Alívio extra contra o câncer

Publicado em novembro 2008 ] Atualizada em agosto 2009 ]

vida-reiki-CORRETA-640x480Reiki, ioga e acupuntura. Essas técnicas já estão sendo utilizadas, em conjunto com as tradicionais quimioterapia e radioterapia, no tratamento contra o câncer. As técnicas milenares, que comprovadamente trazem bem-estar a seus praticantes, agora são estudadas para verificar quais benefícios podem oferecer aos pacientes que lutam contra o câncer.

O estudo teve início justamente pela alta procura de pacientes por essas técnicas. No Brasil, aproximadamente 45% da população pratica ioga ou reiki e já se utilizou de acupuntura em algum momento, segundo o dr. Paulo de Tarso Lima, especialista em medicina integrativa pela Universidade do Arizona (Estados Unidos) e responsável por essa área no Programa Saúde Além da Cura, do Hospital Israelita Albert Einstein (Einstein).

O especialista foi buscar em Hipócrates, conhecido como pai da medicina, uma das explicações para a importância de integrar a medicina ocidental às técnicas orientais. Segundo Hipócrates, “o papel do médico consiste em ajudar as forças naturais, criando condições para o processo de cura, sendo a terapia uma assistência para otimizar esse processo”. É esse conceito que se tenta seguir quando é aplicada a medicina integrativa em pacientes com câncer.

A medicina integrativa enxerga o paciente como um todo (corpo, mente e espírito), incluindo todos os aspectos de seu estilo de vida. Segundo o dr. Paulo de Tarso, mais da metade dos pacientes com câncer busca alguma forma de terapia complementar e, muitas vezes, não conta ao oncologista. “Antes de qualquer passo em relação a combinações de tratamentos e à inclusão de técnicas integrativas, o paciente deve conversar com seu médico para discutir o melhor caminho de tratamento”, aconselha o especialista.

Saber o que escolher

As técnicas complementares são as mais diversas, mas é preciso cuidado para não confundi-las com as terapias alternativas que, diferentemente das complementares, são entendidas pela medicina como práticas que excluem o tratamento convencional, o que pode trazer sérios riscos à saúde.

As terapias complementares, como acupuntura, reiki e ioga agem de forma integrada aos demais medicamentos e procedimentos, com os objetivos de:

– reduzir sintomas e efeitos colaterais da quimioterapia e da radioterapia;
– aumentar a sensação de bem-estar;
– melhorar a qualidade de vida;
– diminuir o medo, o estresse, a depressão e a ansiedade;
– promover melhor resposta do organismo ao tratamento.

Para não deixar dúvidas, o dr. Paulo Tarso faz questão de classificar as práticas complementares em:

Recomendadas

Aquelas comprovadas cientificamente. Acupuntura diminui náusea e dor; meditação proporciona momento para se desconectar do mundo exterior e se concentrar em si mesmo; musicoterapia trabalha as funções cognitivas, fisiológicas e psicológicas, melhorando o bom humor e equilibrando as emoções.

Aceitas

Ainda em fase de estudo. Reiki canaliza as energias e proporciona equilíbrio vital; ioga fortalece o sistema imunológico e reduz o estresse; ingestão de vitaminas C e E, ambas antioxidantes, ajuda na prevenção e no combate de doenças degenerativas.

Suspensas

Que não devem ser utilizadas, pois trazem riscos à saúde. Realização de dietas sem auxílio nutricional, substituição do tratamento convencional pelas terapias alternativas.

Medicina Integrativa no Einstein

Devido à grande procura e aos comprovados benefícios, o Einstein criou um programa específico para os pacientes que passaram pelo tratamento de câncer. Chamado de Saúde Além da Cura, o programa é desenvolvido nas unidades Ibirapuera e Morumbi e oferece o atendimento clínico da Medicina Integrativa.

Durante as consultas médicas, é discutida a possível associação de terapias complementares às convencionais, com o objetivo de alcançar os melhores resultados nos tratamentos e promover a qualidade de vida. Entre as terapias oferecidas pelo Einstein estão: ioga, reiki, meditação, acupuntura e terapias corporais, como massagens.

