Natureza pode ser melhor que tecnologia para reduzir poluição do ar

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Solução natural

Plantas – e não tecnologias – podem ser a opção mais barata para limpar o ar próximo a fábricas, estradas, usinas de energia, caldeiras comerciais e locais de perfuração de petróleo e gás.

A mera adição de plantas e árvores às paisagens próximas às fábricas e outras fontes de poluição pode reduzir a poluição do ar em uma média de 27%, algo que poucas tecnologias conseguem.

De fato, os pesquisadores descobriram que, em 75% dos municípios analisados, era mais barato usar plantas para mitigar a poluição do ar do que adicionar intervenções tecnológicas – coisas como lavadores do ar expelido pelas chaminés – às fontes de poluição.

“O fato é que tradicionalmente, especialmente como engenheiros, não pensamos na natureza; apenas nos concentramos em colocar tecnologia em tudo,” disse Bhavik Bakshi, da Universidade Estadual de Ohio. “E, portanto, uma descoberta importante é que […] existem oportunidades em que todos saem ganhando – oportunidades potencialmente mais baratas e ambientalmente melhores”.

Plantas contra poluição do ar

Para começar a entender o efeito que as árvores e outras plantas poderiam ter sobre a poluição do ar, os pesquisadores coletaram dados públicos sobre a poluição do ar e a vegetação, município por município, em 48 estados norte-americanos. A seguir, eles calcularam o custo da adição de árvores e plantas adicionais, o que inclui a área para plantá-las.

Os cálculos incluem também a capacidade da vegetação atual – incluindo árvores, campos e matagais – de mitigar a poluição do ar. Também foi considerado o efeito que a recuperação de áreas degradadas – retornando a cobertura vegetal de um determinado local aos níveis médios do município – poderia ter sobre os níveis de poluição do ar. Finalmente, foi estimado o impacto das plantas nos poluentes atmosféricos mais comuns – dióxido de enxofre, material particulado e dióxido de nitrogênio.

Os dados indicam que a adição de árvores ou outras plantas poderia reduzir os níveis de poluição do ar nas áreas urbanas e rurais, embora as taxas de sucesso variem dependendo de, entre outros fatores, quanta terra está disponível para o cultivo de novas plantas e a qualidade do ar atual.

Em média, deixar a vegetação ao redor dos locais industriais no nível médio do município reduziu a poluição do ar em 27% no próprio município. Esse número varia de acordo com a região, já que foram incluídos municípios desde regiões agrícolas até regiões desérticas. E, em 75% dos casos, é mais barato recuperar a cobertura vegetal do que implantar tecnologias antipoluição.

A pesquisa não calculou os efeitos diretos que as plantas podem ter sobre a poluição por ozônio, porque, segundo Bakshi, não há dados suficientes sobre as emissões de ozônio. A análise também não considerou se certas espécies de árvores ou plantas limpariam melhor a poluição do ar – embora isso seja provável, só foi considerada a área de cobertura vegetal.

https://www.inovacaotecnologica.com.br

Prof. Luiz Carlos Molion desmascara a farsa do aquecimento global no Sínodo da Amazônia

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Palestra do Prof. Dr. Luiz Carlos Molion em Congresso do IPCO em Roma, na véspera do Sínodo da Amazônia.

Aceitar as pessoas como elas são não nos obriga a conviver com elas

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É preciso tolerar e aceitar as pessoas como elas são, porém, conservando-nos o direito de nos afastar cordialmente de quem não nos agrada.

A tolerância é uma necessidade urgente neste mundo violento de hoje, em que uma simples discussão no trânsito pode chegar a provocar mortes. A intolerância é a mãe do preconceito, da exclusão, do racismo, de tudo, enfim, que segrega, separa e agride o que não se aceita, o que não se acha normal, o que incomoda sem nem haver razão. Sim, é preciso tolerar e aceitar as pessoas como elas são, porém, conservando-nos o direito de nos afastar cordialmente de quem não nos agrada.

