. Eu nunca fiquei tanto tempo num canto como estou hoje.” Pedro Lima, ex-detento e coordenador terapêutico da ONG.

Teatro

Por mais de dez anos a ONG ofereceu também aulas de teatro aos presos. O espetáculo montado pelo grupo, o “Bizarrus”, falava da vida dos detentos. Araújo, que foi da segunda turma do teatro, se recorda do sentimento com que chegou ao primeiro encontro: “Fui para o teatro porque era a minha oportunidade de fugir”.

Um apelido foi criado para os frequentadores do grupo: as bailarinas do careca. “Já pensou o cara preso. O pessoal gritava ‘tão indo os viadinhos’. Eu tinha duas opções, deixava pra lá ou entrava na porrada e pegava castigo. Continuei e fiquei 10 anos”, explica Wanderley Borges, 45, que hoje está em prisão domiciliar e continua frequentando a ONG.

A Acuda estima que mais de 100 mil pessoas assistiram às apresentações. A ONG recebeu neste ano um prêmio do Ministério da Justiça de boas práticas no sistema prisional pelas atividades desenvolvidas por Marcelo Felici, 54, o diretor teatral que cuidou da preparação da peça com os presos. Hoje Felici prepara um novo espetáculo, chamado “Topo do Mundo”, no presídio Urso Branco, que ficou conhecido por ser palco da segunda maior chacina em um presídio no Brasil.

http://arte.folha.uol.com.br

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Efeito da massagem contra dor é similar ao de analgésico

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5 pontos da reflexologia que ajudam a perder peso

Massagem nos pés é uma delícia??? e o melhor, dá até pra emagrecer com ela! Com a reflexologia, técnica oriental milenar que trabalha o equilíbrio físico e emocional do corpo tocando pés e mãos, é possível desinchar o corpo, diminuir a gula, acelerar o metabolismo e aumentar a sua disposição!

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1. Acelere o metabolismo

Estimulando este ponto (da tireoide), você acelera seu metabolismo e turbina a queima de açúcares, massas e gorduras, vilões do cardápio! “A tireoide é a glândula responsável pelo equilíbrio hídrico e térmico do corpo. Ela faz você queimar calorias pra manter a temperatura corporal”.

2. Aumente a disposição

Este ponto trabalha a respiração, a circulação e a digestão. Estimulando esta área com uma massagem de vaivém, na horizontal, você respira melhor e facilita a absorção de nutrientes. Assim, o corpo ganha mais disposição pra queimar calorias!

3. Diminua a gula

Aqui fica o ponto da glândula adrenal, que produz o hormônio adrenalina. Quando você faz massagem nessa área, equilibra o nível de adrenalina do corpo, controlando a ansiedade e a tristeza! E aí, vamos combinar, fica mais fácil resistir à comilança! Para isso, pressione os dedos sobre a região da glândula adrenal por dez segundos, três vezes.

4. Faça o intestino trabalhar

Massageando esta região do pé, você atinge o ponto do intestino grosso e estimula os movimentos peristálticos do órgão, responsáveis por você ir ao banheiro. Para isso, deslize os dedos sobre a área, de baixo para cima, acompanhando a curva que leva ao meio do pé

5. Reduza medidas

Neste ponto você ativa a circulação do sistema linfático, elimina o acúmulo de toxinas nos tecidos e evita a retenção de líquidos no corpo. É só massagear o dorso do pé com movimentos circulares no sentido horário e, depois, no anti-horário. Pressione também as quatro regiões entre os dedos para ter um efeito de drenagem linfática. Com esses dois tipos de toque, você diminui o inchaço, melhora o aspecto da celulite e reduz medidas.

Dica: faça todos os movimentos que mostramos aqui por dez segundos, sempre três vezes. Comece a massagem no pé direito e, depois, passe para o esquerdo. A regrinha vale para execução de todos os dias.

