Uso de biocombustível em aviões provoca polêmica no México

28 de novembro, 2011 ]

A indústria da aviação do México está começando a usar biocombustíveis em seus tanques. Aviões da AeroMexico que fazem a rota entre a Costa Rica e a capital mexicana já usam uma mistura de combustíveis fósseis e outros à base de mamona.

O esforço é uma tentativa de antecipar o setor à escassez dos combustíveis fósseis prevista para as próximas décadas e de tornar a indústria mais ecológica.

No Estado de Chiapas, no sul do país, agricultores receberam estímulo do governo local para produzir a mamona usada como biocombustível. Eles afirmam que concretizar o projeto tem sido um desafio. Chiapas é uma das regiões mais pobres do México.

Para alguns ambientalistas, no entanto, a alternativa usada pela indústria da aviação do México não é a mais ecológica. Eles reclamam que grande parte da água que poderia ser usada em lavouras de alimentos está sendo usada agora para produção da mamona, que não é comestível. No longo prazo, isso encareceria os preços dos alimentos e aumentaria a fome, segundo eles.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/videos_e_fotos/2011/11/111128_biocombustivel_mexico_dg.shtml

 

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Óleo de cozinha como combustivel

Óleo vegetal move máquina sem danificar motor

Kit desenvolvido por produtor rural aquece o óleo, que pode ser usado em máquinas agrícolas

Um kit simples, formado por duas resistências, pode tornar viável o uso de óleo vegetal como combustível em máquinas movidas a diesel, sem danificar o motor. Há cinco anos os produtores Luiz Fernando Nasorri, de Maracaju (MS), e Paulo Galvão, do Paraná, em parceria com a Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati), da Secretaria de Agricultura, pesquisam o óleo de girassol em máquinas agrícolas.

Esta semana, iniciaram a última etapa da pesquisa. Uma máquina, equipada com o kit, trabalhará 24 horas por dia, até completar 2 mil horas de trabalho, abastecida apenas com óleo vegetal bruto.

“Já fizemos vários testes pequenos, não com trabalho pesado”, diz Nasorri. Depois de completar a carga horária, o motor do trator será aberto para avaliação. A expectativa é a de que não haja danos, nem redução na durabilidade do motor. Além disso, espera-se ainda reduzir o consumo de combustível.

Segundo o produtor, o rendimento esperado, com base em testes anteriores, é de um gasto cerca de 10% menor, em comparação com o diesel. “Um trator que gaste em média 10 litros de diesel por hora, com o óleo vegetal deve gastar 9 litros”. Se as pesquisas confirmarem os resultados dos testes, a economia no custo da produção deve ser considerável. “Pagamos em torno de R$ 2,00 por litro do diesel. O óleo de soja bruto, prensado na fazenda, sai por R$ 1,20”.

Fontes alternativas

A idéia dos produtores surgiu com a necessidade de encontrar fontes de energia alternativas em função dos consecutivos aumentos de preço do óleo diesel. O grande entrave, porém, para o uso do óleo vegetal em motores é a viscosidade desse tipo de óleo, que é muito grosso. “A grossura do óleo vegetal é dez vezes superior à do diesel”, diz o agrônomo Sylmar Denucci, da Cati. “A razão de transformar óleo vegetal in natura em biodiesel é torná-lo mais fino. Se tivermos um mecanismo para fazer isso, com custo menor, é mais viável usar o óleo vegetal”, acredita Denucci. E o aquecimento do óleo vegetal o torna mais fino.

E é justamente isso que o kit criado pelos produtores faz. As resistências aquecem o óleo, a uma temperatura de 75 graus, antes que ele chegue à bomba injetora. “Se o óleo vegetal atingir os bicos das bombas injetoras a uma temperatura superior a 70 graus já tem viscosidade semelhante à do diesel”, diz.