Podemos entender que o outro tem a própria maneira de pensar, que sua história de vida é peculiar e suas bagagens podem ser totalmente diferentes das nossas. Podemos compreender que as verdades alheias, por mais que nos soem ilógicas e absurdas, são do outro tão somente e não necessariamente nossas. Desde que não nos firam, as escolhas do outro não nos dizem respeito. Desde que o outro esteja feliz, sem pisar ninguém, não temos como tentar intervir em estilos de vida que não são nossos.

Devemos saber discordar sem ofender, sem tentar impor o que pensamos como verdade absoluta – isso é arrogância burra. Necessitamos ouvir o que o outro tem a dizer, por mais que não enxerguemos ali razão alguma, mesmo que o que disserem ou fizerem seja exatamente o contrário de tudo o que temos como certo. Desde que não nos ofendam, nem ultrapassem os limites de nossa dignidade pessoal, os outros terão o direito de viver o que bem quiserem.

Por força maior, como o emprego ou a família, inevitavelmente estaremos sujeitos à obrigação de conviver ao lado de pessoas com quem não simpatizamos ou cujas idéias não se afinem minimamente com as nossas. No entanto, sempre poderemos escolher quem ficará ao nosso lado nos momentos mais preciosos de nossa jornada, enquanto construímos nossa história de vida, de luta e de amor.

Da mesma forma, conseguiremos nos desviar de quem nos desagrada, afastando-nos das pessoas que nada nos acrescentam, sem precisar criticá-las ou brigar com elas. Sim, podemos – e devemos – aceitar as pessoas como elas são, pois isso é o mínimo que se requer, em se tratando de sociedade, porém, não seremos obrigados a conviver além do necessário, além do suportável, além do adequado, com gente que enche a paciência e nos irrita. Isso seria masoquismo.

http://www.contioutra.com

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A falsa liberdade e a Síndrome do “TER DE” – Lya Luft

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Essa é uma manifestação típica do nosso tempo, contagiosa e difícil de curar porque se alimenta da nossa fragilidade, do quanto somos impressionáveis, e da força do espírito de rebanho que nos condiciona a seguir os outros. Eu tenho de fazer o que se espera de mim. Tenho de ambicionar esses bens, esse status, esse modo de viver – ou serei diferente, e estarei fora.

Temos muito mais opções agora do que alguns anos atrás, as possibilidades que se abrem são incríveis, mas escolher é difícil: temos de realizar tantas coisas, são tantos os compromissos, que nos falta o tempo para uma análise tranquila, uma decisão sensata, um prazer saboreado.

A gente tem de ser, como escrevi tantas vezes, belo, jovem, desejado, bom de cama (e de computador). Ou a gente tem de ser o pior, o mais relaxado, ou o mais drogado, o chefe da gangue, a mais sedutora, a mais produzida. Outra possibilidade é ter de ser o melhor pai, o melhor chefe, a melhor mãe, a melhor aluna; seja o que for, temos de estar entre os melhores, fingindo não ter falhas nem limitações. Ninguém pode se contentar em ser como pode: temos de ser muito mais que isso, temos de fazer o impossível, o desnecessário, até o absurdo, o que não nos agrada – ou estamos fora.

A gente tem de rir dos outros, rebaixar ou denegrir nem que seja o mais simples parceiro de trabalho ou o colega de escola com alguma deficiência ou dificuldade maior. A gente tem de aproveitar o mais que puder, e isso muitos pais incutem nos filhos: case tarde, aproveite antes! (O que significa isso?) A gente tem de beber em preparação para a balada, beijar o maio número possível de bocas a cada noite, a gente tem de.

A propaganda nos atordoa: temos de ser grandes bebedores (daquela marca de bebida, naturalmente), comprar o carro mais incrível, obter empréstimos com menores juros, fazer a viagem maravilhosa, ter a pele perfeita, mostrar os músculos mais fortes, usar o mais moderno celular, ir ao resort mais sofisticado.

Até no luto temos de assumir novas posturas: sofrer vai ficando fora de moda.

