Termocélula transforma calor de chaminés em eletricidade

28.10.2013 ]

010115131028-termocelulaQue tal transformar o aquecimento, sobretudo o local, em uma nova fonte de energia?

Esta é a ideia por trás de uma termocélula, um componente capaz de gerar energia a partir da diferença de temperatura entre duas superfícies.

O conceito é antigo e já usado comercialmente, mas nunca atingiu o rendimento e a flexibilidade que poderiam viabilizar sua adoção em escala global.

Agora, Theodore Abraham e seus colegas da Universidade Monash, na Austrália, apresentaram uma nova termocélula com praticamente todos os requisitos para operar em escala industrial – recolhendo o calor das chaminés, por exemplo.

A nova termocélula, feita com líquidos iônicos, pode ser usada para gerar eletricidade a partir do “vapor sujo” que sai das usinas termoelétricas a carvão, em temperaturas em torno de 130° C.

Para isso, o vapor deve passar através da superfície externa de um dos eletrodos da célula, para mantê-lo quente, enquanto o outro eletrodo permanece em contato com o ar ambiente ou com água de refrigeração.

“Verificamos que ela funciona em temperaturas elevadas típicas de importantes fontes de calor, em oposição aos sistemas à base de água, que não operam a temperaturas acima dos 100 graus Celsius,” disse o professor Douglas MacFarlane.

“A termocélula é uma alternativa de uma concepção flexível, barata e adequada para aproveitar o calor excedente na faixa dos 100 a 200 graus Celsius,” completou.

Tão importante quanto a flexibilidade, a nova célula termoelétrica apresentou o rendimento mais elevado já registrado até hoje para o aproveitamento dessa faixa de temperatura.

http://www.inovacaotecnologica.com.br

log_pir_47

.

Gostou? Então Curta nossa página no Facebook.

eu_47 Seja amigo do autor do site no Facebook, e esteja sempre antenado em assuntos interesantes como este.

Célula termossolar capta energia da luz e do calor simultaneamente

18.01.2011

A empresa japonesa Fujitsu anunciou a criação de uma célula termossolar – um componente híbrido de uma célula solar e de um gerador termoelétrico, capaz de gerar energia elétrica tanto a partir da luz do Sol quanto do calor presente no ambiente.

Célula termossolar

A célula híbrida, que consiste em um dispositivo único, permite a captura simultânea de energia de duas fontes separadas, o que até agora só era possível combinando sistemas separados, como células solares e materiais termoelétricos.

O dispositivo pode ser o primeiro passo para viabilizar a chamada “colheita de energia”, um conceito que vem ganhando espaço entre cientistas e ambientalistas, e que visa converter várias formas de energia disponíveis no meio ambiente em eletricidade.

A célula termossolar é feita de materiais orgânicos, com baixo custo de fabricação e processamento.

Alterando os circuitos elétricos que conectam dois tipos de materiais semicondutores – tipo P e tipo N, referindo-se a positivo e negativo – o dispositivo pode funcionar como uma célula fotovoltaica ou como um gerador termoelétrico.

O segredo do avanço está em um novo material orgânico, que é adequado para operar nos dois modos, solar e termoelétrico.

Sensores sem baterias

Segundo a empresa, o material é capaz de gerar eletricidade até mesmo a partir da luz presente em um ambiente interno, sem necessidade de exposição direta ao Sol.

Até agora, células fotovoltaicas – que geram eletricidade a partir da luz – e geradores termoelétricos – que geram eletricidade a partir de diferenciais de temperatura – só existiam como dispositivos separados.

Colocar tudo em um componente único pode ser importante, por exemplo, no campo médico, em sensores capazes de monitorar a temperatura corporal, a pressão sanguínea, os batimentos cardíacos etc., sem precisar de baterias ou ligações elétricas.

A tecnologia também poderá ser usada no monitoramento ambiental em áreas remotas, onde seria problemático ir periodicamente para trocar as baterias dos sensores.