Depois das 2 mil horas de trabalho e da avaliação definitiva do kit, os produtores pretendem começar a produzi-lo em escala comercial e colocá-lo à venda em todo o País. Nasorri estima que o preço do kit deverá ser em torno de R$ 4 mil.

Enquanto os kits não chegam ao mercado, o agrônomo da Cati afirma que uma receitinha simples – 30% de óleo vegetal (soja, girassol), 65% de diesel e 5% de gasolina (funciona como solvente, para diluir o óleo vegetal) – pode ser usada tranqüilamente pelos produtores em máquinas a diesel. “É compatível com os equipamentos que temos hoje e não causa dano aos motores.”

http://www.redetec.org.br

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Casal quer bater recorde com carro movido a óleo de cozinha (20.05.2008)

O casal de mexicanos Agnes Merat e Miguel Gutierrez pretende bater um recorde mundial de distância ao dirigir por 30 mil quilômetros uma van abastecida somente com óleo de cozinha usado.

Agnes e Miguel dizem que querem mostrar para as pessoas que o óleo vegetal usado pode ser uma alternativa limpa e barata em comparação com a gasolina.

O casal afirma que a van emite gás carbônico, mas que o poluente é cancelado por ser absorvido pelas plantas que servem de matéria-prima para fazer o óleo.

Agnes e Miguel levarão nove meses para completar a viagem. Ao invés de postos de gasolina, os dois planejam parar em restaurantes para abastecer a van.

Mas para ser utilizado como combustével, o óleo de cozinha tem um problema: o fornecimento.

Os Estados Unidos, por exemplo, produzem apenas 100 milhões de galões de óleo vegetal usado por ano, e usam 140 bilhões de galões de gasolina.

Especialistas afirmam que o óleo vegetal é uma solução parcial. Funciona para aqueles que podem conseguir óleo de cozinha usado de restaurantes.

O óleo vegetal precisa ser filtrado e estimativas indicam que não há óleo suficiente para todos os veículos que circulam atualmente.

Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/05/080520_oleo_texto.shtml

Carro movido a óleo de fritura usado

thumb_1174f91918bafe55bae54c477b6b258aPastéis, bolinhos, batatinha… Frituras de dar água na boca em novíssima versão. Tudo na vida dá um pouquinho de trabalho. É como o óleo de fritura, que segundo os médicos, é um veneno no nosso organismo e fonte poluidora no meio ambiente, mas quando guardado e bem tratado, é um santo remédio para o planeta.

Para contar essa história direitinho, é preciso apresentar o citricultor Paulo Lenhardt. Desde sempre um devoto do meio ambiente, ele nasceu e se criou na cidade gaúcha de Montenegro. Paulo cresceu como todo garoto, apaixonado por carros, e levou vantagem, porque o pai era mecânico.

Ainda adolescente, montou sua primeira máquina, com restos. E, para rodar, experimentou de tudo um pouco – de gás de cozinha a carvão e querosene. Três décadas depois, Paulo está a um passo de sair do anonimato. E tudo por conta do carro que ele usa para trabalhar.

619082-4744-it2É um carro praticamente normal, mas tem cheirinho de pastel… “Em função disso, a gente colocou, carinhosamente, o apelido de ‘pasteleira’ na caminhonete. O pessoal já conhece e sabe por onde eu passei, porque fica o cheirinho de pastel no ar”, conta Paulo.

O cheirinho no ar não é de uma caminhonete que faz entregas. O aroma sai direto do motor do carro, que é movido a óleo de cozinha – aquele que sobra das frituras e é jogado fora.

“Se for jogado no esgoto, no ralo ou num lugar onde caia chuva, vai ser levado para o rio. E um litro de óleo na água equivale, mais ou menos, a um milhão de litros de água contaminada”, alerta Paulo.

O motor faz pelo menos dez quilômetros com um litro de óleo de fritura. E já são 95 mil quilômetros rodados! Portanto, mais de 10 bilhões de litros de água dos rios escaparam da poluição, só com a ajuda da “pasteleira” de Paulo. “É muito legal”, comemora.