Fonte: http://www.einstein.br

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Reiki nas mãos da ciência

Reiki é apontado por pesquisa como técnica que traz vantagens reais à saúde, além do efeito psicológico

por Theo Ruprech | design: Pilker | ilustrações: Samuel Rodrigues

image00147A evolução da tecnologia e o recente despertar da comunidade científica para um conceito mais abrangente de saúde — a meta é viver bem, e não somente debelar males — fizeram o reiki ganhar a atenção dos pesquisadores. Na americana Universidade de Virginia, por exemplo, uma revisão sobre sua influência na contenção da dor em pacientes com câncer ressaltou os resultados positivos. “São necessários levantamentos adicionais para confirmar os achados, mas a princípio o reiki foi bastante eficiente na redução do incômodo”, concluíram os autores.

Mas será que ele ajudaria a combater o tumor em si? Segundo um trabalho do psicobiólogo Ricardo Monezi, da Universidade Federal de São Paulo, provavelmente sim. Ele aplicou o reiki em ratos e, na sequência, analisou suas células de defesa. “Em comparação com o grupo de controle, esses animais apresentaram um sistema imune mais agressivo contra a enfermidade. E nem precisamos falar que bichos não acreditam em reiki”, ironiza. Verdade que o nosso organismo não é idêntico ao de roedores, contudo está aí um indicativo do poder da imposição de mãos.

O simples fato de crer que determinado procedimento acarretará uma melhora na saúde já leva o corpo a ter reações positivas. Por isso mesmo, em estudos sobre reiki com seres humanos, o desafio é justamente diferenciar o chamado efeito placebo de resultados eais. Em outras palavras, verificar se a prática incrementa a saúde por si só ou se um achado favorável é fruto apenas da força da imaginação.

Com isso na cabeça, Ricardo Monezi decidiu testar o verdadeiro potencial da técnica no alívio da tensão. Ele separou vinte e cinco idosos estressados para serem cuidados por terapeutas especializados em reiki. Outros vinte e cinco senhores na mesma situação receberiam, digamos, uma terapia falsa — os aplicadores simulavam os gestos e as posições das mãos, mas não haviam sido treinados e nem conheciam direito o reiki. Detalhe: nenhum dos participantes sabia da diferença entre os grupos. “Essa precaução evita que o placebo interfira nos dados encontrados, já que ambas as turmas imaginam estar recebendo reiki, quando somente uma está recebendo para valer”, arremata Monezi.

Depois de oito sessões, Monezi analisou as estatísticas. Parece incrível, mas, embora todos os voluntários tenham relaxado, aqueles tratados por mestres de reiki relataram uma tranquilidade maior e duradoura. Além disso, os músculos da testa desse pessoal ficaram menos rígidos, outro sinal de que o nervosismo foi aplacado. Aliás, apesar de a avaliação ter sido realizada em indivíduos na terceira idade, é provável que jovens apresentem resultados similares.

Apoiados em uma metodologia parecida com essa, investigadores da Universidade de Granada, na Espanha, notaram que sujeitos hipertensos atenuaram o quadro com sessões regulares de reiki. “Também há trabalhos com diabete, epilepsia, depressão…”, conta Monezi. “É óbvio que precisamos de mais informações, porém, ao que tudo indica, a técnica provoca bem-estar em vários níveis”, defende. A médica Sandra Caires Serrano, diretora do Serviço de Cuidados Paliativos do Hospital A.C. Camargo, na capital paulista, completa: “O que ainda não se conhece é a forma como isso ocorre”.

Certas teorias mencionam uma energia eletromagnética que seria canalizada pelos terapeutas. Outras sugerem que a física quântica estaria envolvida nesse fenômeno. Independentemente disso, o fato é que alguns pontos-chave do corpo, onde os cuidadores devem colocar as mãos durante uma sessão de reiki — os chacras —, coincidem com importantes glândulas. E talvez, só talvez, a energia atue nesses órgãos, ocasionando um equilíbrio geral.

Alternativa ou integrativa?

O sucesso do reiki não justifica, sob nenhuma hipótese, seu uso no lugar da medicina tradicional. “O ideal é integrá-lo com abordagens convencionais”, reforça Plínio Cutait, coordenador do Núcleo de Cuidados Integrativos do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Caso contrário, você corre o risco de não receber o tratamento adequado para um problema e, então, complicar-se sem necessidade. E isso, parece claro para todos, também está comprovado pela ciência.