By Miname Painless

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Shiatsu alivia fibromialgia e melhora qualidade de vida

15.02.2013 ]

Terapia complementar

Shiatsu alivia fibromialgia e melhora qualidade de vida

A técnica japonesa, além de aliviar as dores de pacientes com fibromialgia, melhora o sono, a sensação de equilíbrio e o bem-estar.

Pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP comprovaram que o shiatsu é uma terapia complementar eficaz para aliviar as dores de um grupo de pacientes com fibromialgia.

A fibromialgia é uma condição caracterizada por dores crônicas em diversas partes do corpo.

Além do alívio das dores, o shiatsu levou a uma melhoria na qualidade do sono, da sensação de equilíbrio e da qualidade de vida das pessoas avaliadas.

Shiatsu

No shiatsu, mediante o toque das mãos em determinadas regiões da pele, detectam-se pontos de dor com excesso de energia, causado pelo bloqueio do fluxo de energia vital.

“Observou-se uma melhora estatisticamente significante, considerada também clinicamente importante, na maioria dos pacientes em quase todas as variáveis estudadas, exceto a ansiedade,” relata a fisioterapeuta Susan Yuan, responsável pelo estudo.

Na pesquisa, dois grupos foram acompanhados: 17 pessoas, que receberam 16 sessões de shiatsu de 50 minutos cada, e mais 17 pessoas que não receberam a técnica, mas somente uma cartilha com orientações educativas sobre a fibromialgia.

Além de informações sobre a doença, a cartilha continha dicas de mudanças para um estilo de vida mais saudável e um programa de exercícios e alongamento e fortalecimento.

Benefícios do shiatsu

Os pacientes dos dois grupos eram questionados quanto às dores que sentiam, qualidade do sono, ansiedade, confiança no equilíbrio e, por fim, qualidade de vida em geral.

Depois de oito semanas de tratamento com shiatsu, 29% dos participantes do grupo que recebeu a técnica dizia que a fibromialgia tinha um forte impacto em seu cotidiano. No início do estudo, antes da aplicação do shiatsu, essa taxa era de 70%.

No grupo controle, que não recebeu shiatsu no seu tratamento, essa variação foi muito menor, sendo 64% no início e 59% após as oito semanas.

Na avaliação da qualidade de sono, os dados são também promissores: 94%, no começo, dizia ter distúrbios do sono, mas após oito semanas de shiatsu, essa taxa caiu para 59%.

Shiatsu científico

O shiatsu é uma prática japonesa, mas baseada na Medicina Tradicional Chinesa e com influências da medicina ocidental.

Nos pontos com excesso de energia, também identificados e utilizados na acupuntura, é aplicada pressão com a polpa dos dedos ou a palma das mãos, visando remover os bloqueios e reequilibrar o corpo energeticamente.

“Investigar o shiatsu pelo método científico foi uma oportunidade tanto de conhecer melhor a Medicina Tradicional Chinesa, quanto verificar sua eficácia” conta Susan.

Shiatsu contra fibromialgia

A fibromialgia é uma síndrome reumática generalizada, ou seja, pode acometer diversos pontos do organismo.

Os desconfortos causados têm grande impacto na qualidade de vida, pois atrapalham o sono, além de levar a quadros de ansiedade, fadiga e depressão.

A doença atinge de 2 a 5% da população mundial e suas causas não são completamente esclarecidas.

A pesquisadora estimula outras pesquisas na avaliação do shiatsu como técnica complementar.

Segundo ela, seu estudo contém algumas limitações, uma delas foi não ter acompanhado os pacientes num período de médio a longo prazo.

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br

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Terapias do Biocampo: Mais verdades do que mitos, concluem cientistas

Energia sutil do corpo

Pesquisadores da Universidade da Califórnia, uma das mais respeitadas dos Estados Unidos, decidiram fazer uma revisão geral dos inúmeros estudos científicos que estudaram a eficácia das chamadas terapias do biocampo, incluindo Reiki, terapia do toque, toque terapêutico, biomassagem e outras.

