Bloco de vidro que gera energia promete revolucionar a construção civil

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Criado por pesquisadores ingleses, o bloco de vidro que gera energia pode ser incorporado na fachada de edifícios

Especialistas em energia renovável da Universidade de Exeter, na Inglaterra, desenvolveram um bloco de vidro com células solares embutidas. A ideia é que, com a disseminação da tecnologia, seja possível construir uma casa ou prédio inteiro usando blocos que geram energia na fachada.

O produto recebeu o nome de Solar Squared, e testes feitos na universidade demonstraram que eles garantem isolamento térmico e permitem que a luz natural entre nos edifícios.

Estima-se que os edifícios consumam mais de 40% da eletricidade produzida em todo o mundo e esta tecnologia permitiria a produção de eletricidade no local de uso. Outra vantagem, garantem os pesquisadores, é que os novos blocos solares podem ser usados em projetos novos ou em reformas.

A equipe da Exeter criou uma empresa startup, a Build Solar, para desenvolver melhor o produto. A empresa busca agora investidores para levá-lo ao mercado em 2018.

O Dr. Hasan Baig , fundador da Build Solar e pesquisador do Instituto de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Universidade de Exeter explica em uma postagem no site da universidade que os blocos inventados pelo grupo têm melhor isolamento térmico do que os blocos de vidro tradicionais, além de fornecer energia ao edifício.

“Agora está claro que o mundo está se movendo para um sistema de energia distribuída, dos quais uma proporção crescente é renovável. Isto, juntamente com a mudança para veículos elétricos, significa que há oportunidades substanciais para novas formas de gerar eletricidade no ponto de uso “, afirma o co-inventor Jim Williams no mesmo documento divulgado pela universidade.

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A nova telha solar da Tesla é mais barata do que uma telha convencional

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Por Ademilson Ramos

Boas notícias para quem pretende construir e pretendem usar o novo telhado solar da Tesla – a empresa acabou de anunciar preços para os seus painéis fotovoltaicos e eles chegaram em apenas US$ 21,85 por metro quadrado. Isso é quase 20% mais barato do que um telhado normal, uma vez que você terá o fator na economia de energia e créditos fiscais.

Elas são feitas de vidro em camadas sobre um substrato fotovoltaico, e servem como um substituto para materiais de cobertura tradicionais. Isso garante que eles se parecem com um telhado convencional, visto do chão – mesmo que eles realizam muito mais do que um telhado padrão.

Até agora, Tesla tem dois estilos de telhas disponíveis para pré-encomenda: uma telha de vidro preto texturizado e uma telha cinza lisa. As telhas estarão disponíveis para instalação no início de 2018. De acordo com a empresa, a instalação do Solar Roof leva entre cinco e sete dias – e a Tesla gerencia todo o processo em si.

Outro benefício, é que o telhado solar da Tesla é promovido para ser mais forte do que um telhado tradicional. Nas áreas onde as tempestades e os ventos são fortes, um telhado mais resistente faz toda a diferença.

Os consumidores que comprarem o Solar Roof também receberão o próximo Powerwall 2.0, um dispositivo de armazenamento de bateria com um inversor embutido que se conecta ao sistema elétrico da sua casa.

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Trens elétricos na Holanda já são 100% abastecidos com energia eólica

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Todos os trens de passageiros elétricos que funcionam na Holanda agora são alimentados integralmente pelo vento. A companhia de trem holandesa NS anunciou que toda a sua frota de trens já opera com energia eólica desde 1o de janeiro, atingindo a meta um ano antes do previsto.

No final de 2015, o governo holandês anunciou seu objetivo de alimentar totalmente os trens elétricos do país, que carregam 600.000 pessoas diariamente, com energia eólica até 2018. No entanto, durante a primeira implantação do programa de energia limpa, em 2016, a empresa já conseguiu gerar 75% da energia necessária. Na segunda fase, já foram alcançados os 100% planejados. O projeto foi fruto de uma parceria entre a NS e a empresa de energia Eneco.

Para se ter uma ideia da dimensão do projeto, os trens utilizam cerca de 1,2 bilhão de kWh de eletricidade por ano, isso é o que equivalente a todo o consumo dos moradores da capital do país, Amsterdam. Trata-se de um passo importante na redução da pegada de carbono do setor dos transportes nos Países Baixos.

