Palestra: “A Mente Humana” (The Human Mind / Der Menschliche Geist)

a mente humanaUm trabalho que aborda a temática sobre a percepção do funcionamento da mente relacionando Simbolismo, Abstracionismo, Conexionismo, Dinamismo, percepções mecânicas-computacionais da óptica cerebral e possíveis interferências externas oriundas de controle remoto pertencentes à área Ufológica a luz da exposição de futuros equipamentos de controle cerebral interrelacionando o caos provocado por transtornos como: Transtorno Bipolar, Dislexia, Síndrome de Pânico, Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade e Esquizofrenia.

A palestra tem duração total de 117 minutos. Estamos elaborando legendas em Português, Inglês, Alemão e Espanhol. Assim que este material acessório estiver pronto o vídeo passará a ser público e integrará a rede educacional para conhecimento de todos. A produção começou a ser elaborada em 1999 e desde então já foram gastos 10.000,00 R$ para sua realização. O estudo pretende contribuir para o aprimoramento da psique humana principalmente nas áreas de Psicologia, Psiquiatria, Ufologia, Psicopedagogia e Neurociências.





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Espiões psíquicos

Em 1995, o governo dos EUA extinguiu um projeto de vinte anos para desenvolver agentes psíquicos. Agora o governo ignora o caso. O que estaria ocultando?

Pat Price, ex-delegado de policia da Califórnia foi um agente psíquico.

Foram-lhe mostrados mapas com coordenadas e lhe feitas perguntas.

Price respondeu um relatório de cinco paginas que descrevia a área em questão, os edifícios que existiam no lugar e seus interiores como também os móveis das salas e os nomes que estavam sobre as mesas de trabalho. Suas últimas palavras pareciam insensatas:

“Bola de saída”, ” bola quatro”, “bola oito”, ” caçapa lateral”, etc. Ele estava lendo os nomes codificados de alguns arquivos que encontravam-se dentro de um armário em uma das salas.

Pat Price desconhecia, mas acabou descrevendo o Gabinete de Segurança Nacional (GNS) de um centro secreto de comunicações situado á 210 quilômetros de Washington. Price nunca esteve naquele local e o relatório foi feito do outro lado do país, no Stanford Research Institute (SRI), na Califórnia. Os resultados impressionaram. A notícia chegou a GNS que acabou iniciando uma investigação sobre Price.

Durante os dois anos seguintes até sua morte em 1.975, Price trabalhou em projetos secretos militares. Os projetos Scanate, era uma série de testes financiados pela CIA para determinar se a percepção extra sensorial (PES) poderia ser utilizada no campo da espionagem. Nascia assim um novo tipo de agente: o espião psíquico.

Segundo alguns pesquisadores, a parapsicologia sempre foi utilizada durante a historia.

Desde súmulas de profetas descritas no Antigo Testamento até a Guerra do Vietnã passando por Joana D’Arc e a Primeira Guerra Mundial.

A Conexão Nazista

A Segunda Guerra Mundial desencadeou uma serie de experiências de clarividências.

Dizem que em 1.941 os conselheiros psíquicos de Stalin preveram a morte de Hitler e a derrota da Alemanha.

O alto comando nazista de Berlim, obcecado pela astrologia e pelo paranormal, criou então o Instituto Pendulum para a detecção de movimentos de embarcações inimigas com a ajuda de pêndulos e cartas marítimas.

Cientes deste fato em Londres, os britânicos propagaram a noticia de que possuíam especialistas em pêndulos cujo resultados eram excelentes. Os alemães ficaram consternados, principalmente porque nesta época estavam perdendo muitos submarinos.

Entretanto, foi durante a Guerra Fria que a espionagem psíquica realmente floresceu. O que sabe-se, é que o bloco comunista era o mais desenvolvido nesta área. Grandes quantias de capital foram investidas em programas de poderes mentais.

Experimentos Mortais

O êxito final, segundo o bioquímico tcheco Milan Ryzl – que antes de mudar-se para os EUA em 1.967 havia visitado os laboratórios psíquicos soviéticos -, era a ligação com o pensamento.

O doutor Nicolai E. Khoklov, que desfiliou-se da KGB em 1.954, afirmava que estavam sendo empreendidas experiências com armamentos “psicotrônicos” para: destruição psíquica de mísseis, inutilização de sistemas de radar e alteração dos componentes eletrônicos de computadores.

Khoklov assinalou que em uma experiência conseguiram fraturar a coluna vertebral de uma pessoa utilizando este tipo de energia. Verídicos ou não tais casos, os EUA encontravam-se em condições inferiores no campo paranormal. Em 1.971, o astronauta Edgar Mitchell, da nave espacial Apolo 14, tentou sem êxito uma comunicação telepática do espaço com um especialista. No ano seguinte a NASA tentava criar então uma máquina que facilitasse a comunicação telepática através do espaço.

O projeto foi impossível de ser empreendido, entretanto, os cientistas que foram contratados – Harold Puthof e Russell Targ, do SRI da Califórnia – prosseguiram com as pesquisas e a NASA continuou financiando-os. Aproximadamente 70% do orçamento do SRI era proveniente de contratos governamentais.

Em 1.972, Targ e Puthof, doutores especialistas em física quântica e em raios laser e microondas, receberam a visita de Ingo Swann, um paranormal e pintor modernista de Nova York, membro da Sociedade Americana de Estados Psíquicos (SAEP). Ele estava pesquisando um método de “espionagem”, para se visualizar psiquicamente lugares e coisas. Targ e Puthof perceberam o grande  potencial desta capacidade mental e organizaram então uma equipe dotada com poderes psíquicos, conduzida por Swann e Pat Price.

As experiências foram sucedidas e em pouco tempo, os serviços de espionagem interessaram-se por esta descoberta. Em outubro de 1.972, ocorreu uma reunião secreta, onde estavam presentes Puthof  e um anônimo pesquisador. Segundo Swann, eles receberam um adiantamento de 50 mil dólares para “desenvolverem um método que pudesse ser utilizado para espionagem”.

Financiamento Secreto

O novo patrocinador, chamado de “o aspirante da Costa Leste”, mas que na verdade se tratava da CIA, deu um prazo de 80 dias ao SRI para que encontrasse um método de espionagem psíquica. A equipe começou então a trabalhar no que foi denominado de projeto Scanate.

Em julho de 1.973, depois de meses de experiências e testes, a equipe de SRI encontrou um fenômeno que poderia satisfazer as exigências da CIA após apresentação dos resultados por Puthof quando em uma semana Swann recebera as primeiras coordenadas do serviço secreto. A espionagem psíquica finalmente estava sendo colocada em prática.