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Energia e religião

Usar as mãos para emitir energia positiva não é um conceito exclusivo do reiki, que é uma terapia. A bênção cristã, o passe espírita e o johrei, entre outros rituais religiosos, também se valem desse preceito, apesar de terem filosofias bem diferentes. Há até quem especule que os milagres de Jesus seriam resultado de uma habilidade única de controlar a energia do Universo. Mas, entre tantas práticas com esse princípio, o reiki é uma das mais estudadas pela ciência.

Fonte: http://saude.abril.com.br

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Centro de saúde açoriano adota reiki como terapia complementar

Centro de saúde açoriano

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A importância do auto-tratamento no Reiki

Cuidar dos outros é bom, cuidar de nós é excelente. Reiki não só nos traz essa mais valia, como ainda nos alimenta com a sua filosofia de Vida. Equilibrar todos os nossos corpos com a energia vital, alimentar a nossa consciência com a boa prática, este é o caminho do Reiki.

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O auto-tratamento com Reiki

No nosso dia-a-dia, temos sempre bons e maus momentos de vitalidade. Há alturas em que nos tornamos débeis e ficamos doentes e outros em que temos saúde para dar e “vender”. Muito tem a ver com as características genéticas da pessoa, do seu estado emocional e, consequentemente, com a sua energia. O Reiki é uma prática que trabalha no campo holístico, que olha o Homem como um todo, com várias dimensões – física, mental, emocional e espiritual/energética. A energia com a qual trabalhamos, no Reiki, como o nome indica, é a Universal. É a Energia Vital que nos rodeia e anima, que nos insufla e preenche. Os japoneses chamam Ki, os chineses Chi. Reiki é a energia vital que está em todo o lado, que representa a vida e a vitalidade (Rei=Universal, Ki=vital).

Qual a vantagem da prática de Reiki sobre tantas outras disciplinas energéticas?

Essa vantagem é o auto-tratamento. Além da filosofia de vida que nos orienta no caminho do equilíbrio, interior e das nossas relações inter-pessoais, o Reiki traz-nos também o auto-tratamento. É um método que permite praticar em nós, tudo o que queiramos praticar nos outros. A regra é bastante simples:

– Em primeiro lugar estamos nós, realizamos o auto-tratamento;
– Em segundo lugar é que tratamos dos outros, por estarmos equilibrados.

“Na maioria das terapias holísticas é impossível, ou é muito difícil, o terapeuta utilizar a técnica em si mesmo. Um dos maiores benefícios do Método Reiki é a possibilidade da auto-aplicação, que é uma prática extremamente eficaz para a libertação da tensão, do relaxamento e da redução do stress. Amplia a energia vital, proporcionando equilíbrio aos corpos subtis e físicos. Possibilita também a libertação de toxinas e de bloqueios de energia provenientes de emoções retidas. Uma pessoa pode auto-aplicar energia Reiki em qualquer lugar, seja numa sala de espera, no avião, no autocarro, no metro, no táxi, na cama, ao acordar, ou antes de dormir.” – Johnny De’ Carli.

Costumamos dizer que o “hábito faz o monge”. Este adágio significa que é pela prática, pela rotina, que alcançamos o nosso estar interior, equilibrado. Mas, esta prática deve ser sincera, sentida, dentro dos cinco princípios de Reiki, caso contrário, estaremos apenas a “vestir um hábito” sem realmente sermos o que queremos ser, apenas aparentamos. A Mestre Cinira Palotta diz que “Não é pelo simples facto de uma pessoa se tornar reikiana que ela se tornará perfeita”, algo que deve ser bem refletido, à luz dos cinco princípios de Reiki.

O que é necessário para praticar Reiki?

Mente limpa e coração predisposto. A mente deve estar no aqui e agora, focada, o coração deve estar disposto, para que o Reiki flue para nosso equilíbrio ou para o equilíbrio dos outros.