A Fujitsu afirma que seus cientistas vão se concentrar agora no aumento do desempenho da célula termossolar, que deverá estar no mercado por volta de 2015.

Colheita de energia

A colheita de energia é o processo de usar formas de energia disponíveis no meio ambiente, convertendo-as para eletricidade.

Hoje, a eletricidade é fornecida por uma usina ou por baterias, o que exige fios para transmitir a eletricidade, a ou substituição constante da bateria ou sua retirada para recarregamento.

Nos anos recentes vem crescendo o interesse em usar a energia do ambiente, presente na forma de luz, vibrações, calor, ondas de rádio etc.

Várias técnicas para aproveitar essas formas de energia têm sido desenvolvidas, permitindo o uso de pequenos aparelhos sem a necessidade de fiação elétrica ou baterias.

A desvantagem é que a eletricidade produzida pelos dispositivos de colheita de energia é ínfima, sendo adequada, no atual estágio de desenvolvimento tecnológico, apenas para equipamentos de baixíssimo consumo de energia.

Daí a importância deste desenvolvimento, uma vez que a integração em um único dispositivo da possibilidade de coletar simultaneamente várias formas de energia – como luz e calor, ou luz e vibrações – pode gerar quantidades mais práticas de eletricidade.

Ferramentas para a colheita de energia

Há cerca de um ano, cientistas da Universidade de Stanford descobriram um processo diferente para mesclar a conversão térmica com a conversão fotovoltaica.

Mais recentemente, a IBM anunciou que celulares sem baterias poderão estar disponíveis dentro de cinco anos.

Outra área com avanços contínuos é a dos nanogeradores, voltados para a conversão das vibrações do ambiente em energia elétrica.

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=celula-termossolar-energia-luz-calor&id=010115110118&ebol=sim

Ministérios se unem para incentivar energia solar

Usina heliotérmica. Tecnologia de cilindros parabólicos.

Embora a matriz energética brasileira já seja predominantemente baseada em energias renováveis e o Brasil tenha elevado potencial de irradiação, a participação da energia solar ainda é incipiente no País.

Reportagem recente da revista Photon (importante publicação de energia solar fotovoltaica em âmbito internacional) intitula o Brasil como “o gigante que está dormindo embaixo do sol”.

Mas talvez este cenário possa começar a mudar a partir de 2011.

A reboque das iniciativas do setor privado, voltadas sobretudo para o uso da energia solar térmica para o aquecimento de água residencial, o governo federal deu os primeiros passos para uma política pública mais sólida para o setor da energia solar no Brasil.

Energia heliotérmica

Foi assinado nesta semana, em Brasília, um Acordo de Cooperação Técnica entre os ministérios da Ciência e Tecnologia (MCT) e de Minas e Energia (MME) com o objetivo de fomentar o desenvolvimento científico e tecnológico para o aproveitamento da energia solar no Brasil.

O foco dos esforços será a energia heliotérmica, que usa concentradores solares para aquecer fluidos e gerar eletricidade.

O princípio de funcionamento de uma usina heliotérmica é similar ao de uma termelétrica, com a diferença que o calor que alimenta as turbinas é gerado pela luz do Sol. Atualmente existem três tecnologias principais na área: cilindros parabólicos, torre central e disco parabólico.

O acordo entre os Ministérios prevê o acompanhamento conjunto de atividades, compartilhamento de informações, fomento para a elaboração de projetos-piloto, de pesquisa e demonstrações, de capacitação técnica e de acordos nacionais e internacionais, além da criação um Comitê Gestor.

Heliotérmica em Pernambuco

De acordo com o Coordenador de Energia e Inovação de Tecnologia do MCT, Eduardo Soriano, “o acordo vai alavancar a implantação da Planta Piloto de Geração Heliotérmica no Semiárido”, em Pernambuco, com aporte inicial de R$ 23 milhões, sendo R$ 18 milhões do Fundo Setorial de Energia (CT-Energ) e R$ 5 milhões da Secretaria de Ciência Tecnologia e Meio Ambiente do estado (Sectma).

