Cientista de fim de semana descobre um jeito de criar o moto-contínuo

fevereiro 7, 2008 ]

Desde sempre, o ser humano vem tentando (sem sucesso) desenvolver um sistema de motor que funcione permanentemente sem gastar energia. Até o gênio Leonardo Da Vinci tentou. Milhares de pessoas gastaram fortunas, perderam dias, meses, anos, décadas em busca desse tipo de engenho capaz de contradizer as leis básicas da energia. Mas ninguém conseguiu. Vendo que as invenções destruidoras de vida não acabavam mais, e todas eram embustes, erros ou simplesmente não funcionavam como imaginado, a companhia de registro de patentes de Londres decidiu que não iria mais gastar esforços em examinar os inventos de moto contínuo (também chamados de moto-perpétuo) que aparecessem.

Bom, a coisa parece que finalmente vai mudar neste campo, graças a um cientista de fim de semana que destruiu sua vida social por 20 anos, perdendo a mulher e posteriormente a guarda de seus filhos graças a seu fanatismo e idealismo de construir um motor de funcionamento permanente.

Thane Heins encontrou maior dificuldade em convencer cientistas a apenas olhar para seu invento do que de fato trabalhando em seu motor. Graças ao preconceito com a idéia de moto contínuo, (similar ao preconceito científico com a levitação) Thane perdeu um bom tempo fazendo ligações e tentando apenas demonstrar o que havia descoberto na garagem de sua casa anos antes.

Depois de penar muito para obter alguma atenção na comunidade científica (sabe aquele clássico medinho de ter o filme queimado entre seus pares da academia? Pois é.) Thane conseguiu que um professor do Massachusetts Institute of Technology chamado Markus Zahn, um expert em eletromagnetismo e sistemas eletrônicos desse uma olhada rápida no que ele fez.

O resultado surpreendeu o acadêmico, deixando-o sem ar. A coisa realmente estava funcionando.

A invenção, na pior das hipóteses, poderá melhorar a eficiência dos motores de indução, utilizados em tudo, desde carros elétricos para ventiladores de teto. Na melhor das hipóteses, isso significa uma forma de entrar com o pé direito nos misteriosos poderes dos campos eletromagnéticos para produzir mais trabalho com menor esforço, ou trocando em miúdos: criação de electricidade a partir de nada.

Tal inacreditável invenção obviamente contesta as leis conhecidas da física, uma coisa inimaginável no mundo rígido da ciência séria. Imagine uma bateria de carro-elétrico que pode ser recarregada quase exclusivamente pela frenagem e aceleração, ou o que Heins chama de “aceleração regenerativa”.

Isso economizaria bilhões de dólares em sistemas como metrôs. (Sabia que o metrô do Rio gasta UM MILHÃO DE REAIS POR MÊS só freando?) Eu sei isso porque o meu próprio pai tem um invento (mais um na coleção) que está em discussão com o pessoal lá do Metrô do Rio que poderia convertera energia cinética que atualmente é desperdiçada e transformada em energia térmica no processo de frenagem em energia elétrica que não seria consumida da rede e sim de energia armazenada em baterias no próprio veículo. O invento de custo baixo, geraria nada menos que um milhão de reais por mês de redução de consumo elétrico pra eles. Com uma invenção dessas, imagino que o metrô poderia funcionar praticamente sem consumir quase nada, repassando a redução de custo para o preço do bilhete. Só por aí dá pra imaginar que um invento assim pode alterar dramáticamente a vida das pessoas de todo o mundo e colocar sérias questões para a milionária -e assassina- indústria do petróleo.

Mas voltando ao outro inventor, o professor Marcus Zhan do MIT se impressionou com o invento batizado de gerador de periptéia. Thane Heins tem uma batalha bem difícil pela frente.E ela começa na formação. Ele não é um engenheiro.Ele não tem uma graduação em Física. Ele nunca sequer terminou o seu programa em eletrônica no Heritage College em Gatineau, Quebec.”Tenho um pouco de dislexia e não faço bem cálculos matemáticos e, por isso, não me saí muito bem na escola”, diz ele.