A eletricidade utilizada para alimentar os trens holandeses vem de parques eólicos situados na Holanda, Bélgica e Finlândia. Por essas fazendas eólicas terem sido inauguradas antes do esperado é que se conseguiu atingir a meta antecipadamente.

Espera-se que o sucesso inicial deste projeto inspire gestores de cidades a incorporarem a energia limpa associada a projetos ferroviários de alta velocidade em todo o mundo. A Alemanha também não quer ficar para trás e já testa em trens uma tecnologia que emite água ao invés de poluição.

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Descoberto minério que converte luz solar, calor e movimento em eletricidade

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Cientistas encontraram um material com propriedades para extrair energia
de várias fontes ao mesmo tempo

Por Giselle Hirata

As energia renováveis podem ganhar uma nova fonte. Cientistas da Universidade de Oulu, na Finlândia, acabam de descobrir um mineral que é capaz de transformar luz solar, calor e energia cinética em eletricidade. E o mais impressionante: tudo ao mesmo tempo.

O material é um tipo de cristal, chamado de KBNNO, que pode ser um modo alternativo de carregar aparelhos eletrônicos, como celulares e laptops, e outros apetrechos high-tech – já que ele não teria energia o suficiente para abastecer uma casa inteira.

O elemento faz parte da família perovskita – minerais raros que são capazes de produzir energia a partir de algumas fontes: raios solares, temperatura e movimento. Esta é a primeira vez que os pesquisadores conseguem identificar um material que possa converter as três fontes simultaneamente.

De acordo com o estudo, publicado no jornal Applied Physics Letters, o KBNNO é um material ferroelétrico com moléculas polares, que funcionam como as agulhas de uma bússola. Quando são estimuladas por algum fator físico, como a mudança de temperatura, por exemplo, elas acabam se desalinhando – o que desencadeia uma corrente elétrica.

O único empecilho dessa nova descoberta seria a eficácia da produção de energia, que é menor em comparação com os perovskitas especializados, como a de células solares – que já são usadas em tecnologias de captação de luz. Mais baratas, já bateram o recorde de eficiência, passando de 3,8% de conversão de eletricidade em 2009, para 25,5% em 2016. Mas, enfrentam um problema natural: e quando não há luz do Sol?

E é aí que entra o KBNNO. O grupo de pesquisadores estão otimistas e acreditam que é possível aumentar o nível de eficiência com ajustes na composição do material. A expectativa é que o mineral já esteja pronto para ser comercializado em 2018.

http://super.abril.com.br

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Garota de 13 anos cria dispositivo que gera energia renovável por R$ 16

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Maanasa Mendu é uma jovem cientista de 13 anos que inventou um dispositivo capaz de gerar energia renovável a um custo baixo – cerca de R$16. “O dispositivo captura a energia que está constantemente disponível ao nosso redor para criar energia limpa”, conta Mendu.

A garota conta que a ideia do dispositivo surgiu em uma viagem com família à Índia. “Todos os anos, a minha família, que é indiana, tem que conviver com apagões recorrentes. Para mim, isso significa não ter acesso temporariamente ao ar-condicionado ou à eletricidade. Mas, para mais de um quinto da população mundial, os apagões são uma realidade permanente”, afirma. “O que realmente me motivou foi criar um dispositivo que poderia impactar o mundo.

O aparelho, chamado “Harvest”, usa uma espécie de folha solar para obter energia de chuvas, ventos e do sol. Há ainda um material piezoelétrico acoplado, capaz de gerar eletricidade a partir de uma força mecânica.

Com o projeto, Mendu ganhou um prêmio de US$ 25 mil em um concurso para jovens talentos. Para as próximas etapas, o objetivo é desenvolver um protótipo que possa ser comercializado.

http://olhardigital.uol.com.br

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Sistema de energia solar inédito pode ser instalado em Pernambuco em 2017

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Um sistema de energia solar inédito no Brasil, que está sendo estudado como alternativa às hidrelétricas, pode ser implantado no semiárido pernambucano, no município de Petrolina, a partir do ano que vem. Com a ajuda de um instituto alemão, a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) e a Universidade Federal do Ceará (UFC) pretendem construir um projeto-piloto na cidade para testar a tecnologia heliotérmica que, ao contrário dos equipamentos solares já usados no país, pode armanezar energia para ser usada, inclusive à noite.