A Plataforma de Pesquisa Experimental abrange tecnologias de diversos tipos de sistemas, nos moldes de plataformas de pesquisa existentes no exterior, como a de Almeira (na Espanha). A primeira tecnologia a ser implantada será a de cilindros parabólicos.

O projeto conta com parceiros como a Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Fapape), o Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel), a Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf), a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste (Cetene), dentre outras instituições em fase de negociação.

Tecnologia solar no Brasil

Na avaliação do ministro de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, o documento é um marco do desenvolvimento da tecnologia solar no Brasil e, para isso, é essencial que o País elabore mecanismos que estimulem a produção de pesquisas e tecnologia nacional.

“É importante o Brasil não somente ir lá fora e comprar uma central solar, mas trazer a comunidade acadêmica, centros de pesquisa e também, numa outra etapa, as empresas que pretendem participar de todo o processo”, afirmou Zimmermann.

Veja também a reportagem Energia solar no Brasil pode ser vantajosa a partir de 2013.

http://www.inovacaotecnologica.com.br

29.12.2010
Ministérios se unem para incentivar energia solarEmbora a matriz energética brasileira já seja predominantementebaseada em energias renováveis e o Brasil tenha elevado potencialde irradiação, a participação da energia solar ainda é incipienteno País.

Reportagem recente da revista Photon (importante publicação de

energia solar fotovoltaica em âmbito internacional) intitula o

Brasil como “o gigante que está dormindo embaixo do sol”.

Mas talvez este cenário possa começar a mudar a partir de 2011.

A reboque das iniciativas do setor privado, voltadas sobretudo

para o uso da energia solar térmica para o aquecimento de água

residencial, o governo federal deu os primeiros passos para uma

política pública mais sólida para o setor da energia solar no

Brasil.

Energia heliotérmica

Foi assinado nesta semana, em Brasília, um Acordo de Cooperação

Técnica entre os ministérios da Ciência e Tecnologia (MCT) e de

Minas e Energia (MME) com o objetivo de fomentar o

desenvolvimento científico e tecnológico para o aproveitamento da

energia solar no Brasil.

O foco dos esforços será a energia heliotérmica, que usa

concentradores solares para aquecer fluidos e gerar eletricidade.

O princípio de funcionamento de uma usina heliotérmica é similar

ao de uma termelétrica, com a diferença que o calor que alimenta

as turbinas é gerado pela luz do Sol. Atualmente existem três

tecnologias principais na área: cilindros parabólicos, torre

central e disco parabólico.

O acordo entre os Ministérios prevê o acompanhamento conjunto de

atividades, compartilhamento de informações, fomento para a

elaboração de projetos-piloto, de pesquisa e demonstrações, de

capacitação técnica e de acordos nacionais e internacionais, além

da criação um Comitê Gestor.

Heliotérmica em Pernambuco

De acordo com o Coordenador de Energia e Inovação de Tecnologia

do MCT, Eduardo Soriano, “o acordo vai alavancar a implantação da

Planta Piloto de Geração Heliotérmica no Semiárido”, em

Pernambuco, com aporte inicial de R$ 23 milhões, sendo R$ 18

milhões do Fundo Setorial de Energia (CT-Energ) e R$ 5 milhões da

Secretaria de Ciência Tecnologia e Meio Ambiente do estado

(Sectma).

A Plataforma de Pesquisa Experimental abrange tecnologias de

diversos tipos de sistemas, nos moldes de plataformas de pesquisa

existentes no exterior, como a de Almeira (na Espanha). A

primeira tecnologia a ser implantada será a de cilindros

parabólicos.