Início do Acobertamento

A partir deste momento, os indivíduos envolvidos com o projeto de “espionagem” psíquica, conseguiram forca para persuadir os dirigentes do Pentágono sobre o potencial militar paranormal. Os êxitos aumentavam á medida que as pesquisas avançavam, mas ao mesmo tempo crescia o caráter confidencial do projeto. Contudo, em 1.975, com a morte de Pat Price, foi anunciado que a espionagem psíquica tinha chegado ao fim, mas esta era a versão oficial. Porem, através de uma investigação realizada em 1.978, foi demonstrado que 5 dos 14 laboratórios de parapsicologia tinham sido contratados por autoridades governamentais. Em janeiro de 1.980, o governo norte-americano voltou a solicitar os serviços do SRI em razão dos seqüestros de vários norte-americanos pelo Ira.

Apesar de negar, o governo dos EUA continuou financiando projetos secretos nesta área. Em 1.977, uma nova operação – o Projeto Grillflame -, forneceu ao exercito e aos serviços secretos, espiões psíquicos. Foi criado então um novo centro de “espionagem”, em Forte Mead (Maryland), com especialistas psíquicos do Centro de informação de Segurança (CIS) do Exercito.

Operação “STARGATE”

Oficialmente, o projeto Grillflane extinguiu suas atividades em 1.983, mas na verdade, prosseguiam em sigilo financiados por verbas do Pentágono. Mudou-se o nome do projeto – denominava-se agora “Centerlane” – mas a Agência da Informação da Defesa manteve os mesmos objetivos.

As autoridades estavam impressionadas com os resultados. Segundo o Gal. Edmund Thompson, a técnica de “espionagem” era real e “não estávamos interessados em explica-la, nem em esclarecer sobre sua utilização”.

Ao que parece, a equipe de Grillflane investigou assuntos paranormais por todo o mundo. Entre seus sucessos, estão incluídos: a procura de túneis secretos entre a Coréia do Norte e a Coréia do Sul; a localização de um bombardeiro soviético que havia sido atingido na África; o assassinato do Presidente Park na Coréia do Sul; a localização de testes nucleares e a captura de um espião soviético na China como também descrições detalhadas dos campos de treinamentos dos terroristas do Hezbolla no Oriente Médio e informação estratégica do paradeiro do Gal. Mu’ammar al-Gaddafi durante o ataque aéreo á Trípoli.

Sem garantia de sucesso, foram abertas investigações sobre a espionagem psíquica dentre outros projetos do Pentágono.

As conclusões das investigações em Fort Mead, continuam sendo sigilosas mas em 1.986 o projeto STARGATE foi definitivamente cancelado. Ou será que não?

Em 1.995, de acordo com uma nota oficial, Fort Mead foi fechado. Uma contradição, já que teoricamente não funcionava há 9 anos. Considerando-se a pouca confiabilidade das afirmações, parece que o exército continua interessado em parapsicologia.

Depois do fechamento “oficial” de Fort Mead, o comandante Edmund fundou uma firma chamada Psi-Tech, para prosseguir com estudos na área psíquica. Dames tinha muitos clientes, e dentre eles, o governo dos EUA. Posteriormente, a Psi-Tech foi dissolvida.

O Circulo se Fecha

A espionagem psíquica poderia pertencer ao setor privado? Joseph McMoneagle, o primeiro oficial do exército a ser treinado para o projeto Grillflane acredita que não: “Posso assegurar-lhe categoricamente como um psíquico e como membro do projeto que o Grillflane está fechado e não será ativado novamente. O governo nunca contratou psíquicos civis e não o fará futuramente, uma vez que não pode controlá-los. “Esta foi uma das razões pelas quais o projeto foi criado”.

Mas talvez a palavra final sobre o assunto tenha sido dita pelo Stanfield Turner, ex-diretor da CIA. Quando, em 1.995, perguntaram-lhe se o governo prosseguia utilizando o serviço de especialistas psíquicos, ele declarou numa nota: “Nenhum oficial do Serviço de informação jamais ocultaria alguma valiosa fonte de informação”.

Tradução e Colaboração – Julio Anglada – janglada@openlink.com.br

Carlos Airton – caas@ceara.net

http://web.archive.org

http://www.infinitetv.com.br

Projetos Especiais
ESPIÕES PSÍQUICOSRevisado por – Julio Anglada – janglada@openlink.com.br
Carlos Airton – caas@ceara.netEm 1995, o governo dos EUA extinguiu um projeto de vinte anospara desenvolver agentes psíquicos. Agora o governo ignora o

caso. O que estaria ocultando?

Pat Price, ex-delegado de policia da Califórnia foi um agente

psíquico.

Foram-lhe mostrados mapas com coordenadas e lhe feitas perguntas.

Price respondeu um relatório de cinco paginas que descrevia a

área em questão, os edifícios que existiam no lugar e seus

interiores como também os móveis das salas e os nomes que estavam

sobre as mesas de trabalho. Suas últimas palavras pareciam

insensatas:

“Bola de saída”;” bola quatro” ;”bola oito” ;” caçapa lateral”,

etc. Ele estava lendo os nomes codificados de alguns arquivos que

encontravam-se dentro de um armário em uma das salas.

Pat Price desconhecia, mas acabou descrevendo o Gabinete de

Segurança Nacional (GNS) de um centro secreto de comunicações

situado á 210 quilômetros de Washington. Price nunca esteve

naquele local e o relatório foi feito do outro lado do país, no

Stanford Research Institute (SRI), na Califórnia. Os resultados

impressionaram. A notícia chegou a GNS que acabou iniciando uma

investigação sobre Price.

Durante os dois anos seguintes até sua morte em 1.975, Price

trabalhou em projetos secretos militares. Os projetos Scanate,

era uma série de testes financiados pela CIA para determinar se a

percepção extra sensorial (PES) poderia ser utilizada no campo da

espionagem. Nascia assim um novo tipo de agente: o espião

psíquico.

Segundo alguns pesquisadores, a parapsicologia sempre foi

utilizada durante a historia.

Desde súmulas de profetas descritas no Antigo Testamento até a

Guerra do Vietnã passando por Joana D’Arc e a Primeira Guerra

Mundial.

A Conexão Nazista

A Segunda Guerra Mundial desencadeou uma serie de experiências de

clarividências.

Dizem que em 1.941 os conselheiros psíquicos de Stalin preveram a

morte de Hitler e a derrota da Alemanha.

O alto comando nazista de Berlim, obcecado pela astrologia e pelo

paranormal, criou então o Instituto Pendulum para a detecção de

movimentos de embarcações inimigas com a ajuda de pêndulos e

cartas marítimas.

Cientes deste fato em Londres, os britânicos propagaram a noticia

de que possuíam especialistas em pêndulos cujo resultados eram

excelentes. Os alemães ficaram consternados, principalmente

porque nesta época estavam perdendo muitos submarinos.

Entretanto, foi durante a Guerra Fria que a espionagem psíquica

realmente floresceu. O que sabe-se, é que o bloco comunista era o

mais desenvolvido nesta área. Grandes quantias de capital foram

investidas em programas de poderes mentais.

