Casa na Colômbia feita com sacos de terra mantém ambiente naturalmente fresco

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A forma orgânica arredondada de La Casa Vergara foi criada através do empilhamento de uma série de sacos de terra tubulares. | Foto: Jose Andres Vallejo

Construída pelo arquiteto colombiano Jose Andres Vallejo, La Casa Vergara é uma residência em forma de cúpula construída com o sistema bioconstrutivo ‘earthbag’ que utiliza sacos de terra (ou sacos de areia) na construção.

Construída em Bogotá em 2011 pelo arquiteto colombiano Jose Andres Vallejo a residência usa a terra tradicional para criar uma residência naturalmente fresca com um impacto ambiental suave. Coberto com acabamento de concreto, a construção de terra não é apenas rentável, mas também resistente a terremotos e alagamentos.

O edifício emprega uma prática antiga que foi recentemente atualizada para projetar casas mais modernas. Vallejo construiu a casa usando o sistema chamado superadobe, que foi originalmente inventado pelo arquiteto iraniano Nader Khalili e usa três elementos principais para criar espaços de vida flexíveis – terra, sacos tubulares e arame farpado. Com apenas US $ 28 por metro quadrado, o baixo custo é complementado por seu suave impacto ambiental, tornando-se uma solução arquitetônica promissora para áreas de baixa renda.

A forma orgânica arredondada de La Casa Vergara foi criada através do empilhamento de uma série de sacos tubulares repletos de terra. Com o uso de uma moldura de madeira, o formato exterior foi construído com sacos de tamanhos variados em formato de cúpula, bem como uma sala retangular adjacente.

Os sacos foram cobertos com uma mistura de cimento por dentro e por fora para selar e proteger contra a umidade, juntando. Os quartos foram acabados com vigas expostas de madeira sustentável, bem como uma série de claraboias para fornecer iluminação natural ao interior.
Uma vez pintada, a estrutura de terracota parece uma casa moderna, proporcionando uma solução sustentável para habitação que pode ser personalizada com interiores exclusivos.

http://www.aguasdepontal.com

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Reino Unido testa asfalto 60% mais resistente que é feito com plástico retirado dos oceanos

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A Holanda já havia anunciado querer testar um asfalto feito a partir de plástico retirado dos oceanos. O uso do material, atualmente, está “na moda”, já que se trata de um recurso demorado para se decompor na natureza e que, infelizmente, é cada vez mais descartado de forma incorreta pelo homem. Além disso, uma série de toxinas que prejudicam nossos solos têm ligação com os vestígios deixados pelo plástico. Não por acaso, o que não falta por aí são iniciativas para reutilizar e reciclar todos esses resíduos!

Uma das mais recentes vem do engenheiro Toby McCartney, que desenvolveu uma técnica para revestir as ruas com material parecido com o concreto convencional, mas composto por plástico descartado. A empresa, chamada MacRebur, garante que o substituto é 60% mais resistente que o asfalto comum e tende a durar 10 vezes mais.

Substituto do famoso betume, comercializado por empresas que extraem petróleo, os plásticos descartados aos montes por domicílios e espaços comerciais são a matéria-prima do produto de Toby. Mas tudo só foi possível graças à sua filha: ao ser questionada por sua professora sobre o que vive nos oceanos, a pequena respondeu: “Plástico”. Seu pai não queria que ela vivesse em um mundo onde isso fosse verdade e tratou de fazer sua parte!

O primeiro teste do composto foi realizado na calçada do engenheiro. Ao perceber que funcionava, a empresa aplicou a técnica em novas ruas do estado de Cumbria, localizado no norte da Inglaterra. Dedos cruzados para que os próximos testes também funcionem!

Assista ao vídeo da iniciativa AQUI.

http://thegreenestpost.bol.uol.com.br

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Esta garrafa está fechada há 45 anos. Um ecossistema perfeito que se auto sustenta e só precisa de luz, mais nada!

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David Latimer de 80 anos, tinha 35 anos quando regou e preparou essas plantas pela última vez. Na verdade, segundo ele, seu jardim de garrafa foi montado em 1960 (há 57 anos, mas 1972 foi a última vez que a garrafa foi aberta. Desde então o mini-ecossistema na garrafa tem se sustentado sozinho, dependendo exclusivamente de luz. E antes que pensem em notícia fake, podemos garantir aqui que isso é perfeitamente possível e você mesmo pode tentar fazer um mini-ecossistema dentro de uma garrafa.