O projeto conta com parceiros como a Faculdade de Ciências

Aplicadas e Sociais de Petrolina (Fapape), o Centro de Pesquisas

de Energia Elétrica (Cepel), a Companhia Hidroelétrica do São

Francisco (Chesf), a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o

Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste (Cetene), dentre

outras instituições em fase de negociação.

Tecnologia solar no Brasil

Na avaliação do ministro de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, o

documento é um marco do desenvolvimento da tecnologia solar no

Brasil e, para isso, é essencial que o País elabore mecanismos

que estimulem a produção de pesquisas e tecnologia nacional.

“É importante o Brasil não somente ir lá fora e comprar uma

central solar, mas trazer a comunidade acadêmica, centros de

pesquisa e também, numa outra etapa, as empresas que pretendem

participar de todo o processo”, afirmou Zimmermann.

Veja também a reportagem Energia solar no Brasil pode ser

vantajosa a partir de 2013.

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo

=incentivo-energia-solar-brasil&id=010115101229&ebol=sim

log_pir_47

.

 Gostou? Então Curta nossa página no Facebook.

eu_47 Seja amigo do autor do site no Facebook, e esteja sempre antenado em assuntos interessantes como este.

Embrapa desenvolve protótipos de motores que funcionam com vários combustíveis

Podem funcionar com álcool, carvão, cavacos de madeira, gravetos, palha, restos de culturas de propriedades agrícolas e também com energia solar.

O pesquisador da Embrapa Meio Ambiente Aldemir Chaim desenvolveu protótipos de motores que funcionam com qualquer tipo de combustível renovável, sendo este sólido, líquido ou gasoso com o objetivo de obter um gerador elétrico para carregar bateria de pulverizador eletrostático, que pode ser utilizado por pequenos produtores rurais. Os motores são extremamente simples, fáceis de construir, com custo bastante reduzido.

Segundo o pesquisador, esse motor transforma qualquer fonte de calor em trabalho útil. “Ele apresenta potência inferior aos motores tradicionais que utilizam gasolina, álcool ou diesel. Apesar disso, tem a vantagem de poder utilizar qualquer tipo de combustível renovável que gere calor, inclusive a radiação solar, contribuindo desta forma para a redução de emissão de poluentes para a atmosfera”, enfatiza ele. Além de combustíveis líquidos como o álcool, podem funcionar também com carvão, cavacos de madeira, gravetos, palha e até restos de culturas de propriedades agrícolas.

O pesquisador explica que são motores extremamente simples, fáceis de construir, com custo bastante reduzido. Os protótipos da Embrapa Meio Ambiente foram confeccionados com latas de conserva, pequenas peças de computador e, conforme o pesquisador, todos já foram testados e têm funcionado bem, inclusive com energia solar. “Os motores foram primeiramente feitos em pequenas dimensões, a fim de verificar qual o grau de dificuldade de sua construção”, explica Chaim.

Além de carregar pequenas baterias, esses motores apresentam várias utilidades para os agricultores, esclarece Chaim. “Eles podem, por exemplo, ser aplicados em bombas d’água em projetos de irrigação, retirada de água de poços para consumo humano e até em projetos de dessanilização de água”, informa o pesquisador. São inúmeras as maneiras práticas de uso, não só na agricultura, mas também como gerador para iluminação de emergência em residências, em atividades de lazer, como camping e pescaria, carregador de celulares, enfim, “pode ser utilizado em qualquer atividade que não necessite de motores muito potentes”, completa ele.

Uma equipe multidisciplinar está sendo formada na Embrapa Meio Ambiente com o objetivo de elaborar projeto de pesquisa e desenvolvimento para o aperfeiçoamento da tecnologia. Uma das atividades é desenvolver motores e moto-bombas que serão construídos com materiais simples. Os planos de construção serão difundidos aos pequenos agricultores, por meio de dias de campo, cartilhas e boletins ilustrativos.

http://www.cnpma.embrapa.br

log_pir_47

.