Processo

Demora uns 20 dias na linha de produção para reciclar o que era lixo. Começa com duas semanas de repouso, para decantar os resíduos. Mais uma, misturado com água, para separar o sal. Por fim, uma fervura, para evaporar essa água. E, depois de abastecer, só mais um detalhe: a própria água quente do motor é usada para esquentar o óleo a quase 90ºC. Assim, ele fica mais fininho, mais parecido com o diesel original.

“Na verdade, a gente tem que adaptar o que já está aí. O motor a diesel nasceu a óleo de amendoim. Foi a indústria do petróleo que adaptou ele para o óleo diesel. A gente quer fazer o inverso”, diz Paulo.

E sob o comando de Paulo, o motor já queima as gordurinhas de 15 restaurantes da cidade. Com esses fornecedores fixos, Paulo garante combustível para outra caminhonete e mais dois tratores.

“É a minha pequena contribuição para reverter esse processo de demolição do planeta”, diz Paulo.

E o filho, o estudante Frederico Lenhardt, já virou discípulo do mestre nesta empreitada. “O cara tem que pegar e fazer, buscar soluções, não ficar só esperando. Todo mundo fala em aquecimento global, mas pouca gente se coça para fazer alguma coisa”, conclui.

Adaptação

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Para viabilizar o uso do óleo reciclado, são necessárias algumas adaptações no veículo. A primeira é uma linha de combustível alternativa, que liga o novo tanque de combustível à bomba. Não se pode prescindir da linha de alimentação original nem do tanque abastecido com óleo diesel, pois esse combustível é utilizado para iniciar o processo.

Isso acontece porque, para que o óleo de fritura seja aproveitado e fique com uma densidade próxima da do diesel, é preciso estar entre 85°C e 90°C, quando entrar na bomba de combustível. Assim, explica Lenhardt, a ignição é feita com o óleo diesel e, quando o motor já está aquecido, é virada uma chave (à esquerda do volante), para mudar para o óleo vegetal reciclado. Existe também uma forma paralela de aquecimento, feito com uma resistência elétrica, colocada próximo à bomba de combustível. A temperatura é controlada por um termômetro, no painel do veículo.

“Temos que andar com dois tanques de armazenamento porque assim não ficamos sem óleo no caminho, não há postos vendendo óleo de cozinha como combustível nas estradas”, brincou Luciano Sales, biólogo e agroecologista que acompanha o agricultor nas viagens. Segundo os viajantes, a pasteleira percorre 11 a 12 km com um litro.

O motor funciona com dois sistemas paralelos. O primeiro com óleo diesel, para dar o arranque, logo depois é girada a chave para o carro andar apenas com o óleo de cozinha. Segundo Lenhardt, as adaptações necessárias no veículo custaram em média R$ 3 mil e o desenvolvimento e a capacidade do motor não são alteradas.

Preservação do meio ambiente

619091-7750-gaLenhardt e Sales são representantes da Rede Ecovida, conjunto de organizações de agroecologistas do sul do País. “O objetivo é desenvolver e divulgar métodos para o desenvolvimento de uma atividade agrícola sustentável”, explicou Lenhardt. Segundo ele, a rede compreende 21 núcleos espalhados nos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

O agricultor trabalha no núcleo Vale do Caí, próximo a Porto Alegre, uma organização formada por 190 famílias. Lá, a experiência do óleo de cozinha como combustível já é tradicional: um caminhão, dois tratores e duas caminhonetes já são movidas a óleo.

“Primeiro fizemos uma campanha direcionada aos donos dos restaurantes da região. Queríamos conscientizá-los sobre os perigos que a destinação inadequada do óleo pode trazer ao meio ambiente. Hoje, quase todos os restaurantes da região estocam e nos entregam o óleo”, explicou. Ao chegar no núcleo, o óleo passa por uma estação de limpeza, e depois de 20 dias já está pronto para ser utilizado. “Nosso estoque chega a quase 4,5 t por mês.”