Vantagens de fazer o auto-tratamento de Reiki

O auto-tratamento serve para equilibrar a nossa energia e por consequência, equilibrar todo o nosso sistema vital nas suas várias dimensões. É este equilíbrio que nos permite ganhar o tempo e o espaço para alcançarmos a cura ou a solução das questões que muitas vezes nos privam de energia. Reiki não é uma pílula milagrosa, não substitui a medicina – auxilia o nosso próprio corpo no processo de homeostase. Algumas das suas vantagens:

● Melhoria na digestão
● Melhoria no sono (privação ou excesso)
● Redução da ansiedade
● Redução da dor
● Redução dos sintomas depressivos
● Melhoria na memória e concentração
● Melhor capacidade de auto-cura – recuperação mais rápida de ferimentos
● Equilíbrio emocional
● Auto-estima
● Auto-conhecimento
● Resiliência

Aplicar Reiki a outros

Sobre a aplicação de Reiki a outros, Johnny De’ Carli partilha uma visão bastante equilibrada e clara – “A maioria das terapias corporais e energéticas envolve doação da energia vital (ki) do terapeuta para o receptor, causando um desgaste energético. O desgaste contínuo da energia vital do emissor, sem reposição adequada, tende a deteriorar o seu sistema imunitário, defesa natural do corpo contra doenças. Resulta, também num desequilíbrio que pode afetar as dinâmicas emocional, mental e espiritual do doador. O Método Reiki energiza e não desgasta o praticante, pois a técnica não utiliza o ki ou o chi do reikiano, mas sim a Energia Primordial Cósmica do Universo. Quando o reikiano aplica energia, retém cerca de 30% da energia aplicada. Diríamos que essa retenção funciona como uma bonificação divina. Logo, o praticante passa a ter mais energia e disposição depois da sessão. No Método Reiki, quanto mais damos mais recebemos. Quanto maior for o uso da energia Reiki, mais forte se torna o terapeuta, mais benefícios ele faz a si próprio e aos recetores. Após tratar muitos recetores, por mais doentes que estejam, o reikiano geralmente sente-se bem-disposto. Contudo, o Método Reiki não substitui a boa respiração, o repouso e uma alimentação adequada. Também não é um substituto para a nossa necessidade de exercícios físicos apropriados”.

A aplicação de Reiki a outros deve unicamente ser realizada após auto-tratamento. Ou seja, o praticante deve primeiro estar equilibrado a todos os níveis, antes de tentar equilibrar o outro. No final do dia, se realizou tratamentos a outros, deve também aplicar o seu próprio auto-tratamento de Reiki.

Algumas posições do auto-tratamento de Reiki

O auto-tratamento só é válido quando o praticante está sintonizado no Método Reiki. Esta imagem é apenas representativa, não contém todas as posições. Como irão verificar, quer pelas imagens quer pelos videos, nem todas as posições são idênticas. Os diferentes sistemas e o saber de cada Mestre, assim o pode ditar. O auto-tratamento parte de princípios básicos, serve para equilibrar e energizar os seguintes pontos:

A. Cabeça
B. Chakras principais
C. Articulações
D. Pés

É um percurso por todo o corpo, passando por todas as partes vitais do nosso sistema físico, emocional, mental e energético. As posições não são rígidas, antes pelo contrário, o praticante deve sentir-se à vontade para colocar as mãos em locais que sinta estarem necessitados. Deve percorrer, habitualmente, todas as posições, para que as partes mais importantes do corpo sejam revitalizadas.

Auto-tratamento de Reiki segundo a Mestre Marlene Teresinha Valer

Demonstração de auto aplicação de Reiki, de todos os pontos para Reikianos de Nível 1 devidamente sintonizados( ou iniciados) na Energia Reiki Nível 1, na apresentação da Mestra Reiki – Marlene Teresinha Valer. (Reiki
Pontos de aplicação do corpo: cabeça, frente, costas, joelhos e pés.
Finalização com proteção nos chackras e encerramento.