Em um garrafão globular de cerca de 37 litros, Latimer derramou um pouco de terra e adubo e cuidadosamente colocou uma muda de plantas do gênero Tradescantia, usando um pedaço de arame. Na época, colocou só um pouco de água, e apenas em 1972 deu outra “regada”. Desde então, o sistema tem prosperado, enchendo sua garrafa com folhagem saudável.

O Sr. Latimer espera irá deixar seu experimento de sucesso com a Royal Horticultural Society, uma sociedade britânica. Ele tem medo de morrer e seu mini-ecossistema ficar seus poucos cuidados. Tomara que sim, pois os cientistas acreditam que esse jardim pode perdurar por muitos e muitos anos ainda!

A Gente Explica!

O jardim garrafa criou seu próprio ecossistema em miniatura. Apesar de as plantas terem sido isoladas do mundo exterior, ainda estão absorvendo luz, podem realizar fotossíntese, o processo pelo qual as plantas convertem luz solar em energia que precisam para crescer. A fotossíntese cria oxigênio e também coloca mais umidade no ar. A umidade se acumula no interior da garrafa e “chove” de volta na planta.

As folhas que apodrecem caem na parte inferior da garrafa, criando o dióxido de carbono necessário para a fotossíntese e os nutrientes que as plantas reabsorvem através das suas raízes.

http://diariodebiologia.com

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Aparelho retira água potável do ar usando apenas energia solar

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Tirando água do ar

Este pequeno aparelho é capaz de coletar a umidade do ar e depositá-la em um recipiente na forma de água potável – e usando apenas luz solar.

O dispositivo não requer nenhuma entrada adicional de energia e mostrou-se eficaz mesmo quando os níveis de umidade são semelhantes aos observados nas regiões mais secas do mundo.

Essa tecnologia poderá fazer a diferença, já que dois terços da população mundial está enfrentando escassez de água, ainda que ela esteja presente em abundância no ar ao nosso redor – estimativas indicam que há cerca de 13.000 trilhões de litros de água na forma de umidade na atmosfera terrestre.

Coletor de água

Para capturar a umidade atmosférica, Hyunho Kim e seus colegas da Universidade da Califórnia em Berkeley e do MIT, ambos nos EUA, utilizaram um material extremamente poroso, conhecido como MOF, sigla em inglês para estrutura metal-orgânica.

O material, chamado MOF-801, absorve a umidade do ar em sua própria estrutura. A seguir, o calor solar é usado para liberar a água, que é então armazenada em um condensador.

O aparelho funcionou bem em um cenário natural ao ar livre, no teto do laboratório. Experimentos em uma câmara controlada mostraram que ele é capaz de produzir 2,8 litros de água potável por quilograma de MOF-801 em um período de 12 horas sob luz do dia, com níveis de umidade relativa de apenas 20%.

“Nós não apenas construímos um dispositivo passivo que fica lá coletando água; nós já estabelecemos as bases experimentais e teóricas para que possamos examinar outros MOFs, milhares dos quais poderão ser fabricados, para encontrar materiais ainda melhores. Existe um grande potencial para aumentar a quantidade de água que está sendo recolhida. É apenas uma questão de mais engenharia agora,” disse o professor Omar Yaghi, coordenador do trabalho.

O segredo da captação passiva de água está no MOF: as esferas amarelas representam os espaços que são preenchidos com a água presente no ar atmosférico.

Estruturas metal-orgânicas

O professor Omar Yaghi inventou as estruturas metal-orgânicas há mais de 20 anos, combinando metais como magnésio ou alumínio com moléculas orgânicas, tudo disposto em um arranjo preciso para criar estruturas rígidas e porosas, ideais para armazenar gases e líquidos. Desde então, mais de 20.000 MOFs diferentes foram criados por pesquisadores em todo o mundo.

Alguns retêm produtos químicos como o hidrogênio ou o metano. A empresa química BASF está testando um dos MOFs de Yaghi em caminhões movidos a gás natural, já que os tanques cheios de MOF armazenam três vezes mais metano do que pode ser mantido sob pressão. Outros MOFs são capazes de capturar dióxido de carbono de gases de combustão, catalisar a reação de produtos químicos adsorvidos ou separar petroquímicos em refinarias.