Experimentos Mortais

O êxito final, segundo o bioquímico tcheco Milan Ryzl – que antes

de mudar-se para os EUA em 1.967 havia visitado os laboratórios

psíquicos soviéticos -, era a ligação com o pensamento.

O doutor Nicolai E. Khoklov, que desfiliou-se da KGB em 1.954,

afirmava que estavam sendo empreendidas experiências com

armamentos “psicotrônicos” para :

destruição psíquica de mísseis, inutilização de sistemas de radar

e alteração dos componentes eletrônicos de computadores.

Khoklov assinalou que em uma experiência conseguiram fraturar a

coluna vertebral de uma pessoa utilizando este tipo de energia.

Verídicos ou não tais casos, os EUA encontravam-se em condições

inferiores no campo paranormal. Em 1.971, o astronauta Edgar

Mitchell, da nave espacial Apolo 14, tentou sem êxito uma

comunicação telepática do espaço com um especialista. No ano

seguinte a NASA tentava criar então uma máquina que facilitasse a

comunicação telepática através do espaço.

O projeto foi impossível de ser empreendido, entretanto, os

cientistas que foram contratados – Harold Puthof e Russell Targ,

do SRI da Califórnia – prosseguiram com as pesquisas e a NASA

continuou financiando-os. Aproximadamente 70% do orçamento do SRI

era proveniente de contratos governamentais.

Em 1.972, Targ e Puthof, doutores especialistas em física

quântica e em raios laser e microondas, receberam a visita de

Ingo Swann, um paranormal e pintor modernista de Nova York,

membro da Sociedade Americana de Estados Psíquicos (SAEP). Ele

estava pesquisando um método de “espionagem”, para se visualizar

psiquicamente lugares e coisas. Targ e Puthof perceberam o grande

potencial desta capacidade mental e organizaram então uma equipe

dotada com poderes psíquicos, conduzida por Swann e Pat Price.

As experiências foram sucedidas e em pouco tempo, os serviços de

espionagem interessaram-se por esta descoberta. Em outubro de

1.972, ocorreu uma reunião secreta, onde estavam presentes Puthof

e um anônimo pesquisador. Segundo Swann, eles receberam um

adiantamento de 50 mil dólares para “desenvolverem um método que

pudesse ser utilizado para espionagem”.

Financiamento Secreto

O novo patrocinador, chamado de “o aspirante da Costa Leste”, mas

que na verdade se tratava da CIA, deu um prazo de 80 dias ao SRI

para que encontrasse um método de espionagem psíquica. A equipe

começou então a trabalhar no que foi denominado de projeto

Scanate.

Em julho de 1.973, depois de meses de experiências e testes, a

equipe de SRI encontrou um fenômeno que poderia satisfazer as

exigências da CIA após apresentação dos resultados por Puthof

quando em uma semana Swann recebera as primeiras coordenadas do

serviço secreto. A espionagem psíquica finalmente estava sendo

colocada em prática.

Início do Acobertamento

A partir deste momento, os indivíduos envolvidos com o projeto de

“espionagem” psíquica, conseguiram forca para persuadir os

dirigentes do Pentágono sobre o potencial militar paranormal. Os

êxitos aumentavam á medida que as pesquisas avançavam, mas ao

mesmo tempo crescia o caráter confidencial do projeto. Contudo,

em 1.975, com a morte de Pat Price, foi anunciado que a

espionagem psíquica tinha

chegado ao fim, mas esta era a versão oficial. Porem, através de

uma investigação realizada em 1.978, foi demonstrado que 5 dos 14

laboratórios de parapsicologia tinham sido contratados por

autoridades governamentais. Em janeiro de 1.980, o governo norte

americano voltou a solicitar os serviços do SRI em razão dos

seqüestros de vários americanos pelo Ira.

Apesar de negar, o governo dos EUA continuou financiando projetos

secretos nesta área. Em 1.977, uma nova operação – o Projeto

Grillflame forneceu ao exercito e aos serviços secretos, espiões

psíquicos. Foi criado então um novo centro de “espionagem”, em

Forte Mead (Maryland), com especialistas psíquicos do Centro de

informação de Segurança (CIS) do Exercito.

Operação “STARGATE”

Oficialmente, o projeto Grillflane extinguiu suas atividades em

1.983, mas na verdade, prosseguiam em sigilo financiados por

verbas do Pentágono. Mudou-se o nome do projeto – denominava-se

agora “Centerlane” – mas a Agência da Informação da Defesa

manteve os mesmos objetivos.

As autoridades estavam impressionadas com os resultados. Segundo

o Gal. Edmund Thompson, a técnica de “espionagem” era real e “não

estávamos interessados em explica-la, nem em esclarecer sobre sua

utilização”.

Ao que parece, a equipe de Grillflane investigou assuntos

paranormais por todo o mundo. Entre seus sucessos, estão

incluídos: a procura de túneis secretos entre a Coréia do Norte e

a Coréia do Sul; a localização de um bombardeiro soviético que

havia sido atingido na África; o assassinato do Presidente Park

na Coréia do Sul; a localização de testes nucleares e a captura

de um espião soviético na China como também descrições detalhadas

dos campos de treinamentos dos terroristas do Hezbolla no Oriente

Médio e informação estratégica do paradeiro do Gal. Mu’ammar

al-Gaddafi durante o ataque aéreo á Trípoli.

Sem garantia de sucesso, foram abertas investigações sobre a

espionagem psíquica dentre outros projetos do Pentágono.

As conclusões das investigações em Fort Mead, continuam sendo

sigilosas mas em 1.986 o projeto STARGATE foi definitivamente

cancelado. Ou será que não?

Em 1.995, de acordo com uma nota oficial, Fort Mead foi fechado.

Uma contradição, já que teoricamente não funcionava há 9 anos.

Considerando-se a pouca confiabilidade das afirmações, parece que

o exército continua interessado em parapsicologia.

Depois do fechamento “oficial” de Fort Mead, o comandante Edmund

fundou uma firma chamada Psi-Tech, para prosseguir com estudos na

área psíquica. Dames tinha muitos clientes, e dentre eles, o

governo dos EUA. Posteriormente, a Psi-Tech foi dissolvida.

O Circulo se Fecha

A espionagem psíquica poderia pertencer ao setor privado? Joseph

McMoneagle, o primeiro oficial do exército á ser treinado para o

projeto Grillflane acredita que não: “Posso assegurar-lhe

categoricamente como um psíquico e como membro do projeto que o

Grillflane está fechado e não será ativado novamente. O governo

nunca contratou psíquicos civis e não o fará futuramente, uma vez

que não pode controlá-los. “Esta foi uma das razões pelas quais o

projeto foi criado”.