A geração de energia heliotérmica usa o sol como fonte indireta de eletricidade. Ela funciona com um conjunto de captadores espelhados, distribuídos em uma área plana. Os espelhos se movimentam de acordo com a posição do sol e refletem os raios para uma torre – chamada de torre solar -, onde o calor é armazenado e transformado em energia. Ela é diferente da geração de energia solar fotovoltaica, já explorada no Brasil, que não é capaz de guardar o calor produzido.

“No caso dos fotovoltaicos, você teria que ter um sistema de baterias bem caro e complexo para operar. Com o armazenamento térmico é bem mais viável que a energia fique guardada em forma de calor para, no momento em que for necessária, ela ser acionada, inclusive à noite”, explica o professor da Universidade Federal do Ceará (UFC) e coordenador do Laboratório de Energia Solar e Gás Natural da instituição, Paulo Alexandre Rocha.

A inviabilidade de armazenamento da energia produzida pelos painéis fotovoltaicos deu a esse sistema a classificação de forma secundária de energia, usada para complementar a matriz energética brasileira. “A fotovoltaica tem limite de aleatoriedade. Se não tiver sol ela para, então sempre tem que ter a hidrelétrica dando suporte como complementação. No caso da eólica, é muito similar. Se você não tem vento, precisa acionar turbinas da hidrelétrica para compensar a baixa produção. Já com o sistema de armazenamento térmico, as turbinas seriam acionadas em caso extremo”, informa o pesquisador.

As hidrelétricas, capazes de armazenar energia, são geradoras de 65% da eletricidade do país, de acordo com o Balanço Energético Nacional 2015, do Ministério de Minas e Energia. A intenção é mudar esse quadro, argumenta o assessor de Planejamento Estratégico da Chesf, Benedito Parente. “À medida que os recursos hídricos estão exíguos e deficitários, e até por uma questão de hidrologia estão com pouca água, se faz necessário que rapidamente a gente encontre outra alternativa para armazenamento de blocos de energia”.

Localizada no meio do semiárido nordestino, Petrolina foi escolhida pela intensidade solar acentuada, de acordo com Benedito Parente. “A maioria do território brasileiro tem vocação, mas o semiárido tem ainda mais”, reforça. Para ele, a energia solar heliotérmica é “uma grande esperança para a produção enérgetica do futuro, uma das mais atraentes”. O projeto terá tamanho reduzido, compatível com um projeto de pesquisa, mas a intenção da Chesf, segundo o assessor, é descobrir meios de produzir a tecnologia em larga escala.

Ar no lugar de fluidos

Outro ponto considerado inovador pelo coordenador do Laboratório de Energia Solar da UFC é uma variação no mecanismo de captação de calor da torre. Enquanto iniciativas de outras regiões do mundo operam essa etapa com sal fundido, a tecnologia escolhida pelos cientistas usa o ar. O nome do sistema é “receptor volumétrico aberto”, diz o professor Paulo Rocha.

“Com isso, a gente não se preocupa com grandes vazamentos. Em sistemas que usam sal fundido, às vezes você tem esse problema, porque está trabalhando com grandes variações de temperatura em tubulações onde passa um fluido líquido pressurizado”, explica o acadêmico.

Esse receptor é usado em uma usina heliotérmica piloto, construída na Alemanha pelo Instituto solar de Jülich (SIJ), parceira da Chesf e da UFC no desenvolvimento da torre solar de Petrolina, que deve ser semelhante ao modelo implantado na cidade alemã. A empresa alemã Kraftanlagen München GmbH fornecerá a tecnologia necessária.

Para que a ideia seja concretizada, o grupo tenta conseguir os recursos – cerca de R$ 45 milhões – com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), por meio da chamada pública nº19/2015 – Desenvolvimento de Tecnologia Nacional de Geração Heliotérmica de Energia Elétrica – do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico do Setor de Energia Elétrica. Segundo Benedito Parente, o prazo para receber uma resposta da agência é de até 60 dias.

Em agosto, a proposta passou por adequações a pedido da Aneel. Caso seja aprovada, começará em 2017 e será desenvolvida em 40 meses – ou três anos e meio. O estudo deve dar mais detalhes em relação ao armazenamento da energia: qual a capacidade, por quanto tempo ela pode ser “guardada”. Os autores da iniciativa também esperam descobrir a viabilidade econômica da tecnologia, ou seja, qual o custo-benefício do equipamento.