As terapias do biocampo geralmente oferecem resultados muito além dos prometidos pelos tratamentos convencionais, baseados em psicoterapia e em medicamentos. Essas modalidades de terapia complementar afirmam utilizar a energia sutil do corpo – o biocampo – para ativar os processos de cura do próprio organismo.

As terapias do biocampo se oferecem como tratamentos complementares, entre outros, para redução da dor em vários tipos de doenças, redução da ansiedade em pacientes hospitalizados e redução de comportamentos agitados em quadros de demência.

Pesquisas científicas sobre biocampo

Os doutores Shamini Jain, especialista em prevenção de câncer, e Paul Mills, psiquiatra, decidiram então fazer uma análise detalhada e isenta das várias pesquisas publicadas por outros cientistas sobre as diversas formas de terapias do biocampo.

Os resultados acabam de ser publicados no periódico médico Journal of Behavioral Medicine.

Terapias do biocampo

Um número cada vez maior de pessoas utiliza as terapias do biocampo em tratamentos e como medidas preventivas, apesar do pequeno número de pesquisas científicas envolvendo o tema e, principalmente, de evidências mais concretas de que elas funcionam de fato.

Essas técnicas vêm sendo utilizados por milênios em várias culturas, para curar problemas físicos e mentais. Somente muito recentemente elas passaram a ser analisadas com os métodos científicos da medicina ocidental.

Em uma revisão detalhada de 66 estudos clínicos que estudaram as terapias do biocampo em diferentes populações de pacientes, sofrendo de uma grande variedade de condições médicas, os dois cientistas decidiram examinar a integridade dos argumentos e das evidências científicas colhidas para mostrar a eficácia dessas terapias complementares.

Evidências fortes e moderadas

Os dois cientistas concluíram que, no geral, os trabalhos científicos publicados nesta área têm uma qualidade média em termos científicos, destacando-se igualmente estudos de excelente qualidade e estudos cujas metodologias apresentam algum tipo de falha.

Quanto aos resultados dos estudos, os dois cientistas encontraram fortes evidências de que as terapias do biocampo reduzem a intensidade da dor em populações não-hospitalizadas.

Para os pacientes hospitalizados e para os pacientes com câncer, as evidências de que as terapias do biocampo reduzem a intensidade da dor foram catalogadas como moderadas.

Os cientistas também encontraram evidências moderadas de que essas terapias acalmam comportamentos agitados em pacientes com vários tipos de demência. Os resultados são similares quando o tratamento complementar é voltado para reduzir a ansiedade em pacientes hospitalizados.

Novas pesquisas científicas

As evidências coletadas pelos diversos estudos não são conclusivas quanto ao uso das terapias do biocampo para o tratamento de sintomas de fadiga e para a melhoria da qualidade de vida de pacientes com câncer, assim como para a redução da dor e da ansiedade em pacientes especificamente com problemas cardiovasculares.

Os autores concluem que há uma grande necessidade de mais estudos de alta qualidade sobre o tema e sugerem áreas específicas para a realização de novas pesquisas científicas.

Médicos devem conhecer as terapias do biocampo

A principal conclusão dos dois cientistas, contudo, é no sentido de que os médicos passem a conhecer as terapias do biocampo.

“A fim de informar melhor os pacientes dos benefícios potenciais, ou dos não-benefícios, dessas intervenções baseadas no biocampo, os médicos e os cientistas na área da medicina comportamental devem se familiarizar com a teoria e com a prática dessas terapias, assim como das pesquisas feitas na área,” concluem os especialistas.

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br

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Medicina com as mãos

Entrevista com o criador da técnica

Terapêuta perde a visão e cria tratamento que pode curar graves enfermidades e dores crônicas, sem medicamentos. A técnica é chamada de Medicina com as Mãos

Uma boa notícia para os pacientes portadores de depressão e dores crônicas, que não conseguem bons resultados no tratamento médico convencional. Trata-se da técnica criada pelo terapeuta paranaense, Michel Kallas, a “Medicina com as Mãos”, que pode curar muitas enfermidades, sem o uso de medicamentos.