Auto-tratamento demonstrado pelo Mestre William Lee Rand

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Fonte: http://www.associacaoportuguesadereiki.com

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Energia vital na palma da mão

24.02.2013 ]

Muitas pessoas acreditam que a cura para enfermidades físicas e psicológicas pode estar muito próxima. Conheça histórias de fé de quem teve a vida transformada pela imposição das mãos

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Após 15 dias sem dormir, oito quilos perdidos e muita medicação intravenosa para aplacar uma severa dor de cabeça, o empresário Gustavo de Sá Pereira estava prestes a ser internado quando sua mãe se lembrou de um japonês que fazia orações e que, segundo afirmavam os conhecidos, tratava pessoas. Era Ilita Haro, motorista de táxi em Londrina e membro da Igreja Messiânica que, em pouco tempo, ministrava em Gustavo um método de imposição de mãos conhecido como Johrei. “Eu nem sabia o que era aquilo, mas dormi profundamente e depois acordei faminto e sem dores”, conta Gustavo, que se filiou à igreja e também passou a aplicar o Johrei em outras pessoas. Isso foi na década de 1970. Mas uma superação ainda maior estava por vir: em 2008, ele foi diagnosticado com câncer de pele e seria operado dentro de três meses. “Enquanto esperava, recebi e ministrei o Johrei intensamente. Quando chegou a data da cirurgia, não precisava mais dela, pois a mancha da pele tinha sumido”, afirma.

Histórias de fé como essa são recorrentes. São casos de pessoas que afirmam ter sobrevivido a aneurismas e tumores, superado doenças ósseas e ainda ganho autoconfiança e serenidade para lidar com seus problemas. O remédio, de acordo com elas? A energia que emana das mãos – paralelamente a tratamentos de medicina convencional.

“Desde Einstein e a descoberta da física quântica sabemos que tudo o que existe é energia. A única diferença é que a matéria física e a invisível vibram em diferentes frequências”, escreve Tanmaya Honervogt em seu Guia Completo de Reiki. Para os místicos, essa energia tem diferentes nomes: chi para os chineses, ki para os japoneses, prana para os hindus e luz para os cristãos ocidentais.

Cláudio Boghi, mestre em física nuclear médica pela Universidade de São Paulo (USP), vem desenvolvendo em São Paulo um estudo científico sobre a aplicação do Johrei em pacientes com depressão, ansiedade e síndrome do pânico. “Após receber essa energia três vezes por dia durante três meses, muitos diminuíram o uso de medicamentos ansiolíticos em 90% e conquistaram melhor qualidade de vida”, ressalta. Ele lembra que, segundo os estudos do médico norte-americano Andrew Weil, da Universidade do Arizona, quem pratica e recebe o Johrei pode triplicar o número de células NK (Natural Killer), presentes no sistema imunológico e com poder de combater vírus e bactérias agressoras do organismo. Segundo Boghi, o Hospital das Clínicas da USP já conta com um núcleo de pesquisa em terapias de cura energética como Johrei, Reiki e passes magnéticos pela doutrina kardecista. Atualmente, o pesquisador busca patrocínio para um projeto que investigará a área do cérebro que, por meio do Johrei, ativa a glândula timo, responsável pela produção das células NK.

Equilíbrio espiritual

O representante comercial Edison Gomes Ribeiro relata que, aos 6 anos de idade, ele e o irmão gêmeo foram desenganados pelos médicos devido a uma doença nos rins. Depois de receberem passes em um centro espírita de Santo Antônio da Platina, interior do Paraná, foram curados por completo. Anos depois, já em Curitiba, Edison recorreu novamente ao espiritismo. “Eu era muito perfeccionista, vivia estressado em casa e no trabalho. Comecei a frequentar um centro e receber passes semanalmente, recobrei meu equilíbrio espiritual e minha vida mudou dali em diante”, conta. Segundo Maria Rabel, logoterapeuta do Hospital Psiquiátrico Bom Retiro e coordenadora de atendimento espiritual da Federação Espírita do Paraná, o passe nada mais é do que um resgate do Cristianismo primitivo. “Jesus Cristo já curava pessoas com a imposição de mãos. No dia a dia, o passe também é dado pelas mães como uma forma de transmitir energia aos seus filhos através do amor”, compara.