Mas talvez a palavra final sobre o assunto tenha sido dita pelo

Stanfield Turner, ex-diretor da CIA. Quando que em 1.995

perguntaram-lhe se o governo prosseguia utilizando o serviço de

especialistas psíquicos quando ele declarou numa nota: “Nenhum

oficial do Serviço de informação jamais ocultaria alguma valiosa

fonte de informação”.

Tradução e Colaboração – Julio Anglada – janglada@openlink.com.br

Carlos Airton – caas@ceara.net

http://web.archive.org/web/20040203224551/http://www.infinitetv.c

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Humanos são capazes de prever o futuro

30.11.2010
Prever o futuro

Em uma pesquisa que está provocando um debate realmente irado entre os cientistas, um grupo de pesquisadores chegou à conclusão de que eventos que ainda não aconteceram podem influenciar nosso comportamento.

Em outras palavras, é como se prevêssemos o futuro.

A precognição – o conhecimento do futuro ou a capacidade de prever eventos futuros – tem sido apregoada por parapsicólogos há décadas.

Mas agora a demonstração vem de um experimento feito por cientistas acadêmicos, não vinculados a qualquer seita, e está descrito em um artigo que foi aceito para publicação em um periódico científico reconhecido.

Sem erros

Mais do que ser aceito para publicação, os psicólogos mais céticos sobre o assunto, afirmaram ter lido o artigo e não encontrado qualquer falha.

“Minha opinião pessoal é que isto é ridículo e não pode ser verdade. Verificar a metodologia e o planejamento do experimento é a primeira linha de ataque. Mas, francamente, eu não consegui achar nenhum problema. Tudo parece estar na mais perfeita ordem,” disse Joachim Krueger, da Universidade Brown, em entrevista à revista britânica New Scientist.

O artigo, que foi aceito pelo Journal of Personality and Social Psychology, é o resultado de um trabalho de oito anos feito por Daryl Bem, da Universidade Cornell, nos Estados Unidos, que afirma que só submeteu o trabalho para publicação depois de ter verificado cuidadosamente que não se tratava de uma casualidade estatística.

Ele descreve uma série de experimentos envolvendo mais de 1000 estudantes voluntários.

Experimentos de previsão do futuro

Na maioria dos testes, Bem usou fenômenos psicológicos bem estudados e simplesmente inverteu a sequência, para que o evento geralmente interpretado como causa ocorresse depois do comportamento testado, em vez de antes, como seria natural.

Em um experimento, os alunos viam uma lista de palavras, devendo lembrar-se de algumas delas. A seguir, era feito o teste de memória. Mais tarde, os mesmos estudantes digitaram palavras que foram selecionadas aleatoriamente a partir da mesma lista.

Estranhamente, os estudantes se lembraram melhor das palavras que eles ainda iriam digitar mais tarde.

Em outro estudo, Bem adaptou estudos sobre o priming, o efeito que uma palavra subliminarmente apresentada tem sobre a reação de uma pessoa a uma imagem. Por exemplo, se alguém vê rapidamente a palavra “feio”, ela vai demorar mais tempo para decidir se a foto de um gatinho, ou algo semelhante, mostrada na sequência, é agradável ou não.

Ao fazer o experimento de trás para a frente, Bem descobriu que o efeito do priming parece funcionar tanto para a frente no tempo como para trás.

Futuro e passado

Segundo o cético Krueger – cético, em um sentido mais moderno, parece ser um termo aplicado a cientistas que não aceitam comprovações obtidas pela própria ciência – afirma que o uso de fenômenos psicológicos muito estudados foi “uma jogada de gênio”, ao contrário dos parapsicólogos, que usam metodologias difíceis de serem aferidas.

O artigo de Bem tem sido mais destrinchado do que o próprio fenômeno que ele estudou. “Este artigo passou por uma série de revisões de alguns dos nossos comentadores mais confiáveis,” disse Charles Judd, da Universidade do Colorado, do conselho editorial da revista Journal of Personality and Social Psychology.

Vários pesquisadores e comentadores não demoraram para lançar críticas ao pesquisador e à própria revista, por ter aceito o artigo. Mas todas as críticas se baseiam no “ceticismo” e, até agora, ninguém conseguiu demonstrar qualquer falha na pesquisa.

Baixe o texto completo clicando AQUI (em inglês).

http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=humanos-capazes-prever-futuro&id=5998&nl=sit

Telepatia: mistério ou arma secreta?

SIM! EU POSSO!

Hoje, mistério. No futuro, talvez uma terrível arma secreta.

As pesquisas mundiais sobre telepatia estão muito adiantadas. Conheça aqui o que já se sabe e o que se supõe a respeito desse fenômeno.

Texto de Robert Stafford

A telepatia vem se tornando cada vez mais objeto de sérios estudos por parte de cientistas do mundo inteiro, especialmente dos EUA e União Soviética. (Esta matéria foi publicada em 1978). Todo esse interesse, segundo alguns especialistas, vem do fato de que a telepatia é muito mais importante para a humanidade do que pensam os céticos. Se mal usada, por exemplo, ela poderá servir para manipular as mentes de populações inteiras – será, talvez, a mais poderosa arma secreta do futuro. Já faz uns 100 anos que a palavra telepatia foi criada – e definida como “a comunicação de impressões de qualquer tipo entre duas mentes, independentemente dos canais sensoriais conhecidos”. Nestes 100 anos, reuniram-se muitas provas de que a telepatia é uma realidade, embora ainda não se saiba exatamente como ela se processa. Não faltam especulações explicativas a respeito do fenômeno. Alguns pesquisadores afirmam que a telepatia é um fenômeno puramente físico, enquanto outros o definem como puramente psíquico. Outros contestam as duas definições, alegando que tudo o que se pode afirmar com certeza é que dois centros nervosos mantêm uma temporária relação que transcende a faixa das influências sensoriais conhecidas da ciência.