Este protótipo de coletor de água da umidade do ar ainda poderá ser muito melhorado, garante Yaghi. O MOF utilizado consegue absorver apenas 20% do seu peso em água, mas outras versões têm potencial para absorver 40% ou mais. O material também pode ser ajustado para ser mais eficaz em níveis de umidade mais alta ou mais baixa.

http://www.inovacaotecnologica.com.br

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Com apoio do MCTIC, soluções sustentáveis estão se espalhando por todo o Brasil

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A energia de fontes renováveis está movimentando ônibus e barcos, reduzindo os impactos sobre o meio ambiente e melhorando a qualidade de vida da população. Ações devem ser incluídas no Observatório de Inovações para Cidades Sustentáveis, uma plataforma construída pelo CGEE em parceria com o GEF.

A Universidade Federal de Santa Catarina construiu um centro de pesquisa com painéis fotovoltaicos instalados na cobertura capazes de gerar energia solar suficiente para o funcionamento do prédio. A energia excedente abastece um ônibus que circula pelo campus da universidade. No Pará, um barco solar transporta passageiros e cargas entre a Ilha das Onças e a capital Belém. Além disso, contribui para o monitoramento de áreas protegidas.

Esses são dois exemplos de soluções que reduzem os impactos ambientais e melhoram a vida da população. Elas fazem parte do Programa de Tecnologias para Cidades Sustentáveis, lançado em 2012 pelo MCTIC. Dividido em quatro eixos temáticos – construções sustentáveis, mobilidade e transporte coletivo, saneamento ambiental e sistemas sustentáveis de energia –, ele já tem resultados.

“Essas ações representam avanços na busca de soluções para o desenvolvimento sustentável e uso da energia de fontes renováveis no país”, afirma o coordenador-geral de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas do MCTIC, Guilherme Wiedman.

Inaugurado em 2015, o Centro Multiusuário de Pesquisa e Capacitação em Energia Solar Fotovoltaica (Fotovoltaica) da UFSC recebeu R$ 3,6 milhões do MCTIC para ser implementado. Segundo Wiedman, trata-se do primeiro centro de pesquisa desse tipo no Brasil que, além de ser 100% alimentado por energia solar fotovoltaica, gera mais do que consome. “É um centro de pesquisa e inovação importante para o setor, principalmente considerando-se o potencial não aproveitado dessa fonte de energia no Brasil.”

Toda a energia utilizada pelo complexo é gerada por painéis fotovoltaicos instalados na cobertura do edifício, e a energia excedente serve para abastecer um ônibus que liga o campus da UFSC ao Sapiens Parque. O chamado E-Bus foi desenvolvido pela equipe da Fotovoltaica e comporta até 38 passageiros em cada viagem. O MCTIC apoiou o desenvolvimento do projeto com R$ 1 milhão.

“O veículo faz o percurso de 50 quilômetros [de ida e volta] entre o campus da UFSC e o Sapiens Parque com redução de um terço do tempo antes gasto para o deslocamento. Além disso, o ônibus parece um escritório, com cadeiras e conexão Wi-Fi. Nele, as pessoas podem trabalhar, fazer reuniões e estudar”, destaca o coordenador do projeto, Ricardo Rüther.

Considerado puro, o veículo possui apenas tração elétrica e foi desenvolvido com tecnologia brasileira. É o primeiro ônibus elétrico do país movido a energia solar. Quando está parado no trânsito, não há consumo de energia como acontece com os veículos com motores movidos a combustão. Além disso, o gasto com cada trecho é de R$ 18, enquanto o mesmo percurso, em um veículo movido a diesel, é de R$ 60. Já a tecnologia de frenagem regenerativa gera energia, que é injetada nas baterias, aumentando a autonomia do ônibus. A previsão é que o veículo entre em funcionamento regular a partir de abril.

Barco solar

Aurora Amazônica é um barco solar que faz o trajeto entre a Ilha das Onças e a Belém (PA) desde outubro de 2015. Desenvolvido por meio de uma parceria entre o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Energias Renováveis e Eficiência Energética da Amazônia (INCT/EREEA), é uma alternativa para o transporte de pessoas e cargas, ecoturismo e monitoramento de áreas protegidas. Até 22 passageiros são transportados em cada viagem do barco, que dura cerca de 30 minutos.