Contrariando a mais elementar psicologia, mal perdemos uma pessoa amada, todos nos instigam a passar por cima. “Não chore, reaja”, é o que mais ouvimos. “Limpe a mesa dele, tire tudo do armário dela, troque os móveis, roupas de cama, mude de casa.” Tristeza e recolhimento ofendem nossa paisagem de papelão colorido. Saímos do velório e esperam que se vá depressa pegar a maquilagem, correr para a academia, tomar o antidepressivo, depressa, depressa, pois os outros não aguentam mais, quem quer saber da minha dor?

O “ter de” nos faz correr por aí com algemas nos tornozelos, mas talvez a gente só quisesse ser um pouco mais tranquilo, mais enraizado, mais amado, com algum tempo para curtir as coisas pequenas e refletir. Porém temos de estar à frente, ainda que na fila do SUS.

Se pensar bem, verei que não preciso ser magro nem atlético nem um modelo de funcionário, não preciso ter muito dinheiro ou conhecer Paris, não preciso nem mesmo ser importante ou bem-sucedido. Precisaria, sim, ser um sujeito decente, encontrar alguma harmonia comigo mesmo, com os outros, e com a natureza na qual fervilha a vida e a morte é apaziguadora.

Em lugar disso, porém, abraçamos a frustração, e com ela a culpa.

A culpa, disse um personagem de um filme, “e como uma mochila cheia de tijolos. Você carrega de um lado para o outro, até o fim da vida. Só tem um jeito: jogá-la fora”. Mas ela tem raízes fundas em religiões e crenças, em ditames da família, numa educação pelo excessivo controle ou na deseducação pela indiferença, na competitividade no trabalho e na pressão de nosso grupo, que cobra coisas demais.

Dizem que devemos nos informar melhor, mas quanto mais informação, mais dúvidas; quanto mais abertura, mais opções; quanto mais olhamos, mais se expande a tela onde se projetam nosso desejos.

Nessa rede de complexidades, seria bom resistir à máquina da propaganda e buscar a simplicidade, não sucumbir ao impulso da manada que corre cegamente em frente. Com sorte, vamos até enganar o tempo sendo sempre jovens, sendo quem sabe imortais com nariz diminuto, boca ginecológica e olhar fatigado num rosto inexpressivo. Não nos faltam recursos: a medicina, a farmácia, a academia, a ilusão, nos estendem ofertas que incluem músculos artificiais, novos peitos, pele de porcelana, e grandes espelhos, espelho, espelho meu. Mas a gente nem sabe direito onde está se metendo, e toca a correr porque ainda não vimos tudo, não fizemos nem a metade, quase nada entendemos. Somos eternos devedores.

Ordens aqui e ali, alguém sopra as falas, outro desenha os gestos, vai sair tudo bem: nada depressivo nem negativo, tudo tem de parecer uma festa, noite de estreia com adrenalina a aplausos ao final.

Autora: Lya Luft
Livro: Múltipla escolha
Editora: Record
Ano: 2010
Crônica encontrada em : Flavio Hastenreiter (https://www.flaviohastenreiter.com/single-post/2016/08/16/A-falsa-liberdade-e-a-s%C3%ADndrome-do-%E2%80%9Cter-de%E2%80%9D)

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“A Bíblia não fala de Deus”, diz ex-tradutor do Vaticano

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Mauro Biglino foi tradutor de hebraico antigo durante anos no Vaticano. Trabalhou para um das mais importantes editoras católicas do mundo, Edizioni San Paolo, e afirma que a biblia não fala sobre Deus, em entrevista dada ao jornal português “Observador”.

Giovanna Milhã

Em entrevista ao jornal português, “Observador”, Mauro Biglino afirma que nos escritos originais da Bíblia, não há menção a Deus. Biglino era o responsável do Vaticano pelas traduções dos escritos originais da Bíblia em hebraico.

Ele publicou “A Bíblia não é um livro sagrado” (Livros Horizonte) trinta anos depois de ter começado seu trabalho como tradutor e afirma “A Bíblia não é aquilo que habitualmente se diz. Conta uma outra história, não se ocupa de Deus”.