Há também os que defendem uma tese ainda mais especulativa: a de que, no misterioso processo da transferência de pensamento, a segunda pessoa não é diretamente influenciada pela primeira, funcionando apenas como receptora das mensagens de uma Supermente, a qual todas as outras estão ligadas. Seja qual for a explicação que se queira dar ao fenômeno telepático, não se pode é negar que ele exista. A comunicação por telepatia é muito comum, por exemplo, entre mães e filhos. O professor W.H.C Tenhaeff, holandês, especialista em percepção extra sensorial, estudou profundamente o caso de uma senhora que, durante a gravidez do terceiro filho, sonhou que, se desse a luz à uma menina, esta viveria poucos dias. Nasceu uma menina e apesar das garantias do médico de que o bebê era perfeitamente normal, a mãe entrou num estado de inquietação que beirava o pânico. Ela contou a Tenhaeff que não conseguia se livrar da visão do sonho, apesar de se esforçar nesse sentido. Seu marido, o médico e as enfermeiras do hospital onde estava internada fizeram tudo para tranqüilizá-la, sem resultado. Até que, no quarto dia depois de nascida, a menina foi encontrada morta no berçário. Diz Tenhaeff: “Quanto mais estudamos casos como esse, mais somos levados a considerar que a intuição materna é uma forma toda especial de percepção extra-sensorial. Há uma estranha combinação de telepatia e premonição na base da relação mãe-filho”. Além dos casos de comunicação telepática registrados no seio das famílias e, especialmente entre mães e filhos, existem numerosas outras provas de que a telepatia não é uma fantasia mística. Um caso de poder telepático que ficou recentemente famoso no mundo inteiro é o de Uri Geller, que alguns céticos chamaram de “um duvidoso mágico de cabaré”. Mas os céticos não foram a maioria; cientistas de várias áreas fizeram todo tipo de teste com ele, constatando seus dons extra-sensoriais. Geller foi submetido a testes rigorosos no Instituto de Pesquisas Stanford, na Califórnia. O físico Ted Bastin, um dos que observou os testes, declarou: “As coisas que eu vi Geller fazer são absolutamente notáveis. Ele entortou objetos sem tocar neles e fez outros se movimentarem pela sala. Diante de um fenômeno como esse, não se pode querer conservar, a qualquer custo, uma visão científica ortodoxa. Geller é genuíno. Não existe qualquer truque por trás do que faz”.

Duas mentes se comunicam a 2.000km de distância

Na União Soviética, as pesquisas sobre telepatia têm sido intensificadas a cada ano. Certos de que todo ser humano tem dentro de si a capacidade de transmitir e receber pensamentos, não importa a que distância e quais as barreiras, os cientistas russos começam a divulgar suas pesquisas sobre o fenômeno telepático. No dia 19 de abril de 1966, Karl Nikolaiev desembarcou de uma avião na cidade de Novosibirsk, na Sibéria, dirigindo-se imediatamente para o bairro Academgorodok, que é uma verdadeira cidade científica. Ali, cientistas de várias especialidades dispõe de todas as facilidades para realizar suas pesquisas. A média de idade é de 30 anos. O QI médio é de 130 pontos. Nikolaiev era o homem escolhido para servir como receptor de mensagens telepáticas a serem enviadas de Moscou, a mais de dois mil quilômetros de distância. Ele devia provar que duas pessoas espiritualmente sintonizadas podem entrar em contato sem precisar de máquinas, não importa a distância que as separe. Era meia noite na Sibéria. Em Moscou, os relógios do Kremlin bateram oito horas. Yuri Kamensky, biofísico, recebeu de um grupo de cientistas um pacote lacrado e foi trancado num quarto à prova de radiação.

– Eu não sabia o que devia transmitir telepaticamente a Nikolaiev – disse ele. – Só sabia que se tratava de seis objetos que a comissão entregaria em pacotes lacrados. Eu teria dez minutos para a transmissão de cada objeto. No primeiro pacote, vi uma mola de metal, formada de sete espirais duros. Peguei a mola e deixei que meus dedos sentissem suavemente as espirais. Tentei imaginar que estava sentado em frente a Nikolaiev e, então, tentei ver a mola com os olhos de Nikolaiev. A dois mil km de distância, Nikolaiev se concentrava. Testemunhas oculares viram seus dedos fecharem ao redor de algo visível apenas por ele. Nikolaiev escreveu então: “redondo, lustroso, parece uma bobina de fios de aço, um carretel”. Depois, quando Kamensky se concentrou numa chave de fenda com um cabo preto de plástico, Nikolaiev anotou: “comprido e fino… metal… plástico… plástico preto”. Após a experiência, Kamensky, o transmissor, declarou:

– Parece que todos têm dentro de si a possibilidade latente de transmitir e receber. Mas, como ocorre com qualquer possibilidade latente, esta também tem que ser desenvolvida e treinada. E há pessoas que têm, naturalmente, mais talentos que outras.

Todos nós possuímos forças telepáticas latentes?

Durante outras quatro noites daquele mês de abril, o “receptor” Nikolaiev tentou entrar em contato com alguns outros “transmissores” em Moscou. Um deles, o estudante A. G. Arlashin, escolheu seis objetos entre vários colocados à sua frente numa mesa. Um dos objetos era um halter. Em Novosibirsk, Nikolaiev registrou: “metal, comprido, redondo, grosso… duro, não é de cromo, uma vara de aço… pesada. Um halter, talvez…” Entretanto, Nikolaiev encontrou maior dificuldade em sintonizar os pensamentos de Arlashin do que os de Kamensky. E concluiu que a causa era a dúvida de Arlashin, que não sabia escolher entre os objetos na mesa. Os parapsicólogos russos concordam com ele, sustendando que, se os pensamentos dos transmissores forem vagos ou hesitantes, também as imagens recebidas pelo receptor se tornarão vagas e nebulosas.

Nikolaiev descreveu 50 dos objetos transmitidos de modo satisfatório, declarou, após as experiências, o Dr. Ippolit Kogan, diretor do Laboratório PSI, em Moscou, um órgão que estuda fenômenos parapsicológicos. A imprensa e os cientistas estavam excitados. O engenheiro Victor Propokin escreveu no Pravda que o sucesso de Nikolaiev na Sibéria convenceu-o de que todas as pessoas têm forças telepáticas latentes, em diversas graduações e que essas forças podem ser treinadas. No mesmo jornal, o Dr. Kogan escreveu: – Se os resultados desses e outros testes forem considerados com a reserva necessária – ceticamente, mas também sem preconceitos – não há dúvida de que a parapsicologia, com todo seu mistério, em breve será aceita como ciência.

Aparelhos registram: o cérebro recebeu a mensagem

Testes importantes com Nikolaiev e Kamensky foram feitos também no laboratório da Universidade de Leningrado. Nikolaiev, o receptor, ficou nesta cidade, trancado num quarto isolado, mas ligado a um eletroencefalograma por meio de eletrodos. Deram-lhe meia hora para relaxar completamente, o que é necessário para estimular a sensibilidade telepática. Em Moscou, também isolado num espaço fechado, Kamensky se preparava para a transmissão.