Segundo ele, existem várias formas de depressão, tais como: a depressão na adolescência, que afeta muitos jovens durante a sua transição para a fase adulta; a depressão pós-parto; depressão na terceira idade ou senil; depressão por hipotireoidismo, que atinge quatro vezes mais mulheres do que homens; depressão sazonal, também conhecida como depressão de inverno e outros tantos tipos.

Através de uma abordagem inter-disciplinar conclui-se que este mal tem causas orgânicas que afetam o sistema límbico (área do cérebro que regula nossas emoções). Ocorre um desequilíbrio na produção e assimilação de um neurotransmissor (substância que faz a comunicação entre os neurônios), a serotonina.

Á medida em que o desequilíbrio destas substâncias for maior ou menor, a depressão será mais suave ou mais profunda, terá um tempo de duração mais longo ou mais curto. Portanto, depressão não é fraqueza nem falta de força de vontade, é sem sombra de dúvida uma doença.

Uma anomalia que ocorre no cérebro e dependendo da região que é afetada, a pessoa desenvolverá um ou outro tipo de depressão. “Alterações hormonais, problemas circulatórios e o mal funcionamento dos órgãos podem desencadear o surgimento da depressão, assim como, muitos outros distúrbios do sistema nervoso”. Tais como: ansiedade patológica, a irritabilidade excessiva, a agressividade, inclusive podendo levar a baixa da auto-estima e o comportamento violento. “A técnica se baseia em princípios científicos e místicos.”

A cura é possível porque a técnica criada por Michel Kallas, revitaliza os órgãos e sistemas que são responsáveis pela manutenção do perfeito equilíbrio entre as substâncias químicas indispensáveis para o bom funcionamento do cérebro.

Ou seja, este novo método é capaz de fazer com que os neurônios normalizem a produção e captação da serotonina. De uma forma 100% natural, a causa do distúrbio é eliminada e à medida em que isto acontece, a pessoa volta a ter energia e disposição, deixando para trás a tristeza e a falta de vontade de viver.

Pelo Instituto de Medicina com as Mãos, que fica em Curitiba, no Paraná, de acordo com Kallas, já passaram mais de 60 mil pacientes com graves problemas de saúde. “Eles já haviam sido diagnosticados pelos seus médicos e inclusive submetidos a tratamentos medicamentosos sem alcançar êxito, hoje todos já estão curados”, informa.

Depoimentos de pacientes

Como foi o caso da paciente Irene Araujo, 25 anos, dona de casa, sofria de depressão crônica desde os 12 anos: – Iniciei o tratamento dia 17/06/01, após 20 sessões, recuperei-me completamente .

Marcos Magalhães, motorista, 28 anos, ex menino de rua: – Eu sofria de depressão do tipo bipolar associada à síndrome do pânico, iniciei o tratamento em 14/06/01 e após 15 seções recebi alta. Vera Cruz, pedagoga, 45 anos: – Tinha depressão congênita e problemas de coluna, obtive êxito após um mês de tratamento.

Ana Maria, 31 anos, autônoma: – Quando descobri que tinha hipotireoidismo, comecei a tomar remédio. Mas não me conformei muito com a idéia de ter que tomar alopatia pro resto da minha vida. Foi quando descobri a Medicina com as Mãos, e em um mês de tratamento já estou curada.

Sueli Borges dos Reis, engenheira: – Tinha uma hérnia de disco na lombar 5, que comprimia o ciático entre a L3 e L4, praticamente não conseguia mais andar e nem sentar. Foi aí que recorri a Medicina com as Mãos e hoje, depois de algumas sessões, eu estou perfeita.

Rinaldo Dalaqüa, executivo: – Tive três rupturas no tendão de Aquiles esquerdo, duas parciais e uma total. O tratamento normal seria a cirurgia. Ao invés disto, utilizei o tratamento através da Medicina com as Mãos e já estão todos religados, os meus tendões.

Além da depressão, o tratamento pode curar a síndrome do pânico, a insônia, alguns tipos de câncer, inclusive doenças reumáticas, como a artróse e a osteoporose, porque fortalece os ossos e recupera as articulações que se encontram desgastadas.