Nascido em Turim, Itália, aprendeu hebraico na comunidade hebraica da cidade. Foi convidado pela editora do Vaticano devido ao rigor de seus trabalhos de tradução e como ele mesmo diz “Além disso, perceberam que eu também conhecia latim e grego, línguas essenciais para entender o contexto dos textos bíblicos”.

O tradutor ainda afirma que “não há qualquer referência a Deus nos textos da Bíblia. Há, sim, a um coletivo, chamado Elohim, e a um deles em particular, chamado Yaveh“ e esclarece “as traduções foram sendo adulteradas e foram convertendo Yaveh num Deus único e todo poderoso”. Também diz “Em hebraico nem sequer há nenhuma palavra que signifique Deus”.

Mauro Biglino detalha em seu livro o percurso das traduções oficiais da Bíblia, verifica-se que foram adulteradas para “para inventar o monoteísmo”. Não à toa existem mudanças de sentido na versão do Vaticano dado o interesse em se colocar como instrumento de poder e intervir politicamente baseando-se em preceitos religiosos.

Mauro revelou traduções literais de vários textos bíblicos em seus livros que foram usados por historiadores para identificar imprecisões e argumenta que a Bíblia contém diversas imprecisões possíveis de serem demonstradas.

“Em 2010, comecei a escrever um livro em que denunciava algumas das contradições que estava a encontrar nas minhas traduções dos textos bíblicos, e desde esse momento, a colaboração foi interrompida, acabaram o meu contrato de trabalho”, diz.

Afirma compreender “perfeitamente” a decisão da editora tendo por ser “inviável” estar ao serviço da editora e obter conclusões tão distintas. No entanto, é importante manter o crivo crítico frente ao comportamento de censura presente na marginalização de um funcionário que discorda da linha adotada pela empresa.

Quando deixou de colaborar com as Edizioni San Paolo, Biglino publicou livros em que apresentou traduções literais, palavra por palavra, de vários textos bíblicos, que foram usados por historiadores para identificar imprecisões. Nesses livros, que mostravam lado a lado as palavras italianas e hebraicas, Biglino argumenta que a Bíblia contém diversas imprecisões facilmente demonstráveis. “É por isso que os críticos discordam das minhas conclusões mas não põem em causa o rigor das traduções”, sublinha.

“Não se sabe nada sobre Deus” e “como Deus me é absolutamente desconhecido, não posso acreditar nele”.

Revela não ser o único a discordar das traduções oficiais da Bíblia, muito embora sejam “muitos que tenham a coragem de divulgar as suas conclusões”. E declara:

“Quando eu digo que a Bíblia não fala de Deus, não digo que Deus não existe, porque não o sei. Digo apenas que a Bíblia não fala de Deus”.

A exemplo de divergências vê-se “A profecia de Isaías, por exemplo, dizia que «a Virgem irá conceber e dará à luz um Filho», mas as bíblias alemãs, depois da aprovação da Conferência Episcopal, já não dizem isso. Já dizem que «a Virgem vai conceber», que é o que verdadeiramente lá está escrito”. Para ele, o seu trabalho poderá influenciar nas futuras traduções da Bíblia.

Por fim, é possível ver a postura da editora italiana. Confirmou que Mauro Biglino já não mais colabora com as Edizioni San Paolo “há muitos anos”, e não se propôs a comentar o trabalho atual do tradutor.

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A complicada relação entre religião e preconceito

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Igreja como trampolim

O nível de devoção que se sente em relação às crenças religiosas tradicionais pode ser usado para prever como a pessoa irá interagir com membros do seu próprio grupo ou com membros fora do seu grupo.

Isso pode até parecer bem natural. Mas o que impressiona é que a interação com os outros e os preconceitos em relação a esses outros parece seguir o caminho oposto que muitos podem esperar de uma pessoa declaradamente religiosa.

Uma pesquisa realizada nos EUA e na Jamaica mostrou que pessoas cujas crenças religiosas são extrínsecas e que frequentam regularmente a igreja são mais propensas a manter atitudes hostis em relação às pessoas de fora do seu grupo social.