A eletrofisióloga Luisia Palowa e o matemático Genady Sergeyev mandaram Nikolaiev abrir e fechar a mão cada vez que sentisse uma coisa diferente. O movimento seria registrado pelo aparelho, fora do quarto e mais tarde Nikolaiev explicaria os sinais. Ele não sabia em que momento, durante quanto tempo e quantas mensagens Kamensky transmitiria. O aparelho foi ligado. Computadores zuniram e logo apareceram no papel as linhas calmas das ondas alfa, indicando que Nikolaiev estava sereno e relaxado. Num dado momento, Kamensky, fechado em seu quarto à prova de radiação, em Moscou, começou a transmitir. Exatamente três segundos mais tarde a imagem do cérebro de Nikolaiev mudou totalmente. Assim, os russos conseguiam registrar o preciso momento em que a mensagem telepática alcançava o cérebro. Os jornalistas escreveram: “Se o teste pode ser repetido e repetido com resultado positivo, então será comprovada a hipótese da telepatia”. A experiência foi repetida com sucesso. Num relatório escrito em 1967, a Drª Palowa afirmava: Temos que fazer mais experiências a longa distância para podermos chegar a conclusões definitivas. Mesmo assim, os resultados de nossos testes – realizado numa distância média de 600km, dão muita esperança. No mesmo relatório, ele observa que, curiosamente, o eletroencefalograma sempre registrava a mensagem cinco segundos antes que Nikolaiev a registrasse conscientemente. E, ainda mais imortante, a recepção da mensagem era registrada em diversas regiões do cérebro de Nikolaiev. Por exemplo, quando a mensagem transmitida era visual – um maço de cigarros vazio – a mensagem se concentrava na occipital, a parte atrás da cabeça, isto é, o centro onde normalmente as impressões visuais são registradas. E quando se transmitiam sons, como uma série de zunidos ou sons de flauta, a atividade do cérebro se concentrava na região atrás das têmporas, onde normalmente o cérebro registra os sons.

Os astronautas poderão “falar” com a Terra

A fonte de telepatia, evidentemente, não deve ser procurada na cama da consciência onde se formam as palavras de um idioma, mas numa camada mais profunda. Em 1967, a revista científica Notícias Marítimas informou: “Cosmonautas descobriram que no espaço eles eram capazes de comunicar-se com muito mais facilidade, telepaticamente, do que na Terra. Por isso, no programa de treinamento de cosmonautas foi inserida uma nova matéria: “treinamento psi”.

Os parapsicólogos russos acreditam que a telepatia será a única forma de comunicação possível entre cosmonautas de nosso planeta e cosmonaves de outras terras. E como a distância não parece influir muito na intensidade da mensagem, nem existe um elemento conhecido capaz de barrar o caminho do pensamento telepático, acredita-se que num futuro longínquo só se usará a telepatia entre a Terra e outros planetas. O Dr. Kogan acha perfeitamente possível utilizar a telepatia em vôos espaciais, apontando as vantagens do método:

– Imagine que um rádio pife num vôo espacial. Então, um membro da tripulação só precisará, por exemplo, transmitir o número “5” telepaticamente para a Terra, a fim de comunicar que algo está errado e que a base tem que tomar providências. Kogan também admite a possibilidade de expedições perdidas na Terra transmitirem um SOS telepático. Assim, submarinos conseguiriam entrar em contato com a terra ou com outros navios, já que o rádio comum não funciona debaixo d’água.

Segundo revelou em 1959 a revista francesa Science ET Vie, os americanos já estavam fazendo testes telepáticos entre o submarino atômico Nautilus e a terra. Apesar de o governo americano ter desmentido a notícia, os russos começaram a redobrar seus esforços nesse campo.

– Fizemos pesquisas exaustivas e secretas a respeito da telepatia já na época do governo Stalin. Hoje é a América que está fazendo testes com seus submarinos. Nós já os fizemos antes. É essencial que recomecemos – disse, em 1960, o Dr. Vasiliev, membro da Academia de Ciências da União Soviética e presidente da Faculdade de Fisiologia de Leningrado, que depois se tornou diretor de um laboratório parapsicológico naquela cidade. Na década de 60, os russos reiniciaram seus testes de comunicação entre submarinos e a terra. Cientistas separaram coelhinhos recém-nascidos de sua mãe, levando-os à um submarino que mergulhou até uma considerável profundidade. A coelha ficou na terra, seu cérebro ligado por eletrodos a um EEG (eletroencefalograma). No submarino, em horários pré determinados, os coelhinhos foram mortos, um a um. E a cada vez, o cérebro da coelha mãe, lá na terra, reagia.

Um veículo eficaz de propaganda subliminar?

Diversos cientistas do mundo comunista acreditam que a telepatia pode ser reforçada, da mesma forma que as ondas de rádio. Se isso for realmente verdade, os arquitetos do futuro terão que enfrentar um novo problema: construir casas à prova de telepatia. Será provavelmente uma tarefa difícil, pois os testes feitos até hoje ocorreram sob as condições mais diversas: em salas à prova de radiação, debaixo d’água, a grandes distâncias, etc. Contra todos os tipos de radiação já se inventou uma ou outra proteção, mas não contra a telepatia. A não ser os próprios pensamentos.

As pesquisas de Annie Besant e Leadbeater sobre forma-pensamentos, mostram que pensamentos dirigidos a nós só podem adquirir força se alguma coisa dentro de nós corresponde àquele pensamento. Tudo depende de nossa estrutura parafísica e essa é formada pelo nosso modo de viver, sentir, agir, pensar, que pode (ou não) constituir uma barreira instransponível a tudo que vem de fora.

Em experiências feitas ainda antes da Segunda Guerra, o Dr. Vasiliev provou que é possível influenciar uma pessoa a grande distância, assim que ela caia no sono. E se é verdade que radiações telepáticas podem ser fortalecidas infinitamente, nós não precisamos de muita imaginação para cogitar da telepatia como uma nova arma secreta. O físico polonês Stefan Manczarski chegou a falar da telepatia como meio de propaganda. Seria, segundo ele, um meio de propaganda extremamente eficaz.

Eficaz, sem dúvida e por isso mesmo muito desagradável. Já imaginaram os riscos que a humanidade correria se aqueles que detêm o poder fossem capazes de influenciar diretamente as mentes das pessoas?

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Telepatia

Algo que existe não precisa que ninguém acredite que exista para existir, vai continuar existindo naturalmente.

O nosso ponto de vista ou as nossas crenças não alteram a realidade e não mudaram em nada a verdade.

O impossível só existe até que alguém se disponha com coragem e prove o contrário.

Tudo o que temos hoje em matéria de tecnologia um dia foi considerado loucura, imaginação ou algo impossível, pense bem!

Telepatia

A telepatia, pra quem crê, é uma habilidade oculta de todo ser humano, dando o poder de ler e enviar mensagens via pensamentos para outras pessoas. Muitos acreditam que este dom nasce com a pessoa, porém pode ser aprendido facilmente apenas acreditando nela e fazendo exercícios para desenvolver o cérebro.

Telepatia (do grego tele, “distância”; e patheia, “sentir ou sentimento”) é definida na parapsicologia como a habilidade de adquirir informação acerca dos pensamentos, sentimentos ou atividades de outra pessoa [1], sem o uso de ferramentas tais como a linguagem corporal ou sinais.

O termo foi usado pela primeira vez em 1882 por Fredric W. H. Myers, fundador da Society for Psychical Research (Sociedade para Pesquisa Psíquica),[2] substituindo expressões como transferência de pensamento.[1] A telepatia é considerada uma forma de percepção extrasensorial ou anomalia cognitiva,[3] e é freqüentemente relacionada a vários fenômenos paranormais tais como premonição, clarividência e empatia.