 Gostou? Então Curta nossa página no Facebook.

eu_47 Seja amigo do autor do site no Facebook, e esteja sempre antenado em assuntos interessantes como este.

Ilhas solares prometem energia solar a preços competitivos

Energia termossolar

Enquanto as células solares orgânicas não se tornam mais duráveis e mais eficientes e as células solares de silício não se tornam mais baratas, a técnica mais atrativa para o aproveitamento da energia solar parece ser a exploração termossolar.

As usinas termossolares usam o calor do Sol para aquecer água, que se transforma em vapor e movimentar as turbinas que geram a eletricidade por meio de dínamos comuns. Esta é a tecnologia das maiores usinas solares em operação, assim como deverá ser em uma megausina solar que está sendo projetada para o deserto do Saara.

Ilhas solares

A empresa suíça Solar Islands acredita ter encontrado uma forma de otimizar ainda mais o rendimento das usinas termossolares: construindo ilhas solares rotativas, que giram para acompanhar o movimento do Sol e aproveitar ao máximo seu potencial energético.

Cada ilha solar terá um diâmetro de 5 quilômetros, uma altura de 20 metros e será construída com uma espécie de “membrana” plástica flexível, resistente ao calor e demais intempéries. Em cima da membrana serão instalados os coletores e concentradores de luz, assim como os encanamentos no interior dos quais a água será aquecida.

Um sistema de bombas elétricas forçará uma pressão constante de 0,1 bar acima da pressão atmosférica no interior da ilha solar, fazendo com que a membrana plástica se infle, levantando todo o aparato de coleta do calor solar. O espaço interno dessa ilha inflável vira um gigantesco tanque de armazenamento de vapor, para onde os encanamentos se dirigem.

Ilha rotativa

Ao contrário da hidroelétrica marinha, que explora a energia das ondas e conduz a pressão captada através de encanamentos até uma usina localizada em terra, a usina solar tem o gerador em seu interior, uma turbina de ciclo Rankine Orgânico (ORC).

Para ajustar a posição da ilha solar em relação ao Sol, motores elétricos hidrodinâmicos serão instalados a cada 10 metros ao redor de sua circunferência. Segundo a empresa, a rotação permite um ganho de 15% de eficiência na coleta de energia.

Ilha de energia no deserto

O primeiro protótipo da ilha solar curiosamente não está sendo construído no mar, mas em terra firme. Mais especificamente, nas areias do deserto dos Emirados Árabes. Segundo seus idealizadores, isto comprova a grande versatilidade do conceito, que tanto pode ser uma ilha na costa, em alto mar, como uma estrutura em terra firme, sempre funcionando com o mesmo princípio.

O protótipo no deserto, que será capaz de gerar 3.000 kWh por dia, possui um canal de água ao longo de toda a circunferência, permitindo que a estrutura gire como se estivesse no mar.

Os painéis de coleta do calor solar ocupam 95% da área superficial da ilha e o armazenamento do vapor em seu interior permite que a usina gere energia praticamente de forma constante – depois do pôr-do-sol, a usina pode continuar funcionando utilizando o vapor armazenado durante o dia.

Outra vantagem do projeto é a possibilidade de incorporar plantas de dessalinização na ilha solar, coletando a água do mar e utilizando a evaporação passiva.

http://www.inovacaotecnologica.com.br

31-08-2009
Ilhas solares prometem energia solar a preços competitivosEnergia termossolarEnquanto as células solares orgânicas não se tornam mais duráveis emais eficientes e as células solares de silício não se tornam mais

baratas, a técnica mais atrativa para o aproveitamento da energia solar

parece ser a exploração termossolar.

As usinas termossolares usam o calor do Sol para aquecer água, que se

transforma em vapor e movimentar as turbinas que geram a eletricidade

por meio de dínamos comuns. Esta é a tecnologia das maiores usinas

solares em operação, assim como deverá ser em uma megausina solar que

está sendo projetada para o deserto do Saara.