Poder da fé

A manicure Marilda Aparecida (na foto, deitada) já era adepta do Reiki quando soube, aos 40 anos, que tinha câncer de mama. “Meu mastologista era cético quanto à terapia, mas continuei recebendo a energia do Reiki três vezes por semana, além de aplicá-la em mim mesma durante a quimio e radioterapia. Nas primeiras sessões, sofri muito. Na terceira, eu já estava voltando para casa sozinha de ônibus”, recorda. “Quando um paciente combina a medicina convencional com o Reiki, sua recuperação é mais rápida e eficaz”, garante a terapeuta Rosimar da Silva, membro da Associação Brasileira de Reiki em Curitiba.

Espírito e matéria

“Somos a soma de espírito e matéria, mas a ciência só prioriza a segunda, enquanto a maioria dos nossos desequilíbrios tem origem espiritual. Quando purificamos o espírito, ele se fortalece e transfere esta força para o corpo físico”, explica Ricardo Webster Brasil, ministro da Igreja Messiânica Mundial em Curitiba. Terceira geração de uma família de messiânicos, Ricardo recebe o Johrei desde o útero de sua mãe, e garante: “Até hoje nunca tomei remédio”. Assim como ele, o empresário Gustavo Roberto de Sá Pereira (na foto, à esquerda) passou a receber e praticar o Johrei depois de curar problemas de sono e até um câncer.

Doando e recebendo energia

Veja como funcionam as principais técnicas terapêuticas baseadas na imposição de mãos:

• Passe espírita

Transmissão de energias fluídicas em que o médium conta com a intervenção de “guias espirituais” para promover a cura ou bem-estar de quem o recebe. “Não tem contraindicação nem efeitos colaterais, mas seu benefício está relacionado com o merecimento e a necessidade do paciente”, explica José Virgílio Góes, ex-presidente e atual conselheiro da Federação Paranaense de Espiritismo. “O médium pode não ter braços e ainda assim aplicar o passe, pois quem comanda é a mente e o coração”, diz.

env2• Reiki

Técnica de cura natural não religiosa na qual a “energia vital do universo” é destinada a pontos específicos do corpo, denominados chakras. O paciente fica deitado enquanto um ou mais terapeutas tocam esses pontos com a palma das mãos. “É uma energia inteligente, pois age onde o paciente realmente necessita e ele só absorve o que precisa”, explica a terapeuta reikiana Rosimar da Silva. Uma hora de Reiki equivale a quatro horas de sono. Também é possível destinar essa energia a plantas, animais e alimentos.

• Johrei

Em japonês, “purificar o espírito”. É um método de canalização da luz divina criado pelo fundador da Igreja Messiânica Mundial. Para ministrá-lo é preciso ter o Ohikari, medalha sagrada que simboliza a conexão daquela pessoa com Deus. O ministrante direciona a palma de uma das mãos para o receptor por 10 a 30 minutos, primeiro na parte frontal, depois em suas costas. Não é necessário ser filiado à Igreja Messiânica para receber essa energia.

• Frequências de brilho

Desenvolvida pela australiana Christine Day, a técnica consiste em toques suaves para ativar “portais energéticos” e promover a cura com o auxílio de seres estelares mais evoluídos espiritualmente, os “pleiadianos”. “É um alinhamento consciente e constante com o amor puro da nossa essência divina”, define a terapeuta humanística Áurea Virgínia Cabral. Segundo ela, a primeira sessão é igual para todos, mas as demais são personalizadas conforme as necessidades do paciente.

• Oneness Deeksha

Prática indiana em que o doador dessa energia toca a cabeça do receptor por um minuto, transmitindo a deeksha ou “benção da unidade”. Também é possível transmiti-la à distância ou a si mesmo. “Além de promover mudanças neurobiológicas significativas que podem curar doenças, a deeksha amplia o vínculo da pessoa com o seu divino, independente da religião”, afirma o psicoterapeuta somático Nelson Silveira Filho, primeiro a oferecer cursos de Oneness Deeksha em Curitiba. Para ele, o que importa não é o tempo e a quantidade de sessões, mas a qualidade da experiência.