É importante ressaltar que o resultado inesperado foi obtido junto às pessoas religiosas do ponto de vista social, aquelas que se apresentam como membros de uma entidade religiosa, mas que frequentemente usam a religião como forma de atingir objetivos não-religiosos, como alcançar status ou ganhar acesso a um grupo social.

“Não são os verdadeiros crentes que são o problema. São as pessoas que usam a religião, talvez de maneira cínica, para promover seus objetivos,” explica Robert Lynch, professor de antropologia da Universidade de Missouri-Columbia.

Crença profunda e faceta social da religião

O professor Lynch diz que seus resultados sugerem que as crenças e os aspectos sociais subjacentes à religião têm efeitos distintos sobre as atitudes dentro e entre os grupos.

Por exemplo, as crenças religiosas estão positivamente associadas com a vontade de se sacrificar pelas próprias crenças e uma maior tolerância aos outros, normalmente referidos como “o próximo”. Por outro lado, as facetas sociais da religião, como o comparecimento aos cultos, promovem maior hostilidade em relação às pessoas fora do grupo, que são vistas como “distantes”.

“Tomados como um todo, esses resultados apontam para uma visão geralmente otimista da capacidade de as crenças religiosas gerarem compaixão, e uma visão mais escura sobre as atividades sociais que promovem a coesão do grupo, o que também pode produzir o ódio aos outros,” disse Lynch.

Estado Islâmico e Al Qaeda

O antropólogo afirma que uma maneira de visualizar esse problema é comparar o Estado Islâmico com a Al Qaeda.

Ele afirma que o Estado Islâmico é composto principalmente de ex-generais iraquianos que serviram sob Saddam Hussein e não são particularmente religiosos. Os membros dessa organização rotineiramente matam membros de seu próprio grupo, bem como indivíduos fora de seu grupo (ambos sunitas e xiitas). Um dos principais objetivos do Estado Islâmico é expandir seu território, e muitas vezes usa um pretexto religioso para atingir seus objetivos.

Por outro lado, a Al Qaeda, uma organização muçulmana sunita criada em 1988 para combater a invasão soviética do Afeganistão, normalmente não mata muçulmanos. O professor Lynch afirma que “membros da Al Qaeda são verdadeiros crentes que gostam dos membros de seu próprio grupo e não são tão hostis a grupos externos”.

Seus resultados foram publicados na revista Evolutionary Psychology Science.

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Quando amantes se tocam, mulher sente menos dor

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Toque que cura dor

Futuros papais, tomem nota disso: vocês podem ser mais úteis na sala de parto do que se dão conta.

Este é um dos recados que podem ser tirados de um estudo que constatou que, quando um parceiro empático segura a mão de uma mulher com dor, os corações e as taxas respiratórias dos dois se sincronizam e a mulher passa a sentir menos dor.

“Quanto mais empático for o parceiro – quanto mais significativo for o relacionamento – mais forte é o efeito analgésico e maior a sincronização entre os dois quando eles se tocam,” explica o professor Pavel Goldstein, da Universidade da Califórnia em Boulder (EUA).

Sincronização interpessoal

O estudo, realizado com 22 casais, é o mais recente em um crescente corpo de pesquisa sobre a “sincronização interpessoal”, o fenômeno em que os indivíduos começam a refletir fisiologicamente as pessoas com quem estão.

Por exemplo, você já deve ter observado que as pessoas inconscientemente sincronizam os passos com a pessoa ao lado de quem estão andando. E pesquisas já mostraram que as pessoas também ajustam sua postura para espelhar os amigos durante a conversa e que os corações dos amantes se sincronizam.

Mas ninguém havia ido tão longe, explorando a sincronização interpessoal no contexto da dor e do toque.

Goldstein e seus colegas afirmam que seu estudo pode ajudar no crescente esforço em busca de opções de alívio da dor sem o uso dos problemáticos opioides, que podem causar dependência e estão gerando um número cada vez maior de mortes por sobredosagem.