“Ao longo do tempo, as energias renováveis estão se tornando cada vez mais baratas do que as energias convencionais, que são baseadas em combustíveis fósseis. Além disso, há uma abundância dessas fontes energéticas renováveis na nossa região, o que favorece a aplicação delas”, explica o coordenador do Grupo de Estudo e Desenvolvimento de Alternativas Energéticas da Universidade Federal do Pará (Gedae/UFPA), João Pinho.

Também participaram da iniciativa a Fotovoltaica da UFSC; o Grupo de Energia, Biomassa e Meio Ambiente da UFPA; o Laboratório de Sistemas Fotovoltaicos do Instituto de Eletrotécnica e Energia da Universidade de São Paulo (LSF/USP); o Grupo de Energias Alternativas (General) da UFSC; e o Laboratório de Energia Solar da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Labsol/UFRGS).

Em Brasília (DF), o Governo do Distrito Federal (GDF) trabalha na implementação de pequenas usinas geradoras de energia solar fotovoltaica para iluminar escolas e prédios de órgãos públicos, com recursos oriundos do Fundo Mundial para o Ambiente (GEF, na sigla em inglês). O primeiro passo é a capacitação de mão de obra para a instalação e manutenção dos painéis solares. A partir do segundo semestre de 2017, a primeira planta deverá estar ativa, atendendo dez escolas públicas.

“Pretendemos elaborar uma política de energia solar para o DF de forma que possamos ampliar essa iniciativa. A ideia é que as escolas selecionadas para essa experiência-piloto sejam próximas. Se os resultados forem bons, vamos dar escala para atender outras unidades de ensino, além dos prédios públicos”, disse a coordenadora do projeto e subsecretária de Administração Geral da Secretaria de Estado do Meio Ambiente do DF, Nazaré Soares.

Plataforma digital

O Fundo Mundial para o Ambiente é um programa global que auxilia 183 países na implementação de projetos voltados para a proteção do meio ambiente e da biodiversidade. Nos próximos anos, o GEF vai investir US$ 20 milhões em iniciativas brasileiras. Uma delas está sendo desenvolvida pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), com apoio do MCTIC. A instituição trabalha na construção de uma plataforma digital para incentivar prefeituras e a sociedade a adotarem práticas sustentáveis.

O Observatório de Inovações para Cidades Sustentáveis pretende promover o intercâmbio de metodologias para que municípios possam aplica-las de acordo com a sua realidade. A ferramenta, que começará a ser construída nos próximos meses, será baseada em 24 indicadores municipais, entre acesso a saúde e educação, violência, renda e inclusão digital.

“O que buscamos é ajudar as cidades a fazer um planejamento integrado de longo prazo, levando em conta questões inerentes aos espaços urbanos: saneamento, trânsito, uso da água, entre outros. O mais interessante é que as cidades vão poder ter acesso a soluções empregadas por outras de perfil socioeconômico similar e adaptar às suas realidades”, avalia o assessor do CGGE, Cristiano Cagnin.

O Observatório de Inovações para Cidades Sustentáveis é parte de uma iniciativa maior do GEF, que pretende criar um repositório global para soluções sustentáveis. “O Banco Mundial quer fazer uma plataforma global e, para que ela funcione, depende das plataformas locais, dos parâmetros que as cidades em diferentes países podem oferecer. Uma solução implementada no Brasil pode ser replicada em outros lugares do planeta”, completou Cagnin.

Despoluição do rio Capibaribe

Um dos principais problemas do Recife (PE) é o escoamento de esgotos clandestinos no rio Capibaribe. Dejetos, sujeira e muitos poluentes químicos são despejados no curso d’água sem qualquer tipo de tratamento. Para sanar problemas como o mau cheiro e a contaminação, a prefeitura e a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) estão desenvolvendo um sistema de jardins filtrantes – projeto também financiado pelo GEF. O método criado pelo francês Thierry Jacquet foi empregado para despoluir o rio Sena, em Paris.

O projeto consiste na utilização de plantas para filtrar os poluentes químicos do rio. Quando a água passar pelas “estações de tratamento”, as raízes de cerca de 40 espécies da região vão retirar os compostos inadequados, melhorando a qualidade da água ao longo do rio, fortalecendo o desenvolvimento da biodiversidade.