Leituras

Uma seleção de livros para quem quer se aprofundar no assunto:

Passe – Magnetismo curador
L. Palhano Jr. e Dalva Silva Souza
Editora Instituto Lachâtre
128 páginas
2011

Guia completo de Reiki
Tanmaya Honervogt
Editora Pensamento, 2009
256 páginas

Suas mãos podem curá-lo
Mestre Stephen Co, Dr. Eric B.Robins e John Merryman
Editora Pensamento
2005
276 páginas

Cura Energética: o poder sutil e curador das mãos
Silvio Camargo
Editora Pensamento
2008
150 páginas

Ensinamentos de Meishu Sama – A arte do Johrei
Meishu Sama
Editora Lux Oriens
2007
254 páginas

Iniciações de luz dos pleiadianos
Christine Day
Editora Pensamento
2012
224 páginas

Deeksha – The fire from heaven*
Kiara Windrider
Editora New World Library
2006

*Inédito no Brasil.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br

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Diferença entre reiki e passe espiritual

os-beneficios-do-passe-espirita-1-3209-156(explicação dada pelo Mestre Johnny De’ Carli)

Nas Fotografias Kirlian (Bioeletrografia) percebe-se emissão de energia tanto no Reiki como nos Passes. Passes podem ser de origem espiritual, magnética ou mista. O de origem magnética é formado pelos próprios fluidos vitais do médium. O espiritual vem do Cosmo, captada com ajuda de mentores, nesse caso, a energia captada pelo passista e pelo reikiano é a mesma, a Energia Primordial Cósmica (Rei). O passe misto é uma combinação dos dois primeiros.

A grande diferença é que o Método Reiki está fundamento em Símbolos de captação e transformação energética que faz com que a energia se apresente de forma diferente, ou seja, o canal (reikiano) tem o controle de como a energia está agindo no receptor. No caso do Passe não há como o passista a controlar. Tudo é orquestrado por uma “Sabedoria Superior”. Daí Reiki ser uma técnica, pois há o controle do emissor. O Reiki não está ligado a nenhuma religião, seita ou filosofia de vida.

Pode-se transmitir três categorias diferentes de energia quando tocamos algo ou alguém.

A primeira é a energia pessoal bipolar (yin e yang) gerada pelo corpo, que os chineses chamam de Chi (tchi) e os japoneses de Ki (qui). Nesse caso, a pessoa não precisa ser iniciada no Reiki. A utilização dessa energia em tratamentos é mais difícil. Requer do terapeuta uma intimidade razoável com tratamentos energéticos porque, se não devidamente reposta, levará a um enfraquecimento progressivo do organismo pelo desgaste (em consequência da perda da própria energia).

A segunda fonte é a energia psíquica, onde também não há a necessidade da iniciação. É a habilidade de focar com a mente através da energia do pensamento.

A terceira fonte, usada no Reiki, é a energia, sem polaridade, do Plano da Criação, de Deus, da Fonte, do Espírito Santo. Nesse caso, a pessoa precisa, obrigatoriamente, ser iniciada por um Mestre habilitado. O reikiano é sintonizado para que fique na frequência da energia Rei. Hawayo Takata comparava o processo de iniciação a um aparelho de rádio ou TV, sendo sintonizado em uma emissora específica. A energia penetra pelo chacra coronário, em espiral, no sentido anti-horário, passando por um adensamento no chacra cardíaco, para depois sair pelas mãos a ponto de ser percebida.

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A Natureza do Reiki – por Willian Lee Rand *

Uma das primeiras coisas que notei depois do Primeiro Nível de Reiki, quando comecei a praticar, era que a energia fluía sozinha e eu não era capaz de a dirigir, nem com a minha mente nem pela minha vontade. Compreendi que não era necessário, pois o Reiki tinha a sua própria forma de orientação, superior à minha. Esta experiência tem sido validada por outros praticantes profissionais de Reiki e é um dos pilares do Reiki. Se se pretende que o Reiki proporcione a melhor experiência curativa, é necessário ao praticante, por de lado os seus desejos, vontades e o seu ego, e permitir à energia fluir e dirigir-se a si mesma.

Explicação Científica do Reiki

O Reiki tem uma explicação científica, baseada em estudos e factos. Esta explicação foi apresentada como hipótese em teste por James Oschman, Ph.D.

O Dr. Oschman é um cientista convencional, que se tem vindo a interessar pela prática da medicina energética. Através da pesquisa, o Dr. Oschman descobriu um significativo número de importantes estudos científicos que apontam para uma explicação científica para a medicina energética, tendo por base as leias da física e da biologia. As conclusões da sua pesquisa são debatidas numa entrevista, “Science and the Human Energy Field,”, publicada no número de Inverno de 2002, da Reiki News Magazine.