O objetivo da comunidade é montar um miniusina para a produção de óleo a partir do girassol e do amendoim. “Assim poderemos utilizá-lo em nossas casas, nos nossos veículos ou vendê-lo nas feiras”, disse. Segundo ele, além de ser um combustível não poluente, o óleo de cozinha vegetal e não industrializado possui uma capacidade nutritiva bem maior do que os da produção industrial encontrados no mercado.

Lenhardt também disse que já sente a mobilização na preocupação do meio ambiente, a começar pela destinação correta do óleo. “Um dia um feirante de outro núcleo nos contou que possuía sozinho quase 700 l estocados em casa. Ele dizia aos clientes que compravam as frutas na feira que seu trator era movido a óleo e todo mundo levava aquele pouco que sobrava nas casas.”

A ideia despertou o interesse dos estudiosos da área ambiental que participavam da Ecolatina 2007, conferência latino-americana sobre meio ambiente e responsabilidade social que aconteceu na capital mineira, onde o veículo movido a óleo vegetal foi apresentado. Mas também as pessoas que passavam na rua e viam o carro se interessaram pelo projeto. O caminhoneiro e taxista Omar Chaves, 70 anos, considera a idéia válida. “Esse óleo ia ser jogado nos rios, poluindo a nossa água. Agora se descobriu que podemos reaproveitá-lo, isso é ótimo.”

Para o engenheiro agrícola, Geraldo Demeralino, o principal ponto do projeto é sua importância ambiental. “Ao invés de se utilizar o diesel, que é mais poluente e não renovável, utiliza-se o óleo vegetal que é o contrário disso tudo.”

MAIS INFORMAÇÕES:

– Paulo Roberto Lenhardt – agricultor e autor do projeto do carro movido a óleo de cozinha usado
E-mail: morrodacutia@morrodacutia.org

Fonte:
http://noticias.terra.com.br
http://estadodeminas.vrum.com.br

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Óleo vegetal, uma alternativa polêmica

Enquanto o Brasil dá seus primeiros passos na produção de biodiesel, os agricultores voltam suas atenções a uma polêmica técnica: o uso de óleo vegetal in natura nos motores e máquinas agrícolas. Na luta contra os altos custos de produção, vale até azeite de supermercado na alimentação de tratores. O assunto é tema de discussões e demonstrações na Expodireto, que se encerra hoje em Não-Me-Toque.

Pela primeira vez, a empresa Helianthus, que produz sementes de girassol, está apresentando em uma feira o processo completo para uso de óleo vegetal em veículos. No estande, é mostrada a máquina que extrai óleo dos grãos, deixando um resíduo sólido que serve de alimentação para animais. O líquido vai imediatamente para o tanque de um trator. Antes de entrar no motor, passa por um equipamento acoplado à máquina que o aquece a 90 graus – esse processo evita que resíduos se depositem na estrutura, danificando-a.

– O litro do óleo feito na propriedade fica por R$ 0,80, bem mais barato do que o do diesel. O agricultor produz o próprio combustível – afirma Gilberto Grando, sócio da empresa.

O produtor rural Fernando Sohne, de Chapada, aposta nessa alternativa. Em novembro e dezembro, colheu 45 toneladas de girassol em 30 hectares. Vendeu sua produção à cooperativa, mas deixou 2,3 mil quilos do grão para testar a produção do combustível caseiro. Na Expodireto, se informava sobre as máquinas de extração do óleo. O presidente da Associação dos produtores de Soja de Mato Grosso, Rui Prado, diz que a prática é comum naquele Estado.

– Tem gente que compra óleo de soja na prateleira do supermercado e mistura com o diesel. No curto prazo não tem problema – relatou Prado em palestra na Expodireto.

O óleo vegetal também pode ser extraído de outras plantas como soja, canola e mamona, que atraiu a atenção do público na Emater.