Ilhas solares

A empresa suíça Solar Islands acredita ter encontrado uma forma de

otimizar ainda mais o rendimento das usinas termossolares: construindo

ilhas solares rotativas, que giram para acompanhar o movimento do Sol e

aproveitar ao máximo seu potencial energético.

Cada ilha solar terá um diâmetro de 5 quilômetros, uma altura de 20

metros e será construída com uma espécie de “membrana” plástica

flexível, resistente ao calor e demais intempéries. Em cima da membrana

serão instalados os coletores e concentradores de luz, assim como os

encanamentos no interior dos quais a água será aquecida.

Um sistema de bombas elétricas forçará uma pressão constante de 0,1 bar

acima da pressão atmosférica no interior da ilha solar, fazendo com que

a membrana plástica se infle, levantando todo o aparato de coleta do

calor solar. O espaço interno dessa ilha inflável vira um gigantesco

tanque de armazenamento de vapor, para onde os encanamentos se dirigem.

Ilha rotativa

Ao contrário da hidroelétrica marinha, que explora a energia das ondas

e conduz a pressão captada através de encanamentos até uma usina

localizada em terra, a usina solar tem o gerador em seu interior, uma

turbina de ciclo Rankine Orgânico (ORC).

Para ajustar a posição da ilha solar em relação ao Sol, motores

elétricos hidrodinâmicos serão instalados a cada 10 metros ao redor de

sua circunferência. Segundo a empresa, a rotação permite um ganho de

15% de eficiência na coleta de energia.

Ilha de energia no deserto

O primeiro protótipo da ilha solar curiosamente não está sendo

construído no mar, mas em terra firme. Mais especificamente, nas areias

do deserto dos Emirados Árabes. Segundo seus idealizadores, isto

comprova a grande versatilidade do conceito, que tanto pode ser uma

ilha na costa, em alto mar, como uma estrutura em terra firme, sempre

funcionando com o mesmo princípio.

O protótipo no deserto, que será capaz de gerar 3.000 kWh por dia,

possui um canal de água ao longo de toda a circunferência, permitindo

que a estrutura gire como se estivesse no mar.

Os painéis de coleta do calor solar ocupam 95% da área superficial da

ilha e o armazenamento do vapor em seu interior permite que a usina

gere energia praticamente de forma constante – depois do pôr-do-sol, a

usina pode continuar funcionando utilizando o vapor armazenado durante

o dia.

Outra vantagem do projeto é a possibilidade de incorporar plantas de

dessalinização na ilha solar, coletando a água do mar e utilizando a

evaporação passiva.

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=ilhas

-solares-prometem-energia-solar-precos-competitivos&id=010115090831&ebo

l=sim

log_pir_47

.

 Gostou? Então Curta nossa página no Facebook.

eu_47 Seja amigo do autor do site no Facebook, e esteja sempre antenado em assuntos interessantes como este.

Espelho parabólico de baixo custo poderá viabilizar energia termo-solar

010115080620-prato-solar

Nem sempre a tecnologia mais avançada é a solução ideal. Com esta idéia em mente, um grupo de estudantes do MIT, nos Estados Unidos, decidiu construir o protótipo daquele que poderá se tornar o sistema de geração de energia solar mais eficiente do mundo quando se leva em conta o custo de geração da energia.

Coletor solar com espelho de banheiro

O sistema foi montado inteiramente com peças compradas no comércio. O prato parabólico, com 3,6 metros de diâmetro, foi feito com tubos de alumínio e recoberto com espelhos comuns, do tipo usado em banheiros. Ele é capaz de concentrar a luz do Sol por um fator de 1.000, criando um foco de calor suficiente para fundir uma barra de aço.