Sistema contra perda energética

O projeto de construção da torre solar não previa inicialmente a etapa de geração da energia, mas a Aneel exigiu que essa parte fosse incluída na proposta. O professor Paulo Rocha, do laboratório de Energia Solar da UFC, disse que para aproveitar a oportunidade de ganho com pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias, o sistema escolhido foi o Ciclo Rankine Orgânico, que tem o potencial de reduzir perdas de calor e, consequentemente, de energia. “No Brasil, até onde a gente sabe, não existe nenhuma planta que utilize”, acrescenta.

O ORC, a sigla em inglês do equipamento, é uma alternativa ao Ciclo Rankine padrão, que opera com temperatura mais alta. “O Orgânico se mostra interessante porque opera com menor calor, então consegue se adaptar em situações corriqueiras de rejeito de energia, que ocorrem muito na indústria”, compara Rocha. “Todo sistema de geração de energia elétrica com vapor, principalmente, precisa jogar calor para fora para funcionar. Isso que a gente chama de rejeito de calor. O ciclo alternativo vai viabilizar o seu aproveitamento. De alguma forma estamos conseguindo economizar recursos”, afirma.

Segundo Parente, a previsão é de que esse bloco de produção gere energia suficiente para alimentar as próprias instalações da Chesf, com a expectativa de atender inclusive ao local onde serão desenvolvidas as pesquisas do projet- piloto. A viabilidade econômica da aplicação desse sistema também vai ser estudado no decorrer dos 40 meses de trabalho.

http://m.jb.com.br

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Jovem cria painéis solares com esmalte e acetona

Jovem cria painéis solares com esmalte e acetona

03.nov.2008 ]

Giovana Vitola

Uma jovem cientista australiana criou células fotovoltaicas a partir de produtos parecidos com esmalte e acetona, uma impressora e um forno de pizza, baixando o preço da tecnologia.

Os painéis solares criados por Nicole Kuepper, de 23 anos, são bem mais simples e mais baratos dos que os tradicionais por não usar tecnologia de ponta, mas mantém a mesma qualidade.

Kuepper, que é estudante da Universidade de Nova Gales do Sul e já patenteou o processo, conta que descobriu a fórmula “quase sem querer”.

“Eu estava fazendo os testes e esqueci de usar um produto. No final deu certo sem ele”, disse ela.

Processo

No processo, Kuepper pulveriza químicos parecidos com esmalte em células de silício e depois passa essas células finas por uma impressora comum que, em vez de tinta, usa acetona para moldá-las no formato certo.

Depois, o material é “assado” em um forno similar ao de pizza, numa temperatura mais baixa do que a do processo normal.

Segundo a estudante, o método cria painéis solares mais baratos e tão eficientes quanto os tradicionais.

Os gastos com o processo são reduzidos por causa da simplicidade dos materiais usados e da tecnologia, além da temperatura mais baixa. No método convencional, a temperatura utilizada na criação de painéis solares chega a até 800 graus Celsius. Com a nova técnica, a temperatura cai para 300 graus Celsius.

Além disso, o wafer de silîcio usado para fazer o painel solar tem a espessura de 50 micrômetros, bem mais fino se comparado com o padrão de 250 micrômetros.

Com a invenção, batizada de iJET, a australiana pretende levar energia barata e limpa para regiões sem acesso à eletricidade, inclusive em países em desenvolvimento, como o Brasil.

“Quero oferecer aos dois bilhões de habitantes menos favorecidos que não possuem facilidades elétricas, condições de ler à noite ou de se manterem informados sobre o mundo através do rádio usando energia do sol”.

Colecionadora de títulos científicos de prestígio na Austrália, a jovem ressalta que, quando o método começar a ser comercializado, daqui a três anos, ele vai reduzir a emissão de gases poluentes causadores do efeito estufa e das mudanças climáticas.

A demanda por painéis solares está crescendo em todo o mundo, mas o material ainda custa caro. Para tornar sua casa auto-suficiente em energia, por exemplo, o australiano Michael Mobbs gastou cerca de R$ 70 mil, mas a longo prazo, a relação de custo-benefício compensa.

Mobbs não paga mais conta de luz, além de já ter economizado tudo o que gastou em 12 anos.

“Todo ano evito que cerca de quatro toneladas de carvão sejam queimadas e que oito toneladas de gases estufa sejam emitidos na atmosfera”, disse ele.

http://noticias.terra.com.br

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