A prática é tão antiga quanto polêmica. O primeiro motor a diesel, em 1900, funcionou com óleo de amendoim. Mas os veículos de hoje estão adaptados ao diesel comum misturado somente com o biodiesel – que é baseado no óleo vegetal, mas passa por transformações químicas que o tornam seguro. A Associação Nacional do Petróleo afirma que o uso do óleo vegetal pode danificar os veículos e proíbe a venda desse produto.

– O grande problema é que o óleo vegetal tem resíduos que alteram o desempenho do motor. Ainda são precisos testes para descobrirmos formas adequadas de utilizá-lo sem danificar o motor – afirma Carlos Trein, professor da Faculdade de Agronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e especialista em mecanização agrícola.

Sebastião Ribeiro

http://www.biodieselbr.com

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Engenheiro defende uso de óleo vegetal puro nos motores diesel

Tese apresentada na Agrifam diz que biodiesel é ‘um engano’ por ser solução ‘paliativa e cara’.

Ao mesmo tempo em que o governo e os centros de pesquisa se empolgam com o biodiesel, o engenheiro mecânico Thomas Renatus Fendel, de Rio Negro (PR), defende que, ao invés de adicionar o óleo vegetal ao diesel, os motores de ciclo diesel devem ser adaptados para consumir o óleo puro.

No sábado, dia 5, em palestra na 4ª Agrifam (Feira de Agricultura Familiar), o técnico afirmou que o biodiesel “é um engano”. “É a mesma coisa que adicionar álcool à gasolina para fazer biogasolina”. Daí sua tese de adaptar os motores ao óleo vegetal, que não polui e pode ser extraído de qualquer fonte, até mesmo do reaproveitamento de frituras.

Na opinião de Fendel, o biodiesel é uma solução paliativa, cara, complexa e sujeita ao oligopólio energético. Para sustentar sua tese, ele apresentou um automóvel Golf movido a diesel e adaptado para óleo vegetal.

Relatou ter andado 25 mil quilômetros com uma Saveiro que fazia 18 km/l com óleo de soja colhido em cozinhas de pastelarias. Falou ainda de automóveis tipo popular que podem fazer até 30 km/l com óleo vegetal.

Mercado aos ‘pequenos’
A principal proposta do engenheiro é abrir o mercado energético para o pequeno produtor, dentro da mesma idéia defendida pela Fetaesp ao trazer a microdes-tilaria de álcool à Agrifam.

“Nós temos os motores e os meios para convertê-los a queimar os óleos de produtos que hoje exportamos in-natura. Vamos processar isso tudo aqui”, propõe.

Formado pela Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá (hoje Unesp), o palestrante é apaixonado pelas inovações. Ganha a vida produzindo máquinas especiais para a indústria e a agricultura mas, paralelamente, trabalha em seus inventos.

Já produziu uma motocicleta econômica, trabalha em processos de geração de energia e recuperação de calor e diz que sua paixão é substituir os combustíveis fósseis pelo óleo vegetal, álcool, biogás e outros.

Gerar (e vender) energia
Fendel revelou aos presentes à sua palestra que há 12 anos mantém uma pequena microusina de eletricidade que gera 10 kW/h e que injeta, clandestinamente, essa eletricidade na rede. Sua esperança é conseguir desenvolver um processo de co-geração e receber por isso.

Sua tese é de que pequenas usinas particulares sejam autorizadas a funcionar no período das 18h às 21h ou 22h — período quando ocorre o pico de consumo.

Para gerar essa energia, as usinas usariam óleo vegetal, lenha ou qualquer outro combustível de biomassa, aproveitando-se o calor do radiador e dos escapamentos do motor para aquecer água.

“Isso, num hotel ou empresa, representa uma grande economia e seria a garantia de abastecimento no horário de pico”, defende.

Pelo sistema os pequenos produtores venderiam eletricidade no pico e a comprariam na baixa demanda.

Jair Aceituno

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