E pode também ajudar a aliviar as dores do parto – contanto, é claro, que os pais se aguentem na sala sem desmaiar.

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Homem para de fumar e guarda dinheiro do cigarro para viajar, reformar a casa e mais

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Foto e texto de Giovanna Mazzeo

O cearense Nilo Veloso, de 66 anos, costumava fumar 3 maços de cigarro por dia, mas conseguiu abandonar o vício depois de 34 anos. O que o fez apagar de vez a bituca foi um mau estar súbito, causado pelo tabagismo, que sofreu enquanto dirigia.

Dinheiro do cigarro foi para viagens

Livre da nicotina há 12 anos, o aposentado agora guarda, diariamente, todo o dinheiro que gastava com cigarro em um pote que só abre uma vez por ano. Tudo é gasto com viagens, hobbies e melhorias para a sua casa.

“Comecei a fumar com uns 20 anos, na época era considerado um charme. Fui fumando cada vez mais e cheguei a fumar 3 maços por dia nos dois últimos anos, até que parei no dia 24 de julho de 2005”, relembra o aposentado.

Veloso conta que sua dependência era tanta que ele não esperava nem tomar café da manhã. Acordava, só tomava um golinho de água e já começava a fumar.

Até que certo dia, quando estava com 54 anos, começou a passar muito mal enquanto fumava e dirigia. “Fiquei tonto, tudo ficou escuro, precisei parar o carro por causa da vista embaçada, joguei o cigarro fora e pedi ajuda a Nossa Senhora”, relembra.

Decisão de parar de fumar

Com o susto, Nilo tomou uma decisão na hora. Ele não iria mais fumar daquele dia em diante e guardaria todo o dinheiro que seria gasto com cigarro. Ele não só conseguiu, como continua guardando o dinheiro até hoje.

“Já tinha usado remédio, adesivo e nada adiantou. Neste dia, eu não precisei de nada. Eu falo que Nossa Senhora veio com um bisturi divino e me operou. O que aconteceu foi um milagre”, afirma o aposentado.

Para agradecer Nossa Senhora de Fátima pela conquista, todo dia 13 (dia da santa) Nilo usa branco durante o dia inteiro e vai à missão ao meio dia. “Eu nunca mais senti vontade de fumar”, comenta admirado.

Com o dinheiro que guardou ao longo dos últimos 12 anos, Nilo já viajou com a esposa para a Argentina, Uruguai, Chile, duas vezes para a Serra Gaúcha, reformou os móveis da sua casa, trocou o colchão da sua cama, comprou um computador e uma bicicleta de carbono de R$ 11.800 que usa para pedalar com os amigos 4 vezes por semana.

“Comecei juntando R$ 7,50. Hoje eu guardo R$ 15 todos os dias e só abro o pote em julho. Em média, dá R$ 5.800 por ano”, conta orgulhoso.

E os próximos cofres já têm destino. O deste ano vai pagar a viagem que ele e a esposa vão fazer para Aracaju para visitar um amigo de infância. O de 2018, ele pretende usar para realizar o sonho de ir até o Rio de Janeiro durante o Carnaval para desfilar pela sua escola de samba do coração, a Mangueira.

Alegria de ter abandonado o vício

Passados mais de dez anos desde o dia em que decidiu mudar de vida, Veloso afirma que nunca mais sentiu vontade de fumar e que tudo mudou para melhor.

“Era tanta nicotina que tive que mandar lavar todas as roupas do armário quando parei de fumar. No começo de 2006 comecei a pedalar e hoje pedalo 28 km de terça e quinta e mais de 50 km de sábado e de domingo. Meu cabelo melhorou, minha pele agora é limpa, até o gosto da água ficou diferente”, comemora.

http://www.vix.com

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Sabedoria do Silêncio Interno do TAO

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Pense no que vai dizer antes de abrir a boca. Seja breve e preciso, já que cada vez que deixa sair uma palavra, deixa sair uma parte do seu Chi (energia). Assim, aprenderá a desenvolver a arte de falar sem perder energia.

