FIAT Palio elétrico

Palio Elétricopor Eduardo Hoffmann

Em agosto de 2006 a concessionária Cemig (Centrais Elétricas de Minas Gerais) apresentou para seus funcionários o Fiat Palio Elétrico. O projeto do veículo é resultado de um parceria entre as concessionárias Itaipu Binacional e WKO (França) e a Fiat Automóveis.Segundo o engenheiro de tecnologia e normalização da Cemig, Virgilio Almeida Medeiros, o automóvel custa U$ 25 mil e, se fosse produzido em escala, o valor cairia para U$ 15 mil. “Com 35 mil quilômetros rodados, a economia de combustível paga o investimento de aquisição do carro”, ressalta.

O veículo elétrico é abastecido na tomada. Com bateria totalmente carregada, o carro roda 120 km e, após completamente descarregada, são necessárias entre seis e oito horas para recarregar.

A bateria utilizada pelo Fiat Palio Elétrico tem um sistema que anula a toxicidade de seus componentes em caso de choque. Além disso, o carro elétrico não emite nenhum poluente nem ruídos.

“Além disso, um veículo moderno com cinco passageiros em uso urbano para se deslocar 100 km gasta R$ 9,00 (5 km / kWh) menos da metade do que a despesa com gasolina em um veículo convencional para o mesmo uso”, explicou Virgílio Medeiros.

A apresentação do Fiat Palio Elétrico foi ralizada juntamente com o seminário Tecnologia e Mercado de Veículos Elétricos. No evento, foram abordados e discutidos temas relativos às possibilidades de utilização, com identificação de nichos para atuação, do uso desses veículos na frota da Empresa e seus benefícios potenciais.
Fonte: http://www.cemig.com.br

Realmente é um projeto muito bom e felizmente está conclúido. Melhor ainda: está prontinho para ser comercializado no Brasil. Tirando o fator design, que é uma proposta completamente diferente, o Palio Elétrico perde feio para os MDI Cat’s.

Ainda tem gente que consegue ser contra os carros elétricos, com o argumento de que para gerar a energia necessária para carregar as baterias, teriam que poluir da mesma forma. Pelo jeito, estes seres pensantes (quem diria?) só conhecem as usinas termelétricas. Um dia ainda descobrirão as usinas hidelétricas e eólicas. Então relembro agora a pergunta que não quer calar: O que está impedindo de colocarem o Palio Elétrico no mercado? Minha opinião é que já sabem sobre os MDI Cat’s, e têm consciência de que será impossível, por muito tempo, desbancá-lo. Além disso, nosso querido governo arrecada muito mais ICMS sobre a gasolina do que sobre a eletricidade.

Boa sorte para nós.
A tecnologia já existe. Cabe a nós utilizá-la.

http://motorsa.com.br/2007/08/02/fiat-palio-eletrico/

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Cemig apresenta primeiro motor para uso de biogás

A Cemig apresenta nesta quinta-feira (28), às 10h30, no jardim inferior do edifício-sede, na avenida Barbacena, 1200, o primeiro sistema de co-geração de energia elétrica da América Latina, utilizando motor Stirling de combustão externa. O evento contará com a presença da diretoria, gerentes e empregados da Cemig. O motor é capaz de produzir 9 kW de energia elétrica e 24 kW de energia térmica (água quente), capaz de sustentar 30 famílias.

Segundo o assessor da Gerência de Tecnologia em Alternativas Energéticas, André Martins Carvalho, a vantagem dos motores Stirling é o uso da biomassa como combustível e a combustão externa, que não ocorre dentro do cilindro. “Com este benefício é possível trabalhar com diferentes tipos de combustível como gás natural, diesel, querosene, gasolina, óleo industrial, gás de refinaria, gaseificação de madeira, biogás, luz solar ou qualquer outra fonte de calor, desde que sejam capazes de fornecer temperaturas da ordem de 650ºC”, explica.

O motor da empresa Solo – Stirling, de origem alemã, ficará em período de testes até o fim do ano na Universidade de Itajubá, com a qual a Cemig firmou um convênio para estudar os seus benefícios. No início de 2004, o motor, que é do tamanho de um freezer, será instalado em uma comunidade carente do Estado, com o uso da gaseificação de madeira.

“Essa iniciativa da Cemig é devido a crescente tendência de descentralização da geração da energia elétrica e do uso da biomassa como combustível – fonte de energia renovável e de menor custo, úteis para locais isolados e que não têm redes de transmissão próximas”, afirma André Martins Carvalho.

A origem

Criado pelo escocês Roberto Stirling, em 1816, antes do motor a explosão do ciclo Otto e do motor a diesel, o motor batizado com o nome de seu criador, era muito utilizado e chegava a produzir 4 kW de potência. Considerado mais seguro que os motores de vapor da época, o motor Stirling não necessitava de caldeiras e nem exigia grande especialização para ser operado.

No inicio do século XX deixaram de ser produzidos devido a opção por outras formas de geração de energia. Nos anos 60 e 70, eles voltaram a merecer atenção. O objetivo era substituir os motores de combustão interna em aplicações automotivas visando reduzir a poluição ambiental. Atualmente, vem crescendo o interesse por motores Stirling projetados especialmente para utilizar biomassa.

http://www.agenciaminas.mg.gov.br

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