O formato parabólico da estrutura é obtido fazendo-se furos em locais precisos nos tubos de alumínio. Quando a estrutura é montada esses furos fazem com que ela assuma automaticamente a curvatura parabólica.

Geração termo-solar de eletricidade

A idéia, porém, não é construir um forno solar, mas um sistema de geração de eletricidade. O calor será dirigido para o núcleo de um sistema de serpentinas, fazendo com que a água que circula em seu interior se transforme instantaneamente em vapor, girando uma turbina que acionará o gerador de energia.

Energia solar barata

O segredo para construir um sistema tão eficiente em termos de custos foi encontrar um tamanho ótimo para o prato coletor. Os pesquisadores descobriram que menor é realmente melhor neste caso. Ao contrário do que acontece com várias tecnologias, onde são os ganhos de escala que viabilizam sua utilização, um prato parabólico menor exige uma estrutura de suporte muito mais simples.

O resultado é que o coletor pequeno custa apenas um terço do que custaria um prato parabólico de grandes dimensões quando se compara a geração de energia por área do coletor.

http://www.inovacaotecnologica.com.br

log_pir_47

.

Gostou? Então Curta nossa página no Facebook.

eu_47 Seja amigo do autor do site no Facebook, e esteja sempre antenado em assuntos interesantes como este.

Cemig apresenta primeiro motor para uso de biogás

A Cemig apresenta nesta quinta-feira (28), às 10h30, no jardim inferior do edifício-sede, na avenida Barbacena, 1200, o primeiro sistema de co-geração de energia elétrica da América Latina, utilizando motor Stirling de combustão externa. O evento contará com a presença da diretoria, gerentes e empregados da Cemig. O motor é capaz de produzir 9 kW de energia elétrica e 24 kW de energia térmica (água quente), capaz de sustentar 30 famílias.

Segundo o assessor da Gerência de Tecnologia em Alternativas Energéticas, André Martins Carvalho, a vantagem dos motores Stirling é o uso da biomassa como combustível e a combustão externa, que não ocorre dentro do cilindro. “Com este benefício é possível trabalhar com diferentes tipos de combustível como gás natural, diesel, querosene, gasolina, óleo industrial, gás de refinaria, gaseificação de madeira, biogás, luz solar ou qualquer outra fonte de calor, desde que sejam capazes de fornecer temperaturas da ordem de 650ºC”, explica.

O motor da empresa Solo – Stirling, de origem alemã, ficará em período de testes até o fim do ano na Universidade de Itajubá, com a qual a Cemig firmou um convênio para estudar os seus benefícios. No início de 2004, o motor, que é do tamanho de um freezer, será instalado em uma comunidade carente do Estado, com o uso da gaseificação de madeira.

“Essa iniciativa da Cemig é devido a crescente tendência de descentralização da geração da energia elétrica e do uso da biomassa como combustível – fonte de energia renovável e de menor custo, úteis para locais isolados e que não têm redes de transmissão próximas”, afirma André Martins Carvalho.

A origem

Criado pelo escocês Roberto Stirling, em 1816, antes do motor a explosão do ciclo Otto e do motor a diesel, o motor batizado com o nome de seu criador, era muito utilizado e chegava a produzir 4 kW de potência. Considerado mais seguro que os motores de vapor da época, o motor Stirling não necessitava de caldeiras e nem exigia grande especialização para ser operado.

No inicio do século XX deixaram de ser produzidos devido a opção por outras formas de geração de energia. Nos anos 60 e 70, eles voltaram a merecer atenção. O objetivo era substituir os motores de combustão interna em aplicações automotivas visando reduzir a poluição ambiental. Atualmente, vem crescendo o interesse por motores Stirling projetados especialmente para utilizar biomassa.

http://www.agenciaminas.mg.gov.br

log_pir_47

.

Gostou? Então Curta nossa página no Facebook.

eu_47 Seja amigo do autor do site no Facebook, e esteja sempre antenado em assuntos interesantes como este.