Nunca faça promessas que não possa cumprir. Não se queixe, nem utilize palavras que projetem imagens negativas, porque se reproduzirá ao seu redor tudo o que tenha fabricado com as suas palavras carregadas de Chi.

Se não tem nada de bom, verdadeiro e útil a dizer, é melhor não dizer nada. Aprenda a ser como um espelho: observe e reflicta a energia. O Universo é o melhor exemplo de um espelho que a natureza nos deu, porque aceita, sem condições, os nossos pensamentos, emoções, palavras e acções, e envia-nos o reflexo da nossa própria energia através das diferentes circunstâncias que se apresentam nas nossas vidas.

Se se identifica com o êxito, terá êxito. Se se identifica com o fracasso, terá fracasso. Assim, podemos observar que as circunstâncias que vivemos são simplesmente manifestações externas do conteúdo da nossa conversa interna. Aprenda a ser como o universo, escutando e reflectindo a energia sem emoções densas e sem preconceitos.

Porque, sendo como um espelho, com o poder mental tranquilo e em silêncio, sem lhe dar oportunidade de se impor com as suas opiniões pessoais, e evitando reacções emocionais excessivas, tem oportunidade de uma comunicação sincera e fluída.

Não se dê demasiada importância, e seja humilde, pois quanto mais se mostra superior, inteligente e prepotente, mais se torna prisioneiro da sua própria imagem e vive num mundo de tensão e ilusões. Seja discreto, preserve a sua vida íntima. Desta forma libertar-se-á da opinião dos outros e terá uma vida tranquila e benevolente invisível, misteriosa, indefinível, insondável como o TAO.

Não entre em competição com os demais, a terra que nos nutre dá-nos o necessário. Ajude o próximo a perceber as suas próprias virtudes e qualidades, a brilhar. O espírito competitivo faz com que o ego cresça e, inevitavelmente, crie conflitos. Tenha confiança em si mesmo. Preserve a sua paz interior, evitando entrar na provação e nas trapaças dos outros. Não se comprometa facilmente, agindo de maneira precipitada, sem ter consciência profunda da situação.

Tenha um momento de silêncio interno para considerar tudo que se apresenta e só então tome uma decisão. Assim desenvolverá a confiança em si mesmo e a Sabedoria. Se realmente há algo que não sabe, ou para que não tenha resposta, aceite o fato. Não saber é muito incómodo para o ego, porque ele gosta de saber tudo, ter sempre razão e dar a sua opinião muito pessoal. Mas, na realidade, o ego nada sabe, simplesmente faz acreditar que sabe.

Evite julgar ou criticar. O TAO é imparcial nos seus juízos: não critica ninguém, tem uma compaixão infinita e não conhece a dualidade. Cada vez que julga alguém, a única coisa que faz é expressar a sua opinião pessoal, e isso é uma perda de energia, é puro ruído. Julgar é uma maneira de esconder as nossas próprias fraquezas.

O Sábio tolera tudo sem dizer uma palavra. Tudo o que o incomoda nos outros é uma projecção do que não venceu em si mesmo. Deixe que cada um resolva os seus problemas e concentre a sua energia na sua própria vida. Ocupe-se de si mesmo, não se defenda. Quando tenta defender-se, está a dar demasiada importância às palavras dos outros, a dar mais força à agressão deles.

Se aceita não se defender, mostra que as opiniões dos demais não o afectam, que são simplesmente opiniões, e que não necessita de os convencer para ser feliz. O seu silêncio interno torna-o impassível. Faça uso regular do silêncio para educar o seu ego, que tem o mau costume de falar o tempo todo.

Pratique a arte de não falar. Tome algumas horas para se abster de falar. Este é um exercício excelente para conhecer e aprender o universo do TAO ilimitado, em vez de tentar explicar o que é o TAO. Progressivamente desenvolverá a arte de falar sem falar, e a sua verdadeira natureza interna substituirá a sua personalidade artificial, deixando aparecer a luz do seu coração e o poder da sabedoria do silêncio.