“Nosso principal objetivo é fazer o tratamento da água em áreas de esgoto clandestinos que deságuam no Capibaribe. As espécies de plantas que selecionamos retiram os poluentes e oxigenam a água. Isso vai trazer biodiversidade para a região dos jardins e eliminar o odor. Em Paris, por exemplo, só cinco espécies de peixe viviam no rio antes do tratamento; agora são 30”, destacou a pesquisadora Mariana Amazonas, coordenadora do projeto.

Inicialmente, serão construídas duas unidades de jardins filtrantes nas margens do Capibaribe. A previsão é que eles sejam concluídas em 2018. “Assim que ficarem prontos, já poderão ser utilizados. Esperamos que esse projeto seja uma referência para outras cidades do Brasil”, completou.

http://www.mcti.gov.br

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Telhado extra dá eficiência energética à casa

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Casa energeticamente eficiente

O professor Wen Tong Chong, da Universidade da Malásia, acredita ter encontrado o projeto ideal para uma casa mais ambientalmente correta em regiões tropicais.

Seu objetivo foi obter um equilíbrio entre um “conflito ambiental” que incomoda os arquitetos: como conciliar a crescente demanda de conforto, com seu natural consumo de energia, e a necessidade de reduzir o consumo de energia por conta das mudanças climáticas.

Usar fontes renováveis de energia e aproveitar as variações naturais do clima parece ser uma resposta adequada, mas falar é mais fácil do que fazer.

Chong então idealizou um telhado superior em formato de V, que se projeta acima do telhado tradicional, criando as condições para gerar energia e aproveitar a iluminação natural.

Telhado inteligente

A estrutura em V coleta o vento e o dirige para uma série de turbinas situadas logo abaixo, gerando eletricidade.

A estrutura também aumenta o fluxo de ar dentro da casa por meio de aberturas construídas no telhado tradicional, melhorando a ventilação natural.

Além disso, um coletor de água da chuva é conectado a um sistema automatizado de resfriamento e limpeza que lava as células solares embutidas no telhado secundário, para manter seu nível de eficiência.

Finalmente, claraboias transparentes iluminam as áreas principais dentro da casa durante o dia, reduzindo a necessidade de iluminação artificial.

Ganhos energéticos

Chong afirma que seu telhado adicional poderia suprir as necessidades de uma família de seis pessoas, gerando 21,20 quilowatts (kWh) de energia, e economizando outros 1,84 kWh por conta dos tetos solares.

Além disso, o sistema de ventilação poderia movimentar, em termos anuais, cerca de 217 milhões de metros cúbicos de ar e reduzir as emissões de dióxido de carbono em 17.768 quilogramas, enquanto o coletor de água da chuva poderia coletar cerca de 525 metros cúbicos de água.

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Mulher desenvolve bateria recarregável que dura 400 anos

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A doutoranda da Universidade da Califórnia, Mya Ke Thay criou uma coisa bastante útil enquanto “brincava” no laboratório: uma bateria recarregável que dura até 400 anos.

Já pensou que avanço? Laptops e smartphones não precisariam ser carregados durante todo o seu tempo de vida, além, é claro, do fim da poluição causada pelas baterias de íon e lítio em aterros.

Os nanofios já estavam sendo estudados para uso potencial em baterias, mas os cientistas descobriram que ao longo do tempo os fios se quebrariam por serem bastante frágeis, quebrando o ciclo de carga. O ciclo de carga acontece quando a bateria passa de completamente cheia para completamente vazia, e depois volta para cheia novamente.

Por puro capricho, a tailandesa Mya revestiu um conjunto de nanofios de ouro em dióxido de manganês e em uma espécie de gel eletrônico, e então começou a observar os ciclos. Para a surpresa de Mya e Reginald Penner, chefe do departamento de química da universidade, a bateria permaneceu interrupta durante 30 mil ciclos, e isso continuou por um mês.

A bateria média de um laptop dura de 300 a 500 ciclos de carga. A nanobateria, desenvolvida faz 200 mil ciclos em três meses. Em tempo médio isso significa 400 anos de vida útil.

Agora que temos o avanço, resta saber quando as grandes companhias vão assumir e produzir o que realmente é bom para os consumidores e para o planeta.

fonte: https://www.ideafixa.com

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