Saiba mais sobre Michel Kallas

Como massoterapeuta, Kallas diz que percebeu claramente que com a perda da visão (é deficiente visual desde 12 anos, hoje está com 34 anos), seu sentido do tato foi ficando cada dia mais aguçado, aumentando assim, sua sensibilidade e habilidade com as mãos e isto facilitou o seu aprimoramento e desenvolvimento profissional.

“Movido pelo amor ao semelhante e, inconformado com o sofrimento humano, criei um método de tratamento muito eficiente, isento de efeitos colaterais, porque não utiliza nenhum tipo de medicamento ou métodos cirúrgicos, que pode curar problemas de saúde, dores e distúrbios emocionais. A este método de tratamento dei o nome de “Medicina Com As Mãos”, técnica que recupera a saúde do paciente através de toques medicinais.”

Segundo Kallas, antes de iniciar o tratamento o paciente passa por uma avaliação, relatando suas queixas de maneira minuciosa. Após isto são feitas uma série de perguntas ao paciente, e de acordo com o caso em questão, ele levanta tanto aspectos físicos quanto emocionais do paciente simultaneamente.

E assim, ele chega à causa do problema. Após a avaliação segue-se a prescrição das sessões de massoterapia (técnica da medicina com as mãos) sendo que o tempo de cada sessão e o número delas, podem variar de acordo com a gravidade do problema a ser tratado. Em muitos casos é comum o tratamento simultâneo de vários problemas.

Exemplo: pacientes da 3ª idade com distúrbios reumáticos, gastrointestinais e depressão.

“O tratamento é feito através de toques medicinais que visam restabelecer e revitalizar a correta comunicação entre as partes que formam o nosso organismo. E assim ele volta a funcionar corretamente e a cura é possível”, informa.

O segredo de seu sucesso é simples. “É necessário para que tenhamos saúde, que as partes que compõem o nosso corpo, estejam em perfeita sintonia. Para alcançarmos nosso objetivo, devemos sempre crer que a cura é possível, jamais, em hipótese alguma, devemos desanimar. A partir desta crença muitos cientistas e precursores da ciência trabalharam incessantemente e conseguiram alcançar seus objetivos para o bem da humanidade”, relata Kallas, emendando que “devemos religar para curar, buscando os pontos, onde a comunicação entre células, órgãos, aparelhos e sistemas não estão se dando de maneira correta, religando-os através de toques medicinais”.

O massoterapeuta informa ainda que gostaria de ensinar ao maior número possível de pessoas a técnica que utiliza no tratamento da depressão e da enxaqueca, pois na prática diária em seu consultório, tem observado que estas duas doenças são muito freqüentes, em razão do grande número de pessoas, que após diversos tratamentos medicamentosos, não consegue alcançar
êxito.

“Essas pessoas são tratadas e curadas pela técnica desenvolvida por mim com relativa facilidade. Portanto, gostaria de ensinar às pessoas interessadas, oferecendo um curso prático, onde elas terão oportunidade de aprenderem a técnica. Em especial aquelas que tenham parentes com doenças graves, que queiram aprender a técnica. Se quiserem, poderão tratar de seus entes queridos. Assim como, de se aprofundar, caso tenham interesse em se transformarem em praticantes da “Medicina com as Mãos”, anuncia.

Com relação aos profissionais da área da saúde que tenham interesse em aplicar a técnica em seus consultórios, Michel Kallas diz que está a disposição para palestras e cursos de especialização em medicina com as mãos, voltados especificamente para profissionais como médicos, enfermeiros e fisioterapêutas etc.

Interessados podem fazer contato com o Instituto de Medicina com as Mãos, através dos telefones: (0xx41)273-2985 Cel: (0xx41) 99961234 ou escrevendo para: Av. Manoel Ribas, 8570 Santa felicidade Curitiba-PR, CEP: 82400-000.

http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2002/03/20846.shtml
http://www.lerparaver.com/node/203

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