Ok, Einstein era considerado retardado pela escola. E ter diploma não significa muito além de ter lido muitos livros e feito muitas provas. Não é um diploma que te faz nem legitima nada. Na ciência o que vale é a comprovação. Assim, a Maquina de Heins – que na verdade é cozinheiro de profissão- está sendo avaliada com muito critério pelos especialistas do MIT.

A o que parece, a coisa vai bem, Segundo as análises iniciais do professor do MIT: “Para mim, esta coisa inesperada e nova, e é necessário explorar todas as possíveis vantagens, uma vez que estou convencido de que é um efeito real”

Atualmente a única coisa que representa o maior obstáculo para o invento do senhor Heins é sua formação acadêmica e o descrédito pelo sistema ser uma espécie de moto-contínuo.

http://www.mundogump.com.br/cientista-de-fim-de-semana-descobre-um-jeito-de-criar-o-moto-continuo

 

Inventor demonstra gerador que utiliza energia de origem desconhecida

13.02.2008 ]

Aceleração regenerativa. É assim que o inventor canadense Thane Heins chama o mecanismo de funcionamento de um novo tipo de equipamento eletromagnético criado por ele. O invento consiste em um aparato bastante simples, formado por um conjunto de ímãs permanentes e bobinas eletromagnéticas e construído inteiramente com materiais comprados no comércio.

Funcionamento comprovado

Apesar da imediata associação do aparelho com as seculares idéias dos moto-contínuos, a invenção de Heins funcionou perfeitamente quando ele a apresentou para engenheiros do MIT, uma das maiores e mais conceituadas universidades dos Estados Unidos.

Heins afirma que não se trata de um motor, mas de um gerador de energia, que explora alguma forma de força eletromagnética ainda não conhecida pela física. Ele batizou seu invento de Perepiteia, um termo do teatro grego que se refere a uma ação que tem o efeito oposto ao esperado.

Aceleração regenerativa

É isso justamente o que acontece com o gerador que Heins apresentou para a equipe do professor Markus Zahn, do MIT. Quando o gerador é submetido a uma carga – representada por um motor elétrico ligado a ele – ele gera mais energia, fazendo com que o motor acelere.

Heins já apresentou o Perepiteia para outras universidades. Segundo ele, porém, o interesse dos cientistas e engenheiros parece se diluir, ao invés de aumentar, quando eles vêem que o equipamento funciona mas não conseguem dar uma explicação para esse funcionamento.

Motos-contínuos

Ao contrário da Steorn, que não conseguiu demonstrar o funcionamento do seu Orbo, Heins agora já conta com alguns investidores dispostos a provê-lo com os recursos necessários para o aprimoramento de sua invenção. Para isso, ele fundou a Potential Difference Inc., com o objetivo de divulgar e comercializar seu invento.

O que dizem os cientistas

“É um fenômeno incomum que eu não havia previsto. Mas eu vi. É real. Agora eu estou simplesmente tentando entendê-lo,” disse o professor Zahn logo depois de ter assistido à apresentação do Perepiteia e checado seu funcionamento.

Heins não fala e não autoriza falar em moto-contínuo – o que poderia fatalmente levá-lo ao descrédito. Segundo ele, sua expectativa é de comercializar uma nova tecnologia que poderá revolucionar a forma com que são feitos os motores elétricos, permitindo, por exemplo, a construção de carros inteiramente elétricos que recarreguem suas baterias com a energia reaproveitada dos seus freios.

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br

Assista os vídeos de Demonstração no YouTube:

Parte 1 e 2: http://br.youtube.com/watch?v=ogLeKTlLy5E&feature=related
Parte 3: http://br.youtube.com/watch?v=1vX8Cxkrpqs&feature=related
Parte 4: http://br.youtube.com/watch?v=jpIdu1lWVW0&feature=related
Parte 5: http://br.youtube.com/watch?v=Q18eSaiKMyc&feature=related
Parte 6: http://br.youtube.com/watch?v=3WrzCRimtHc&feature=related
Parte 7: http://br.youtube.com/watch?v=wie2ZLWHUEk&feature=related

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