Embora muitos experimentos científicos sobre a telepatia tenham sido realizados, incluindo aqueles feitos recentemente por universidades respeitáveis nos Estados Unidos da América (alguns com resultados positivos), a existência da telepatia não é aceita pela maioria dos cientistas. Mesmo com todas pesquisas e estudos relativos aos assuntos psiônicos, as evidências existentes ainda não tem o peso (valor) suficiente para que seja aceita a existência do fenômeno, até que seja possível comprovação científica a respeito do mecanismo do fenômeno.

A história da telepatia

Diferente da maioria das outras ocorrências aparentemente sobrenaturais, a menção da telepatia é bastante comum em textos históricos. Na Bíblia, por exemplo, alguns profetas são descritos como tendo a habilidade de ver o futuro (precognição), ou conhecer segredos íntimos das pessoas sem que as mesmas os tenham dito. Na Índia também existem diversos textos falando sobre a telepatia como uma sidhi, adquirida pela prática do ioga etc. Mas o conceito de receber e enviar mensagens entre pessoas parece ser algo relativamente moderno. Neste conceito existe um emissor e um ou vários receptores.

Os cientistas ocidentais que investigam a telepatia geralmente reconhecem que o seu estudo começou com o programa de pesquisa da Society for Psychical Research (Sociedade para Pesquisa Psíquica). O ápice de suas investigações foi o relatório publicado em 1886 em dois volumes “Phantasms of the Living” (Fantasmas Vivos). Foi neste trabalho que o termo “telepatia” foi introduzido, substituindo o termo anterior “transferência de pensamento”. Embora muito das investigações iniciais consistirem de uma grande reunião de artigos anedóticos com investigações a serem realizadas à posterior, eles também conduziram experimentos com algumas dessas pessoas que reivindicavam ter capacidades telepáticas. No entanto, seus protocolos experimentais não eram muito respeitáveis como são os padrões atuais.

Em 1917, o psicólogo John E. Coover da Universidade de Stanford conduziu uma série de provas de telepatia envolvendo transmitir/adivinhar cartões de jogo. Seus participantes eram capazes de adivinhar a identidade de cartões com probabilizade de 160 a 1; no entanto, Coover não considerou os resultados suficientemente significativos para se ter um resultado positivo.

Talvez as mais conhecidas experiências de telepatia foram as realizadas por J. B. Rhine e seus sócios na Universidade de Duke, começando em 1927 usando “os diferenciados Cartões ESP” de Karl Zener (veja também Cartões de Zener). Os protocolos experimentais, eram mais sistemáticos, e rigorosos do que aqueles do século XIX, verificando as habilidades dos participantes antes que esses que reivindicassem ter supostamente esta capacidade excepcional acima da “média” , e usando os novos avanços no campo de estatística para avaliar resultados. Os resultados destes e outras experiências foram publicadas por Rhino no seu livro “Percepção Extra Sensorial”, que popularizou o termo “ESP”.

Outro livro influente sobre telepatia era o “Rádio Mental”, publicado em 1930 pelo ganhador do prêmio Pulitzer, Upton Sinclair (com prefácio de Albert Einstein). Nele Sinclair descreve a capacidade da sua esposa de às vezes reproduzir esboços feitos por ele mesmo, quando separados por vários kilometros, em experiências aparentemente informais que foram usadas posteriormente por pesquisadores da visão remota. Que classificaram o mesmo como uma espécie de clarividência, e fizeram algumas experiências cujo resultado sugerem que nem sempre um emissor é necessário, e alguns desenhos podiam ser reproduzidos precognitivamente.

Pelos idos de 1960, muitos parapsicólogos ficaram aborrecidos com as experiências de J. B. Rhino, parcialmente por causa das mesmas serem tremendamente enfadonhas causando um “efeito de declínio” nas provas depois de muitas repetições (monotonia), e por causa de se observar que a exatidão da adivinhação das cartas diminuía com o passar do tempo.

Em conseqüência das informações reunidas em pesquisas com experiências (espontâneas) com diversos psi que informaram que, era mais comum que suas habilidades ocorresem no estado de sonho, os pesquisadores Montaque Ullman e Stanley Krippner do Centro Médico de Maimonides no Brooklyn, Nova Iorque, empreenderam uma série de experiências para testar a telepatia no estado de sonho. Um participante “receptor” era colocado em uma sala à prova de som, o local era eletronicamente protegido e ele seria monitorado enquanto dormisse por Eletroencefalogramas (EEG) e movimento rápido dos olhos (REMs) indicando estado de sonho. Um “emissor” em outro local então tentaria enviar uma imagem, casualmente selecionada de uma relação de imagens, ao emissor focalizaria a imagem durante momentos que fossem detectados os estados de sonho. Perto do fim de cada período de REM, o receptor seria acordado e seria pedido para descrever seu sonho durante esse período.

Os dados reunidos sugeriram que às vezes a imagem enviada foi incorporada por algum meio no conteúdo dos sonhos do receptor. Enquanto os resultados de experiências de telepatia de sonho eram interessantes, para executar tais experiências eram necessários muitos recursos (tempo, esforço e pessoal). Outros pesquisadores procuraram alternativas mais fáceis, tal como a assim chamada experiência de ganzfeld. Todavia, não houve qualquer protocolo experimental satisfatório no projeto para se distinguir a telepatia de outras formas de ESP tal como clarividência. A experiência de Ganzfeld recebeu muita atenção recentemente, e alguns acreditam que ela fornece alguma evidência experimental de telepatia.

Outras experiências foram conduzidas pelo biólogo Rupert Sheldrake, que reivindica resultados de sucesso. Eles incluem experiências em: “A sensação de estar sendo observado“, em que o receptor adivinha se ele/ela está sendo observada por outra pessoa, ou se o receptor pode contar quem esta lhe telefonando antes que ele atenda ao telefone, e cãos que podem sinalizar quando seus proprietários estão para retornar para casa.

Na busca de se achar uma base científica para a telepatia, alguns proponentes de psi olharam alguns aspectos de Teoria Quântica como uma possível explicação da telepatia. Em geral, teóricos psi fizeram analogias gerais e pouco específicas sobre o “inaceitável desconhecido” da religião e parapsicologia, e o “aceitar do desconhecido” nas ciências quânticas. Os exemplos claros são as teorias do princípio da incerteza e do entrelaçamento quântico (conexões que permitem interação aparentemente instantânea) da mecânica quântica. Estas teorias cientificamente validadas parecem questionar elementos da física clássica como o feito da causa e efeito e a impossibilidade da ação a distância – os mesmos elementos da ciência que a telepatia pareceria transgredir.