Graças a essa força, atrairá para si tudo o que necessita para a sua própria realização e completa libertação. Porém, tem que ter cuidado para que o ego não se infiltre… O Poder permanece quando o ego se mantém tranquilo e em silêncio. Se o ego se impõe e abusa desse Poder, este converter-se-á num veneno, que o envenenará rapidamente.

Fique em silêncio, cultive o seu próprio poder interno. Respeite a vida de tudo o que existe no mundo. Não force, manipule ou controle o próximo. Converta-se no seu próprio Mestre e deixe os demais serem o que têm a capacidade de ser. Por outras palavras, viva seguindo a via sagrada do TAO.

(Texto Taoísta)

http://www.pensarcontemporaneo.com/tao-sabedoria-silencio-interno/

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Sabedoria das Multidões: popularidade pode vencer ignorância das massas

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Sabedoria das massas

Sabedoria de multidão: este é o termo que os sociólogos dão para o resultado de fenômenos de massa, como as eleições ou as votações online, onde as respostas geralmente são consideradas melhores do que as melhores respostas de qualquer participante individual.

A teoria era que a sabedoria de multidão emerge porque esses processos agregam múltiplas perspectivas sobre o problema em questão – mas isso era antes da internet.

Ignorância das massas

Contudo, os processos mais recentes, contando com uma facilidade de proliferação de informações sem precedentes na história da humanidade, têm mostrado que os métodos democráticos tradicionais tendem a favorecer a informação mais popular, e não necessariamente a mais correta.

Com isso, a “ignorância das massas” pode sobrepujar uma parcela mais experiente da população, detentora de informações especializadas e mais abalizadas sobre um tópico, fazendo com que uma resposta errada torne-se a mais aceita e, portanto, a vencedora.

Para tentar dar mais peso a informações corretas, que podem não ser amplamente conhecidas, pesquisadores da Universidade de Princeton e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (EUA) desenvolveram o que eles chamam de um “algoritmo do surpreendentemente popular”.

A técnica se baseia em perguntar às pessoas duas coisas sobre a questão que estiver em pauta: “Qual você acha que é a resposta correta?”, e “Qual você acha que será a resposta da maioria?”

Eu não sei, mas a maioria sabe

Surpreendentemente, a resposta correta é aquela que as pessoas preveem que será a mais popular, relatam os pesquisadores.

De acordo com eles, essa técnica poderia aperfeiçoar os processos baseados na sabedoria das multidões, que são usados não apenas em eleições, mas também em previsões políticas e econômicas, em pesquisas realizadas por institutos especializados, bem como muitas outras atividades coletivas, desde a avaliação de objetos de arte até a classificação de propostas de pesquisa científica para ver qual receberá financiamento.

Na média de todos os tópicos, o algoritmo “surpreendentemente popular” reduziu os erros em 21,3% em comparação com a votação por maioria simples, e em 24,2% em comparação com uma ponderação em relação aos “votos confiáveis”, nos quais as pessoas expressam a confiança que têm na resposta que estão dando.

Em questões mais prosaicas, como perguntas envolvendo os nomes das capitais dos estados, onde há muitas cidades que são maiores e mais conhecidas do que a capital verdadeira, o método reduziu as decisões incorretas em 48% em comparação com a maioria dos votos.

Adeus democracia?

A grande questão que emerge prontamente é se um algoritmo como esse não estaria jogando fora a democracia e passando as decisões para as mãos dos “especialistas”.

Os pesquisadores afirmam que não, que o seu método ainda é democrático porque não há expectativa de quem teria informações especializadas, já que todos são consultados igualmente, sendo o seu fundamento o de que há uma informação “mais correta” que precisa ser adequadamente garimpada para que o resultado do processo seja o melhor possível.

“O método é elitista no sentido de que ele tenta identificar aquelas pessoas que possuem conhecimento especializado. No entanto, ele é democrático no sentido de que potencialmente qualquer pessoa poderia ser identificada como um especialista. O método não olha para o currículo ou os graus acadêmicos de ninguém,” defende o pesquisador Sebastian Seung, um dos autores da técnica.

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