As correntes eléctricas que atravessam o corpo humano ajudaram o Dr. Oschman a formular a sua hipótese. Estas correntes estão presentes no sistema nervoso, nos órgãos e nas células do corpo. Por exemplo, os sinais eléctricos que desencadeiam os batimentos cardíacos percorrem todos os tecidos do corpo e podem ser detectados em qualquer parte do organismo.

A lei da amperagem dita que quando uma corrente eléctrica flui através de um condutor, é produzido um campo electromagnético, que reflete a natureza da corrente que lhe deu origem. Testes levados a cabo por instrumentos científicos, indicam que existem campos electromagnéticos à volta do corpo e de cada um dos órgãos do corpo humano, incluindo o cérebro, o coração, os rins, o fígado, o estômago, etc. O coração tem o campo mais forte, já tendo sido medido a uma distância de 4,5 metros do corpo.

Os campos à volta de cada um dos órgãos pulsam em diferentes frequências e mantêm-se dentro de uma frequência específica quando estão saudáveis. No entanto, saem dessa frequência quando não estão. As mãos do curador produzem campos eletromagnéticos pulsantes quando estão num processo de cura, ao invés das mãos de um “não-curador”, que não produzem estes campos. Quando um curador coloca as suas mãos sobre uma pessoa que precisa de tratamento, o campo eletromagnético das suas mãos percorre uma série de frequências, de acordo com as necessidades do organismo que está a ser tratado. A Lei de Faraday indica que um campo eletromagnético pode induzir correntes num condutor próximo e, através deste processo, induzir um campo semelhante à sua volta. Deste modo, um curador induz um campo eletromagnético saudável à volta de um órgão doente, assim induzindo um estado de saúde no órgão. A entrevista ao Dr. Oschman acima citada, apresenta uma explicação detalhada desta hipótese, para além de descrições dos estudos científicos, diagramas e várias referências.

Aceitação da Comunidade Médica

Apesar do Reiki não ser universalmente aceite na comunidade médica, muitos profissionais médicos, hospitais e centros de saúde reconhecem os seus benefícios e aceitam-no como coadjuvante da terapia convencional, ou alopática.

No seu livro, Holistic Nursing, A Handbook for Practice (Enfermagem Holística, um Manual para Prática), Capítulo 2 “Âmbito e Normas da Prática”, a American Holistic Nursing Association (AHNA – Associação Americana de Enfermagem Holística) aceita o Reiki como uma forma de tratamento. Para além disso, e de acordo com a Associação Americana de Hospitais, em 2007 o Reiki foi oferecido como fazendo parte do tratamento dos pacientes em 15% dos 800 hospitais dos Estados Unidos.

Os médicos recomendaram aos seus pacientes o Reiki, para melhoria de várias condições patológicas, e vários cirurgiões recorrem aos serviços de Praticantes Profissionais de Reiki antes, durante e depois das cirurgias. Como exemplo, o Dr. Mehmet Oz, um dos mais respeitados cirurgiões cardiovasculares dos Estados Unidos, usa o Reiki durante as cirurgias de coração aberto e transplantes cardíacos.

De acordo com o Dr. Oz, “o Reiki tornou-se uma arte curativa bastante procurada, tanto por pacientes como pela maior parte da comunidade médica.”

(*) Este texto foi retirado e traduzido de um artigo publicado por William Lee Rand, Mestre de Reiki, no site http://www.reiki.org. Para mais informações e detalhes, favor consultar o site e o referido artigo.

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Auto aplicação de reiki

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Em Portugal o reiki já é utilizado em hospitais

Reiki utilizado como terapia complementar em hospital de Portugal. O Reiki já é reconhecido pela OMS como terapia complementar, e já há diversos estudos que evidenciam sua eficácia, no alívio de dores, no relaxamento e redução de estresse, e na melhora geral do estado e qualidade de vida de pessoas afetadas por diversos tipos de males, físicos ou mentais.

 

 

Reiki no Hospital São João, em Portugal