No entanto, físicos declaram que esses efeitos mecânicos da teoria quântica só se aplicam em escalas de universo nano métrico, e desde que os componentes físicos da mente são todos muito maiores, estes efeitos devem ser insignificantes. Ainda que, a declaração de que ele possa ser “insignificante” não possa ser provada. Alguns físicos, tal como Nick Herbert [1], ponderou se os efeitos mecânicos quanticos permitiriam formas de comunicação, talvez incluindo a telepatia, isso não dependente de mecanismos “clássicos” tal como radiação eletromagnética. As experiências foram conduzidas (por cientistas tal como Gao Shen no Instituto de Física de Quantum em Pequim, China) estudando se o entrelaçamento quantico pode ser verificado entre mentes humanas. Tais experiências normalmente incluem controlar os padrões sincrônicos do EEG entre duas mentes hipoteticamente “conectadas”. Até aqui, nenhuma evidência conclusiva foi revelada. [2]

A ficção sobre telepatia ajudando a ciência

Alguns exemplos são o escritor de ficção científica Spider Robinson no livro Deathkiller, vislumbrando que a pesquisa neurológica descobriria as partes do cérebro responsáveis pela telepatia, também chamado tecnicolepatia. A partir de 2004, cientistas demonstraram isso com êxito na neuroimagem usada para reconhecer distintos padrões de pensamento, e por exemplo, se macacos (sob experiencia) pensaram sobre suco (Instituto Californiano de água e Tecnologia, 2004), ou se um participante humano pensou sobre girar um cubo ou mover seu braço direito paralisado. Ambos eletrodos implantados registraram atividades dos neurônios e impulsos electromagnéticos em determinadas regiões do cérebro.

COMO OCORRE A TELEPATIA

Nada mais natural do que a telepatia. A telepatia é percepção, percepção pura. Estamos imersos num oceano de percepção. Mas podemos ver apenas na direção para onde olhamos. Olhando com nossos olhos físicos, podemos apenas ver objetos físicos. Para ver à distância, através das paredes ou em outras dimensões, precisamos fechar ou desfocalizar os olhos. Precisamos olhar diretamente com nossa consciência. Isso ocorre com todos nós, durante a noite, quando sonhamos. Para entrar conscientemente em telepatia, basta sonhar conscientemente.

Os sonhos da noite parecem incoerentes, porque usam uma outra linguagem, multidimensional, muito mais rápida, símbolos, que mal compreendemos no estado de vigília. Sonhando conscientemente, aprendemos com facilidade a usar essa poderosa linguagem com que fala nosso inconsciente, como bem sabem os psicólogos, e que, na realidade, é o próprio idioma que fala o Universo. O Universo não fala português, nem inglês. O Universo pensa em percepção. É o idioma que fala a Realidade.

É importante lembrar que, em telepatia, poderemos apenas ver para onde focalizamos nossa atenção.

Estou falando de Ver, porque ver é claro, preciso. Mas ver é apenas uma tradução. O Universo não tem olhos, nem ouvidos (ainda que puder ver pelos olhos de qualquer um de nós).

O sentido original, do qual os outros são derivados, é o Sentir, o Feeling. Entrar em telepatia significa sentir, e depois, de maneira natural, o contato estabelecido, podemos Ver. Mas para compreender essas coisas, precisamos compreendê-las com todo nosso ser, viajando em nosso mundo interior (onde se encontra a telepatia natural).

A telepatia se usa de maneira receptiva, para receber informações, e de maneira ativa para mandar informações, para mudar o futuro. Podemos assim inspirar pessoas. Não temos o direito de obrigar, nem de obrigar alguém a ser feliz, nem obrigar alguém a se curar.

Faculdades Paranormais

Domério de Oliveira

Ilustre e ilustrada Confreira pergunta-me o que se deve entender por Faculdades Paranormais. Podemos dizer, “ab initio”, que as Faculdades Paranormais foram objeto de pesquisas da Parapsicologia. O Prof. Joseph Rhine estudou os fenômenos oriundos do exercício dessas Faculdades. O Prof. Alexandre Aksakof no seu livro “Animismo e Espiritismo” também estudou aludidas Faculdades, por Ele denominadas “Anímicas”, porque relacionadas com a “Alma” do Paranormal. Na esfera do Animismo, não há interferências de Espíritos. O fenômeno anímico relaciona-se apenas com a personalidade do Paranormal. O Prof. Rhine cita-nos como Faculdades Anímicas, dentre outras, como principais: A CLARIVIDÊNCIA, A TELEPATIA, A PRECOGNIÇÃO OU PREMONIÇÃO. A Clarividência é a faculdade que determinados Paranormais possuem de perceberem objetos, pessoas encarnadas ou desencarnadas, acontecimentos perto ou distantes ausentes, em condições inexplicáveis por processos normais. A clarividência desenvolve-se no sonambulismo natural ou provocado, porque nesse estado mental ocorre certo desprendimento do Espírito. Um caso típico de clarividência, encontramos em SWEDENBORG. Ele estava jantando com alguns amigos em Gotemburgo, cidade que fica a 480 km de Estocolmo; repentinamente, SWEDENBORG começa a ficar quieto e descreve um incêndio que lavrava em Estocolmo; posteriormente, verificou-se, com a máxima exatidão, o fato descrito pela Clarividência de SWEDENBORG. A Clarividência, segundo o Prof. Rhine prova a existência da Alma por ser uma Faculdade Espiritual. A Telepatia, termo criado por Myers, para designar a transmissão do pensamento de um cérebro para outro, entre pessoas vivas. É a comunicação mental entre encarnados. Também, podemos dizer que a telepatia tem como fulcro a relação magnética, sintonia vibratória, entre o Agente e o Percepiente; forte concentração do Operador ou Agente ao enviar o pensamento e passividade do Receptor ao receber a corrente vibratória do pensamento emitido. Os Cientistas Russos dedicam-se seriamente ao campo dos estudos relacionados com os fenômenos telepáticos.

Podemos dizer que a Precognição ou Premonição é aquela faculdade que nos possibilita tomar conhecimento de um fato antecipadamente. A premonição, fenômeno anímico, praticamente, acontece com todos nós. Às vezes, pensamos em um Amigo e, logo depois, aquele Amigo nos telefona. A premonição acontece em nossos sonhos. É bem conhecido o sonho do Presidente Lincoln em que se viu assassinado; dias depois deste sonho, Lincoln foi mesmo assassinado, confirmando-se o seu sonho premonitório. Meus amigos, Clarividência, Telepatia, Precognição, por certo, são faculdades reunidas sob a denominação de Percepção extra-sensorial. São fenômenos anímicos, não mediúnicos. As Faculdades Paranormais abrem as portas para as manifestações mediúnicas, entretanto, não devemos confundir a percepção extra-sensorial com o fenômeno mediúnico.

Fontes:
Jornal Verdade e Luz – fevereiro/2003
http://pt.wikipedia.org/
http://somostodosum.ig.com.br

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